Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017

ESTA É A HUMANIDADE DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS

 

Que maravilha! A alegria deste elefantinho é comparável à de uma criança humana....

E dizer que a besta humana anda a exterminá-los em nome de uma infinita estupidez!!!!!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:46

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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2016

«NEM DE BURRO, NEM DE FERRARI»

 

A estupidez da iniciativa do PSD é tão grande que nas redes sociais as reacções não se fizeram esperar.

 

Uma delas foi a do PAN, com a qual concordo plenamente.

 

NEM DE BURRO.jpg

 

Pois a notícia desastrosa é a de que o PSD pretende recriar uma corrida entre um Burro e um Ferrari, em Lisboa, com o objectivo (e pasmemo-nos) de alertar para a falta de mobilidade na cidade, como se os Burros fizessem parte do seu dia-a-dia.

 

O PAN reagiu deste modo:

 

«O ‘Circo de Rua’ organizado e anunciado pelo PSD vem uma vez mais demonstrar que existe um claro desencontro entre a evolução ética e civilizacional e as práticas partidárias em Portugal, facto que obviamente se reflecte na falta de visão política quanto à protecção dos Direitos dos Animais.

 

Se o problema é a mobilidade, temos uma solução a propor à organização do dito evento: vão antes de bicicleta.

 

Pensar a mobilidade é reflectir sobre a criação de infra-estruturas adequadas, a requalificação dos espaços públicos, a criação de espaços de lazer para tod@s, a idealização de modelos de transporte em que as energias limpas e renováveis sejam de facto o seu motor de desenvolvimento.

 

Estamos cá para contribuir para essa reflexão. Rejeitamos veementemente a utilização de animais nestas acções de campanha.

 

Quanto ao Ferrari, Lisboa agradecerá a densa nuvem de carbono emitida pelo automóvel.»

 

PAN - A causa de tod@s»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852.1073741876.890462117681551/1218349828226110/?type=3&theater

 

 

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando oficialmente em vigor em Portugal, e atenta contra a legítima Língua (Oficial) Portuguesa, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

 

***

Pois concordo plenamente com o PAN: nem de Burro, nem de Ferrari.

 

O Burro não pertence à cidade.

O Ferrari é um agente poluente da cidade.

 

Pois há formas mais inteligentes de alertar para a falta de mobilidade em Lisboa.

 

Não é com Burros e Ferraris, um animal e uma máquina, que nada têm a ver um com o outro.

 

Além disso, com esta iniciativa parva, o PSD só demonstra o seu desrespeito pelos Portugueses, desrespeitando o direito dos Burros, um animal sensível e bastante mais inteligente do que os promotores de tamanha estupidez.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:34

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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2016

ISTO É A ESTUPIDEZ DA TOURADA À CORDA

 

Turista foi gravemente colhida numa tourada à corda na Ilha Terceira (Açores - onde mais poderia ser?)

 

É triste, muito triste, esta "diversão" de broncos!

 

Se estivessem a ouvir o Zé Cabra a cantar, seria muito mais cultural... e ninguém sairia dali quase morto… a não ser de riso…

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:31

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Domingo, 29 de Maio de 2016

UMA VEZ MAIS OS AÇORES NO CENTRO DAS ATENÇÕES PELOS PIORES MOTIVOS

 

Desta vez foi na freguesia dos Ginetes, concelho de Ponta Delgada, ilha de São Miguel

 

Esta noite, por pura MALDADE, esticaram uma corda de uma ponta à outra da estrada e amarraram uma galinha a meio da corda, de cabeça para baixo.

Várias pessoas já denunciaram esta barbaridade à GNR.

Vamos ver o que acontece. Ou se não acontece nada.

 

13265926_1157277777647741_4357351253419853957_n[1]

E se pendurássemos os autores deste acto cruel e bárbaro, que só demonstra a incultura, a imbecilidade, a ignorância, a falta de humanidade e racionalidade de quem o cometeu, numa corda de cabeça para baixo? Será que gostariam? Talvez não, mas mereciam.

 

Dos Açores, pela pena de uma açoriana, chegou-me mais esta barbaridade:

 

«Isto aconteceu junto à igreja dos ginetes... Não faço ideia quantas horas o pobre animal lá ficou, mas sei que esse tipo de atitudes me dão náuseas e vontade de ofender sem parar.

 

Fazer isso aos animais a troco de divertimento (?) é estupidez.

 

Deparei-me com essa fotografia num grupo. Pelo que li, havia três rapazes sentados ao lado, e por essa razão, a pessoa que presenciou esta barbaridade não soltou o animal, nem tão pouco ligou às identidades competentes. Não sei o fim do animal

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1157277777647741&set=a.566657966709728.1073741830.100000965906315&type=3&theater

 

***

Repararam, açorianos?

«Fazer isso aos animais a troco de divertimento (?) é estupidez.» E desta vez, não fui eu que o disse.

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Sexta-feira, 11 de Março de 2016

A ESTUPIDEZ TAUROMÁQUICA NÃO TEM LIMITES

 

A estupidez da tauromaquia no seu auge. Ninguém faz nada para ajudar. Gostam de ver sofrer o Touro, ma também o toureado. Se o fulano morrer, morreu. Que importância tem a morte, para "gente" assim, tão mentalmente pobre?

No dia seguinte, estão a fazer o mesmo. Enterra-se um... venha outro…

A estupidez da violência é a marca da ilha…

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:49

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015

O TOURO QUE SE DEFENDEU COM VALENTIA

 

Eis a ESTUPIDEZ no seu estado mais puro.

 

É tempo de acabar com este tipo de "divertimento" BÁRBARO.

 

Lamento pelo Touro, que foi torturado e abatido cruelmente, e pelo Cavalo que sofreu horrores nesta "lide" de doidos.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:10

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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015

TOURADA À CORDA NOS AÇORES… PATRIMÓNIO DE QUÊ??????

 

Bem… é sabido que os idiotas são tão idiotas que pensam que o resto do mundo é todo idiota também…

 

Nos Açores, ainda andam a ruminar a ideia de apresentar à UNESCO, a parvoíce da tourada à corda (uma variante da tauromaquia) como património cultural imaterial da humanidade, como se a UNESCO fosse um organismo constituído por idiotas.

 

18719331_GveT2[1].png

 

UNESCOMANIA?

Um texto de Teófilo Braga para recordar neste link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/unescomania-567539

 

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«O que falta fazer para a candidatura avançar:

 

- inventariar o número de feridos e mortos, bem como as despesas públicas associadas;

 

- inventariar os apoios oficiais às entidades organizadoras de touradas e aos criadores de gado;

 

- obter uma cópia de todos os vídeos das marradas que serão um anexo muito útil para a Unesco se pronunciar com conhecimento de causa».

 

Fonte:

https://www.facebook.com/630429840448218/photos/a.630448047113064.1073741827.630429840448218/738521112972423/?type=3&theater

 

***

A estupidez é como a sarna: prega-se à pele, mas com a diferença de que a sarna cura-se, e a estupidez não.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:42

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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2015

NA MOITA MORRE-SE ESTUPIDAMENTE, MAS A “FESTA” PARVA CONTINUA…

 

Foi sempre assim…

 

 

Rezam as crónicas que, neste ano de 2015, morreu um indivíduo de cerca de 70 anos e 17 ficaram feridos, nas largadas de Touros na Moita em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem

 

Mais uma Nossa Senhora a ser celebrada com sangue…

 

Clarisse Santos, da Comissão de Festas, lamentou a grave colhida que resultou numa morte, mas explicou (como se a morte estúpida de alguém pudesse ser explicada) e defendeu (como se a estupidez pudesse ser defendida) que as largadas de Touros são uma “tradição” para manter nas festas da Moita, até porque o resto das largadas, ainda que com 17 FERIDOS decorreu dentro da normalidade.

 

Ou seja, no ano passado também morreram dois indivíduos durante as largadas das Festas da Moita depois de terem sido colhidos por Touros e foi tão normal, tão normal que este ano repetiu-se a façanha.

 

 

Repare-se na NORMALIDADE da cena. O que aconteceu ali? Nada. Morreu alguém? O que importa? A “festa” deve continuar. Não é assim, senhora Clarisse? É tradição MORRER-SE na Moita, por tão pouco...

 

A organizadora desta “festa” parva defende-se dizendo que para além do espaço das largadas estar vedado e o perigo assinalado (estará?) conta com bombeiros em vários pontos da avenida, para assistir os feridos em caso de necessidade, e com uma equipa médica em permanência durante as largadas, como se as largadas fossem um estado de catástrofe iminente, provocado pela previsão de um terramoto.

 

E quem paga tudo isto?

 

Obviamente todos nós, com os nossos impostos.

 

E tudo para que um punhado de sadomasoquistas se divirta…

 

Pois, senhora Clarisse, não há que lamentar coisa nenhuma, quanto ao que se passou na Moita com os que se deleitam a atormentar Touros, e levam a pior, porque os Touros têm toda a legitimidade de se defenderem, e matar ou estropiar os seus carrascos.

 

Qualquer um de nós o faria também se estivesse no lugar do Touro.

 

Temos de lamentar é o facto de o governo português permitir que esta selvajaria AINDA aconteça no Século XXI da era Cristã.

 

Será que ninguém ainda se apercebeu de que já não estamos mais no tempo das trevas?

 

Pobres mentes que vivem nas mais profunda ESCURIDÃO!

 

O que acabámos de ouvir é a estupidez no seu estado mais puro, com o supremo aval do governo português. Isto só na Moita. Isto só em Portugal! Isto só num país onde não se tem a noção do ridículo.

 

Não aprenderam nada, com as mortes já “morridas”. Morra quem morrer.

 

Mas a culpa é das autoridades locais e nacionais, que permitem estes verdadeiros suicídios, porque só está ali quem quer e bem PROTEGIDO por uma lei idiota.

 

Para o ano haverá mais desta "festa" parva. Morra quem morrer. Não é assim, senhora Clarisse?

 

O que importa uma vida, duas vidas ou todas as vidas?

 

Que estes vídeos corram mundo, e permitam que a morte deste indivíduo (que já a desafiou várias vezes, e Nossa Senhora da Boa Viagem, este ano, decidiu fazer-lhe a vontade) não tenha sido em vão.

 

Deixem que se mostre ao mundo o que o governo português permite acontecer na Moita.

 

E que esta possa ser a ÚLTIMA MORTE.

 

Só assim, este indivíduo que morreu tão estupidamente, graças a um costume bárbaro entranhado na pele dos que nasceram na Moita, poderá descansar em PAZ, lá… onde agora estiver…

 

A largada de touros, bem como todas as modalidades da selvajaria tauromáquica são a tradição dos broncos, a cultura dos ignorantes, a arte dos imbecis e a identidade cultural dos incultos, que os retrógrados governantes portugueses irracionalmente legitimam…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:51

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2015

«QUERIDOS DEFENSORES DA QUEIMA DO GATO»

 

Um excelente texto de uma magnífica jornalista

 

QUEIMA DO GATO.png

Por Filomena Marta

 

(Dedicado muito especialmente a Eduardo Cintra Torres, à CMTV e ao seu dedicado pivot João Ferreira, que até mencionam sociologia e simbologia, como se soubessem com propriedade do que estão a falar)

 

Ora vamos lá ser politicamente incorrectos! Queimar gatos, enterrar galos vivos, lançar cristãos aos leões, queimar bruxas na fogueira, chicotear escravos, enterrar farpas em touros, matar elefantes e rinocerontes pelo marfim e chifres, comer gatos e cães (e outros animais), esfolar animais vivos para lhes tirar o pêlo, espancar focas até à morte, chacinar golfinhos e outras atrocidades NÃO É TRADIÇÃO, É ESTUPIDEZ E DESUMANIDADE.

 

O que na verdade está a tornar-se tradição é usar a palavra tradição como desculpa para as mais variadas barbaridades, próprias de idades medievais, de idades das trevas, quando o Homem era inculto, analfabeto, iletrado, alarve, porco, tinha piolhos e comia com as mãos.

 

O que teimam em fazer, analfabetamente, é confundir tradição com tradicionalismo, sendo este o “apego às tradições ou aos usos antigos; doutrina que faz da tradição a fonte e o critério da verdade”.

 

Os tradicionalistas são os partidários do tradicionalismo, não da tradição no que realmente refere o seu conceito. A tradição, na sua génese, evolui pari passu com a evolução dos povos. Foi essa evolução da tradição que terminou com fenómenos bárbaros como a escravatura, a queima das bruxas, a morte dos cristãos na arena e irá inevitavelmente terminar com fenómenos tradicionalistas que perduraram até aos nossos dias e que cada vez mais são renegados pelas sociedades evoluídas, como as touradas e os maus-tratos contra pessoas e animais. Ficam assim pequenas ilhas de tradicionalistas, que recusam a evolução usurpando para isso a palavra “tradição”.

 

“O gato não morreu” é a frase emblemática que parece coroar a diversão mal disfarçada de criaturas pouco lúcidas e ainda menos racionais que abusam de um meio como a televisão para defender o indefensável. Para mais enganando o público, deliberada e estupidamente, pois apresentam duas imagens totalmente díspares e diferentes daquilo que supostamente seria o mesmo gato: o usado e fotografado dentro do pote de barro com a boca tapada com rede para que o infeliz animal não possa escapar, que é claramente um gato preto e branco, e o gato supostamente sobrevivente incólume da barbárie, filmado numa atitude tranquila e feliz, e que é claramente um colorpoint, ou seja, um gato de pelagem parecida com a raça siamesa. A isto, meus senhores, chama-se aldrabar, atirar areia para os olhos e tapar o sol com a peneira. Apanha-se muito mais depressa um mentiroso do que um coxo, já diz o povo e aí sim, com a sabedoria da tradição.

 

Mas antes de passar para a discussão sobre a tradição propriamente dita, e a forma como está a ser desavergonhadamente usurpado e deturpado o seu significado, passemos em revista as alarvidades ditas pelos habitantes da já tristemente famosa Vila Flor (ou nas sábias palavras do pivot da CMTV “a indignação das pessoas desta localidade com a reacção de crítica generalizada” (nota prévia: se é uma crítica generalizada serão estes habitantes trogloditas que estão certos e todos os outros milhares de pessoas estão erradas?):

 

“Emprestei porque é uma tradição e gosto”.

 

“Nunca ninguém matou um gato, às vezes o gato vinha assim um bocadinho chamuscado, mas quase nada… o meu por acaso nunca “vieram” (atente-se ao “meu” e “vieram”) e eu não tive problemas em emprestar o gato (atente-se ao “emprestar”), porque o gato ninguém lhe faz mal ao gato.”

 

“A queima do gato que é uma tradição que já vem dos meus pais, dos meus avós, a gente nem sabem quando é isto vem… e nunca tivemos problemas.”

 

“Para mim é uma tradição, num é? (algo imperceptível) não morre, o gato não “morrem” (mais qualquer coisa imperceptível) é a queima do gato, mas o gato não morre, o pote cai ao chão e escapa-se… ao saltar pó chão… ao cair o… tá metido dentro do barro, num é? Portanto ao chegar ao chão (mais umas coisas atrapalhadas) aquilo parte e o gato raspa-se logo.”

 

“Atão não morrem… atão se morressem não tinha graça nenhuma, porque o que mete graça é a gente andar ali perto do gato e ele, e ele a a fugir…”

 

E vai daí diz o sorridente pivot: “(…) e o Eduardo tem aqui uma expressão muito engraçada, ‘as redes sociais em fogo queimaram mais os foliões do que os foliões o gato’…”

 

Sorrisos, expressões engraçadas e foliões, eis várias coisas que colidem com uma questão grave, por muito politicamente correctos que desejem ser, por muito insensíveis que se queiram assumir, por muito inteligentes que queiram parecer, com assumpções de sabedoria sociológica e simbólica. Estas demagogias caem por terra apenas com a simples frase “atão se morressem não tinha graça nenhuma”, o que explica liminarmente que esta é uma questão de pura diversão. Ninguém sabe por que é feito, é feito porque sim, porque nem se sabe quando começou, porque os diverte. Expliquem os sábios pivots, comentadores e sociólogos onde se encaixa a “tradição” nisto.

 

Nenhum animal, incluindo o ser humano, reage bem ou prazerosamente a estas quatro coisas, isoladamente e muitos menos simultaneamente: ser enfiado num recipiente encurralado de forma a não poder escapar, sofrer uma queda abrupta de grande altitude, seguida de um estrondo violento e estilhaçar do recipiente onde está encurralado, ter fogo no corpo. É TÃO SIMPLES COMO ISTO! Não existe qualquer ser vivo senciente que retire prazer de uma situação destas, e todo e qualquer ser vivo senciente sente medo, terror e fica traumatizado com uma situação destas.

 

Se fizessem isto a qualquer um dos habitantes alarves e acéfalos desta localidade, gostaria de ver qualquer pessoa - jornalistas, comentadores, sociólogos e simbologistas incluídos, e até os desafio a fazê-lo - a dizer que essa criatura (mesmo acéfala como demonstra ser) não sofre.

 

Mas claro que, ainda por cima, se deve juntar a isto a particularidade de a criatura não o fazer por vontade própria, mas sim porque é enfiada à força e obrigada a sofrer o suplício. Ou vão dizer a seguir que o gato entrou sozinho no pote (e a rede presa à boca do pote é só para o aconchegar), e ronronou de prazer antecipado, sabendo perfeitamente o que lhe ia acontecer?

 

Só uma pessoa totalmente desprovida de cérebro pode defender uma coisa destas, atribuindo-lhe estatuto de tradição.

 

Que fique bem clara a definição de tradição, que em rigorosamente nada se enquadra em rituais macabros de divertimento colectivo… pois então terão também de considerar a bruxaria e o voodoo como “tradições”.

 

“Tradição: (do Latim traditione, entrega), s. f. acto de transmitir ou entregar; transmissão oral de lendas, factos, etc., de pais para filhos; transmissão de valores espirituais de geração em geração; conhecimento ou prática que provém da transmissão oral ou de hábitos inveterados; hábito; uso; notícia de um facto transmitido oralmente ou por testemunho que livros, sucessivamente publicados, confirmam; recordação; memória.”

 

Uma tradição explica-se. Uma tradição é referenciável no tempo. Mesmo que queimar um gato um dia tivesse sido uma tradição, a partir do momento em que a memória se esvai e se perde o sentido e significado essa tradição está morta. A partir daí torna-se apenas e tão só um acto de pura diversão e entretenimento macabro de populações retrógradas e desprovidas de cultura e inteligência.

 

in

http://animasentiens.com/queridos-defensores-queima-gato

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:03

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Terça-feira, 30 de Junho de 2015

ONG OBTÉM IMAGENS INÉDITAS ONDE TOUROS SÃO TORTURADOS E ASSASSINADOS EM ESPANHA

 

A ESTUPIDEZ dos animais humanos irracionais no seu estado mais puro.

 

É esta barbárie que o governo fascista de Espanha, a igreja católica de Espanha, e a os reis de Espanha apoiam, fomentam e aplaudem.

 

Quando pensamos que já vimos tudo, aparece sempre algo que nos surpreende.

 

O animal-homem, irracional e predador, tem uma capacidade infinita para a ESTUPIDEZ!

 

 

Ver as imagens inéditas neste link:

http://direitosdosanimais.org/website/noticia/show.asp?pgpCode=2CD4CD25-B0B7-076F-9EAB-4BFD32907547#.VZBmWzTyOUg.facebook

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:06

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