Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016

NO CANIL DE LOULÉ MATARAM A MULA À PANCADA E ROUBARAM A ÉGUA

 

No jornal falou-se de crime. Mas em Portugal será crime torturar mulas até à morte ou roubar éguas?

 

Sendo as mulas e as éguas da mesma família dos cavalos, não são consideradas animais na lei portuguesa, logo não estarão abrangidas pela Lei de Protecção dos Animais, que apenas incluem gatos e cães, excepto os que são utilizados em lutas, circos ou corridas, porque estes também não são animais.

 

mula.jpg

 

Este foi o estado em que ficou a pobre mulinha, já velhinha, brutalmente espancada até à morte.

 

Mas os que espancam mulas velhinhas e indefesas, são os cobardes que espancariam pessoas: jovens, crianças, mulheres, idosos, até porque se a violência é permitida em Portugal contra tantos outros animais, que moralidade terão as autoridades para julgar esta outra violência?

 

Porque a violência, seja praticada contra quem for ou contra o que for, tem apenas um nome: violência. E enquanto a violência for permitida em Portugal, através de legislação, contra seres vivos, qualquer ser humano ou não humano indefeso será alvo da crueldade destes criminosos, que espreitam a cada esquina, e muitos deles até são “protegidos” pela lei.

 

«A direcção do canil estabelece um paralelismo entre o roubo de animais e as apreensões de carroças e éguas feitas pela GNR.»

 

O Canil São Francisco de Assis, de Loulé, foi assaltado (e já não é a primeira vez). Roubaram a égua, e a pobre mulinha foi espancada gratuitamente.

 

«A câmara de videovigilância, instalada na rede de vedação, reteve as imagens do assalto, mas a falta de nitidez não permite, com facilidade, identificar o autor do roubo.

 

Porém ainda que permitisse, o que fariam ao criminoso?

 

Veja-se:

 

«No passado mês de Setembro, em circunstâncias idênticas, deu-se outro roubo: desapareceu, durante a noite, uma égua e uma carroça entregues à guarda do canil pela câmara municipal depois de a GNR as ter apreendido a uma família suspeita de um assalto em Almancil.

 

As imagens captadas há dois meses, ao contrário do que se verificou agora, “estavam perfeitamente claras, via-se a pessoa que invadiu a propriedade, rebentando com a rede”, diz Lieselotte, (a responsável pelo Canil) criticando a falta de empenho das autoridades. “Nada fizeram para descobrir o crime”, lamentou.»

 

«Também no caso desta segunda-feira, a égua roubada tinha sido apreendida pela GNR nas mesmas circunstâncias da anterior, o que leva os responsáveis do canil a relacionar estes roubos com as circunstâncias em que os animais ali foram entregues

 

Posto isto, podemos dizer que em Portugal se anda a brincar às autoridadezinhas.

 

Os criminosos não são apanhados, não são incriminados, não são julgados, não são condenados.

 

A mulinha não era nem o cão nem o gato de nenhuma autoridade.

 

Era uma simples mulinha, velhinha, excluída da designação de animal.

 

Porém, ninguém neste país jamais irá para a prisão por torturar, matar ou enviar para a morte cruel, um animal não humano.

 

Veja-se:

 

A dona do gato queimado em ritual medieval e cruel de Mourão foi condenada apenas a uma multa de 450€.

 

Foi o que a morte bárbara daquele infeliz gato mereceu. E o gato é considerado um animal. Imaginemos se não fosse!

 

As penas de prisão, previstas na lei, para quem leve à morte um animal, para divertir um povo paspalho, são para inglês ver.

 

Quanto à mulinha?

 

Como em Portugal a mulinha não é considerado um animal, ainda que se saiba quem é o criminoso, nada lhe acontecerá.

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2016/11/22/local/noticia/crime-no-canil-de-loule-mataram-uma-mula-a-pancada-roubaram-a-egua-1752168#comments

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:33

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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

«SALTANDO A LEI!»

 

 

Há algumas leis em Portugal que não são para cumprir.

 

Há algumas autoridades em Portugal que não cumprem, nem fazem cumprir as leis.

 

E se questionamos os governantes sobre estas matérias, simplesmente não respondem, como se ao povo não se devesse dar satisfações da governação.

 

Será que vivemos num país onde a Democracia é uma ilusão?

 

É deste “saltando a lei” que fala o magnífico texto de Teresa Botelho, publicado no seu Blogue Retalhos de Outono

Fazemos minhas todas as suas palavras.

 

 

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Texto de Teresa Botelho

 

«Hoje apetece-me falar de falta de vergonha, negligência, compadrio, ou quem sabe se até de corrupção, protegida por propositados silêncios!

 

A conivência escandalosa das instituições portuguesas no que toca à Natureza e aos animais, não tem mais justificação, tocando descaradamente o evidente!

 

Claro que falo do Ambiente de um país primitivo que se encolhe nos recantos mais sombrios da incúria e do laxismo, sem argumentos que justifiquem claramente seja o que for...

 

Mas hoje apetece-me falar de uma Instituição que saltita impunemente sobre certas leis e não responde a quem, com os seus impostos, a sustenta: - A Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC).

 

Mais uma vez, falo de touros, aquele espectáculo degradante que coloca Portugal ao nível dos países menos evoluídos da Europa e quem sabe se do Mundo!

 

Foi tarde e a más horas que saiu o RET (Regulamento dos Espectáculos Tauromáquicos) e que proíbe o funcionamento de praças de touros amovíveis desprovidas de curros, ou seja, de espaços onde os animais permanecem antes e depois de serem torturados e onde deverão depois ser abatidos na presença de um veterinário, para que o seu sofrimento não se prolongue até ao matadouro, o que pode demorar, em caso de fim-de-semana.

 

Considerando que qualquer pessoa evoluída e consciente, não aceita o nome de "espectáculo" a estas actividades sádicas e menos ainda culturais, este novo Regulamento trás algumas regras que antes não eram concebidas, mas que pelo menos, demonstram o que há muito se sabe, mas que o Ministério da Cultura sempre pretendeu ignorar: - O atroz sofrimento dos animais, os cortes a sangue frio para retirar os ferros, etc.!

 

Nos tempos áureos da tauromaquia, estas praças pré-fabricadas eram instaladas em várias terriolas, para "alegrar" os famintos de sangue nas suas festas tradicionais e geralmente em honra de Santos que nunca foram ouvidos nem achados, mas que aos padres das Paróquias rendiam alguns tostões e até o prazer de ver jorrar o sangue de inocentes, ignorando assim, as sábias palavras papais sobre "maus tratos a animais".

 

Hoje, essas armações obsoletas e ultrapassadas, sem a legal e devida acomodação para os animais, continuam a ser armadas em povoações, zonas protegidas e até no meio de prédios, como aconteceu recentemente no Carregado, sob o ignorado protesto de alguns moradores incomodados.

 

Perante esta notícia, divulgada por um órgão de informação e largamente partilhada nas redes sociais, várias pessoas acharam por bem, avisar o IGAC*, para que a devida inspecção fosse feita e a lei se cumprisse, mas se as respostas chegaram a alguns sob uma ridícula desresponsabilização, atribuindo esses deveres à Direcção-Geral de Veterinária que pelos vistos, não só tem que verificar os animais, como também lhes são agora espantosamente atribuídas funções urbanísticas, num vai e vem de desculpas esfarrapadas e incoerentes, como aliás convém...

 

Aos contactos e pedidos de esclarecimentos que solicitei ao IGAC, sobre o caso concreto do Carregado, até hoje aguardo resposta, talvez porque não tenham sido ainda informados pelas Finanças que os meus impostos estão em dia, ou quem sabe, se me consideram cidadã de 2ª que não merece explicações, mas o que é certo, é que as leis se fizeram, os touros continuam a servir de gozo a psicopatas em recintos ilegais, protegidos por entidades omissas, cuja omnipotência os engasga pela falta de válidos argumentos e sujeitas a manipulações ilegais e culposas.

 

A tourada aconteceu no Carregado, sem qualquer inspecção, mas com a infalível bênção do padre da paróquia, à qual nem a Câmara de Alenquer nem qualquer outra entidade se atreveu a opor. Aconteceu este ano e voltará a acontecer em várias terrinhas deste país para os protegidos pelo sistema e implacável para quem se verga sob o peso das sua consciências, porque a Democracia se tortura em praça pública e o povo esmagado pelos atropelos, se manifesta sem ser ouvido!»

 

* Inspecção-geral das Actividades Culturais partilhou recentemente com a AMA – Agência de Modernização Administrativa, um conjunto de dados que agrega informação dos recintos de espectáculos de natureza artística activos em Portugal Continental, que se encontra publicada em:

http://www.dados.gov.pt/PT/CatalogoDados/Dados.aspxname=RecintosdeEspetaculosdeNaturezaArtistica#sthash.kIUVKOUA.dpbs...

 

(Infelizmente o link em anexo está desactivado)

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/09/saltando-lei.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016

OFÍCIO DA DGAV A PROPÓSITO DA PETIÇÃO CONTRA A EXPORTAÇÃO DE CÃES E GATOS PARA AS FILIPINAS E COREIA DO SUL

 

 

Na sequência de um artigo publicado no meu Bogue, neste link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/governo-portugues-pare-imediatamente-a-635082

sobre a petição de Stephanie Christie, dirigida ao governo português, solicitando que este pare medianamente a exportação de cães e gatos para os referidos países, e na qual Portugal é posto de rastos, devido às notícias saídas a público, a este respeito, recebi o Ofício nº 704/2016, oriundo do Director-geral da DGAV (Direcção-geral de Alimentação e Veterinária), Álvaro Pegado Mendonça, que passo a transcrever:

943ac3c5ea7ff93e5dba8642fbf65c48_md PETIÇÃO.jpg

Nova petição: Portuguese Government, stop immediately the export of dogs and cats to SouthKorea and Philippines / Governo português parar imediatamente exportação de cães e gatos para a Coreia do Sul e Filipinas

http://www.sosvox.org/pt/petition/portuguese-government-stop-immediately-our-pets-to-south-korea-and-philippines.html?utm_source=highlight&utm_medium=title&utm_campaign=campaign-p070516

 

«Exmos.(as) Senhores(as),

 

A DGAV, estranha o teor da petição pública em apreço e rejeita liminarmente o conteúdo da mesma, por não corresponder à verdade.

Na origem desta situação estarão as declarações do ex-Secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-alimentar, quando falava aos média relativamente ao intenso trabalho realizado no âmbito da internacionalização.

 

Neste âmbito, aludiu ao trabalho difícil de negociação das questões sanitárias e fitossanitárias com países terceiros, com vista à exportação quer com fins comerciais quer com fins não comerciais.

 

Ainda neste contexto global da internacionalização apontou os mercados, produtos e ainda os animais vivos exportados, onde se inserem os animais de companhia, o que terá levado a interpretação errónea por parte do leitor, induzido pelo título do artigo que remetia as declarações para os produtos agro-alimentares.

 

Como é do conhecimento geral, a DGAV, entidade responsável pelos requisitos à exportação é igualmente o garante da saúde e bem-estar animal, estando comprometida com estes objectivos a nível interno e externo, pelo que é um dos Estados Membros que ratificou a Convenção Europeia para a Protecção dos Animais de Companhia.

 

Factualmente ainda acrescentamos que os animais, nomeadamente os de companhia, só viajam para países terceiros acompanhados de certificados sanitários registados e emitidos pela entidade competente, a DGAV, o que nos permite afirmar que só foram emitidos durante os anos de 2014 e 2015, 31 certificados sem fim comercial e com o objectivo de os animais acompanharem os seus donos até ao local de destino.

 

 

Com os melhores cumprimentos,

Álvaro Pegado Mendonça

Director-geral

CVO Portugal»

 

***

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, o texto acima foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

***

 

Eis a minha resposta a este Ofício que, devo confessar, me desiludiu.

 

Exmo Senhor,

 

Agradeço a gentileza da resposta.

 

Porém, devo acrescentar o seguinte:

 

1 – A petição aqui referida (e esta outra que publico hoje) é da autoria de activistas estrangeiros, que se basearam em notícias que correm o mundo, sobre a venda de cães e gatos por Portugal, às Filipinas e Coreia do Sul, países que utilizam animais (ditos de estimação, no Ocidente) para os COMEREM.

 

2 – O que aqui está em causa (e chamo a atenção precisamente para as notícias que circulam no estrangeiro, e não partiram de nós, portugueses, que nos batemos pelo bem-estar de TODOS os animais não humanos, e não só cães e gatos, como a Lei de Protecção Animal n.º 69/2014, de 29 de Agosto, apenas prevê) é a exportação dos nossos animais (que até podem ir com todos os certificados sanitários em dia) para países que os COMEM, e que para os comer sacrificam-nos de uma forma bárbara.

 

Pensamos que esta não é uma política correcta, até porque também sabemos que as entidades portuguesas que deveriam ser mais cuidadosas nestas matérias, nem sempre abrem os olhos ao que se passa, por exemplo, nos bastidores das touradas, quando os touros moribundos são retirados da arena; nem nas “festas” de matança de porcos em público, para divertir um povo inculto; nem nos canis municipais onde os cães passam fome, morrem de doenças, sem qualquer apoio veterinário, e muitos deles são mortos à paulada; e nem sequer nos matadouros, onde os animais são abatidos de uma forma monstruosa.

 

Portanto, tudo o que se relaciona com os animais não humanos em Portugal, incluindo os ditos "animais de companhia ou de estimação", que na sua maioria nem são uma coisa nem outra, porque continuam a ser maltratados, apesar das denúncias, e quem os maltrata não é punido, apesar da Lei, não estão devidamente protegidos, até porque existem bastantes lacunas nessa Lei, onde a maioria dos animais não humanos nem sequer são considerados animais, estando dela excluídos: o caso dos Touros, dos Cavalos, dos Cães utilizados em corridas ou em lutas (que continuam a existir por aí, e ninguém faz nada); o tiro os pombos, os animais utilizados nos circos e zoológicos, enfim… apenas os cães e gatos (e mesmos estes, nem todos) são considerados animais.

 

É raro, muito raro (e a mim até nunca aconteceu) que as denúncias que fazemos de maus-tratos a animais ditos de estimação e de companhia (cães e gatos) tenham uma resposta positiva por parte das autoridades que nunca vêem o que nós vemos.

 

Porque nós, os que nos batemos pelo bem-estar de TODOS os animais não humanos, não precisamos de leis para sabermos que TODOS os animais são seres sencientes, logo, merecedores de uma protecção igual à que se dá aos animais humanos.

 

E se os humanos fossem realmente seres humanos, nem sequer precisariam de leis para os “orientarem” no sentido de que, como animais que também são, não devem fazer aos outros (animais) o que não gostariam que lhes fizessem a eles. Este é um princípio básico adoptado por todos os grandes pensadores, há milhares de séculos…

 

Mas infelizmente, o mundo em que vivermos tornou-se imperfeito depois do aparecimento do homem. Apenas alguns tiveram a ousadia genética de evoluírem, e instintivamente compreenderem que o homem não é a medida de todas as coisas, mas apenas mais um animal entre muitos, com a responsabilidade acrescida de zelar pelo Planeta e por todos os outros seres, simplesmente porque é ele que está com o queijo e a faca na mão, ou seja, é ele que tem um completo domínio sobre o mundo (infelizmente).

 

É uma vergonha para a espécie humana a existência de “homens” que se comportam mais irracionalmente do que aqueles que eles rotulam de irracionais.

 

Portanto, Exmo. Senhor Álvaro Pegado Mendonça, a resposta que eu gostaria de ter recebido era outra.

 

Gostaria que me dissesse que Portugal não mais exportaria cães e gatos portugueses, para os países que os sacrificam antes de os comerem.

 

Infelizmente, Portugal está muito longe de ser um país evoluído no que respeita ao respeito a ter pelas outras espécies que com ele partilham o mesmo Planeta, o mesmo meio ambiente, o mesmo Sol, a mesma Lua, o mesmo Universo…

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2015

O LIXO TAUROMÁQUICO DESTA VEZ NÃO CONSPURCOU A BELA CIDADE DE VIANA DO CASTELO

 

E não foram os tribunais que venceram. Não foram os autarcas vianenses que venceram.

 

Foi a racionalidade que venceu através do Movimento Anti-touradas de Viana do Castelo, aguerridamente liderado por Ana Macedo, a grande mentora desta vitória (à qual se seguirão muitas mais vitórias), e das centenas de abolicionistas que se uniram por uma Viana do Castelo livre da selvajaria tauromáquica.

 

VIANA DO CASTELO.jpg

 

A união faz a força

 

E a força dos que lutam pela abolição da tauromaquia em Portugal e nos outros sete atrasados países, entre os 193 que existem no mundo, é cada vez mais poderosa.

 

Que adianta dizerem que a selvajaria tauromáquica é legal?

 

É legal mas não é racional.

 

Existem leis injustas. E esta lei que legitima a violência e a crueldade gratuitas sobre seres vivos indefesos, que nem sequer são considerados animais, é injusta, além de ser inconstitucional.

 

E quando as leis são irracionais e injustas, não existe justiça.

 

É chegada a hora de o Estado Português se convencer de que ou avança na evolução, e se coloca ao nível dos países civilizados, ou ficará novamente orgulhosamente só, no mundo, uma vez que os outros sete países, onde ainda se pratica a selvajaria tauromáquica, estão a caminho da abolição deste comportamento bárbaro, selvático e cruel, que nem os mais primitivos homens das cavernas praticavam.

 

O retrocesso é total.

O Movimento Anti-touradas de Viana do Castelo ganhou uma batalha. Falta ganhar a guerra. E essa ainda agora começou.

 

Vamos a isto, companheiros e companheiras abolicionistas!

 

Gritemos como gritou Miguel de Cervantes, que viu todos os carrascos que o torturaram no seu longo cativeiro, caírem um a um: «Deus suporta os maus, mas não eternamente.»

 

Aguardem-nos, carrascos de Touros e Cavalos!

 

Nós também não vamos suportar mais a vossa violência, a vossa crueldade, a vossa maldade, a vossa ignorância e a vossa ignominiosa maneira de estar no mundo.

 

Havemos de vos ver cair, um a um… a começar pelos “de cima”…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

QUANDO OS COBARDES TAURICIDAS ATACAM BOVINOS BEBÉS PARA DEMONSTRAREM A VIRILIDADE QUE LHES FALTA

 

Todos sabemos que os cobardes só atacam seres indefesos.

Neste caso, bovinos bebés.

 

E esta é a vida que levam estes animais não humanos, mas com uma alma mais humana do que os seus cobardes carrascos, que não merecem nem sequer o ar que respiram.

 

É muito triste ter de andar a lutar por coisas tão obviamente cruéis que já não deviam existir, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

1426c721ad5ab00082b324621e4d3e42 COBARDIA.jpg

(Fonte da imagem, onde pode ver-se mais barbaridades, que dispensam comentários)

http://www.toureio.pt/index.php/fotografias/1428-telles-jr-e-daniel-luque-em-faenas-camperas-c-fotos

 

Quatro cobardes, armados com lanças perfurantes, atacam um bovino bebé indefeso. Isto é de homens? Não é. Isto é de monstros capados, que precisam de torturar um ser que não pode defender-se, para mostrar a virilidade que lhes falta.

 

As varas, que vemos na foto, terminam em lâminas que rasgam a pele, a carne, os nervos, os tendões, os músculos e os vasos sanguíneos destes que são animais como nós, e se por fora não parecem, por dentro são tal e qual.

 

Estes bovinos, que os cobardes atacam, são trespassados por estas lanças e como é óbvio, ficam gravemente feridos, numa violência muito maior do que a aplicada com as bandarilhas utilizadas durante a prática da selvajaria tauromáquica nas arenas.

 

Isto é indigno de seres humanos.

 

Mas isto é permitido pela lei parva que os governantes portugueses teimam em manter em vigor.

 

Serão os bovinos bebés menos animais do que os cães e os gatos protegidos por uma outra lei?

 

Que critério é o dos governantes que fazem leis tão idiotas?

 

É preciso pôr um fim urgente a esta carnificina gratuita, a esta violência e crueldade desmedidas. A esta repulsiva barbárie.

 

(Fonte)

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/870211503012414/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014

ATÉ À ABOLIÇÃO!

 

 

PELOS TOUROS! PELOS CAVALOS!

 

ABAIXO A ESTUPIDEZ DAS LEIS IRRACIONAIS QUE MANTÊM A SELVAJARIA E DÃO LEGITIMIDADE Á ILEGALIDADE E À PSICOPATIA!

 

 

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=303203166517589&set=gm.519867921446731&type=1&theater

 

«A foto, de excepcional qualidade, mostra uma coisa de que toureiros e forcados têm um medo COBARDE e terrível... A ÚNICA DEFESA QUE ESTES POBRES ANIMAIS TÊM !! POR ISSO CORTAM AQUELAS LINDAS PONTAS. DEFORMAM O QUE A NATUREZA FABRICOU.

 

TÊM PLENA CONSCIÊNCIA DE QUE O TOURO LHES É MUITO SUPERIOR, POR ISSO ROUBAM-LHES AS DEFESAS. E DEPOIS DIZEM QUE A TOURADA É UMA LUTA LEAL... »(Carlos Ricardo)

 

Exactamente, Carlos Ricardo.

 

E como andaram séculos a acreditar nessa MENTIRA e a passá-la de geração em geração como uma verdade... hoje fazem figura de parvos quando dizem que a luta com o touro é leal...

 

É, é... É leal à estupidez!

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:55

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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014

TOUROS DE FOGO? EM PORTUGAL? COM O AVAL DO IGAC? ISTO É UMA COMPLETA ILEGALIDADE!

 

As autoridades não cumprem as leis legais, porque deverão os autarcas cumprir uma lei ilegal e parva, como é a que permite a tauromaquia, em todas as suas mais desprezíveis e cruéis variantes?

 

Isto é de loucos! De gente completamente alienada!

Em que país vivemos?

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 13:52

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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

ATENÇÃO AUTARCAS PORTUGUESES! AS LEIS RESPEITANTES A ANIMAIS E A CRIANÇAS QUE ASSISTEM E PRATICAM TOURADAS NÃO SÃO CUMPRIDAS, LOGO, A LEI QUE PERMITE A TORTURA DE BOVINOS TAMBÉM NÃO É PARA CUMPRIR

 

Este argumento de que não podem fugir à lei parva, irracional, bastarda e ilegal que valida a tortura de seres vivos, não serve para permitirem a tourada nos vossos domínios.

 

Arranjem, outra desculpa. Esta já não pega. Porque em Portugal, nenhuma autoridade cumpre as leis racionais que devia cumprir.

 

Então porque hão-de os autarcas cumprir uma lei tão imbecil?

 

 

Fonte da imagem (onde podem encontrar muita informação mais):

http://pelostourosvivos.blogspot.pt/2013/10/tauromaquia-arte-de-torturar-bovinos-ou.html

 

As crianças continuam a assistir à violência e à carnificina, bem como continuam a praticar essa violência e essa carnificina em seres vivos, nos antros que ainda não fecharam.

 

Mas existem leis que o proíbem.

E quer o senhor ministro da educação fechar escolas onde se ensina a ler e a escrever e uma cidadania a sério às crianças…?

 

Que fechem os antros de tortura e de violência!

 

Dêem às crianças a oportunidade de crescerem com mentes sã.

 

Não as transformem em mentecaptas, nem nas psicopatas do futuro.

 

E quanto aos animais?

 

Se formos fazer uma queixa de maus-tratos a uma autoridade, ninguém está disponível para fazer cumprir a lei. E então mandam-nos para seca e meca, num jogo idiota de pingue-pongue, inconcebível.

 

Vejam neste link a quantidade de leis que existem para legitimar a tortura  em Portugal.

http://barreiradesombra.blogs.sapo.pt/237539.html

 

Nenhuma delas é cumprida, a não ser a principal: TORTURAR.

 

Isto só num país de brincadeira ou inventado, com autoridades a fingir que são.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Segunda-feira, 23 de Junho de 2014

UM HOMEM MORRE (MAIS UM) NUMA TOURADA À CORDA EM SÃO JORGE (AÇORES), COM O AVAL DAS AUTORIDADES RESPONSÁVEIS POR ESTES SUICÍDIOS PERMITIDOS POR LEI

 

Este vídeo é do ano passado, mas poderia ser da Idade Média ou do ano 2014… Só muda a roupagem… e os acessórios...

 

 

Dizem que o homem que foi colhido por um Touro (que legitimamente se defendeu) morreu à espera de transporte.

 

Pois!

 

Quem devia transportar e pagar todas as despesas do bolsos deles eram os autarcas que permitem tal entretenimento medieval.

 

Os dinheiros públicos não são para pagar despesas de suicídios legislados.

 

Então a história desta morte (com a qual ninguém aprendeu nada, como não aprenderam com as outras já existentes) foi uma novela mexicana.

Dizem que (imaginem!) o helicóptero militar usado para estas situações não estava disponível.

 

Estas situações? E por que haveria de estar um helicóptero militar disponível para transportar um aficionado que se mete a atacar um bovino para se entreter, é ferido, e o povo é que tem de pagar?

 

O homem ficou gravemente ferido depois de ter sido colhido por um touro que se defendeu das investidas dos loucos, durante uma tourada à corda, tendo recebido assistência na Unidade de Saúde de Ilha de São Jorge, que, mais tarde, dado o agravamento do quadro clínico, pediu meios para uma transferência urgente para o hospital de Ponta Delgada.

 

Foi então pedido o tal helicóptero militar, que não estava disponível, por estar em outra missão (não de touradas). Então decidiu-se requisitar (imaginem!) um avião C295, da Força Aérea, mas esta alegou que o aeroporto de São Jorge “não é certificado”.

 

«Sempre segundo as mesmas fontes, a Força Aérea disponibilizou-se para ir buscar o homem à ilha do Pico, a mais próxima, por o aeroporto ter outra certificação. As autoridades ainda desviaram o percurso de um dos barcos que ligam as ilhas do grupo central dos Açores para fazer a transferência do doente de São Jorge para o Pico, mas o homem acabou por morrer antes de embarcar.» Reza a fonte.

 

«As autoridades locais, que prestaram estas informações à Lusa garantiram que tudo foi feito para transferir o doente para o hospital

 

Ora as autoridades locais, responsáveis maiores por esta morte, deveriam pôr fim a algo que pertence a um passado remoto e primitivo, quando as gentes locais nada mais tinham para se divertirem e reinava a ignorância.

 

Nos Açores há dinheiro para touradas à corda, mas não há dinheiro para hospitais. Apenas três das nove ilhas do arquipélago têm hospital.

 

Ao que se vê, o mais importante nestas ilhas, onde a civilização ainda não chegou, é esbanjar milhares de Euros, para as tais touradas. Há gente a passar fome. mas o que interessa isso?

 

Em caso de urgência, é a Força Aérea, que tem uma base nas Lajes, na ilha Terceira, que garante a transferência dos doentes.

 

Só que os casos de feridos e mortos neste divertimento bronco, tinham de ser tratados à parte, uma vez que recebem dinheiros públicos para se estropiarem e suicidarem por vontade própria.

***

Senhores governantes, ponham a mão na consciência, e façam um acto de contrição, pela culpa que têm nesta morte.

 

Mais um que morreu em nome da estupidez e ao abrigo de leis completamente irracionais. 

Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/helicoptero-militar-obito-touro-tvi24-ultimas-noticias-tourada/1561085-4071.html

***

Mas há mais:

 

 O forcado João Pedro Ávila, dos Amadores da Tertúlia Terceirense, foi colhido por um Touro (que só estava a defender-se dos seus cobardes carrascos), e sofreu forte traumatismo crânio-encefálico com comoção cerebral.

Mais um, para o rol da responsabilidade dos governantes, que permitem estes estropiamentos. E nós todos a pagar.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:12

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Quarta-feira, 18 de Junho de 2014

JUSTIÇA À PORTUGUESA: MONTADOR ACUSADO DE ABALROAR MANIFESTANTES ANTITOURADA NÃO VAI A JULGAMENTO

Era de esperar o quê?

 

Tudo o que diz respeito à tauromaquia está protegido por leis… parvas, mas ainda assim…leis…

 

E depois há o resto…

 

Observe-se bem este vídeo, que mostra a actuação do montador Marcelo Mendes em relação aos manifestantes que estavam sentados no chão, e onde NÃO SE VÊ ninguém a apedrejar, nem a atirar o que quer que seja.

 

 

Alguém que precisava de óculos para discernir, não os tinha colocados, na altura de ver a prova. Então, em vez de Justiça, fez-se justiça à portuguesa, que é acreditar mais no atacante, do que nas evidências que ficaram registadas em vídeo.

 

Enfim, nada que nos surpreenda.

 

A história conta-se numa penada.

 

O Juízo de Instrução Criminal (JIC) de Aveiro decidiu não levar a julgamento o montador Marcelo Mendes (não lhe chamo cavaleiro, porque cavaleiro é outra “louça”), que conforme se viu no vídeo, atacou a cavalo, vários manifestantes antitourada na Murtosa, em Setembro de 2012, quando lá foi realizada uma tortura de Touros, se bem que contra a maioria da população local, nada virada para estas manifestações imbecis, o que serviu (ao menos isso) para que nunca mais lá se realize iniciativas deste género inferior.

 

O montador estava acusado pelo Ministério Público (MP) da prática de um crime de coacção na forma tentada, mas o juiz de instrução decidiu não pronunciar o arguido, por falta de provas.

 

Ora, sobre a visualização do vídeo, e das provas nele contidas, vamos ler o que diz o Médico Veterinário, Dr. Vasco Reis:  

 

«A informação sobre alguma experiência minha visa credibilizar as opiniões que apresento.

 

Que justificação tão inacreditável da parte do senhor juiz!

 

Se o cavalo tivesse prestado atenção aos manifestantes e se tivesse assustado, nunca iria carregar sobre os presumíveis assustadores, mas sim teria fugido afastando-se deles. Mas não é nada disso o que o vídeo comprova.

 

Qualquer pessoa, que tenha conhecimentos de equitação, seja por simples observação ou por experiência própria, como cavaleiro, reconhece sem qualquer dificuldade, ao prestar atenção a este vídeo, que a investida do cavalo montado pelo cavaleiro tauromáquico é provocada e comandada completamente pelo cavaleiro e que o cavalo está sempre dominado.

 

Esta montada nada mais faz do que reagir às ordens que o cavaleiro intencionalmente lhe transmite por pressão das pernas e violência das esporas, por tracção das rédeas e acção mais ou menos desagradável/dolorosa provocada pelos ferros na boca, pela posição do corpo e, certamente, por incitação vocal.

 

Os cavalos treinados e utilizados para toureio estão concentrados nas ordens que o cavaleiro lhe transmite e pouco ou nada reagem ao resto do que à volta acontece.

 

É incrível, irresponsável, ridícula, revoltante, a justificação que o juiz em questão apresenta para esta sua decisão. Se nada percebe de equitação em geral ou de equitação tauromáquica, devia ter solicitado o parecer de entendidos honestos.

 

O que afirmo é fundamentado por ser Médico Veterinário, conhecedor e proprietário de cavalos, cavaleiro experiente em concursos hípicos completos e ter sido, durante 3 anos, médico veterinário destacado profissionalmente para zelar pelo chamado respeito pelos touros lidados em touradas.

 

***

Mas o que se lê no despacho de não pronuncia?

 

Depois de ouvir o montador acusado e as várias testemunhas, durante a fase de instrução, o juiz concluiu que se viveram momentos de "muita tensão", com "apupos, injúrias e arremesso de vários objectos".

 

Nestas condições, o magistrado considerou "verosímil" a tese do arguido, que alegou que a investida aconteceu não por sua vontade, mas apenas porque o cavalo se assustou.

 

«Em julgamento o arguido seria certamente absolvido ou, pelo menos, a absolvição seria muito mais certa que a condenação",  

 

«Apesar de se tratar de um animal altamente treinado e habituado a situações de stress, não deixamos de estar perante um animal irracional, pelo que admitimos como possível que, no caso concreto, o cavalo se tenha assustado com as palavras de ordem gritadas pelos manifestantes e com os objectos arremessados e, por esse motivo, tenha investido contra as pessoas presentes sem que o arguido o tenha conseguido controlar", lê-se no despacho.

 

Na sequência dos acontecimentos, a Associação ANIMAL, que tinha dois elementos da direcção no local, apresentou queixa na GNR da Murtosa contra o montador, afirmando que «Se viveram momentos de pânico. As pessoas tiveram de fugir para não serem feridas pelo animal que era conduzido para cima delas, contudo não houve nenhum dano físico de maior".

 

Marcelo Mendes alegou que os participantes na manifestação "projectaram pedras e peças de fruta contra o cavalo" (conforme não se viu no vídeo) facto que o deixou "nervoso e difícil de controlar", uma versão contrariada pelos manifestantes que afirmaram que o montador investiu contra eles "de forma deliberada" (conforme se viu no vídeo).

 

Fonte Publico

 

***

Duas considerações:

 

Primeira: como disse o Dr. Vasco Reis, basta ter o mínimo de conhecimentos de equitação, (ou até nenhum) para poder ver-se no vídeo que o cavalo esteve sempre controlado pelo montador.

 

Segunda: o animal irracional, a que se refere o senhor juiz, não era, com toda a certeza, o Cavalo.  

 

***

Proponho que ouçam esta pequena entrevista do montador Marcelo Mendes (agora ilibado de ter atacado manifestantes pacíficos) para avaliar da sua “desenvoltura” mental.

 

 

(Transcrevemos o que ele disse para facilitar a compreensão)

 

«Eu penso que é uma tradição secular, temos de mantê-la, há várias,… nós… eu penso que é um pouco o intuito do povo português perder aquilo que é nosso… imitarmos os outros, e enquanto que devia ser ao contrário… e eu creio que… não podemos deixar nós, eu e outras pessoas como eu, que estão directamente ligadas à festa, que isso aconteça.

 

Mas por vezes as pessoas argumentam que os touros sofrem… quer dizer… não sei se os touros sofrem,… o que é um facto é que os touros começam a ser lidados e nós cravamos dois, três ferros compridos e os touros investem sempre sobre o castigo.

 

Portanto, se um touro… se nós dermos um pontapé a um cão, o cão a seguir vai fugir e não vai voltar a levar outro, não é? Portanto, está provado, que o castigo que os touros sofrem, não… quer dizer, sofrem… ou que os touros estão sujeitos, não os faz sofrer, assim tanto como as pessoas pensam apesar de ver o sangue a correr… eu creio que é isto… que é que eu posso acrescentar mais?

 

Eu acho, na minha opinião isto acaba por ser o essencial…»

 

***

Pois é, mais do que essencial. Isto diz tudo sobre o montador que nem sequer sabe o que anda a fazer dentro da arena…

 

Para terminar, e depois de tanta desgraça, uma piadinha saberá bem…

 

 

A 'coragem' do cavaleiro
Por Henrique Monteiro

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:59

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