Domingo, 12 de Novembro de 2017

«A CULTURA E A LÍNGUA SÃO A ESSÊNCIA DE UM POVO»

 

 

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Excerto do precioso livro «A Historia da Lingua Galega» onde podemos comprovar a ligação do Português e do Galego, duas línguas irmãs, que nada têm a ver com o linguajar sul-americano de expressão portuguesa ou de expressão castelhana. Um livro que recomendo aos acordistas para que vejam e sintam o absurdo que é a imposição da ortografia brasileira a Portugal. Não faz o mínimo sentido. É algo que foge ao domínio da sensatez.

 

Há dois anos, numa daquelas tertúlias que costumo frequentar, quando vou à Galiza, conheci Juan Manuel Castro, um galego interessado pela Cultura Portuguesa.

 

Trocámos ideias e saberes, e dizendo-lhe da minha ascendência galega e do meu interesse pela Cultura, Língua e Literatura galegas, logo ali combinámos iniciar um intercâmbio cultural, que se tem mostrado bastante frutuoso, para os dois: eu envio-lhe livros que falam da Cultura Portuguesa, escritos em bom Português, e ele envia-me livros sobre Literatura e Cultura galegas, escritos em boa Língua Galega.

 

Os últimos que recebi foram “Historia da Lingua Galega», um precioso livro que conta as aventuras e desventuras desta Língua irmã do Português (e sobre o qual ainda hei-de falar) e, há uns poucos dias, “Literatura Galego-Portuguesa Medieval”, onde as duas línguas, cultas e belas, se fundem.

 

Na nossa troca de correspondência foi inevitável falar da imposição a Portugal da ortografia brasileira, que dá pelo nome de Acordo Ortográfico de 1990, apenas para disfarçar, porque na realidade não existe acordo algum, e à qual me oponho visceralmente, pelos motivos mais óbvios. Portugal é um país europeu, cuja língua deriva do ramo indo-europeu, que nada tem a ver com a América do Sul e com um povo mesclado de muitos outros povos, e muito menos tem a ver com o que esse povo fez com a língua que adoptou, depois de se tornar independente.

 

A este propósito, o meu amigo Juan Manuel Castro escreveu o que passo a citar, já traduzido:

 

«Por Deus, estou impressionado com a vontade de mudar a ortografia portuguesa para a ortografia brasileira.

 

Isabel, isso não se pode permitir. Quem é o louco que pretende cometer semelhante barbaridade?

 

(Pois… quem será o louco?).

 

No tempo dos Descobrimentos, os nossos antepassados levaram a meio mundo (América, África, Ásia, etc.), a nossa Cultura, a nossa Língua, e eles não o fizeram tão mal assim, porque essa Cultura e essa Língua sobrevivem até hoje. E agora o governo quer impor a norma brasileira a Portugal?

 

Consegues imaginar, em Espanha, a Real Academia da Língua, constituída pelos melhores linguistas espanhóis, dizer que se iria impor, por exemplo, a normativa argentina do Castelhano? Isso é impensável e impossível, isso não passa pela imaginação de ninguém.

 

O Português e o Castelhano são de origem Latina, sem dúvida, basta ver o mapa antes e depois da romanização e estudar a raiz das palavras, e a origem comum é claríssima. De resto, isso é de gente inculta. Perdoa-me falar assim, mas há coisas que são inalienáveis, e esta, Isabel, é uma delas. A nossa Língua e a nossa Cultura são a nossa essência. Seria uma falta de respeito pelos nossos antepassados e por nós próprios, não as respeitar e honrar. Espero que a sanidade mental ponha as coisas no seu lugar e se respeite a História».

 

Trouxe à baila este episódio, apenas para partilhar o pensamento de um Galego (que é o pensamento de milhares de pessoas) com todos os que combatem a imposição a Portugal da ortografia que o Brasil utiliza desde 1911, e que, entretanto, para não dizerem que não se mexeu nesse modo de escrever, já com barbas brancas, de tão velho (não “nasceu” em 1990) disfarçou-se com a supressão de alguns acentos gráficos e hífens, que é apenas o que os Brasileiros têm de mudar, SE utilizarem este pseudo-acordo ortográfico de 1990.

 

Penso que qualquer pessoa lúcida dirá o que o Juan disse. E claro, só posso concordar com ele, e fazer minhas todas as palavras dele.

 

Ainda se nos impusessem a normativa angolana ou moçambicana, países que não mutilaram a Língua Portuguesa, outro galo cantaria

 

Estes argumentos são mais do que válidos e óbvios para que continuemos a exigir, junto do governo português e do presidente da República, que devolvam a Portugal, a Língua Portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

AS CRIANÇAS E OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO VOTAM, POR ISSO ESTÃO VOTADAS AO ABANDONO EM PORTUGAL…

 

Palavras para quê?

As imagens valem mais do que mil palavras…

E é esta “educação” que o governo português promove entre as crianças mais expostas a todas as crueldades, no país: os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica.

Que futuro para estas crianças?

 

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Origem das fotos: Internet

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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Sábado, 7 de Outubro de 2017

ILEGALIDADES E CRUELDADES NUMA TOURADA EM VILA FRANCA DE XIRA COM O AVAL DA IGAC E DO GOVERNO PORTUGUÊS

 

 

ATENTEM NESTA MONSTRUOSIDADE!

 

Isto, não lembraria nem ao diabo, nem ao mais criativo autor de filmes de TERROR.

Mas lembrou aos de Vila Franca de Xira que, para se divertirem, urdiram o mais cruel acto praticado sobre um TOURO CEGO.

 

A inspecção-geral das actividades “colturais” (IGAC) fez vista grossa, aliás como sempre faz, quando se trata da barbárie tauromáquica. E o governo português diz ámen

Porquê?

Teremos de procurar a resposta no estado paupérrimo da Saúde Mental em Portugal ao mais alto nível

 

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Estas são as bandarilhas negras, que servem para CASTIGAR os touros. Castigar porquê? Só os psicopatas, que as utilizam, deverão saber porquê.

 

Este episódio negro e crudelíssimo teve lugar na tourada realizada no passado dia 5 de Outubro, em Vila Franca de Xira (onde mais poderia acontecer tal barbaridade?)

 

Diz a notícia que «um dos touros que foi chacinado era cego de uma vista, no entanto, o veterinário (que não seria médico-veterinário) não conseguiu descortinar tal facto e o mesmo aconteceu com a IGAC e o director da tourada». Todos mais cegos que o infeliz Touro.

 

Ora no Regulamento do "Espectáculo" Tauromáquico (RET, que é um monumento à estupidez do Homo Parvus) um dos motivos, logo o primeiro, para se rejeitar bovinos, numa “ocorrência” tauromáquica (porque de “espectáculo” a barbárie nada tem) é precisamente o de ter defeitos na visão.

 

E um dos Touros massacrados era cego.

 

Como se isto só por si não fosse já demasiado cruel, o infeliz touro cego, «foi bandarilhado não com um par, mas sim com dois pares de bandarilhas negras».

 

E o que é isto de bandarilhas negras?

 

«As bandarilhas negras ou bandarilhas de castigo são usadas em Espanha sendo que o arpão das mesmas é praticamente o dobro do arpão de uma bandarilha regular

 

E de Espanha, já veio a prática selvática da tauromaquia, mas os psicopatas portugueses são sedentos de sangue. Têm de importar as maiores crueldades que ainda se praticam em alguns (felizmente já poucos) dos mais atrasados municípios espanhóis.

 

O tal RET, onde está regulamentado o modo como se há-de torturar touros nas arenas, «no capítulo dedicado a ferragens leia-se instrumentos de tortura, não inclui este tipo de ferro o que significa, que as mesmas, foram usadas ilegalmente para castigar um animal que era cego de um olho

 

Não perguntarei para que serve a IGAC, nem o RET, porque nem um nem outro servem rigorosamente para NADA, a não ser para sugarem os nossos impostos.

 

O que me ocorre dizer é que não se surpreendam os bárbaros tauromáquicos, quando morre um deles,por nós, que odiamos estas crueldades, estas desumanidades, estas impiedades, não chorarmos baba e ranho por eles, mas a sua morte ser-nos completamente INDIFERENTE, e dizermos bem alto: é menos um fazer o mal neste mundo, porque monstros deste calibre não fazem a mínima falta ao mundo.

 

Que este pobre Touro Cego possa descansar em paz, depois dos horrores por que passou.

 

A minha revolta, a minha repulsa, o meu asco é infinitamente infinito

 

Não é este Portugal  bárbaro que  devemos deixar aos vindouros.

 

Fonte da imagem e deste “filme “de TERROR:

https://protouro.wordpress.com/2017/10/07/vfx-touro-cego-e-bandarilhas-negras/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017

NÃO DEIXEM O VOSSO FUTURO EM MÃOS ALHEIAS. VOTEM !!!

 

Façam a triagem que tem de ser feita.

Abram os olhos, Portugueses!

Não votem em políticos corruptos, sem carácter e incompetentes!

Mudem Portugal!

 

 

Dos Partidos Políticos que vão a votos, dos que já estiveram no poder e dos que lá estão, esmiúcem o que fizeram de útil pelo País e pela Fauna e Flora portuguesas (se é que me entendem…)

 

É que nem só de pão vive o povo.

 

O país está um caos, socialmente, culturalmente, moralmente…

 

Não se fiem nos abraços e beijinhos que são distribuídos durante as campanhas. E apenas durante as campanhas.

 

Não se fiem nas falsas promessas, que são as de ontem, as mesmas que as de anteontem. A mentira anda por aí, enroscada na corrupção, ao mais alto nível. Portugal marca passo. É desconsiderado, por aí…

 

Até Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia, que sabe de Geografia, colocou Portugal fora da Europa. E não foi por mero lapso.

 

E Angola deixou-nos fora do seu círculo de países com quem pretende manter amizade.

 

Não esqueçamos o Inferno deste Verão, com incêndios devastadores, e um número de mortos e feridos nunca visto. Nem os maiores incêndios da Califórnia e Austrália, jamais fizeram um tão grande número de mortos e feridos.

 

É gritante a falta de políticas a vários níveis. Na Saúde, na Cultura Culta, na Educação, na Floresta, nas Forças de Segurança Pública…

 

E o roubo de armas no Paiol de Tancos? Ninguém sabe de nada, ninguém viu, ninguém teve culpa…

 

Tudo isto diz muito da ineficácia, da incapacidade, da falta de visão política dos nossos governantes. Destes e de todos os outros que já passaram pelo poder.

 

E o que dizer da inconsequente subserviência do governo português aos lobbies económicos, internos e externos?

 

E a submissão aos interesses do Brasil, no que respeita ao símbolo maior da identidade portuguesa: a Língua Portuguesa? Que anda por aí espezinhada como se fosse lixo!

 

Impera a imoralidade. A incultura. A ignorância.

 

Estamos a retroceder a passos largos.

 

Não se fiem nas falsas promessas.

 

No próximo domingo, saiam à rua e VOTEM, mas votem conscientemente. Não votem em bandeiras ou em cores. Mas nos mais COMPETENTES.

 

Façam a vós próprios esta pergunta: dos PS, PSD, CDS/PP, CDU, BE e PAN (os partidos que estão a votos) qual aquele que aldrabou menos?

 

Votem o voto mais útil. É o vosso futuro que está em causa.

 

A abstenção (que é sempre elevada e representa aqueles a quem os políticos nada têm a oferecer e quase  sempre ganha as eleições) e os votos em branco (que são os de protesto) deveriam contar, mas não contam. Se a percentagem de votos brancos e abstenção ultrapassasse os 80% (/como já ultrapassou) não deveria haver eleitos. Os que são eleitos, são sempre eleitos por uma minoria do povo português.

 

Por isso, VOTEM! Não deixem em mãos alheias o vosso destino, enquanto cidadãos portugueses.

 

Estão a ver o que a abstenção faz: no poder estão aqueles que uns poucos elegeram e que não honram Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:33

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO, QUER SABER O QUE DIZEM OS ESTRANGEIROS SOBRE A SUBMISSÃO DE PORTUGAL AO BRASIL NA QUESTÃO DO AO90?

 

Sei que não quer saber. Não está interessado. Se estivesse, não faria orelhas moucas aos apelos dos mais eminentes intelectuais dos países lusófonos, que energicamente rejeitam o AO90, por este ser a maior fraude de todos os tempos.

 

Mas ainda assim, vou contar-lhe o que se passou no passado fim-de-semana… em Espanha…

 

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Origem da imagem: Internet

 

… quando participei numa espécie de “tertúlia”, realizada num lugar frequentado por escritores, poetas, jornalistas, artistas plásticos, cineastas (sendo o mais famoso que por lá passou, o genial Mel Gibson) actores e também pessoas absolutamente comuns, com as mais diversas profissões, enfim, um lugar onde se discute e se troca Culturas, Artes, Literaturas, Ideias, Ideais e Políticas comuns, ou menos comuns… enquanto fazemos as refeições.

 

Como sempre acontece, sou a única cidadã de nacionalidade portuguesa, que pára por aquelas paragens com a frequência possível. Nunca encontrei lá as mesmas pessoas.

 

Desta vez estava representado o México, Suíça, várias regiões de Espanha e Portugal (eu). E adivinhe, senhor ministro, qual foi o teor de uma das conversas: Portugal e a sua Língua, que nenhum dos presentes dominava. Comunicámo-nos em Castelhano e Inglês.

 

Então, aproveitei a ocasião para sondar aquelas pessoas, viajadas, cultas e conhecedoras do mundo, acerca do que pensavam sobre um país, que foi colonizador (tal como Espanha), vergar-se ao ex-colonizado (Brasil) adoptando uma ortografia abrasileirada, destruindo, por completo, as raízes latinas de uma das mais belas línguas indo-europeias - a Língua Portuguesa.

 

A estupefacção foi enorme!

 

Os Mexicanos, que se encontravam presentes, e que foram colonizados por Espanha, consideraram rara esta submissão; os Espanhóis, que colonizaram parte das Américas do Sul e Central, disseram que era raríssimo o ex-colonizador absorver a língua alterada do ex-colonizado, a Espanha jamais o faria; da Suíça veio uma interrogação que me deixou surpreendida, porque existe a ideia de que os Brasileiros têm uma língua, e os Portugueses têm outra língua  «Portugal está a adoptar o brasileño?» Assim mesmo: o brasileño.

 

Exactamente. Portugal está a adoptar o brasileño. Disse eu. E acrescentei: «Mas isto nem é raro, nem é raríssimo. Isto é caso único na História de toda a Humanidade. Conhecem algum país (ex) colonizador que tivesse adoptado a Língua do (ex) colonizado?»

 

Ninguém conhecia. Bem puxámos pela memória. Mas não há memória de uma coisa assim…

 

Pois é, senhor primeiro-ministro. Não tive como defender o governo de Portugal e esta sua política de vassalagem. Nem podia. Deixei bem vincada a minha repulsa, e o descontentamento de milhares de Portugueses, que, doravante, aquelas pessoas terão agora oportunidade de espalhar por onde passarem…

 

Desta vez, não pude salvar Portugal de ser amesquinhado.

 

Por vezes, acontece estar eu neste lugar, onde predomina o multiculturalismo, e Portugal vem à baila, e alguém se lembra de o apoucar, então eu, imbuída de um patriotismo à la Padeira de Aljubarrota, defendo-o com as garras de fora.

 

Mas no que respeita à desveneração que o actual governo português consagra ao símbolo maior da nossa identidade, a Língua Portuguesa, eu nada posso fazer.

 

Envergonho-me dele (do governo que temos). E disse-o lá, bem alto...

 

De resto, faço o que posso e sei, para que Portugal possa regressar à sua origem linguística europeia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

NA MOITA É ASSIM: MORTOS, FERIDOS, BALEADOS E MAIS VIOLÊNCIA PARA HOMENAGEAR OS MORTOS...

 

Será preciso morrerem mais forcados para que os da Moita aprendam que a violência, além de gerar violência, não compensa?

 A tauromaquia é a celebração da morte.

 

 Na Moita é assim: violência, crueza, imbecilidade, desumanidade, trevas, álcool, estupidez…

 

Ultimamente a Lei do Retorno tem funcionado em pleno: os Touros morrem, mas não partem sem deixar mossa.

 

Desta vez foi um forcado que ficou ferido enquanto torturava um Touro moribundo, na Moita.

 

Mais um. Antes deste, outro morreu, e dizem que para festejarem a morte deste, vão oferecer-lhe mais violência e crueldade. Mais selvajaria. Talvez mais mortos e feridos. Na Moita celebra-se a morte com violência e crueldade.

 

Porque nestes festejos selváticos da Moita o que unicamente interessa é encher os bolsos aos empresários tauricidas.

 

O forcado Salvador Pinto Coelho, que foi pai pela primeira vez dias antes deste “festejo” selvático, foi colhido por um Touro que se defendia corajosamente do seu carrasco (= pessoa que executa castigos corporais (nos Touros), pessoa cruel).

 

Valente? O forcado? Nãooooooo! O forcado é o maior dos cobardes.

 

Até quando os empresários tauromáquicos vão enganar estes jovens, com a falácia da “valentia”, quando todos sabemos que um forcado é o maior dos cobardes quando entra na arena para atacar um touro moribundo, enfraquecido, ferido, a sangrar, cravado de bandarilhas, desfeito por dentro e por fora?

 

O que interessa a estes empresários é que possam continuar a viver à tripa forra, à custa dos nossos impostos e da ignorância do povo. E os forcados que se lixem!

 

E querem saber mais?

 

 Um dos forcados, que morreram recentemente, era Pedro Primo, que fazia a última pega quando morreu, vivia num quarto alugado em casa de amigos e não tinha ligações à família. Dizem que teve uma infância difícil, trabalhava no campo para um empresário tauromáquico, de nome Inácio Ramos Jr., e andava nos forcados há 10 anos, ou seja, desde a menoridade… Segundo uma senhora, que se me apresentou como sendo mãe deste forcado, Pedro Primo não queria ir para a arena, naquele dia, mas “foi obrigado”.

 

Quem o obrigou? Quem o atirou para a morte? Esses, os que o obrigaram a atirar-se para a morte, são os que se regozijam com a morte destes infelizes, tanto quanto se regozijam com a morte dos Touros, pois se são eles que os atiçam, dizendo-lhes que são valentes e os lançam para as arenas!!!

 

E pensar que todas estas tragédias levam o carimbo do governo português!!!!!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:34

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Sábado, 16 de Setembro de 2017

MAIS UM FORCADO ATIRADO À MORTE POR AFICIONADOS

 

Atirado à morte por aficionados e aplaudido por sádicos, numa arena quase vazia, na Moita, mais um forcado morre de uma morte insana, inútil e inglória.

E é isto que querem elevar a património cultural

Não estava lá por obrigação, mas por devoção à barbárie.

A Lei do Retorno anda por aí, infalível e implacável…

É que Deus suporta os maus, mas não eternamente, já dizia Miguel de Cervantes, autor de «Dom Quixote de la Mancha», o qual viu os seus carrascos serem mortos, um a um.

Mais uma morte, carimbada pelo governo português.

Quantos mais precisarão de morrer, para que se acabe com esta estupidez?

 

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Morreu esta manhã, o forcado Fernando Quintela, que não resistiu às fortes hemorragias internas, que sofreu, ontem, quando o Touro que torturava, também ele com hemorragias internas, sofridas ao lhe serem espetadas bandarilhas, o colheu, em legítima defesa, em mais uma sessão de selvajaria na Moita.

 

Os tauricidas aproveitaram-se logo desta morte, para fazer propaganda à ganadaria que “forneceu” o Touro, para ser sacrificado em nome do vil metal e do sadismo, e ao grupo de forcados a que pertencia o falecido, que tinha apenas 26 anos.

 

Os aficionados atiraram mais um jovem para a morte, e estavam a aplaudi-lo quando foi colhido pelo Touro moribundo.

 

E do que é capaz um animal, seja humano ou não humano, quando está moribundo, e reúne as suas derradeiras forças para se defender!

 

Quantos mais terão de morrer?

Até quando?

 

E pensar que esta barbárie acaba de receber, por vias obscuras, 200 mil euros do Orçamento Participativo Portugal (OPP), para que continuem a morrer, insanamente, jovens forcados e toureiros e Touros e Cavalos… Se esta selvajaria vier a ser património, será o património da morte nas arenas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia e da imagem:

http://touroeouro.com/article/view/14915/faleceu-o-forcado-fernando-quintela

 

***

E NA MOITA É ASSIM…

 

Duas pessoas baleadas nas “festas” da Moita, no distrito de Setúbal.

Como se a morte do forcado Fernando Quintela já não bastasse, hoje, nas “festas” da Moita, duas pessoas foram baleadas, tendo sido transportadas para o hospital, informou fonte da GNR, sem adiantar mais pormenores.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária.

 

Fonte da notícia:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/865255/duas-pessoas-baleadas-nas-festas-da-moita

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

AO CUIDADO DO PS, PSD, CDS/PP, PCP E IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA QUE APADRINHAM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em consequência desse apadrinhamento existe uma fracção da população portuguesa mergulhada na maior miséria moral, cultural, social e educacional, que envergonha Portugal por todo o mundo, em todos os continentes, por onde o meu Blog navega…

 

Não vou pedir desculpa pelo lixo verbal dos comentários que aqui publico, porque esse lixo verbal é tão-só o resultado da política inculta dos partidos políticos que referi, apoiada pela igreja católica portuguesa, ao protegerem uma prática tão selvática, boçal e tosca, ao ponto de destruir o imo do ser humano, transformando os aficionados em seres desumanizados, sem capacidade para discernir entre o bem e o mal.

 

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Um pequeno preâmbulo à laia de explicação:

 

 A tauromaquia não é algo que tenha a ver com Poesia, Arte, Literatura, Música, enfim, com a Cultura Culta à qual pertenço, por isso, quando escrevo sobre selvajaria tauromáquica, utilizo termos adequados a essa conjuntura e chamo os bois pelo nome. Não podemos, de modo algum, olhar para um monturo e nele ver um jardim paradisíaco… Podemos?

 

Portanto, escrevi um texto sobre a morte de um forcado (ver link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

no qual chamei a atenção para a inutilidade destas mortes insanas e inglórias, fui simplesmente realista e utilizei os termos apropriados ao asselvajamento que é uma “pega”, apelando para a abolição desta coisa hedionda, cruel e imprópria de seres humanos.

 

Devido à falta de cultura, de discernimento, de lucidez e á boçalidade por parte dos aficionados, obviamente, estes nada entenderam do que leram (ou do que não leram) e partiram para a maior demonstração de estupidez que alguma vez eu já vi, ao ponto de me obrigarem a fazer um aditamento ao texto, advertindo que este não devia ser lido por estúpidos ou por quem sofre de iliteracia, porque não entenderiam nada.

 

Escusado será dizer que a advertência não foi compreendida e, meus senhores, da política e da igreja, recebi uma enxurrada de comentários, dos quais vos apresento esta amostra muito significativa e eloquente, cujo teor é praticamente igual ao de todos os outros comentários, que ficarão por publicar.

 

A selvajaria tauromáquica, sendo uma prática violenta e cruel, fabrica criaturas violentas e cruéis, broncas, grosseiras, do mais baixo nível moral e cultural, ordinárias, mal formadas, mentalmente deformadas, e porque não sabem Português, utilizam o aficionês, que é uma linguagem própria e exclusiva dos aficionados desta selvajaria, e caçadores, com a qual se comunicam entre eles; não sabem argumentar racionalmente, e assentam toda a sua afición na mais profunda ignorância e estupidez, uma ignorância e estupidez carimbada pelo PS, PSD, CDS/PP, PCP e igreja católica portuguesa.

 

Eis a espécie de portugueses que o governo português e a igreja católica portuguesa fabricam em Portugal, com o apoio que lhes dão. E que o mundo pasme, com tanta alarvice:

 

Maria Milho · Amigo/a de João Alfaro e 6 outras pessoas

És uma nojenta devias morrer com um corno enfiado no coração!!!!!

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Cristina Ana Cryz Es seca ... Vinda do inferno em corpo de humano .... Mas vai arder com o satanas...no inferno

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Miguel Figueira Esta Sra. só pode ser tratada por Sra. VACA e Sra. PUTA...o que uns preservativos tinham evitado...Ninguém pode dizer estas blasfémias e esperar continuar sem as ouvir....estes anormais que vem para aqui defender esta VACA asquerosa...reles...comunas de merda que vivem à pala dos meus impostos...São uns pelintras que não tem nada para fazer além de invejar a vida de outros...xuxas, comunas e esquerda caviar devia levar com ferros quentes pelo cu acima....

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415

 

Luis Menezes · 

Vaca nojenta, vem ao Alentejo para saberes o que é tortura. ...

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Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ja agora e já que nao tens tomates, cria coragem e desabafa essa tua histeria fundamentalista, cara-a-cara com a familia e amigos do Pedro Primo. Isso é que era! Demente

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Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ó Isabel, és uma ordinaria, anormal. Vai a Ponte de Lima que eles dão-te as boas vindas. Porca

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Antonio Batista Olha vai te pa puta que te pario o cabra de merda ....

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira se fosse a si não saia tão cedo a rua .

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Nuno Ferreira Não querendo fugir ao nível de inteligência aqui postados por VExa. Isabel A. Ferreira e Maria Helena. Não sei de onde vieram, de que planeta são mas, acreditar que são do mesmo planeta que eu, ( Planeta Terra ) só vos desejo que se cruzem com a família ou amigos do forcado Pedro Primo. Vocês não só, faltaram ao respeito para com a família do mesmo, como também a todos os aficionados! Vocês as duas não gostam mais de animais do que eu, e não me parece que sejam merecedoras de respeito por parte do dito ser Humano ( o qual vocês desrespeitam ) talvez a justiça do homem chegue até vós... Não têm nada para fazer? Filhos para cuidar? Marido, não? Pois o vosso perfil é de quem, precisa mas não têm", se não gostam de Tauromaquia simplesmente não se metam na vida alheia! Tentei abstrair ", talvez arranhar Homem! Aflição que vocês têm pelos animais" ajudem meu Deus"... Por favor alguém faça alguma coisa! Vocês não são mulheres com M e nunca vão ser... Literatura e língua portuguesa uiiii meu Deus"... Que se encontrem brevemente com alguém que vos acerte o passo. O país é pequeno e vocês merecem ❤️❤️

 

 

Paulo Graça foi fodida por um toiro e apaixonou-se tem vergonha grande puta agora baixei ao seu nivel vaca

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

 

Filomena Baptista Es mesmo uma grande puta e uma vaca como tu nem merece andar no cimo da terra estares a dizer essas coisas dos moços de forcados

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Tiago Mena Lei do retorno e fodida como vc disse n te esqueças ho velha

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Tiago Mena Por mim nao eu nao sou aficionado mas tamos a falar de um amigo e eu ao ver os comentarios dessa velha partiume o corçao Obs. Essa velha que nao saia a rua

 

Tiago Mena Nojenta velha carrancuda mete-te a frente de um toiro que nunca tenha visto um humano para veres o que ele te faz deviate nascer um pinheiro no cu burra do crl

 

António Potes Silva Santos Pessoas da tua laia oh velha de merda punhas a todas em auschwitz!!

 

Aderito Ferreira Mas eu ajudo a teres comentários, contribuo para a tua boa fama. A diferença entre uma máquina de fazer salsicha e a tua mãe é só uma, a máquina de fazer salsicha mete se a carne de porco/a e sai salsicha, no outro caso meteu se a salsicha e saiu uma porca... Primeiro estuda o toiro, aprende como vivem como são criados, depois aprende o que é tortura e tudo aquilo que falas, e depois então comenta seu ser insignificante, desumana, ordinária.... Não te desejo mal nenhum, apenas que quando chegar a tua hora que seja com um corno enfiado entre as pernas, assim ficavas feliz certamente.

 

Ana Paula Franco Franco Lembra-te que moras em Ovar ....tem cuidado com as palavras que publicas não vá algum touro bravo ai a Ovar dar-te algum par de marradas e coices ....

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José Paulo Cruz Bronca és tu minha vaca

Gosto

 

Aderito Ferreira O que tu queres é comentários ,fama , não olhas a meios para atingir teus objetivos, certamente nem sabes o que é realmente um toiro, não sabes que se terminares com as largadas o toiro bravo simplesmente deixa de existir, deixam de criar por ter pouca utilidade, desejares assim a morte a uma pessoa só prova a tua falta de mentalidade juntamente com quem te apoia, se o teu pai tivesse batido uma punheta pouparia mto dasss

Gosto

Comentário no post MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

 

Sua burrinha moribunda o forçado não tortura coisa nenhuma, só se for a mulher quando chega a casa com os copos.

 

Desconhecido a 7 de Setembro 2017, 14:27

 

 ***

E falta aqui um comentário que é a obra-prima da ordinarice, tão obra-prima, que de tão ordinário é impublicável, mas se os senhores da política e da igreja estiverem interessados em estudar o "fenómeno", eu enviarei o comentário.

BUDA.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017

MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

 

ADITAMENTO A ESTE TEXTO!

Este texto não deve ser lido por estúpidos ou por quem sofre de iliteracia! Não irão entender nada!

(7 de Setembro de 2017)

 

Morreu o forcado colhido pelo Touro que estava a torturar, e o qual, apesar de moribundo, conseguiu reunir derradeiras forças para se defender do seu carrasco, como é de seu direito e instinto.

 

Não aplaudo a morte de um carrasco. Obviamente. Mas também não a choro. O mundo libertou-se de uma criatura que passou a vida a torturar Touros moribundos. Não surpreende que tivesse acabado a vida deste modo, porque colheu simplesmente o que plantou.

 

FORCADO MORTO.png

Pedro Primo, à esquerda, não resistiu aos ferimentos…

Fonte da imagem:

http://www.jn.pt/local/noticias/beja/beja/interior/morreu-o-jovem-forcado-dos-amadores-de-cuba-ferido-durante-corrida-de-touros-8751039.html

 

O mais insólito disto tudo, é que esta e outras mortes como esta, levam o carimbo do governo português, que nada faz para abolir esta prática cruel e violenta, que mata animais não humanos (Touros e Cavalos) mas também animais desumanos (os seus carrascos), numa escalada de violência que, ultimamente, tem-se verificado com muita frequência.

 

O forcado Pedro Primo, que tinha apenas 25 anos, e pertencia aos Amadores de Cuba, morreu esta terça-feira, num hospital em Lisboa, depois de ter sido colhido por um Touro moribundo, que reuniu as últimas forças, para se defender, com bravura, do ataque selvagem e cobarde dos forcados.

 

Pedro Primo despedia-se das arenas no passado sábado, em Cuba (Beja), durante uma corrida de touros à portuguesa, a mais cruel, a mais selvática de todas as actividades tauromáquicas.

 

Se ao menos os pais do Pedro lhe tivessem incutido valores humanos quando era criança... O que fazem os pais aficionados? Incitam as crianças a tornarem-se violentas e cruéis, inúteis, parasitas da sociedade. E isto tudo com o aval dos governantes e dos responsáveis pela Protecção de Menores...

 

O forcado, que sofreu lesões no fígado, foi transportado para o Hospital de Beja, onde foi submetido a várias transfusões de sanguíneas ao ponto de esgotar o banco de sangue do hospital, sendo mais tarde transferido de helicóptero para o Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde acabou por morrer.

 

Escusado será dizer que todas as despesas foram pagas com os nossos impostos.

 

É de lamentar que ninguém aprenda nada com estas mortes inúteis,   insanas e inglórias.

 

Ao Pedro Primo já não poderemos perguntar se valeu a pena andar a torturar touros, cobardemente, para morrer sem glória, numa arena, rodeado e aplaudido por sádicos.

 

Lamento a inutilidade da sua vida, e ainda mais a insanidade da sua morte.

 

Mas aos outros forcados, pergunto: vale a pena semear violência?  É que os carrascos não terminam a vida tranquilamente, deitados na relva de um jardim, porque não o merecem. A Lei do Retorno é infalível e implacável. E colhemos sempre aquilo que semeamos.

 

Mais uma morte, na longa lista de mortos e estropiados nestas práticas violentas e cruéis, avalizadas pelo governo português.

Quantos mais precisarão de morrer, para se acabar com isto?

 

Isabel A. Ferreira

***

Post Scriptum:

(20 de Setembro de 2017)

 

Pedro Primo, que fazia a última pega quando morreu, vivia num quarto alugado em casa de amigos e não tinha ligações à família. Dizem que teve uma infância difícil, trabalhava no campo para um empresário da tauromaquia, de nome Inácio Ramos Jr., e andava nos forcados há 10 anos, ou seja, desde a menoridade… Segundo uma senhora, que se me apresentou como mãe deste forcado, Pedro Primo não queria ir para a arena, neste dia, mas “foi obrigado”. Quem o obrigou? Quem o atirou para a morte? Esses sim, são os que se regozijam com a morte destes infelizes, tanto quanto se regozijam com a morte dos Touros. O que lhes interessa é que possam continuar a viver à tripa forra, à custa dos nossos impostos e da ignorância do povo.

 

***

Ainda sobre esta matéria podem ler:


COM ESTE TEXTO RESPONDO A TODOS OS COMENTÁRIOS INSANOS E DIFAMATÓRIOS QUE RECEBI A PROPÓSITO DA MORTE DO FORCADO DE CUBA

 

AS LÁGRIMAS DE CROCODILO DOS QUE LEVARAM À MORTE O FORCADO PEDRO PRIMA

 

 

AO CUIDADO DO PS, PSD, CDS/PP, PCP E IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA QUE APADRINHAM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:04

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

«BARRANCOS E A VERGONHOSA "TRADIÇÃO"»

 

A selvajaria tauromáquica continua em Barrancos, com o apoio da igreja católica e do governo socialista.

 

Não esquecer que os touros de morte foram introduzidos em Barrancos, em 2002, por Jorge Sampaio (socialista) na qualidade de presidente da República.

 

E pensar que andaram a cometer um regicídio para implantar em Portugal uma República das (e dos) Bananas!!!!! (***)

 

BARRANCOS.jpg

Esta imagem diz tudo sobre o atraso mental de todos os envolvidos nesta prática, desde os que matam, aos que apoiam, aos que aplaudem e aos que dão o seu aval. E veja-se o sofrimento atroz do touro, estampado naquele olhar desesperado... Apenas os desalmados, desprovidos de essência humana, pactuam com este horror.

 

O texto que se segue é da autoria de Rui Palmela

 

«Mais uma vez se realiza na vila alentejana de Barrancos, em finais de Agosto, a festa religiosa que culmina sempre num espectáculo sangrento, frente à capela, com a morte de 3 toiros numa arena improvisada onde o povo vibra de satisfação aplaudindo a barbárie que ali se realiza em “honra de Nª Srª da Conceição”. E a Igreja não reprova ou fica em silêncio cometendo seu “pecado de omissão” ...

 

O espectáculo violento dura 3 dias onde se cumpre um ritual demoníaco de matar um touro por cada dia, “estoqueando” o animal que acaba caindo no chão mergulhado numa poça de sangue. Depois de morto, ou sofrendo horrivelmente sem se poder mexer, os ‘heróis’ da festa cortam-lhe as orelhas, o rabo e as patas como ‘troféus’, enquanto o toiro é arrastado pelo chão, já cadáver, acabando finalmente por ser esquartejado e distribuído pela população como manda a ‘tradição’.

 

Toda esta selvajaria é possível ainda em pleno século XXI com a aprovação do governo português que em 2002 criou uma famigerada “lei de excepção” que garante esse ‘direito’ do povo barranquenho realizar um espectáculo abominável apesar da forte contestação por parte das organizações de Protecção Animal e uma Lei que vigora desde Maio/2017 que reconhece os animais como seres sencientes dotados de sensibilidade e não ‘coisas’ como eram considerados antigamente.

 

Entretanto o PAN (Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza) deverá apresentar na AR uma proposta de lei para proibição destes espectáculos de morte no país, tal como as touradas deviam ser proibidas e transmitidas pela televisão. E já agora cortar todos os subsídios de apoio à Tauromaquia que deve ser suportada apenas pelos seus aficionados e não por todo o povo português que na sua maioria condena toda esta situação.

 

Pausa para reflexão!

 

Rui Palmela»                                                                                

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212176718524673&set=pcb.10212176729004935&type=3&theater

 

 

(***) Denomina-se República das Bananas um país ou região em que há corrupção e desrespeito pela legalidade e interesse público, expressão originalmente aplicada a países latino-americanos ou terceiro-mundistas, mas que se encaixa na perfeição a um Portugal que, fisicamente, é europeu, mas cerebralmente é latino-americano e terceiro-mundista, nestes detalhes grosseiros, até na língua que os actuais republicanos bananas (= gente sem atitude e sem coragem) decidiram importar e impingir aos portugueses.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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