Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO, QUER SABER O QUE DIZEM OS ESTRANGEIROS SOBRE A SUBMISSÃO DE PORTUGAL AO BRASIL NA QUESTÃO DO AO90?

 

Sei que não quer saber. Não está interessado. Se estivesse, não faria orelhas moucas aos apelos dos mais eminentes intelectuais dos países lusófonos, que energicamente rejeitam o AO90, por este ser a maior fraude de todos os tempos.

 

Mas ainda assim, vou contar-lhe o que se passou no passado fim-de-semana… em Espanha…

 

MULTICULTURALISMO.jpg

Origem da imagem: Internet

 

… quando participei numa espécie de “tertúlia”, realizada num lugar frequentado por escritores, poetas, jornalistas, artistas plásticos, cineastas (sendo o mais famoso que por lá passou, o genial Mel Gibson) actores e também pessoas absolutamente comuns, com as mais diversas profissões, enfim, um lugar onde se discute e se troca Culturas, Artes, Literaturas, Ideias, Ideais e Políticas comuns, ou menos comuns… enquanto fazemos as refeições.

 

Como sempre acontece, sou a única cidadã de nacionalidade portuguesa, que pára por aquelas paragens com a frequência possível. Nunca encontrei lá as mesmas pessoas.

 

Desta vez estava representado o México, Suíça, várias regiões de Espanha e Portugal (eu). E adivinhe, senhor ministro, qual foi o teor de uma das conversas: Portugal e a sua Língua, que nenhum dos presentes dominava. Comunicámo-nos em Castelhano e Inglês.

 

Então, aproveitei a ocasião para sondar aquelas pessoas, viajadas, cultas e conhecedoras do mundo, acerca do que pensavam sobre um país, que foi colonizador (tal como Espanha), vergar-se ao ex-colonizado (Brasil) adoptando uma ortografia abrasileirada, destruindo, por completo, as raízes latinas de uma das mais belas línguas indo-europeias - a Língua Portuguesa.

 

A estupefacção foi enorme!

 

Os Mexicanos, que se encontravam presentes, e que foram colonizados por Espanha, consideraram rara esta submissão; os Espanhóis, que colonizaram parte das Américas do Sul e Central, disseram que era raríssimo o ex-colonizador absorver a língua alterada do ex-colonizado, a Espanha jamais o faria; da Suíça veio uma interrogação que me deixou surpreendida, porque existe a ideia de que os Brasileiros têm uma língua, e os Portugueses têm outra língua  «Portugal está a adoptar o brasileño?» Assim mesmo: o brasileño.

 

Exactamente. Portugal está a adoptar o brasileño. Disse eu. E acrescentei: «Mas isto nem é raro, nem é raríssimo. Isto é caso único na História de toda a Humanidade. Conhecem algum país (ex) colonizador que tivesse adoptado a Língua do (ex) colonizado?»

 

Ninguém conhecia. Bem puxámos pela memória. Mas não há memória de uma coisa assim…

 

Pois é, senhor primeiro-ministro. Não tive como defender o governo de Portugal e esta sua política de vassalagem. Nem podia. Deixei bem vincada a minha repulsa, e o descontentamento de milhares de Portugueses, que, doravante, aquelas pessoas terão agora oportunidade de espalhar por onde passarem…

 

Desta vez, não pude salvar Portugal de ser amesquinhado.

 

Por vezes, acontece estar eu neste lugar, onde predomina o multiculturalismo, e Portugal vem à baila, e alguém se lembra de o apoucar, então eu, imbuída de um patriotismo à la Padeira de Aljubarrota, defendo-o com as garras de fora.

 

Mas no que respeita à desveneração que o actual governo português consagra ao símbolo maior da nossa identidade, a Língua Portuguesa, eu nada posso fazer.

 

Envergonho-me dele (do governo que temos). E disse-o lá, bem alto...

 

De resto, faço o que posso e sei, para que Portugal possa regressar à sua origem linguística europeia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

DOA A QUEM DOER, A TAUROMAQUIA AGONIZA

 

Uma verdade indesmentível, tanto em Espanha como em Portugal, mas também na França, na Colômbia, México, Peru, Venezuela, Equador e Costa Rica

 

São oito (entre 193 países) os últimos redutos da estupidez humana.

 

DOA A QUUEM DOER 20728020_1471650006259159_1086784

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PazParaLosTorosYCaballos/photos/a.347953071962197.78978.347913235299514/1471650006259159/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:42

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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016

PÓVOA DE VARZIM NA SENDA DA CARNIFICINA PROMOVE CAMPEONATO MUNDIAL DE TIRO AO VOO 2016

 

E os inocentes pombos, seres sencientes e indefesos, símbolos da Paz e do Espírito Santo (dos católicos) são massacrados impiedosamente, cobardemente, aos milhares… apenas para que os sádicos se divirtam…

 

O PAN denuncia a ilegalidade deste “desporto” sangrento e que diz do primitivismo em que se encontra um município que há pouco tempo disse querer ter uma “nova” relação com os animais…

 

E dizer que a Póvoa de Varzim também promove os “Encontros pela Paz” cujo símbolo é precisamente uma Pomba…

Mas que raio de política será esta?

 

POMBO.jpg

PAN DENUNCIA A ILEGALIDADE DO DESPORTO DE TIRO AOS POMBOS

 

O PAN acaba de apresentar uma providência cautelar com o objectivo de impedir a realização do Campeonato Mundial de Tiro ao Voo 2016 realizado na Póvoa de Varzim, entre 20 e 26 Junho.

 

O evento consiste na largada de pombos para que os “atletas” participantes possam atirar ao alvo – pombo a voar - com o único objectivo de os matar. O “atleta” que matar mais pombos é o vencedor. Este tipo de provas resulta na morte de milhares destas aves.

 

Os pombos utilizados são criados apenas para o efeito de serem “alvo”, num processo violento que culmina numa prova “recreativa”. Significa isto que vivem toda a sua curta vida em pombais – pequenas gaiolas, até ao dia em que são libertados como alvos para serem mortos.

 

A providência cautelar apresentada pelo PAN foi acompanhada de pareceres de diversas entidades, entre elas, a Provedora Municipal do Animais de Lisboa, Inês Real, a Médica Veterinária, Alexandra Pereira e do Jurista e Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Fernando Araújo.

 

Os pareceres são unânimes quanto à ilegalidade da prática uma vez que viola o artigo 1.º da Lei de Protecção dos Animais e o artigo 13.º do Tratado de Funcionamento da União Europeia.

 

O Professor Doutor Fernando Araújo explica que esta não pode ser considerada uma tradição cultural "em Portugal: “Respondamos enfaticamente que não, seja porque se trata da importação – extremamente minoritária – de uma "tradição" britânica que, até já foi abolida no seu país de origem, deixando de constituir, aí, qualquer "tradição"”. (…) O país fundador da prática do "live pigeon shooting", a Grã-Bretanha, baniu essa prática em 1921.

 

Já a médica veterinária, Alexandra Pereira, alerta para a questão da sensibilidade e do sofrimento que esta prática agressiva representa para os animais: “A prática de tiro aos pombos provoca um grande sofrimento, atendendo ao número de animais envolvidos e ao sofrimento que lhes é infligido. Face ao exposto, o tiro aos pombos constitui um grave problema em termos de bem-estar animal por desrespeitar, pelo menos, quatro das cinco liberdades: (1) livre de desconforto, (2) livre de dor, lesões e doenças, (3) livre para expressar comportamento normal e (4) livre de medo e stress.

 

Esta profissional relembra que o pombo é um animal senciente, ou seja, que tem sensibilidade, que sente. Já o Professor Doutor Fernando Araújo, para além de uma análise jurídica conclusiva sobre a ilegalidade desta prática, recorda ainda que a utilização de seres vivos, de pombos, para aferir “desportivamente” a pontaria de um atirador, “podendo estes ser substituídos por alvos artificiais” é totalmente desnecessária, alertando para a necessidade de se abolir esta prática por um “decisivo imperativo de consciência correspondente ao nosso estádio civilizacional”.

 

A organização deste evento é da responsabilidade exclusiva da Federação Portuguesa de tiro com armas de caça. Os pombos utilizados são conhecidos por pombo-comum (Columba Livia Domestica), esta é uma ave da família Columbidae que se desenvolveu a partir da domesticação de pombos selvagens ocorrida há milhares de anos, sendo detidos por muitas pessoas como animais de companhia.

 

O PAN considera que esta prática é ilegal e está a encetar todos os esforços para que esta prova não só não aconteça este ano, como para a sua abolição definitiva no país, visto que Portugal continua a ser, na companhia de Espanha, México, Argentina e alguns Estados Norte-Americanos, um dos últimos redutos dessa prática cruel e anacrónica.

 

Fonte:

http://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/973-pan-denuncia-ilegalidade-desporto-tiro-pombos.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:11

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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016

MUNICÍPIOS QUE SE DECLARARAM ANTI-TOURADA A NÍVEL MUNDIAL:149

 

Apenas um em Portugal: Viana do Castelo

 

Portugal vai na cauda dos oito tristes países que permitem a prática da selvajaria tauromáquica…

Sempre na cauda…em tudo…

Que vocação será esta?

 

VIANA ANTI-TOURADA.jpg

 

Os municípios nesta lista declararam-se oficialmente contra a selvajaria tauromáquica. A declaração foi uma decisão dos municípios.

 

Espanha

 

1 - Tossa de Mar (Girona, Catalunha, 1989)

2 - Vilamacolum (Catalunha, 1991)

3 - La Vajol (Catalunha, 1991)

4 - Palafrugell (Catalunha 1991)

5 - Calonge (Catalunha, 1997)

6 - Barcelona (Catalunha, 2004).

7 - Torelló (Barcelona, Catalunha 2004)

8 - Calldetenes (Barcelona, Catalunha, 2004)

9 - Olot (Girona, Catalunha, 2004)

10 - Ripoll (Girona, Catalunha, 2004)

11 - Tavertet (Barcelona, Catalunha, 2004)

12 - Manlleu (Barcelona, Catalunha, 2004)

13 - Granollers (Barcelona, Catalunha, 2004)

14 - San Feliu del Llobregat (Barcelona, Catalunha 2004)

15 - Valls (Tarragona, Catalunha, 2004)

16 - Badía del Vallès (Catalunha, 2004)

17 - Molins de Rei (Barcelona, Catalunha, 2004)

18 - La Roca (Catalunha, Dezembro 2004)

19 - Sitges (Penedès, Catalunha, 2005)

20 - Sant Cugat (Barcelona, Catalunha, 2005)

21 - Bellpuig (Lleida, Catalunha, 2005)

22 - Banyoles (Girona, Catalunha, 2005)

23 - Coslada (Madrid, 2005)

24 - Abrera (Barcelona, Catalunha, 2005)

25 - Cerdanyola (Barcelona, Catalunha, 2006)

26 - Sant Andreu de la Barca (Barcelona, Catalunha, 2006)

27 - Mollet del Vallès (Barcelona, Catalunha, 2006)

28 - Teià (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

29 - Sant Quirze de Besora (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

30 - Gironella (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

31 - Biure de l’Alt Empordà (Girona, Catalunha, Maio 2006)

32 - Cabrera de Mar (Barcelona, Catalunha, Maio 2006)

33 - Cabanes de l’Alt Empordà (Girona, Catalunha, Junho 2006)

34 - Sant Iscle de Vallalta (Barcelona, Catalunha, Junho 2006)

35 - Guissona (Lleida, Catalunha, Junho 2006)

36 - Moià (Barcelona, Catalunha, Setembro 2006)

37 - Artesa de Segre (Lleida, Catalunha, Setembro 2006)

38 - Vilabertran (Girona, Catalunha, Setembro 2006)

39 - Sanaüja (Lleida, Catalunha, Outubro 2006)

40 - Torrelavit (Penedès, Catalunha, Outubro 2006)

41 - Torrebesses (Catalunha, Novembro 2006)

42 - Riudarenes (Girona, Catalunha, Novembro 2006)

43 - Costitx (Ilhas Baleares, 2006)

44 - Fornells de la Selva (Girona, Catalunha, Fevereiro 2007)

45 - Brunyola (Girona, Catalunha, Março 2007)

46 - La Fatarella (Tarragona, Catalunha, Julho 2007)

47 - Morera de Montsant (Tarragona, Catalunha, Outubro 2007)

48 - Calella (Costa Brava, Catalunha, Outubro 2007)

49 - Dels Pallerrols (Tarragona, Catalunha, Novembro 2007)

50 - La Bisbal (Girona, Catalunha, Dezembro 2007)

51 - Basauri (País Basco, Junho 2008)

52 - Castrillón (Astúrias, Julho 2008)

53 - Sant Cebrià de Vallalta (Barcelona, Catalunha, Outubro 2008)

54 - Palamós (Girona, Catalunha, Novembro 2008)

55 - Les Franqueses del Vallès (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2009)

56 - Castellar del Vallés (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2009)

57 - Tagamanent (Catalunha, Março 2009)

58 - Pallejà (Catalunha, Março 2009)

59 - Arenys de Munt (Catalunha, Março 2009)

60 - Caldes de Montbui (Catalunha, Março 2009)

61 - Hostalric (Catalunha, Março 2009)

62 - Vacarisses (Catalunha, Março 2009)

63 - Santa Eulàlia de Ronçana (Catalunha, Março 2009)

64 - Aiguafreda (Barcelona, Catalunha, Março 2009)

65 - Sant Pere de Vilamajor (Catalunha, Abril 2009)

66 - Sabadell (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

67 - Vilassar de d’Alt (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

68 - Martorell (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

69 - Castellbisbal (Barcelona, Catalunha, Abril 2009)

70 - Vallgorgina (Barcelona, Catalunha, Maio 2009)

71 - Sentmenat (Barcelona, Catalunha, Maio 2009)

72 - Sopelana (País Basco, Maio 2009)

73 - Sant Esteve de Palautordera (Barcelona, Catalunha, Junho 2009)

74 - Arenys de Mar (Barcelona, Catalunha, Outubro 2009)

75 - Esportes (Ilhas Baleares, 2009)

76 - Puigpunyent (Ilhas Baleares, 2009)

77 - Cangas (Galiza, Janeiro 2010)

78 - Begues (Barcelona, Catalunha, Janeiro 2010)

79 - Vedra (Galiza, Março 2010)

80 - Dodro (Galiza, Abril 2010)

81 - Mutxamel (Valencia, Abril 2010)

82 - Pobra do Brollón (Galiza, Julho 2010)

83 - Teo (Galiza, Julho 2010)

84 - Sestao (País Basco, Agosto 2010)

85 - Ares (Galiza, Julho 2011)

86 - Santurzi (País Basco, Outubro 2011)

87 - Barakaldo (País Basco, Vovembro 2011)

88 - Abanto-Zierbana (País Basco, Novembro 2011)

89 - Consell (Ilhas Baleares, 2011)

90 - Donostia – San Sebastian (País Basco, Março 2013)

91 - Olvera (Andaluzia, Fevereiro 2014)

92 - Artà (Maiorca, Junho 2014)

93 - Sencelles (Maiorca, Julho 2014)

94 - Santa María del Camí (Maiorca, Julho 2014)

95 - Algaida (Maiorca, Setembro 2014)

96 - Capdepera (Maiorca, Setembro 2014)

97 - Lloseta (Maiorca, Setembro 2014)

98 - Porreres (Maiorca, Setembro 2014)

99 - Santa Margalida (Maiorca, Setembro 2014)

100 - Manacor (Maiorca, Outubro 2014)

101 - Campanet (Maiorca, Novembro 2014)

102 - Deia (Maiorca, Novembro 2014)

103 - Sant Joan (Maiorca, Novembro 2014)

104 - Ariany (Maiorca, Janeiro 2015)

105 - Mancor de la Vall (Maiorca, Julho 2015)

106 - A Coruña (Galiza, Julho 2015)

107 - Son Servera (Maiorca, Julho 2015)

108 - Palma de Maiorca (Maiorca, Ilhas Baleares, Julho 2015)

109 - Valldemossa (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

110 - Alaró (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

111 - Búger (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

112 - Llucmajor (Maiorca, Ilhas Baleares, Setembro 2015)

113 - Maria de la Salut (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

114 - Orihuela (Alicante, Outubro 2015)

115 - Bunyola (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

116 - Banyalbufar (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

117 - Calvià (Maiorca, Ilhas Baleares, Outubro 2015)

118 - Binissalem (Maiorca, Ilhas Baleares, Novembro 2015)

119 - Marraxtí (Maiorca, Ilhas Baleares, Julho 2015)

120 - Llubí (Maiorca, Ilhas Baleares, Novembro 2015)

121 - Santanyí (Maiorca, Ilhas Baleares, Dezembro 2015)

122 - Sant Antoni de Portmany (Ibiza, Ilhas Baleares, Janeiro 2016)

123 - Sóller (Maiorca, Ilhas Baleares, Fevereiro 2016)

124 - Sa Pobla (Maiorca, Ilhas Baleares, Junho 2016)

 

França

 

1 - Mouans-Sartoux (2005)

2 - Bully-les-Mines (Dezembro 2006)

3 - Montignac (Outubro 2007)

4- Joucou (Julho 2009)

 

Portugal

 

1 - Viana do Castelo (Fevereiro 2009)

 

Equador

 

1 - Baños de Agua Santa (2007) mais ainda fazem corridas de touros.

2 - Loja (Abril 2010)

 

Colômbia

 

1 - Zapatoca (Fevereiro 2008)

2 - Bello (Julho 2008)

 

Venezuela

 

1 - Carrizal (Outubro 2008)

2 - Caracas (Abril 2009)

3 - El Hatillo (Maio 2011)

4 - Valera (Agosto 2011)

5 - Cabimas (Março 2013)

6 - San Felipe (Março 2015)

 

Perú

 

1 - Concepción (Junho 2012)

2 - Surquillo (Novembro 2013)

 

México

 

0 - Teocelo, Veracruz (Julho 2012-Janeiro 2015*

1 - Fortín de las Flores, Veracruz (Março 2013)

2 - Xalapa, Veracruz (Março 2013)

3 - Boca del Rio, Veracruz (Abril 2013)

4 - Veracruz, Veracruz (Junho 2013)

5 - Córdoba, Veracruz (Junho 2013)

6 - Tangancícuaro, Michoacán (Junho 2013)

7 - Tlalpujahua, Michoacán (Maio 2014)

8 - Tzintzuntzan, Michoacán (Maio 2016)

 

*Teocelo já não é município anti-tourada.

 

Fonte: CAS

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/06/11/municipios-antitaurinosnao-gosto-da-expressao-anti-taurinos-para-mim-todos-aqueles-que-sao-contra-a-tauromaquia-sao-anti-tourada/comment-page-1/#comment-601

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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Sexta-feira, 15 de Abril de 2016

PAN REAGE ÀS DECLARAÇÕES DE VITAL MOREIRA

 

Todos nós sabemos que o PAN é o único partido que publicamente promove a abolição das touradas. Porém, como também sabemos, um deputado apenas na AR tem inúmeras restrições.

 

Sabemos também que em seis meses de legislatura o PAN fez mais do que todos os outros partidos fizeram em vários anos, em prol dos animais.

O PAN reagiu às apreciações de Vital Moreira, considerando-as prematuras.

 

«Há muitos variáveis nesta equação e certamente faremos de tudo para terminar o mais celeremente com esta barbaridade. Temos as nossas prioridades bem definidas, e continuaremos a trabalhar para a abolição desta bárbara prática», declarou à autora do Arco de Almedina, um dos elementos do PAN.

 

VITAL PAN.jpg

© DR

Fonte da imagem:

https://www.noticiasaominuto.com/politica/571745/vital-moreira-pan-e-uma-fraude-esta-mal-informado-reage-pan

 

O PAN lamentou a "falta de informação" de Vital Moreira, quando este acusou aquele partido de nada fazer quanto às touradas, não tendo ainda avançado com uma proposta para acabar com elas.

 

Reagindo a tais afirmações, o PAN «lamenta que um Senhor com as responsabilidades políticas de Vital Moreira esteja tão pouco informado e se precipite em acusações sem fundamento».

 

Em comunicado aos órgãos de informação, o partido, representado na AR por André Silva, diz que «importa recordar que desde que chegou à Assembleia da República o PAN tem trazido este debate de forma recorrente, quase constante».

 

Afirma o PAN que «foi sugerida ao Governo a alteração dos benefícios em sede de IVA aos espectáculos tauromáquicos, bem como o fim da atribuição da taxa intermédia de IVA para todos os bilhetes e entradas em espectáculos tauromáquicos, e nenhuma das medidas foi aprovada, tendo os socialistas votado contra ambas. Se esta é de facto uma preocupação genuína então o PAN convida o Eurodeputado Vital Moreira a trabalhar em cooperação por esta causa, nomeadamente, na sensibilização dos seus pares dentro e fora do país».

 

Quanto à "ménage a trois" pelos eucaliptos, o PAN ressalva «as restrições regimentares, no que respeita aos tempos de intervenção, na Assembleia da República e a impossibilidade de fazer agendamentos de iniciativas legislativas como os restantes grupos parlamentares por ter apenas um deputado.

 

Mas realça outras iniciativas relativas ao Plano Nacional de Barragens, à Central Nuclear de Almaraz, à Caça na Serra da Malcata, à prospecção de petróleo em todo o território, à laboração de pecuárias de forma irregular e à pecuária intensiva.

 

***

A interferência do Arco de Almedina neste episódio:

 

Porque fui atacada por militantes e simpatizantes do PAN, por ter transcrito as declarações de Vital Moreira e acrescentado uma nota pessoal, devo declarar que não ataquei ninguém, se é que as pessoas que me atacaram não repararam, até porque tenho muita consideração pelo André Silva e pelo trabalho que este tem realizado até agora, e pela coragem de, mesmo sendo só, andar a incomodar os poderosos.

 

Considero-o, e ele sabe disso, a mosca que incomoda o elefante, na Assembleia da República.

 

O que Vital Moreira disse não é da minha responsabilidade. Publiquei as suas declarações apenas para agitar as águas que estão um tanto paradas, em Portugal, no que respeita à tauromaquia.

 

A verdade é que ainda não foi apresentada no Parlamento uma proposta concreta e objectiva para a Abolição da Tauromaquia em Portugal.

 

Lá fora, em Espanha e no México, por exemplo, os avanços em direcção à abolição desta praga têm sido bastante significativos, porque lá fora ninguém pede que se corte o mal pela ramagem, mas que se corte o mal pela raiz.

 

E foi isso que eu pretendi salientar.

 

Sei que é difícil a abordagem desta matéria numa Assembleia repleta de aficionados, onde a tauromaquia está bastante protegida (segundo uma militante do PSD), quase que diríamos que muitos deputados candidatam-se à AR com o único intuito de proteger a tauromaquia, portanto ao André Silva não será fácil apresentar uma proposta que de antemão será barrada pelos partidos que se dizem de esquerda, mas têm um pé na direita: PS, PCP, BE e PEV.

 

Sabemos disso, André Silva.

 

***

A propósito desta polémica:

 

No Jornal i, onde foi publicada a declaração de Vital Moreira, deixei a seguinte nota, que transcrevi num texto divulgado neste meu Blogue:

 

«Penso que o PAN deveria propor urgentemente a ABOLIÇÃO de todas as vertentes da tauromaquia, mas também de todas as práticas bárbaras que se cometem em Portugal contra animais: circos, festas públicas com matança, ao vivo, de porcos, caça, tiro aos pombos, lutas de cães, corrida de galgos, corrida de Cavalos, charretes com tracção animal, queima do gato, enfim, uma infinidade de barbaridades que não se justificam para divertir um povo, se bem que um povo bastante EMBRUTECIDO.

 

Já chega de medievalismos. Já chega de estupidez. Já chega de atraso de vida.

 

Em Portugal (dizem) temos um governo que se diz de esquerda, mas no que respeita aos animais, a governação mantém a política da direita, da ditadura e da monarquia. Nada mudou, nesse aspecto.

 

O PAN introduziu na AR um discurso novo, mas, de facto, ainda não se ouviu a palavra ABOLIÇÃO, que é a única que interessa

 

Pois a este comentário respondeu deste modo bastante interessante, um tal de Paulo Reis:

 

Paulo Reis

Isabel A. Ferreira Voçê é louca da mais. Gostava de te conhecer. Que fazes nos tempos livres??? Adiantas a vida ??? Deves julgar-te muito avançada, mas gostava de ver........

 

Bem… este cidadão é um genuíno produto made in Portugal, com marca GP (Governo Português).

 

Respondi-lhe o que penso, porque (penso eu) ainda não é proibido pensar:

 

«Eis um comentário que diz da pobreza mental e cultural de portuguesinhos que não têm o mínimo sentido crítico, nem a noção do ridículo.

 

Não que me surpreenda, porque a política do ensino e da cultura em Portugal nunca valorizou a evolução. É tacanha e redutora.

 

Os governantes fazem tudo para manter um povo amorfo, mal-educado, mal ensinado, mal-amanhado, subserviente... enfim, acrítico. E é nisto que dá.

 

Pobre mente atacanhada!

 

Eu não me julgo avançada... Eu sou avançada, evoluída. Pertenço ao futuro, e não ao passado

 

Pois é isto que eu, como cidadã portuguesa livre, pretendo para o meu país: que, tal como eu, Portugal pertença ao futuro, e não ao passado.

 

É por este futuro que me bato, ao escrever o que escrevo.

Espero que entendam.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fontes das matérias abordadas neste texto:

https://www.noticiasaominuto.com/politica/571745/vital-moreira-pan-e-uma-fraude-esta-mal-informado-reage-pan

http://www.ionline.pt/504112#comment-2624380839

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-que-o-pan-ainda-nao-fez-para-acabar-633614

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:11

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015

OBVIAMENTE, O MEU HERÓI É O TOURO!

 

Na “México Arena”, na cidade do México, praticamente vazia (um óptimo presságio para a abolição desta selvajaria) o Touro é o HERÓI!

 

E os carrascos dele tiveram o que mereceram.

Ninguém foge à força do Karma!

 

 

ÚNICO ANIMAL.jpg

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:48

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

MÉXICO DIZ ADEUS AOS CIRCOS COM ANIMAIS

 

(Só em Portugal nada avança… Nenhuma associação animalista consegue estes milagres…

Por que será?)

 

ANIMANATURALIS.jpg

 

Temos uma grande notícia que queremos partilhar contigo: os circos com animais selvagens estão proibidos em todo o México!

 

No passado dia 8 de Julho, entrou em vigor o decreto que impulsionou a Lei Geral do Equilíbrio Ecológico e a Protecção ao Ambiente e a Lei Geral da Vida Selvagem.

 

A campanha liderada pela AnimaNaturalis conseguiu acabar com a utilização de animais selvagens em circos em todo o País.

 

Este constitui um grande passo tanto para os animais selvagens como para a sociedade mexicana. Estamos seguros de que este é um precedente de muitos êxitos que estão para vir. Continuaremos até acabar com o sofrimento de milhares de animais condenados a viver enjaulados, que são maltratados e humilhados, obrigados a trabalhar e a comportarem-se de um modo antinatural.

 

Continuaremos a lutar por um mundo em que não haja nem um só animal explorado num circo. O que conseguimos no México enche-nos de orgulho e queremos que muitos mais países se declarem livres de circos com animais.

 

Tu tens o poder de mudar as coisas.

 

Tu também podes sentir-te orgulhoso de lutar para que milhares de animais vivam livres.

 

Une-te à nossa luta!

 

Daniela Romero Waldhorn

Directora de AnimaNaturalis Internacional

www.AnimaNaturalis.orgDANIELA.png

 Daniela Romero Waldhorn

 

***

COMO GOSTARIA DE ESCREVER UM TEXTO ASSIM EM RELAÇÃO A PORTUGAL!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:02

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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2015

MENORES DE IDADE E TAUROMAQUIA: OBSERVAÇÕES E TEXTOS DE ESPECIALISTAS

 

(Só em Portugal, atirar as crianças para a violência tauromáquica, não é crime) 

Por que será? 

 

003 MENORES EM TOURADAS.jpg

O CoPPA é um colectivo de profissionais e especialistas na área de psicologia, psiquiatria, sociologia, pedagogia e no domínio dos direitos humanos, com o objectivo de favorecer a defesa e protecção das comunidades, grupos e indivíduos especialmente vulneráveis ​​na América Latina.

 

Documento criado pelo CoPPA, o qual contém observações, textos de especialistas e exemplos de medidas legislativas em prol da protecção da infância frente aos riscos de expor menores de idade à violência tauromáquica.

 

Extracto:

O conhecimento científico sobre os riscos de expor crianças ao maltrato animal e a crescente consciência social da necessidade de proteger o menor de idade da violência contra animais, especialmente aquela que é cometida ou aplaudida diante das crianças pelos adultos da referência delas, fez com que, na última década, muitos governos tivessem dado passos importantes para adoptar ou reforçar medidas legislativas para a protecção das crianças frente à violência contra os animais que ocorre em determinados espectáculos.

 

Algumas destas medidas em prol da protecção da infância e da adolescência incluem:

 

Considerar como maltrato infantil, delito grave ou criminoso o maltrato animal cometido em presença de crianças:

 

Em reconhecimento do dano causado a crianças expostas ao maltrato animal, a legislação federal dos EUA estabeleceu que levar um menor de idade a eventos onde se verifiquem lutas de animais, como lutas de cães, rinhas de galos, é um factor agravante que leva a penas mais severas.

 

Paralelamente, a legislação dos Estados de Idaho e Illinois considera maltrato infantil torturar animais (incluindo o maltrato em rituais) diante de um menor de idade.

 

No mesmo sentido, no Canadá, incorrer em actos de abuso sexual de um animal diante de um menor, ou incitar uma criança a participar em actos de bestialidade, é considerado maltrato infantil e pode ser punível até dez anos de prisão.

 

Também em Porto Rico e em alguns estados como a Flórida e Oregon incorrer no maltrato ou abuso sexual de um animal na presença de um menor é considerado um delito grave ou agravante criminal.

 

Mais recentemente, em 2015 a comissão de Justiça da Espanha aprovou aumentar as penas para crimes de maltrato animal quando os factos se cometem diante de um menor.

 

Proteger o menor de idade da violência dos espectáculos de maltrato animal com medidas que limitem a sua exposição aos ditos eventos:

 

Na América Latina uma maior compreensão dos riscos de expor menores à violência aplaudida da tauromaquia suscitou diversas medidas. Assim, por exemplo, o Conselho Nacional da Infância e Adolescência do Equador emitiu um regulamento para o país através do qual proibiu a entrada de menores de 16 anos a espectáculos de violência extrema e maltrato de animais, incluindo a corrida de touros.

 

Do mesmo modo, em três Estados da Venezuela o Tribunal de Crianças e Adolescentes determinou a proibição do ingresso de menores de 18 anos às corridas de touros e, seguindo a recomendação emitida pelo Provedor de Justiça, os outros dois estados venezuelanos, que ainda permitem as corridas de touros também mantém a proibição da entrada de crianças e adolescentes nestes eventos.

 

Mais recentemente, no México, o município de León modificou a sua normativa sobre espectáculos públicos, proibindo a entrada de crianças menores de 14 anos às corridas de touros e espectáculos onde se fira voluntariamente animais.

 

A Convenção Sobre os Direitos da Criança

 

Organismos internacionais dedicados a controlar a aplicação da Convenção Sobre os Direitos da Criança e o cumprimento de outros tratados internacionais de Direitos Humanos, afirmaram que a presença ou participação de crianças em eventos tauromáquicos viola os direitos de crianças e adolescentes.

 

A Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, órgão composto por 18 especialistas de vários países pronunciaram-se explicitamente contra a que crianças e adolescentes participem ou assistam a corridas de touros e outros eventos tauromáquicos.

 

Estas observações do Comité foram dirigidas a Portugal (05/02/2014) e à Colômbia (01/02/2015) após examinar o relatório apresentado por estes países para dar conta das medidas tomadas para proteger a infância no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança.

 

Nas suas observações finais, a ONU instou igualmente estes países a realizar campanhas de informação sobre «a violência física e mental associada às touradas e o seu impacto sobre as crianças.

 

Em Março de 2015, a organização Amnistia Internacional, movimento global presente em mais de 150 países e cujo objectivo é realizar trabalhos de pesquisa, bem como empreender acções para impedir abusos contra os direitos humanos, publicou, a partir da sua sede em Portugal, uma declaração exortando o governo deste país a respeitar a Convenção Sobre os Direitos da Criança e a obrigação de reduzir a presença e participação de crianças em espectáculos tauromáquicos em Portugal.

 

Links para o documento completo:

http://www.coppaprevencion.com/files/CoPPA_Ninos_Adolescentes_y_Tauromaquia_Marzo_2015.pdf

http://www.coppaprevencion.com/index.php/es/estudios-y-recursos/218-menores-de-edad-y-tauromaquia-observaciones-y-textos-de-expertos

 

***

Dos OITO países (entre os 193 que existem no mundo) que ainda mantém a prática bárbara e inútil da tauromaquia, apenas em Portugal não se vê qualquer PROGRESSO no sentido de abolir esta aberração moral, cultural e social.

Por que será?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:03

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

LUÍS CAMPOS FERREIRA (SECRETÁRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS) ENVERGONHA PORTUGAL AO ENALTECER A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

LUÍS C. FERREIRA 1.jpg

 

Luís Campos Ferreira, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, deslocou-se ao Alto Minho para mais uma “Embaixadoria”, desta vez dedicada ao México, acompanhado pelo Embaixador Alfredo Pérez Bravo, com o objectivo de levar embaixadores acreditados em Lisboa a visitar diversas regiões portuguesas, para realçar a diversidade cultural regional e as potencialidades do tecido empresarial do país.

 

Desta vez a “Embaixadoria” foi até Viana do Castelo, onde, num discurso aqui proferido, Luís Campos Ferreira referiu o Fado, o Cavalo Lusitano e as touradas como prova da “qualidade” do Alto Minho.

 

Ora, tal afirmação mostra uma certa ignorância sobre o que é o Alto Minho e as suas qualidades.

 

O Alto Minho não é Lisboa, que põe o Fado e a selvajaria tauromáquica (vulgo tourada) no mesmo saco “cultural”.

 

O Fado é Património Cultural Imaterial da Humanidade. É.

 

Mas a tourada é um costume bárbaro, ainda praticado em Lisboa, mas não tem qualquer tradição no Norte de Portugal, à excepção de Ponte de Lima, que é um autêntico ninho de lixo tauromáquico.

 

Viana do Castelo, a primeira cidade portuguesa a ousar ser anti-tourada, curiosamente, nos mandatos posteriores ao Dr. Defensor Moura, Presidente do município vianense, que limpou Viana do Castelo do lixo tauromáquico, regressou á selvajaria, tornando-se pró-tourada, devido à ineficácia política dos actuais autarcas. Mas a esmagadora maioria da população vianense é anti-tourada.

 

O Cavalo Lusitano, esse, é na verdade um Cavalo digno e de excelência, porém, é bastante maltratado em Portugal, pois além de não ser considerado um animal, pela lei portuguesa, é cobardemente utilizado nas bárbaras corridas de touros à antiga portuguesa (coisa de um passado que já passou há muito).

 

Por incrível que pareça, lê-se na Wikipédia que «existe uma raça de cavalos desenvolvida especialmente para as Corridas de Touros, o cavalo Puro-sangue Lusitano (PSL), que se diferencia pela sua coragem, generosidade e altivez.»

 

Agora digam-me, colocar o Cavalo Lusitano como prova de qualidade do Alto Minho, quando o torturam barbaramente nessas “corridas” á moda do tempo dos ignorantes… será uma prova de “qualidade”?

 

Isto é uma falta de discernimento total.

 

Luís Campos Ferreira continua a “mostrar Portugal” ao mundo, mas de um modo que não dignifica nem Portugal, nem os Portugueses que não se revêem nesta incultura bárbara de touradas e utilização de animais como os dignos Touros e o generoso e altivo Cavalo Lusitano, na festa parva dos que ainda vivem na Idade do Calhau.

 

E a Rádio Geice, que transmitiu este vergonhoso discurso, não terá um espírito de Cultura Crítica, que possa fazer uma triagem daquilo que é civilizado dizer alto, e daquilo que não é civilizado dizer alto?

 

Este secretário de estado envergonhou Portugal e desprestigiou o Alto Minho com o um discurso sem nexo. E ninguém diz nada?

 

Fica-se pela triste, pobre e apodrecida mensagem de alguém que ficou parado na Idade Média, mas representa o governo português, no ano de 2015, da era cristã?

 

Sim, sabemos, que era o embaixador do México (um país tão retrógrado quanto Portugal, nestas questões de evolução e civilização, pois também ainda alberga a selvajaria tauromáquica, se bem que a caminho da abolição) que acompanhava Luís Campos Ferreira….

 

Mas ainda assim...

 

Tinha de haver senso crítico.

 

Fonte:

http://radiogeice.com/fm/2015/07/08/internacionalizacao-do-alto-minho-luis-campos-ferreira-continua-a-mostrar-portugal-ao-mundo/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015

NASCE A “REDE INTERNACIONAL ANTI-TOURADA PARA ACABAR COM A TAUROMAQUIA NO MUNDO

 

Em Janeiro de 2015 a ONU reconhecia a existência de 193 países no mundo.

Desses 193 países apenas 8 (oito) mantêm a prática da selvajaria tauromáquica.

Nessa minoria, muito minoria, vergonhosamente está Portugal.

Os outros são Espanha, França, México, Equador, Venezuela, Colômbia e Peru, que envergonham a Humanidade.

 

P06- REDE AMTITAURINA.jpg

 

Mais de 100 organizações de defesa animal de vários países apresentaram a “Rede Internacional Anti-Tauromaquia”, com a finalidade de erradicar esta prática em todos os países onde ela ainda é legal.

 

Entre essas organizações encontra-se a AnimaNaturalis.

 

De acordo com o porta-voz desta “Rede”, lutarão para responder urgentemente ao enorme apelo social a nível internacional e local para abolir a exibição do maltrato e morte de um ser inocente como entretenimento.

 

Concretamente, tratará de eliminar qualquer apoio directo ou indirecto à tauromaquia, com recursos públicos, por parte das instituições, e instar o sector privado a acabar com a promoção e financiamento desta actividade.

 

Para além disso, oferecerá assessoria especializada às diversas organizações integradas na “Rede” e divulgará a dimensão do movimento anti-tauromáquico mundial a instituições e autoridades.

 

Igualmente espera proteger a infância da violência física e mental da tauromaquia, tal como recomendou Comité dos Direitos da Criança da ONU, em relação a Portugal e Colômbia.

 

Está também entre os objectivos da nova “Rede” informar a sociedade sobre o que é a tauromaquia, compilando documentação em vários países; impulsionar leis que tornem realidade os Direitos dos Animais, incluindo os utilizados em “espectáculos” públicos; criar uma plataforma de comunicação para todas as organizações de protecção animal que lutam pela abolição da tauromaquia; partilhar experiências de progressos anti-tauromáquicos nos diversos países onde esta ainda é uma prática legal.

 

A apresentação desta “Rede” realizou-se no âmbito da Assembleia Nacional do fórum «Experiências da Luta Anti-tauromaquia a Nível Internacional», no qual organizações do Equador, Portugal, França, Holanda, Espanha, Colômbia, Venezuela e México partilharam os resultados conseguidos pelo Movimento Anti-tauromaquia nos últimos anos e em cada um dos países onde ainda é legal esta actividade.

 

Entre os fundamentos apresentados por estas organizações, neste fórum, foi referida a crescente repulsa da sociedade pela crueldade implícita na tauromaquia; a diminuição generalizada de espectadores nos eventos tauromáquicos; o decréscimo do número dos “divertimentos” tauromáquicos em Espanha, que patenteia uma descida de 50% desde 2007, a abolição da corrida de touros na Catalunha, a proibição de touradas nos estados mexicanos de Guerrero e Sonora; a suspensão das corridas de touros em Bogotá.

 

Neste contexto, recorde-se que em 2014, 323 deputados europeus manifestaram-se a favor de acabar com os subsídios europeus para o gado de lide, frente aos 3089 que votaram contra.

 

«A “Rede” elegeu o Equador porque com a sua Constituição de 2008 e os conceitos de Bem Viver abriu um precedente a imitar pelo resto do mundo no que respeita à relação do Homem com a Natureza», explicou a presidente da plataforma “A tortura não é cultura”, de Espanha.

 

É importante que esta iniciativa não se fique “meramente pelo papel”, mas que sejam implementadas medidas legislativas como a erradicação de toda a forma de maltrato animal, incluindo as corridas de touros.

 

 

Fonte:

Animanaturalis

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:41

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