Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

PUNIÇÃO PARA OS RESPONSÁVEIS PELOS EVENTOS ILEGAIS NAS FESTAS DE BENAVENTE

 

Assinem aqui a petição, por favor. O texto abaixo diz tudo o que há a dizer.

 

Em ano de eleições, os políticos são capazes de fazer ou deixar fazer tudo e mais alguma coisa, para captarem a simpatia do povo INCULTO.

 

Não podemos deixar que a IMPUNIDADE se instale em Portugal…

PETIÇÃO:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86130&fb_action_ids=1687102677970484&fb_action_types=og.comments

 

image.jpg

 

«Para: Presidente da AR e Deputados

 

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República

Exmos. Srs. Deputados/as

 

Excelências

 

Na madrugada do dia 23 de Junho de 2017, realizaram-se as Festas da Amizade em Benavente, com o anúncio nas páginas oficiais da Câmara Municipal do respectivo programa onde eram anunciados "Touros de Fogo" e "Picarias".

 

Dado que nem o evento de "Touros de Fogo", nem as "Picarias" fazem parte da tradição tauromáquica portuguesa, mas sim uma imitação espanhola, mais precisamente da zona de Valência (no caso do 1º) e aí mesmo já sobejamente contestada pela barbaridade e violência que encerram, juntando-se o facto de não ter havido um parecer favorável da DGAV, nem o IGAC ter sido consultado para tal fim, estes dois eventos são, como é óbvio, ilegais e nunca poderiam ter acontecido.

 

Atear fogo às hastes de um bovino é uma prática dolorosa de extremo maltrato que jamais será tolerada pela maior parte da nossa sociedade mais consciente e compassiva.

 

Quanto às "Picarias", integradas na "Sortes de Varas", proibida pelo artigo 3º, 3 da Lei nº 92/95 de 12 de Setembro, com redacção actualizada pela Lei nº 19/2002 de 31 de Julho, só poderiam ter acontecido, caso tivessem sido consideradas excepções, segundo o disposto no artigo 3º, 4 e se estas práticas se tivessem mantido ininterruptamente durante os 50 anos anteriores à entrada em vigor do referido diploma, segundo o qual ainda teria que ser a Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) a verificar os requisitos legais para a devida autorização.

 

Perante o exposto, verificaram-se não só no caso do "Touro de Fogo" como também das "Picarias", duas grave ilegalidades que devem ser analisadas em conformidade.

 

Dado que a Câmara Municipal de Benavente anunciou horas antes do "Touro de Fogo" que este tinha sido cancelado e o comando da GNR assegurou o mesmo, consideramos que tanto uma como outra, teriam obrigação de ter impedido que a comissão de festas tivesse levado a cabo tal evento, mas não o fizeram e após a contestação pública, ainda permitiram que se realizassem as "Picarias", demonstrando assim um lapso grave de autoridade, incumprimento da legislação em vigor, bem como o desrespeito pelos cargos que ocupam e que devem ser regidos de forma honesta para com os cidadãos deste país.

 

Vêm portanto os abaixo assinados, exigir a Vossas Exas punições exemplares para a Câmara Municipal e GNR e o sério compromisso de que jamais estes eventos se realizarão no Concelho que superintendem.

Solicitamos também que seja uma força policial isenta e estranha à região a identificar os componentes da comissão de festas e os intervenientes dos dois eventos "Touro de Fogo" e "Picarias" que figuram nos vídeos e fotos que circulam na Internet e que tanto a Associação Animal, como o PAN, alguns cidadãos e até a SIC dispõem.

 

Solicitamos ainda a Vossas Exas que jamais em terras portuguesas estes eventos bárbaros aconteçam, como se têm verificado em alguns lugares, com a complacência das autoridades locais.

 

Gratos pela vossa atenção e aguardando uma clara definição sobre este caso que tanto nos indigna.

 

Grupo Anti Tourada de Viana do Castelo,

Grupo de cidadãos»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:40

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Sábado, 23 de Agosto de 2014

UM RECADINHO PARA O JOSÉ CARLOS DURÃES (VIANENSES PELA LIBERDADE)

 

José Carlos Durães, porta-voz dos “Vianenses pela Liberdade” (leia-se bárbaros do sul), metam a violinha no saco, e vão para MARTE realizar a vossa selvajaria tauromáquica.

 

Em Viana do Castelo, nem no dia 24 de Agosto, nem no dia 7 de Setembro, nem NUNCA MAIS.

 

O povo MINHOTO não é IDIOTA, nem gosta de idiotices, e muito menos de IDIOTAS.

 

ooo

COMUNICADO DOS FALSOS VIANENSES OU A ANEDOTA DO ANO

 

CORRIDA DE VIANA DO CASTELO ADIADA PARA 7 DE SETEMBRO

 

«Devido a problemas administrativos criados pela CM de Viana do Castelo este Movimento vem comunicar o adiamento da corrida de Viana para o dia 7 de Setembro, no mesmo local (Darque, junto à antiga seca do bacalhau), à mesma hora (17h), com o mesmo cartel.

 

Os bilhetes já vendidos são válidos para esta nova data. Quem pretender a

devolução dos dinheiro do bilhete deve fazê-lo no local onde realizou a compra.

 

O presidente da CM de Viana do Castelo continua a agir de má-fé, a cometer ilegalidades e a atacar os direitos e liberdades dos cidadãos de Viana do Castelo, envergonhando a cidade de Viana. A legalidade e a liberdade serão repostas e no próximo dia 7 de Setembro com a terceira corrida da Liberdade.

 

Movimento Vianenses pela Liberdade»

 

***

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo não fez mais do que CUMPRIR A LEI, como é de seu DEVER.

 

No dia 7 de Setembro não vai haver selvajaria, porque se não houver FISCALIZAÇÃO OFICIAL, haverá FISCALIZAÇÃO OFICIOSA À ARENA AMOVÍVEL, e depois agir-se-á em CONFORMIDADE.

 

Ou o RET é cumprido na ÍNTEGRA, ou a SELVAJARIA terá de voar para o Planeta Marte.

 

Entretanto, o Comandante da PSP de Viana do Castelo diz que «não estão reunidas as condições para realizar a tourada após a rejeição liminar, pela Câmara Municipal Vianense, do licenciamento de uma praça amovível, por incumprimento formal do processo», por não apresentarem cópia da apólice de seguro de acidentes pessoais, um elemento fundamental, exigido por lei. MAS HÁ MUITO MAIS a apresentar e a CUMPRIR.

 

O comando distrital já foi informado da decisão da autarquia.  

 

O comandante distrital da polícia referiu que neste tipo de evento «é obrigatória a presença de um elemento das forças de segurança para que o director da corrida, nomeado pela Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) possa dar início à “espectáculo” (leia-se selvajaria tauromáquica, espectáculo é outra coisa, não implica tortura de seres vivos).

 

Uma vez que não há autorização da autarquia, a PSP não irá comparecer no local. Será apenas destacado um dispositivo, por razões de alteração da ordem pública, já que está marcada para aquele local, uma manifestação anti-touradas.

 

As manifestações anti-touradas são pacíficas e como diz o Dr. Vasco Reis, Médico Veterinário (o único em Portugal que se bate pela causa da abolição desta selvajaria):

 

«Um BRAVO SOLIDÁRIO a quem tem a possibilidade de se manifestar contra a exploração e massacre de animais e o faz, por exemplo, contra a tauromaquia

 

 Comprova consciência, compaixão, sentido de ética, convicção, coragem, frontalidade, espírito de missão, disponibilidade.

 

Se não conseguir convencer ignorantes ou empedernidos, aficionados e outros, talvez os faça pensar e demonstra ali a quem passa e aos MEDIA, ao país e ao mundo, que se está contra esta tortura.

 

Manifestações são ponto de encontro de gente solidária e generosa e fortalecem e elevam o espírito de missão.

 

Contribuem e muito para o despertar de consciências e para a evolução de mentalidades »

 

José Vieira da Cruz, responsável da PSP de Viana do Castelo adiantou que vai continuar a aguardar pelo desenrolar deste processo uma vez que admitiu que a organização da tourada possa vir a «desencadear diligências com vista à legalização da tourada».

 

Ora a selvajaria tauromáquica não poderá realizar-se, porque é completamente IMPOSSÍVEL cumprir TODOS OS REQUISITOS EXIGIDOS no RET.

 

Aliás, em Portugal, todas as iniciativas tauromáquicas são ilegais. Não cumprem os requisitos OBRIGATÓRIOS, mas são licenciadas com a CUMPLICIDADE DO IGAC e afins…

 

(Esta é uma questão para denunciar a uma autoridade competente).

Sim, porque até para TORTURAR há regras que NUNCA SÃO CUMPRIDAS.

 

Esta decisão da Câmara Municipal de Viana do Castelo terá de ser comunicada à Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC), à Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), PSP, ASAE e ao Ministério da Administração Interna e Secretaria de Estado da Cultura, para que estas entidades, de acordo com a legislação, façam cumprir a decisão».

 

FAÇAM CUMPRIR A DECISÃO E FISCALIZEM O LOCAL.

 

SE AS AUTORIDADES COMPETENTES NÃO O FIZEREM, HAVERÁ A FISCALIZAÇÃO OFICIOSA, QUE DARÁ CONTA DAS ILEGALIDADES COMETIDAS POR UNS… (OS QUE PREVARICAREM AO REALIZAR A SELVAJARIA) E POR OUTROS… (OS QUE NÃO FIZEREM CUMPRIR A LEI).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:50

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Sábado, 28 de Junho de 2014

NOVO REGULAMENTO TAUROMÁQUICO ESTABELECE NORMAS DE BEM-ESTAR ANIMAL? ISTO SÓ PODE SER UMA PIADA DE MAU GOSTO…

 

A Jus Animalium - Associação de Direito Animal tornou público um texto onde diz esta coisa absurda: «Inédito em Portugal! Novo Regulamento Tauromáquico estabelece normas de bem-estar animal.»

 

 

São estas as normas do bem-estar animal que vemos na imagem?

 

Uma tourada será sempre uma tourada com tortura de um ser vivo. Nada poderá mudar essa triste realidade. Nenhum RET torná-la-á menos bárbara. Nunca!

 

 

Primeiro: inédito, inédito, em Portugal, seria a Abolição da Tauromaquia, o único caminho que levaria ao bem-estar animal.

 

Segundo: o novo Regulamento Tauromáquico estabelece, no artigo 51, unicamente o modo cruel com que há-de torturar-se os bovinos.

 

Terceiro: nenhum organismo, que seja verdadeiramente defensor dos Direitos dos Animais, poderá estar de acordo com um regulamento que não reconhece os Bovinos e os Cavalos como seres sencientes, pertencentes ao Reino Animal, e elabora umas tantas regras para os torturar.

 

Diz a Jus Animalium:

 

«O recente DL n.º 89/2014, de 11 de Junho, aprovou o novo Regulamento do Espectáculo Tauromáquico (RET), que entrará em vigor no dia 11 de Agosto de 2014 (60 dias contados desde a data da sua publicação).

 

Esse diploma procede à revogação expressa do actual RET, aprovado pelo Decreto Regulamentar n.º 62/91, de 29 de Novembro, diploma este que, em quase 23 anos de vigência, não sofreu qualquer alteração, apresentando-se desfasado da necessária composição de interesses e sensibilidades que hoje permeiam a sociedade; sintomático é o facto de praticamente não conter normas de protecção animal e omitir por completo o sofrimento infligido aos animais utilizados nesses espectáculos

 

***Até aqui nada de extraordinário a apontar a não ser o que sublinhei, porque basta existir um regulamento tauromáquico, para que não haja a mínima hipótese de não fazer sofrer os animais. O tal RET, só por si, é já um prenúncio de tortura.

 

E a Jus continua:

 

«Da análise que empreendemos ao novo RET, concluímos que, pela primeira vez em Portugal, um regulamento tauromáquico elege a defesa do bem-estar animal como princípio geral de interesse público a salvaguardar.»

 

***Como é possível, alguém dizer uma barbaridade destas? Um regulamento tauromáquico nunca em tempo algum elege a defesa do bem-estar animal como princípio geral de interesse público a salvaguardar, SE na prática permite a tortura do Touro espetando-lhe bandarilhas (que só os estúpidos acham que não dói), e do Cavalo, que não nasceu para ser vilipendiado num jogo adulterado e cobarde.  

 

E lê-se mais:

 

«Recorde-se que a observância do princípio geral da protecção do bem-estar animal decorre do artigo 13º do Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE) a que Portugal está vinculado. Assim, entendemos que o legislador nacional andou bem (e que não devia ter andado de outra forma), ao acolher expressamente esse princípio a que está obrigado

 

*** A única obrigação do legislador é proteger os direitos inalienáveis de todos os animais sem excepção, o que não está consignado neste Regulamento falacioso. Muito pelo contrário.

 

E a Jus Animalium continua na sua saga interpretativa:

 

«Por outro lado, o princípio geral da proibição da violência injustificada contra animais tinha sido já consagrado pelo legislador nacional, designadamente, na Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro (Lei de Protecção dos Animais), a qual excepciona "as touradas autorizadas por lei" (cf. artigo 1º, n.ºs 1 e 3, alínea b), reconhecendo, assim, o legislador nacional que estes eventos causam sofrimento aos animais envolvidos, como tal devendo ser minimizado dentro do possível

 

*** Não saberá a Jus Animalium que a tourada, ao ser autorizada por lei, está a autorizar a tortura? Está a legislar a morte e o estropiamento dos torcionários? Como pode minimizar-se a tortura, se a tortura começa logo à nascença dos animais e acaba com a retirada deles do seu habitat para os lançar numa arena para mais tortura? Que legislação falaciosa é esta que dá uma no cravo outra na ferradura, e os Touros e os Cavalos saem das arenas com ferimentos tais que têm de ser abatidos? Basta retirá-los do habitat natural para que o medo, a agonia, o stress e um sofrimento psicológico imenso os maltratem.

 

E continua a Jus, a entender que o que se segue é algo que minimiza o sofrimento dos Bovinos e dos Cavalos, como se eles fossem para arena pastar erva verdinha e beber água fresca das fontes…

 

«A salvaguarda do princípio geral da protecção do bem-estar animal é assumidamente anunciada no preâmbulo do novo RET, cujo teor, apesar de não ser vinculativo e não produzir efeitos jurídicos, é indicativo quanto à motivação que presidiu à elaboração do diploma.

 

O enunciado princípio concretiza-se em diversas normas do novo RET, que visam reduzir o sofrimento dos bovinos envolvidos nesses espectáculos, designadamente:

 

1) A occisão imediata dos mesmos nos curros das praças fixas, quando não se destinem ao consumo humano; de realçar que o abate em curro é da competência de um médico veterinário ou técnico indicado pela Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), sendo os respectivos custos suportados pelo promotor do espectáculo. Ou seja, os espectáculos que utilizem animais que tenham que ser abatidos nos curros, terão que contar com dois médicos veterinários (o delegado técnico tauromáquico e o responsável pela occisão dos animais).

 

2)- Quando os animais lidados se destinem ao consumo:

 

a)- serão imediatamente sacrificados em salas de abate (a instalar nas praças que sejam construídas após a entrada em vigor do RET e naquelas que sofram obras que não sejam de mera conservação ou de manutenção);

 

*** Note-se o termo utilizado: sacrificados, que significa imolados, massacrados…

 

b)- caso não exista sala de abate (praças fixas construídas anteriormente) ou se a praça for ambulante, serão encaminhados para matadouro e obrigatoriamente abatidos no período máximo de 5 horas a contar do fim do espectáculo.

 

3)- O reforço da intervenção do médico veterinário, cujo elenco de competências e funções é alargado e discriminado (o que não se verifica no RET ainda em vigor), aí se incluindo, nomeadamente, a obrigação de lavar e tratar os animais, diretamente ou sob sua orientação e supervisão, antes de seguirem para o matadouro.

 

4)- A instalação de curros nas praças de touros ambulantes (recorde-se que os animais permanecem actualmente nos camiões de transporte, sujeitos, nomeadamente, a elevadas temperaturas e confinados a área mínima); essa obrigação deverá ser cumprida no prazo de 2 anos a contar da data da entrada em vigor do RET (ou seja, até 11-08-2016).

 

5)- Proibição da utilização das reses no espectáculo a que se destinam se o meio de transporte não possuir compartimentos individuais e ventilação adequada, sem prejuízo da aplicação da correspondente contra-ordenação.

 

6)- Maiores exigências nas operações de descarga, encaminhamento e alojamento dos animais nas praças de touros, cujas condições são devidamente especificadas; o diploma sublinha que o objectivo é "evitar sofrimento e ferimentos das reses".

 

7)- A idade dos bovinos foi aumentada de mais de 3, para mais de 4 anos, no toureio a cavalo realizado nas praças de touros de 1ª categoria.

 

*** Até agora o que se leu foi legislação acerca da morte dos animais, que têm o direito à vida, e não a ser torturados e mortos cobardemente para divertirem uns poucos (cada vez mais poucos) paspalhos. E toda a gente lúcida sabe que o toureio a cavalo, é o modo mais cruel de tourear. Isto a Jus não diz.

 

8)- Os cartazes publicitários desses espectáculos têm que, entre outros elementos, conter a indicação de que podem "ferir a susceptibilidade dos espectadores”.

 

*** Quanta hipocrisia! Quem vai ver a tortura de bovinos não tem sensibilidade para ser ferida. E hoje em dia, apenas os que ainda não nasceram, não sabem o que é uma tourada. Até uma criança sabe que «uma tourada é uma coisa para fazer sangue a um boi», como já ouvi.

 

E agora vem as competências que nunca foram nem nunca vão ser postas em prática. E as coimas, que também nunca se cobraram ao longo de todos estes anos, e as prevaricações são mais do que muitas. Isto é só para constar, nem a actual lei de Defesa dos Animais é cumprida, nem nunca será enquanto não houver HOMENS E MULHERES a governar a sério.

 

9)- A atribuição à DGAV da competência para garantir o cumprimento de todas as normas em matéria de bem-estar animal, em articulação com a IGAC (Inspecção Geral das Actividades Culturais).

 

10)- É introduzido um novo e mais severo regime contra-ordenacional (…)

 

De realçar que a IGAC tem a competência para instruir e decidir os processos de contra-ordenação e está obrigada a comunicar a decisão final dos mesmos à entidade que elaborou o auto de notícia ou a participação (para além da própria IGAC, são entidades fiscalizadoras as entidades policiais e a DGAV; segundo entendemos, os médicos veterinários municipais, no âmbito das suas competências gerais, também podem, e devem, participar às autoridades competentes infracções de que tenham conhecimento).

 

*** A IGAC tem a competência, mas nada faz. Nada tem feito. Os policiais têm competência mas nada fazem também, bem como a DGAV, que devia demitir-se em bloco.

 

(…)

 

Embora o novo RET configure um avanço inegável na perspectiva da redução do sofrimento dos bovinos envolvidos e da assunção da responsabilidade do Estado pela salvaguarda do bem-estar animal (aquele que é possível, considerando a natureza do evento em causa), não podemos deixar de referir dois aspectos que nos parecem altamente censuráveis:

 

*** Como é que um organismo que diz defender os animais pode dizer que houve avanço inegável na tortura? Porque afinal a tortura é tortura e continua lá.

 

(…)

 

«Em suma, aplaudimos as novidades introduzidas pelo novo RET em matéria de bem-estar dos bovinos envolvidos, mas entendemos que mais pode, e deve, o legislador regular no sentido de minimizar o sofrimento de todos os animais utilizados nesses eventos.»

 

*** O quê? Aplaudem as novidades e entendem que se deve legislar ainda mais para minimizar a tortura? Quando deviam pugnar pela abolição total de tamanha barbárie, desadequada aos tempos modernos, e que desprestigia a Humanidade!

 

Que Associação de Direito Animal é esta?   

 

Fiquei completamente abismada. Minimizar o sofrimento de todos os animais utilizados nesses eventos? Mas que raça de interpretação é esta?

Isto é um absurdo, é uma traição aos animais, é uma contradição. Como pode haver melhoria de bem-estar se existe o artigo 51?

 

Isto não é evolução. É tapar o sol com uma peneira. São manobras de diversão dos governantes, para ludibriar os pacóvios.

 

Estou bastante decepcionada com esta associação.

 

Devia bater-se pela abolição total, pois todos nós sabemos que nada disto vai cumprir-se na prática, como já não cumpriam o outro famigerado RET. Os regulamentos tauromáquicos não são para cumprir, neste País onde se fazem leis para beneficiar apenas os prevaricadores e os poderosos.

 

***

 O novo RET está acessível em:

http://dre.pt/pdf1sdip/2014/06/11100/0308003096.pdf

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=820805601264570&set=a.728662620478869.1073741828.556393181039148&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:59

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

O RESPONSÁVEL PELOS INOCENTES BOVINOS DE IDANHA-A-NOVA JÁ FOI DETIDO, RESPONSABILIZADO E VAI SER CONDENADO COMO MERECE?

 

 

A pergunta colocada no título é o que importa, depois da matança.

 

Recebi dois comentários, sobre as “preocupações” do povo de Idanha-a-Nova, com o facto de terem consentido que se ABATESSE A TIRO inocentes bovinos, que pagaram pelo CRIME do dono deles, o que me parece que anda o povo de Idanha-a-Nova com PESO NA CONSCIÊNCIA.

 

Nada do que o José João e o João Pedro disseram, JUSTIFICA o ABATE A TIRO, ainda mais por GNRS com fraca pontaria, de animais que não têm culpa do ABANDONO a que foram votados.

 

Mas quem as diz bem é o meu amigo CARLOS RICARDO:

 

«A DGAV já demonstrou várias vezes (p. ex. canis municipais não licenciados por não terem condições, mas que continuam a albergar e matar cães e gatos à revelia desta Direcção) que não prima pela defesa dos animais, dando SEMPRE A DESCULPA DE SE TRATAR DA DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA.

 

Infelizmente, e não sei se legalmente, utilizou uma força de segurança (GNR) para esta operação. GNR cuja história ao longo dos tempos demonstra ser uma força mais repressiva que de segurança das populações e bens.

 

Os elementos da GNR, que têm actuado nesta matança, têm falhado muitos tiros, já que em alguns vídeos se vêm animais feridos a correr pelo mato fora. Isto significa que não só não resolveram a situação como causaram enorme sofrimento aos animais.

 

Quanto ao indivíduo morto, ainda não foi provado que a sua morte foi provocada pela investida dum desses animais!!!
 
A finalizar e tendo em conta o ponto 8 da resposta da DGAV, desafio esta Direcção a demonstrar que o proprietário já foi detido, responsabilizado e VAI SER PUNIDO, como merece

 

Carlos Ricardo

 

***

 

Só me resta dizer umas coisinhas ao José e ao João.

 

JOSÉ JOÃO, deixou um comentário ao post EM IDANHA-A-NOVA PREVALECE A LEI DA SELVAJARIA: DISPARA-SE CONTRA BOVINOS, ALVEJA-SE GUARDAS DA GNR… E O EXEMPLO “VEM DE CIMA”…  

 

«Respeito a sua opinião. Gostaria apenas que pensasse da seguinte forma: A sua mãe, uma senhora de oitenta e tal anos, residente na aldeia de Segura, que gosta de ir á sua horta, buscar e regar a sua pequenina cultura, dá de caras com um boi de 500 e tal quilos, em puro estado selvagem e não manso, como a cara senhora descreve... animal que anda há aproximadamente uma década, à solta, sem vacinação contra absolutamente nada, tão só porque o dono dos animais originais, ou seja os primeiros, sendo ele veterinário, os meteu numa cerca (terras dele), para receber um subsídio, e os abandonou ao seu destino durante mais de dez anos. Como resolvia a senhora jornalista (freelancer) este problema? Ia lá apanhar os animais mansinhos?»

 

*

 

Pois o que tenho a dizer-lhe José, é que não posso, de modo algum, pensar da forma como sugeriu. Por uma simples razão: se a minha mãezinha de oitenta e tal anos tivesse uma hortinha na aldeia de Segura, e se andassem (e ainda por cima isto já tem UMA DÉCADA) uns bovinos abandonados pelos campos ao derredor, EU como filha da senhora idosa, teria MOVIDO CÉUS E TERRA para RESOLVER o problema dos bovinos, e consequentemente, o problema da minha mãe, para que ela pudesse andar na hortinha dela, sem ter de ver pela frente um boi com 500 quilos, que se estivesse bem tratado, até nem poria em perigo a vida dela.

 

Teria feito tudo para meter o dono dos bovinos na CADEIA.

 

Eis como a senhora jornalista (freelancer) resolveria este problema.

 

O que é que o João José fez?

 

O que é que fez a Câmara Municipal?  

 

O que é que fez a DGAV, nesta última DÉCADA quanto a estes bovinos?

 

Contactaram o dono? Vedaram o terreno? Trataram dos animais?

 

Não mexeram UMA PALHA.

 

E agora vem para aqui tentar justificar uma atitude que não tem justificação possível.

 

***

 

João Pedro, deixou um comentário ao post EM IDANHA-A-NOVA PREVALECE A LEI DA SELVAJARIA: DISPARA-SE CONTRA BOVINOS, ALVEJA-SE GUARDAS DA GNR… E O EXEMPLO “VEM DE CIMA”…  

 

«Talvez devesse saber que os "bovinos mansos e inocentes" já mataram uma pessoa e perseguiram e mataram outras. Já várias vezes os tentaram apanhar mas não conseguiram. Os animais já andam à solta há anos, tornaram-se selvagens e agressivos, muitos deles apresentam sintomas de demência e são um perigo para as pessoas e para a saúde pública. E aquilo é uma região desertificada e com poucos meios. Por isso de mansos não têm nada, antes andam a espalhar o terror pela zona. Que queria que lhes fizessem?»

 

Pois, João Pedro eu já sei dessa SUPOSIÇÃO, gostaria que me provasse que os “bovinos mansos e inocentes” já mataram uma pessoa e perseguiram e mataram outras…

 

Estamos a falar de BOVINOS HERBÍVOROS. Não estamos a falar de MAMÍFEROS CARNÍVOROS, que atacam o homem quando têm fome. E APENAS quando têm fome ou são provocados.

 

Um bovino também pode marrar em autodefesa. Com todo o seu direito. E conheço muita gente que gosta de maltratar os animais desprotegidos, e depois QUEIXAM-SE.

 

Os animais já andam à solta há anos… Pois é. E o João Pedro fez alguma queixa contra o abandono destes INOCENTES E MANSOS ANIMAIS? Fez alguma coisa pelo bem deles?

 

Tornaram-se selvagens? Não seria o contrário? As gentes de Idanha-a-Nova é que se tornaram selvagens em relação a eles?

 

Estamos a falar de BOVINOS.

 

Andaram a espalhar o terror pela zona? Como? Com panos pretos pela cabeça?

 

O único ser que “espalha terror” é o homem predador.

 

O que fizeram aos pobres animais?

 

ABATÊ-LOS A TIRO (com fraca pontaria) foi o modo mais fácil.

 

Não, o povo de Idanha-a-Nova nada fez nesta DÉCADA para resolver o problema civilizadamente, como era sua obrigação.

 

Os bovinos são animais pacíficos. Mas ainda que não fossem, tinham todo o direito à sobrevivência.

Agora mata-se por tudo e por nada.

 

O homem destrói o habitat dos animais. Estes, levados pela fome, procuram comida onde ela existe, e são corridos à bala.

 

Quem são os criminosos?

 

Respondam-me.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012

ESTA É DE ALMANAQUE: «IMAGINE A SRA. QUE NO BAIRRO EM QUE HABITA SE INSTALARAM UNS SERES QUE MALTRATAM, ROUBAM, OPRIMEM E ATÉ MATAM OS HABITANTES»…

 

 

A solução colocada pela DGAV (Direção-Geral de Alimentação e Veterinária) passou pelo abate a tiro desses seres, que NÃO tiveram morte imediata, e que, mortalmente feridos, deambularam horas pelo terreno, acabando por morrer em grande sofrimento. E depois de mortos, ali estiveram a apodrecer… Isto só num país TERCEIROMUNDISTA, onde quem manda são os INCOMPETENTES  

 

 

O habitante de Idanha-a-Nova voltou à carga. Desta vez com algo extremamente interessante e que denota um elevado grau de imaginação.

 

O texto está publicado na íntegra. Mas o “antonio” explica (num outro comentário que enviou: «Desculpem os erros, mas a minha preocupação, foi a de esclarecer e não efectuar um texto literário, para dizer a verdade não sou muito versado em mail e internet, prometo que vou ser mais cuidadoso

 

antonio lopes, deixou um comentário ao post REPÚDIO PELO ABATE DE BOVINOS NA ALDEIA DE SEGURA (IDANHA-A-NOVA) às 22:14, 2012-11-20.  

 

«Que tem isto a ver com o nosso assunto, tambem defendo os animias, mas há limites, pois imagine a Srª que no bairro em que habita se intalaram uns seres, que maltratam, roubam oprimem e até matam os habitantes. O governo após tentar por meios pacifico, resolver o problema, teve que optar por estrategias mais agressivas para resolver a situação. Eu confortavelmente sentado no meu cadeirão na minha pacata aldeia, assisto diariamente ao desenrolar dos acontecimentos e até mando mail a contestar, para não acabar com estes seres. Sem duvida que este comentário é estupido, mas é a situação posta ao contrario, para que veja quanto ridiculo são as vossas opiniões a cerca deste assunto».

 

***

 

Realmente, antonio lopes, o que aconteceu em Idanha-a-Nova foi mais ou menos isso que você teve a lucidez de imaginar: pois os bovinos são seres que no limite da luta pela sobrevivência podem maltratar, roubar, oprimir e até matar habitantes. É verdade.

 

O governo, muito solidário com os direitos dos animais, até tentou uma via pacífica para resolver o conflito entre bovinos e as “gentes” de Idanha-a-Nova, que se sentiram ameaçadas pelas atitudes agressivas desses seres que andaram a fazer maldades.  

 

Foi isso mais ou menos o que aconteceu, por isso esses seres tiveram de ser ABATIDOS A TIRO, como se fazia no faroeste, aos bandidos, em julgamentos sumários, de rua.

 

A DGAV, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, a GNR local (que até tem muito boa pontaria) e o próprio povo (salvo raras excepções) que não sabem distinguir um boi de um palácio, concordaram em aniquilar uns seres que têm tanto direito à sobrevivência como qualquer um dos habitantes de Idanha-a-Nova. Mas estes ROUBAVAM. OPRIMIAM O POVO.

 

E nós, cá, dos nossos sofás, (imagine-se!) andámos a mandar e-mails a contestar algo que é absolutamente CIVILIZADO e em prol da AUTODEFESA de um povo que se viu ameaçado por seres tão mauzinhos, que roubam, maltratam e oprimem o povinho de Idanha-a-Nova.

 

Este seu comentário é PRECIOSÍSSIMO, antonio lopes.

 

Veio esclarecer-nos, com todos os pontos nos “is”, a MENTALIDADE AVANÇADÍSSIMA de todos os que tomaram parte nesta chacina sumária de bovinos perigosíssimos, em Idanha-a-Nova.

 

Só mesmo em Idanha-a-Nova isto poderia ter acontecido! 

   

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:44

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

REPÚDIO PELO ABATE DE BOVINOS NA ALDEIA DE SEGURA (IDANHA-A-NOVA)

 

 

Direcção Geral de Alimentação e Veterinária abate touros em Idanha-a-Nova, seguindo a política da “Cultura da Morte”, numa época em que já não se justifica uma tal atitude inadequada à EVOLUÇÃO… Que cavernícolas estarão à frente da DGAV?  
 

 


Exmos. Senhores:

 

Conforme veiculado pela comunicação social sabemos que está a decorrer um abate indiscriminado de bovinos em Idanha-a-Nova.
 
Trata-se de uma operação envolta numa crueldade típica dum país do terceiro mundo. Aliás nem típica do terceiro mundo, uma vez que países há com esta "classificação" que ao invés de colocar em prática massacres destes investem em soluções racionais e éticas que não passam por resolver os problemas a tiro.
 
Abater bovinos a tiro, neste caso vacas, algumas grávidas outras acabadas de dar à luz, como descrevem alguns relatos, é um acto no mínimo próprio de quem desenvolveu algum tipo de patologia do foro psicológico resultando numa mente profundamente desalinhada.
 
Não se resolvem problemas a tiro.
 
Assim sendo e tendo em conta que:
 
- este caso se arrasta há cerca de 10 anos, sem que nada tenha sido feito até agora pelas autoridades competentes para evitar chegar-se à situação actual;
 
- o cenário descrito pelas autoridades é o de uma área de cerca de 2000 hectares de terreno abandonado com 250 a 400 bovinos, encontrando-se o proprietário incontactável;
 
- não há certeza quanto à causa da morte de um habitante local pois a investigação está ainda em curso;
 
- os receios da população se prendem com a falta de segurança resultado da vandalização das vedações;
 
- as declarações da DGV sobre o assunto são vagas e contraditórias - por um lado diz não conseguir capturar os animais e por outro refere que foi detectado no MATADOURO um caso de BSE proveniente da zona, o que contradiz a afirmação anterior, além de não especificar a data em que foi detectada a doença; ora como a BSE só se transmite de forma vertical, de mãe para filho, ou através da ração, mais uma vez a DGV se contradiz, pois se o terreno está ao abandono e ninguém lá entra, seguramente que os animais não estarão a ser alimentados com ração, mas sim com o pasto existente, impossibilitando assim a transmissão da doença;
 
Vimos desta forma solicitar a V. Exas que:
 
- interrompam de imediato a operação em curso porque não é ao tiro, numa indiscriminada e sanguinária operação, que se resolvem os problemas, sobretudo quando as maiores vítimas serão as que em nada contribuíram para a situação a que se chegou;
 
- a Câmara Municipal disponham de verbas para reparar as vedações, já que estas foram danificadas por actos de vandalismo;
 
- sendo o terreno exemplar para manter estes animais em liberdade, não havendo por isso razão para os resgatar e muito menos abater, sendo necessário apenas garantir que têm onde se abrigar e acesso a água (o próprio terreno providencia o pasto), evitando desta forma que se aproximem das zonas habitadas, procedam as autoridades competentes com vista a tomar posse administrativa do terreno e enveredar os necessários esforços para tornar este local um santuário, o primeiro do género em Portugal, e que poderá até tornar-se um polo de atracção turística, se tal projecto for devidamente pensado e colocado em prática;
 
Da mesma forma que V. Exas. tiveram competência para detectar os alegados casos de BSE, e a capacidade de organizar a operação de abate indiscriminado, terão também capacidade para tomar as necessárias diligências no sentido de permitir a vida livre e saudável dos animais ao mesmo tempo que asseguram a necessária segurança dos habitantes locais.
 
Na expectativa de que este apelo não caia em saco roto, continuaremos atentos ao desenvolvimento dos acontecimentos.
 
Melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/groups/CampanhaAntitouradasPortugal/464213756950742/?comment_id=464232976948820&ref=notif&notif_t=group_comment_reply#!/events/302399266537968

 

***

 

ESCREVAM E REPUDIEM E PROTESTEM PARA:

 

dirgeral@dgv.min-agricultura.pt, secretariado.direccao@dgv.min-agricultura.pt; secretariado.direccao@dgv.min-agricultura.pt; cmidanha@gmail.com; turismo.cmidanha@iol.pt; info@turismodenatureza.com; agencialusa@lusa.pt; relacoes.publicas@tvi.pt; agenda@tvi24.pt; contacto@siconline.pt; atendimento@sic.pt; agenda.informacao@rtp.pt; SANCO-animal-welfare@ec.europa.eu; ceras_cb@tugamail.com; quercus_cb@sapo.pt; ceras.quercus@gmail.com

Com CC para: portugalabolicaotouradas@gmail.com

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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