Quarta-feira, 1 de Junho de 2016

REFLEXÃO SOBRE O DIREITO À VIDA DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS

 

Hoje, na Assembleia da República, vai discutir-se se menores de idade devem ou não assistir à barbárie das touradas, e à crueldade, à violência, à desumanidade que estão implícitas no que alguns teimam em chamar de “espectáculo" tauromáquico.

 

O PEV (partido Os Verdes) quer até que o que chamam de “artistas tauromáquicos” (insultando deste modo iníquo os verdadeiros artistas que praticam as Artes Superiores da Humanidade) tenham o 12º ano, como se instrução combinasse com atraso civilizacional.

 

ANIMAIS.png

 

Não faço fé nenhuma num governo que, em pleno século XXI da era cristã, ainda esteja a discutir algo que o mundo civilizado já tem como um conhecimento adquirido: que a violência e a crueldade não são valores humanos que possam ser transmitidos às crianças e aos jovens, e até mesmo aos adultos, através de uma actividade primitiva, bruta e sanguinária.

 

O que deveria hoje estar a ser discutida na Assembleia da República era a abolição destas práticas cruéis, desumanas, violentas, atrozes a que chamam tauromaquia.

 

Como poderemos dizer que Portugal é um país evoluído, se está entre os oito tristes países que ainda mantém esta prática grosseira, entre os 193 países que existem no mundo?

 

***

Todos os animais não humanos têm um direito inapelável à vida uma vez que para viver nasceram. Tal como nós.

 

Todos os animais não humanos merecem o nosso respeito.

 

Mas haverá um limite?

 

Quando somos atacados por lombrigas, deveremos deixá-las devorar-nos?

 

Não mato moscas. Se elas me entram em casa, abro a janela e enxoto-as janela fora. E se for o mosquito zika? Então paro para pensar. Ou eu ou ele.

 

E quanto a piolhos, pulgas, carraças e outros que tais parasitas... Bem como assassinos, ladrões, violadores, pedófilos da espécie humana?

 

Também aqui ou eu ou eles. E se me atacarem tenho o direito à autodefesa.

 

Tudo isto é muito complicado.

 

A vida é complicada, e é muito difícil viver.

 

MAS...

Existe um MAS...

 

Todos os animais têm um direito inapelável à vida. Devem ser protegidos através de uma lei, uma vez que ainda existem animais homens-predadores inconscientes, involuídos.

 

Não devemos matar nenhum animal apenas por matar ou para nos divertirmos. Esmagar uma formiga é um acto cobarde: o gigante contra o pequenino. Por que se haverá de esmagar uma formiga que não está a fazer-nos mal algum? Então não a esmaguemos.

 

Esta terá de ser uma questão de consciência, de evolução de mentalidade, de superioridade mental.

 

E uma parte da Humanidade, do povo, dos governantes, dos ministros, dos deputados, dos padres, dos legisladores ainda está muito longe dessa superioridade mental, para que sigam a Lei Natural e tenham uma postura consciente perante a vida, qualquer vida, no cumprimento do preceito máximo: «Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti».

 

E esta é que é a grande questão.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:31

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2015

REFLECTIR É UM EXERCÍCIO MENTAL QUE FAZ FALTA AOS DIRIGENTES POLÍTICOS E ECLESIÁSTICOS DESTE NOSSO DESDITOSO PAÍS

 

Por isso aqui ficam algumas ideias e imagens para os que quiserem aprofundar a questão da empatia que apenas as mentes superiores têm para com todos os seres vivos.

 

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Todos os animais são animais, independentemente da espécie, por isso, logo á partida todos têm direitos. E o DIREITO DE VIVER é inviolável, seja para que espécie for, desde que não prejudique as outras espécies, e aqui está incluído o animal homem-predador, que faz cá tanta falta como a bactéria da legionella ou o vírus do ébola.

 

Não é fácil, defender os animais, neste nosso desventurado País, até porque não temos as autoridades do nosso lado. Nem as leis servem para nada, porque além de não serem cumpridas, ninguém as faz cumprir. O que retira qualquer credibilidade ao sistema político português.

***

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O gosto por sangue está-lhes no sangue...

***

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Padres católicos a abençoar tauricidas é o mesmo que cuspir no rosto de Deus.

***

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Este é um homo parvus, e como tal, o que tem no interior da caixa craniana não é o cérebro evoluído do Homo Sapiens Sapiens. Tão-pouco é o cérebro de um primata. O que este homo parvus tem no interior da caixa craniana é o miolo de bactérias altamente nocivas à Humanidade.

***

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Os seres humanos não precisam de religiões. Precisam apenas de seguir a Lei Natural, a lei que todos os seres vivos seguem inteligentemente, á excepção do animal homem-predador. A culpa não é dos coitados ignorantes, é da igreja que não os doutrina segundo o legado pacifista e humanista de Jesus Cristo.

 ***

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Eu nem sei o que diga, porque o que fazem a estes seres vivos sencientes é algo que ultrapassa toda a racionalidade que dizem ser um atributo da espécie "humana". É urgente rever o conceito de "ser humano". Urgentíssimo.

***

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A garraiada é a prova provada de que os ditos "estudantes" que a praticam já nasceram velhos, com ideias velhas no ADN deles. Nenhuma Universidade lhes devolverá jamais a juventude da modernidade. E eles terão a pretensão de ser os futuros líderes do País? Vã ambição, porque nunca conseguirão evoluir.

***

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A igreja católica, que baseia a "doutrina" dela nos ensinamentos de JESUS CRISTO, como os budistas, nos de BUDA, e como os islâmicos, nos de MAOMÉ, tem o DEVER de seguir escrupulosamente os preceitos pacifistas daquele que, sendo ou não Filho de Deus, ou o próprio Deus feito Homem, deixou ao mundo um legado de Paz, Misericórdia, Compaixão e Empatia por todas as criaturas. É verdade que chicoteou os vendilhões do Templo, mas esses, bem como os animais homens-predadores do Planeta, tiram qualquer Santo do sério.

***

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Quem é Augusto Cury, autor desta conclusão??
Augusto Jorge Cury é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em psicanálise, professor e escritor. Os seus livros já venderam mais de 20 milhões de exemplares somente no Brasil, tendo sido publicados em mais de 60 países

*** 

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 Daí que seja urgente, urgentíssimo, rever o conceito de "ser humano".

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

ESCLARECIMENTO DO MUNICÍPIO DE AMARANTE QUANTO AO DESTINO DOS ANIMAIS ABANDONADOS NAS RUAS

 

MUNICÍPIO DE AMARANTE.jpg

 

Fonte:

https://www.facebook.com/municipiodeamarante/photos/a.1419043578362729.1073741828.1419025205031233/1481274468806306/?type=1&comment_id=1482909378642815

 

«ESCLARECIMENTO

 

O Município de Amarante viu-se confrontado, nos últimos dias, com uma polémica gerada nas Redes Sociais acerca do alegado abate de animais na via pública. Perante a falsidade das afirmações ali proferidas, cumpre-nos esclarecer todos os interessados. Assim, reproduz-se a informação prestada por Rolando Azevedo, médico-veterinário municipal, a quem, nos termos da lei compete o exercício do poder de autoridade sanitária veterinária concelhia, o qual, de resto, se traduz na competência de, sem dependência hierárquica, tomar qualquer decisão, por necessidade técnica ou científica:

 

 

"Face à quantidade de animais abandonados no centro da cidade, nomeadamente nas proximidades das escolas, as orientações que recebi do Senhor Presidente da Câmara foram, única e exclusivamente, no sentido de avaliar se havia risco para a saúde pública, e a nossa intervenção resumiu-se aos normais procedimentos de prevenção, havendo, em alguns casos, necessidade de administração de tranquilizantes nos animais. Foi isto que aconteceu."

 

Quando confrontado com as afirmações que lhe foram atribuídas, o referido médico-veterinário foi peremptório: “As acusações que têm sido feitas são falsas, assim como são falsas insinuações que me foram atribuídas. Relembro que é da nossa responsabilidade retirar da rua os animais com doenças infecto-contagiosas como é o caso da Leishmaniose, extremamente perigosa para as pessoas, e que em Amarante, devido à proximidade do rio, tem uma incidência de cerca de 63% nos animais abandonados."

 

 

Como já foi referido nas Redes Sociais por alguns dos intervenientes, foram estabelecidos contactos, há já vários meses, entre a Autarquia e alguns munícipes [que se estão a organizar no sentido da criação de uma associação local de defesa dos animais], com vista à criação de um Abrigo para acolher os animais abandonados de Amarante.

 

Neste sentido, o Município de Amarante vem expressar o seu repúdio pela falsidade levantada, nas redes sociais, à volta deste assunto, reiterando que a decisão de construção do abrigo municipal está tomada e que este será executado tão brevemente quanto possível. É, de resto, um paradoxo que esta polémica surja depois de, finalmente, o Município de Amarante assumir medidas concretas em defesa dos animais. No entanto, tal facto só reforça a convicção da necessidade deste investimento.»

OOO

O que me ocorre dizer aos representantes do Município de Amarante

 

Não fui das que tomei parte no “desarrazoado” de que fala o representante do Município de Amarante.

 

Estou a ter conhecimento do assunto, neste momento (9h30, do dia 30 de Outubro de 2014).

 

Mas a verdade é que todos os animais não humanos sofrem horrores às mãos de criaturas que se dizem humanas, mas não passam de gente de plástico, bastamente cobarde para abandonar e maltratar cruelmente seres tão sencientes.

 

No caso de cães abandonados na via pública, compete, de facto, às Câmaras Municipais acolhê-los e tratá-los com a dignidade e humanidade que lhes é devida.

 

Porém, a maior parte das vezes, não é isso que acontece, dada a cultura da morte e da violência e da crueldade que se pratica em Portugal, a coberto de leis completamente absurdas e primitivas; e devido também à indiferença da Ordem dos Médicos Veterinários que é cúmplice das maiores barbaridades que se cometem contra os animais nos matadouros, nos circos, nas arenas, nas ruas, nas lutas, na caça, na pesca desportiva, no tiro aos pombos, etc., etc., etc..


Por isso, não é admirar que os animalistas se preocupem com o destino dos animais que vão para os canis municipais, normalmente para serem abatidos com crueldade (e digo isto com conhecimento de causa), onde nem sempre existem veterinários competentes e acima de tudo cumpridores do juramento que fazem ao receber o diploma de “Médicos”, que nem todos são.

Um animal doente, que é retirado da rua, não merece a morte. Antes da morte assistida, tem o direito de ser avaliado pelo MÉDICO Veterinário, e se houver modo de lhe salvar a vida, salvá-la. Não é isso que se faz aos animais humanos?


Pois é isso que todos os veterinários que, acima de tudo, devem ser MÉDICOS e não carniceiros (que os há por aí…) têm o dever de fazer.


Se o senhor veterinário da Câmara Municipal de Amarante é MÉDICO deve saber exactamente o que deve fazer com os animais abandonados nas ruas por energúmenos que deviam estar na prisão (e esta parte será da competência da PSP).

 

As leis injustas devem ser repudiadas.

 

Mas as leis justas devem ser aplicadas, principalmente a Lei Natural, que é a Lei da Vida, de qualquer vida…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:05

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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

UM DOS MAIS BELOS SERES DO PLANETA

 

Admirem a beleza deste CAVALO.

 

Poderão imaginá-lo numa corrida de Touros, sendo picado nas carnes pelas esporas de um "cavaleiro"?

 

Poderão imaginar o sangue a escorrer pela brancura do seu pelo?

 

Poderão imaginá-lo estripado pelos cornos do Touro (que não tem culpa nenhuma deste crime)?

 

Poderão imaginá-lo, fulminado por um ataque cardíaco, estendido na arena ensanguentada, depois de uma lide aberrante?

 

Poderão imaginá-lo arreado e a espumar, olhos a saírem das órbitas, numa corrida de Cavalos ou num torneio hípico?

 

Poderão imaginá-lo fechado num cercado, dando voltas e mais voltas, sem saber o que fazer?

 

NÃO!

 

Este CAVALO, todos os Cavalos devem ser LIVRES e correrem nos prados, nas planícies, nos montes, crinas ao vento, exibindo toda esta beleza, da sua natureza selvagem, como é da Lei Natural.

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:57

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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

O MUNICÍPIO DA PÓVOA DE VARZIM E A RTP UNIRAM-SE PARA OFERECER AOS INCULTOS O RITUAL BÁRBARO DA TORTURA DE BOVINOS E CAVALOS, AO JEITO MEDIEVAL

 

Hoje, a Póvoa de Varzim demonstrará a sua propensão para a barbárie, e a RTP, com dinheiros públicos, prestará um serviço de baixo nível aos portugueses

 

 

 

É esta imagem que ficará para a História: um acto bárbaro perpetrado por psicopatas, para sádicos aplaudirem…

 

A imagem do sofrimento infligido inutilmente a um ser vivo, por criaturas que optaram pela ignorância e recusam-se a evoluir.

 

Além disso, cada bandarilha trespassada nas carnes de um animal como nós, é como se fosse cravada no coração dos seres humanos que abominam esta selvajaria.

 

E nem os autarcas poveiros, nem os que administram mal a RTP têm esse direito.

 

Seguem a lei dos homens predadores, mas o povo culto, evoluído, sensível e civilizado, rejeita essa lei grosseira, e segue a Lei Natural, a Lei que rege o Universo. A Lei dos Seres Compassivos.


 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:24

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Quinta-feira, 14 de Março de 2013

TODAS AS FORMAS DE TORTURA FÍSICA OU PSICOLÓGICA CONTRA ANIMAIS HUMANOS E TAMBÉM NÃO HUMANOS SÃO CENSURÁVEIS E CONTRA A LEI NATURAL

 

 

Tudo o que eu quero dizer a este respeito (que é o assunto que devia estar em cima da mesa, para discussão, e não está, porque, como sempre, fogem com o fiofó à seringa por falta de argumentos válidos, está neste extraordinário pequeno filme.

 

 

 

 

O que se segue é palha para encher colchões. Sempre mais do mesmo.

 

 

Eu disse sobre «A DOR DOS OUTROS CAUSA-NOS DOR»: REFLEXÃO AO REDOR DA VACADA ISCALINA na Quinta-feira, 14 de Março de 2013 às 02:02:

 

 

Cara Isabel,

Quanto à minha identificação, tenho o meu direito à privacidade, assim como os jovens que estiveram presentes à porta do evento têm direito à sua privacidade e imagem, tal como eles defenderam. :)

Podia-se ficar a debater dias a fio e haverá sempre alguém a contrapor os argumentos dos outros. Estamos num âmbito em que todos têm razão e ninguém tem razão.

Posso começar pela Democracia que permite a vocês exprimirem-se como acham que devem fazer, e pela democracia que permite que só sejam publicados em determinado local os comentários que os proprietários do espaço assim determinam. E sim, isso é uma democracia! Porque a liberdade de uns acaba onde a liberdade dos outros começa.

E é essa mesma liberdade que permite a vocês gostarem ou não gostarem de uma vacada e que permite que vocês ao não gostarem não terem que assistir à mesma, assim como permite aos que gostam ter o direito de assistir. E no momento em que vocês tentam impedir isso estão a interferir nos direitos dos outros.

Quanto ao vídeo colocado, lamento informar mas não é tudo igual! Assim como uma tourada em Espanha é diferente de uma tourada em portugal, ainda que as duas sejam touradas. A largada em Samora Correia é diferente da Garraiada Académica que se realiza todos os anos na Figueira da Foz durante a Queima das Fitas. A vacada organizada também difere de tudo isso até porque o recinto não tem o mesmo tamanho.

Quanto ao QI das pessoas que possam assistir a tais eventos, desconheço de quanto será ... mas lamento informar que a passar de duzentos foram raros os casos, e segundo se sabe as pessoas mais inteligentes de sempre viveram maioritariamente durante o século XIX, numa altura "não tão evoluída". Será que aquilo uns têm como evolução é realmente evolução? Existe evolução boa e má. Pelos vistos a evolução acabou por não criar tantos génios nos dias de hoje.

Nem todas as evoluções são positivas e por isso não se vai passar do azeite à azeitona. Mas sabe que em muitos sítios se está a passar do carro para a bicicleta?

Aquilo que hoje é a verdade máxima, amanhã pode já não o ser.
Uns dirão que o homem evoluiu do Macaco, outros dizem que foi Deus! Diferentes perspectivas sobre o mesmo assunto. É normal! É preciso é saber ouvir as opiniões dos outros e não tomarmos a nossa como a razão máxima.

É preciso ter essa capacidade. E para isso, é preciso evoluir!!!

Quanto ao seu comentário de que os animais sofrerão horrivelmente, usa um termo que tenta medir o sofrimento que o animal possa eventualmente ter na vacada que acho que equipara praticamente ao sofrimento de ser espetado (como na tourada) ou de ser morto, quando na realidade o máximo que pode eventualmente ocorrer em eventos do género proporcionará ao animal certamente menos dor do que aquela que as mães provocam às crias quando as pegam pelo cachaço, pelo menos a avaliar pela reacção em ambos os casos!

E nem vale a pena se discutir a intensidade da dor, porque não é possível medir tal coisa. Não é cientificamente possível!!! Dava bastante jeito por acaso porque uma pessoa pode dizer que doi muito e ser só uma moinha. Em relação aos animais ainda pior. Só se sabe na realidade que o animal tem dor se ele se queixar fazendo barulho!

E sim, toda esta discussão tem a ver com opiniões! Claro que sim!!! Porque a sua opinião é uma e a minha é outra! Porque no nosso país democrático ainda vale mais a opinião de pelo menos 50%+1 e é essa que em termos representativos acha que são coisas diferentes. Além de que o número de apoiantes "anti-touradas" não é suficientemente representativo para alterar a lei.

Os adjectivos são muito bonitos e devem ser utilizados. A nossa língua portuguesa é muito rica em adjectivos e tudo.

Agora, aquilo que falha na utilização dos adjectivos é que as pessoas que os andam a utilizar para ofender outros, sem os conhecer, sem saberem minimamente quem são ou o que fazem, aquelas pessoas que se auto intitulam como pessoas cultas, evoluídas e superiores, parecem ter faltado às aulas da boa educação.

A adjectivação deverá ser utilizada até ao limite em que se entra na ofensa, pois ultrapassado esse limite eu sempre ouvi que se perde a razão.

Já agora, assim como mete todos no mesmo saco, estando a Isabel também associada a um grupo/evento é "ensacada" nas suas acções!

 

***

 

Eu disse sobre «A DOR DOS OUTROS CAUSA-NOS DOR»: REFLEXÃO AO REDOR DA VACADA ISCALINA na Quinta-feira, 14 de Março de 2013 às 02:57:

 

 O facto de considerar que a violência contra os animais não humanos por pura diversão é o caminho directo que leva à violência contra os animais humanos é uma conclusão sem nexo e que mostra que afinal talvez haja mais pessoas a ""filosofar" sem bases intelectuais que sustente o que diz"!

Pode haver quem pratique violência contra os animais e que seja violento com os humanos, assim como há os que só sejam violentos num caso e os que não sejam violentos nem num caso nem no outro.

Mais uma vez são pontos de vista! São opiniões!
Eu não sou violento, nem num caso nem no outro. Nunca participei numa tourada. Já participei em garraiadas ou largadas.

 

O giro? Fugir! Ver os que são colhidos porque não fugiram a tempo. E muitos dos que são anti-touradas também adoram ver os que são colhidos! Os que escorregam quando vão a fugir! Tem graça!!! E se for um vitelo que depois lhe dá umas marradas ainda fica mais giro! Até acho que o vitelo se diverte também! Em vez de estar em grupo com os outros da sua espécie a darem marradas uns nos outros, vai para ali dar marradas nas pessoas, que são mais fracas que eles!!!

O problema das pessoas meterem tudo no mesmo saco é que há quem diga que uma vacada é um espectáculo de diversão macabra e sadista, quando não está em causa o provocar sofrimento às vacas mas tão só andar a fugir dela e inclusive há quem leve marradas de propósito!!! Nem sei até que ponto é que não acabam é por ajudar a desenvolver um instinto no animal para que ele se defenda e ataque em caso de se sentir ameaçado por outros!

Ninguém é obrigado a assistir!!! Por isso quando vocês dizem que não aceitam assistir a tal espectáculo, basta que não vão ao local! Boa? Assim exercemos a democracia! Os que querem vão, os que não querem não vão! E ninguém incomoda ninguém!!!

Quanto à legitimidade (Fundado no direito, na razão ou na justiça. Que tem carácter ou força de lei. = LEGAL; Natural; justo; justificado.) das vacadas, não vejo onde é que não é legítimo a realização das mesmas.

Não é contra a lei portuguesa, como reconhecem, e por acaso também não é contrário à Declaração Universal dos Direitos dos Animais!!! Acho que está longe do pensamento de alguém que está na frente de uma vaca, não ter respeito por um animal que tem um porte maior que o seu! E o facto de estarem no mesmo recinto vacas e pessoas, não significa que alguém vai maltratar a vaca. Claro que aqui a interpretação de maus tratos é diferente para uns e para outros e voltamos à ambiguidade da questão!

O facto de a vaca me passar ao lado e eu lhe dar uma palmada no lombo é mal trato? Então e quando um GNR dá uma palmada no lombo do seu cavalo também é mal trato???

Quanto ao comer animais ser sinal de evolução, estamos a entrar num campo que nem vale muito a pena porque se com alguém que é "anti" já é certo que por mais que se debata não se chega a nenhum porto porque a mentalidade está focada naquele ponto, os vegetarianos ainda conseguem ser mais extremistas.

Mas sim, passar de vegetariano para omnívoro é uma evolução. É universalmente considerado evolução! Ainda que exista quem discorde!

Agora, se há quem queira ter outro modo de vida, é livre de o fazer! Mas não tem o direito de obrigar os outros a terem que fazer igual, só porque eles acham que assim é que deve ser!!! Lá está ... a democracia e as diferentes opiniões!

Quem quer come carne, quem não quer come vegetais.

E quando se entra nos vários tipos de vegetarianos ... é quase de bradar aos céus a consistência e racionalidade dos seus princípios! Por isso não vale mesmo a pena tentar-se ter um debate racional sobre isso, ainda se vai descobrir que a pessoa que se acha mais racional e superior aos outros, não o é! :;S

Ah ... que falta de humildade nestas pessoas "extremistas" e "radicais". E depois querem debater!!!

Por último deixo um pequeno reparo, é que a organização da vacada não pertence ao ISCAL, assim como também eu próprio não sou tido nem achado nas decisões sobre o assunto.

 

Apenas estou a "filosofar". Ao contrário da Isabel, que está devidamente identificada e sobre quem não sou ninguém para fazer juízos de valor, eu sou apenas uma pessoa que aqui veio debater de forma salutar e que ao contrário dos juízos que teceram não é nem um aficionado nem é consumidor de alcool! Ups

 

***

 SABE, “EU” QUEM NÃO QUER SER LOBO NÃO LHE VISTA A PELE.

 

VÁ CONTAR O CONTO DO VIGÁRIO PARA OUTRO VIGÁRIO. NÃO PARA MIM, QUE NÃO NASCI ONTEM, E O MEU NOME É ISABEL A. FERREIRA.

 

PASSO-VOS A PALAVRA, ARSÉNIO PIRES E CARLOS RICARDO.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:31

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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

A LEI NATURAL

 

 

 

Será natural o homem desperdiçar o seu tempo, o seu engenho e arte e os seus recursos com coisas que servem apenas para o destruir a si e ao mundo que o rodeia?

 

Quanto mais civilizado é o Homem, menos precisa de leis

 

No início do mundo, no tempo em que o Homem desconhecia o caos, não havia leis. A ordem existia naturalmente. O Homem vivia em comunidade, com interesses comuns. A vida não era fácil. O maior problema era sobreviver, e só a união de esforços mantinha as sociedades vivas.

 

Todos trabalhavam para o mesmo fim. Todos eram iguais dentro da mesma caverna. Repartiam a caça, aqueciam-se ao redor do mesmo fogo, e porque não havia televisão, nem computadores, nem Internet, tiveram tempo para inventar a fala, muito útil à comunicação entre uns e outros, o que lhes permitiu o desenvolvimento da civilização e da cultura.

 

As coisas, porém, foram-se complicando. No início o Homem era nómada. Seguia o percurso da caça, para poder sobreviver. Um dia fixou-se. Tornou-se sedentário. Começou a cultivar a terra, a domesticar animais, e caiu na tentação de escravizar também outros homens, o que lhe facilitava a acumulação de riquezas, e quando tal aconteceu, foram precisas as tais leis, para pôr ordem nas coisas.

 

Começava assim a era da incivilização.

 

O homem deixou de seguir a Lei Natural, a única que entre o Homem devia vigorar por ser da condição humana e, a partir daí, passou a legislar à medida das suas fraquezas.

 

Contudo, eu não roubo, não porque existe uma lei que mo proíbe, mas porque sou um ser civilizado, e não roubo.

 

Não mato o meu vizinho, ainda que ele seja má pessoa, não porque existe uma lei que mo proíbe, mas porque sou um ser civilizado, e não mato.

 

Não maltrato um animal, não pico um touro, não abandono um cão, não porque existem os Direitos dos Animais que me aconselham a não o fazer, mas porque sou um ser civilizado, não maltrato outro ser que comigo partilha o mesmo planeta e tem direito à vida, tal como eu.

 

Esta é a minha Lei. A Lei Natural da minha condição humana.

 

Quanto mais civilizado for um povo, menos precisa de leis, de polícias, de juízes, de carrascos, de prisões, de exércitos, de armas, de torpedeiros, de bombas atómicas. E quanto menos um povo precisar destas inutilidades, mais recursos lhe sobram para o que vai gerar a verdadeira civilização: habitações condignas; alimentos q.b.; prevenção de doenças (mais saúde); educação; trabalho, isto é, ocupações úteis à sociedade. Tudo isto num plano de igualdade para todos, visando a construção da sociedade ideal.

 

É natural que o Homem lute por uma sociedade ideal. Será natural o homem desperdiçar o seu tempo, o seu engenho e arte e os seus recursos com coisas que servem apenas para o destruir a si e ao mundo que o rodeia?

 

É o único animal que o faz.

 

 © Foto e texto Isabel A. Ferreira

in «Manual de Civilidade»

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:56

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