Terça-feira, 20 de Junho de 2017

REACÇÃO DO GRUPO PARLAMENTAR "OS VERDES" PERANTE A TRAGÉDIA DE PEDRÓGÃO GRANDE

 

VERDES.png

 

Em resposta a este texto, que ontem enviei aos deputados da Nação,

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/grande-tragedia-incendiada-pela-falta-722223

 

o Grupo Parlamentar “Os Verdes” acusou a recepção da minha mensagem electrónica, acrescentando que estão a acompanhar atentamente a evolução dos incêndios, através dos seus Colectivos Regionais, e têm se empenhado em dialogar com o Governo para defender novas políticas para as florestas, e travar a expansão do eucalipto, bem como promover o montado de sobro e outras espécies autóctones.

 

Para “Os Verdesa floresta do futuro deve promover o desenvolvimento das comunidades locais, deve preservar a biodiversidade e deve combater o despovoamento do país.

 

Num comunicado “Os Verdes” expressaram a sua solidariedade para com as populações afectadas, e saudaram a coragem de todos quantos combatem estes incêndios, em detrimento dos perigos para as suas vidas, os Bombeiros e ainda os populares que se organizam para fazerem face a este flagelo, considerando este um momento dramático para o país, havendo até ao momento a lamentar já a perda de 64 vidas humanas, assim como dezenas de feridos, sendo previsível o aumento deste número, dado que só com o avançar do tempo se conseguirá ter noção da real dimensão de tamanha tragédia.

 

***

 

Pois é!

 

O País espera que esta tragédia sem precedentes sirva para que os governantes portugueses abram os olhos e vejam a realidade, e sejam responsáveis. Porque até agora foram uns descomunais irresponsáveis.

 

É urgente banir os desmandos dos governantes, porque são as poderosas forças da Natureza que realmente mandam no Planeta.

 

E como questiona Manuela Nunes, que já trabalhou como Técnica Superior, nas Estradas de Portugal, SA: «Por que destruiu o Estado, as funções públicas, exercidas por guardas florestais, guarda-rios e nomeadamente as de cantoneiros, que desmatavam as bermas junto às estradas nacionais? Por que foram substituídos por empresas, que desertificaram as localidades?

 

Em consequência disso, desapareceram as escolas primárias, entre outras infra-estruturas que fixavam as populações (familiares desses funcionários). Por outro lado, a plantação quase doentia (visando apenas o lucro), do eucalipto, que para além de ser pasto fácil para a propagação de incêndios (quer sejam de origem natural, quer sejam de origem "animal"), secam o solo. Alguns "inteligentes" quiseram poupar, naquilo a que passaram a chamar "pequenos detalhes sem qualquer interesse". Claro que os interesses eram e são outros! E muito mais se poderia acrescentar! Estou desolada e chocada com o que aconteceu.»

 

Estamos todos desolados e chocados com o que aconteceu, cara Manuela Nunes.

 

Não podemos devolver à vida os seres humanos e não humanos que pereceram nestes incêndios. Mas podemos evitar que tamanha tragédia volte a acontecer em território português.

 

É tempo de novas políticas. Novos compromissos. Novas atitudes. Novas responsabilidades.

 

Há que defender os legítimos interesses da Nação, e não os ilícitos    interesses dos lobbies.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:18

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA

 

(Só uma pequena parte)

(Recebido via e-mail)

 

 Quanta imbecilidade! Quanta estupidez! Quanta cobardia! E pensar que tudo isto é permitido por uma lei parva, elaborada por parvos, e mantida por criaturas ainda mais parvas.

 

A tauromaquia é uma actividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos.

 

Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado.

 

Em termos... muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do “espectáculo” em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa - seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos.



(Vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ) – (Este vídeo foi retirado da circulação, tal era a crueldade visionada).

 

 

Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados.

 

(Vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html  e http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/07/embolacao.html) – (Aqui encontram muita informação).

 

Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.

 

***

E a esmagadora maioria dos deputados da Nação, que possuem neurónios fundidos, apoia esta inacreditável crueldade.

 

Pergunta-se: e isto é normal?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:41

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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017

RTP NOTÍCIAS: TOURADAS EM PORTUGAL CONTINUAM A PERDER “ESPETADORES”

 

Esta notícia é parcialmente verdadeira.

As touradas realmente têm perdido ESPETADORES, mas ainda existem alguns que continuam por aí a ESPETAR bandarilhas nos desventurados touros indefesos.

O que as touradas perderam (e muiiiito) foi espeCtadores, ou seja, sádicos que vão divertir-se para uma arena à custa do sofrimento atroz de seres vivos. Não porque os sádicos tenham desaparecido da face da Terra, mas simplesmente porque já não é CHIQUE ser sádico…

 

Nos tempos que correm, espeCtador de touradas é sinónimo de MARADO, MALUCO, MALVADO, CRUEL, MARIALVA, BETINHO, BETINHA...

 

TOURO.jpg

 

A IGAC (Inspecção-Geral das Actividades “Culturais”) refere que pela primeira vez o número de touradas em Portugal esteve abaixo das duas centenas. Foram 191… sempre com os mesmos espeCtadores, que são levados de um lado para o outro, para fingir que são “outros” … Mas sabemos as carreiras que as câmaras Municipais fazem gratuitamente (aplicando dinheiros públicos) para levar essa “gente” às touradas, pelas terrinhas mais atrasadas de Portugal…

 

No ano de 2016 as touradas atingiram mínimos históricos de corridas e de público.

 

O número de espeCtadores que assistiram a esta prática selvática foi o mais baixo de sempre, desde que começaram a ser publicadas estatísticas oficiais há vinte anos.

 

A tendência será diminuir cada vez mais…

 

Em seis anos, o número de espeCtadores de selvajaria tauromáquica desceu de 680 mil para menos de metade. Num país que no final de 2016 tinha cerca de pouco mais de 10,3 milhões de habitantes, veja-se a minoria que está a ser beneficiada através dos impostos dos portugueses, para torturar e ver torturar seres sencientes e racionais, de acordo com estudos científicos (atenção!!!! não sou eu que digo!).

 

Apenas a arena do campo pequeno, em Lisboa, conseguiu ter mais espeCtadores e mais selvajaria tauromáquica em 2016, apenas devido à transmissão de touradas pela RTP1, e porque é em Lisboa que se concentra o núcleo duro dos aficionados (a começar pela esmagadora maioria dos deputados da Nação), marialvas, betinhos e betinhas, que não perdem uma oportunidade para aparecerem na televisão, ainda que à custa de uma prática da Idade do Calhau.

 

Tudo isto é muito triste e diz do atraso civilizacional em que Portugal ainda está mergulhado, mas a caminho da evolução… que já se faz sentir nos outros sete tristes países tauricidas, onde também as touradas estão a desaparecer...

 

Fazemos votos para que o ano de 2107 seja o pior ano da selvajaria tauromáquica. Que chova pregos e canivetes, nos dias da tortura, e que os infelizes Touros que, este ano, estão marcados para serem barbaramente torturados até à morte, para delírio de mentes deformadas, não partam sem deixar para trás muita mossa.

 

Fonte:

http://rtp.pt/noticias/pais/touradas-em-portugal-continuam-a-perder-espetadores_a982041

 

Em Espanha, berço da tauromaquia, as touradas caíram cerca de 70% em dez anos, e foram já abolidas em muitas regiões e cidades, e perderam-se milhares de espetadores e espeCtadores....

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:46

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017

CIRCOS SEM ANIMAIS (SELVAGENS) NA PÓVOA DE VARZIM?…

CIRCO.jpg

 

Na primeira reunião da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, o presidente Aires Pereira afirmou que não voltará a autorizar a presença de circos com animais selvagens no concelho, seguindo uma recomendação da Assembleia Municipal, e agora aprovada por unanimidade pelo executivo.

 

Esperemos que não sejam apenas os selvagens, mas também os domésticos como os cães, os cavalos, os burros, os póneis, enfim, aqueles animais que não são considerados animais da selva, e que também são muito (ab)usados nos circos.

 

«Iremos enviar a todas as empresas circenses que até hoje tenham vindo à Póvoa esta Recomendação no sentido de lhes dizer que não será permitido que, tendo esses animais, venham cá. Para além disso, a Recomendação da Assembleia Municipal e decisão do executivo será remetida à Assembleia da República para que legisle, a ser possível, no futuro, as Câmaras Municipais, que assim o entenderem, poderem proibir a realização de circos com animais selvagens», informou Aires Pereira, nesta primeira reunião camarária de 2017.

 

Porém… nestas coisas de uso e abuso de animais, no nosso país, há sempre uns poréns…que entravam a viabilidade destes gestos que parecem benevolentes, mas não o são tanto assim.

 

Aires Pereira admite que «há sempre o risco de impugnação judicial por parte das empresas circenses. Ainda assim, a Câmara vai fazer cumprir a recomendação da Assembleia Municipal, mas, ao mesmo tempo, quer fazer ver à Assembleia da República que é preciso legislar nesta matéria».

 

É que nenhuma lei vigente sobre o bem-estar animal é clara. Há sempre um modo de travar as boas intenções. E aquele remetimento à Assembleia da República para que legisle no sentido de clarificar a lei, para que no futuro as câmaras municipais possam proibir circos com animais, já diz tudo: o executivo camarário poveiro não permitirá circos com animais no concelho, porém se eles vierem… a lei não está clara… Conclusão: se um circo que escraviza animais quiser circar na Póvoa de Varzim… circará… porque a Assembleia da República, a exemplo de outras iniciativas que visavam o bem-estar dos animais não humanos em Portugal não será a favor deles, porque nunca o foram, muito pelo contrário… Os deputados da Nação estão ali para servir os interesses dos lobbies e não os interesses da fauna do País. E tudo ficará na mesma, como ficaram as touradas… que também não iriam ser permitidas no concelho poveiro e foram… na hora de ser… E nessa altura, também paguei para ver, antes de deitar foguetes.

 

Esta recomendação, agora confirmada por unanimidade pelo executivo camarário, e apresentada pelo PS na Assembleia Municipal, onde foi aprovada com os votos favoráveis do PS, da CDU e de alguns elementos da bancada do PSD, será uma falácia?

 

Aires Pereira diz que a Câmara não vai autorizar a instalação de circos com animais selvagens (e espero que os não selvagens estejam também aqui incluídos) no concelho. Mas essa não autorização funcionará como no caso das touradas?

 

Já estamos fartos do diz-que-não-se-faz-mas-na-hora-de-fazer-faz-se, ou porque existe uma lei que permite ou porque a lei é omissa… Mas faz-se.

 

Não existe aquela vontade firme de dizer um rotundo NÃO à barbárie, a qualquer tipo de barbárie, por parte dos políticos.

 

A esta vontade de proibir circos que escravizam animais, não lançarei foguetes… tal como não os lancei na vontade de proibir touradas na Póvoa de Varzim…

 

Tenho de ver para crer…

 

Conforme diz Martin Luther King, uma coisa é certa: «É nosso dever moral, e obrigação, desobedecer a uma lei injusta», e as leis de (des)protecção animal em Portugal são muito injustas, logo, desobedecê-las é um imperativo moral.

 

Resta saber quem terá os frutos da horta no devido lugar, para fazer valer as vontades ou as boas intenções.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:35

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Terça-feira, 19 de Julho de 2016

SENHORES DEPUTADOS DA NAÇÃO: ACABEM COM OS SUBSÍDIOS PÚBLICOS ATRIBUÍDOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Está agendada para amanhã, dia 20 de Julho, a apreciação de uma petição que conta com mais de trinta mil assinaturas ( http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT72070) a solicitar que se acabe com a atribuição de dinheiros públicos a cerca de duas dezenas de famílias portuguesas, para que vivam à tripa forra, à custa dos nossos impostos e do sofrimento animal, enquanto milhares de outras famílias portuguesas, crianças e idosos vivem com tantas dificuldades!

 

E isto é imoral, senhores deputados.

 

SUBSÍDIOS.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201848990502436&set=p.10201848990502436&type=3&theater

 

Todos sabemos que os nossos impostos sustentam a indústria da selvajaria tauromáquica, tão contestada e rejeitada em todo o mundo civilizado.

 

Se não fossem os nossos impostos, esta selvajaria, que está a cair de podre, já teria sido enterrada há muito.

 

Os impostos de um povo não podem ser utilizados para privilegiar umas tantas famílias em detrimento de todo um país, que atravessa uma grave crise económica.

 

E ainda hoje ouvi que não há dinheiro para alimentar os prisioneiros. Mas há dinheiro para alimentar os senhores feudais da tauromaquia… uma minoria inculta, inútil e decadente, que se dedica a uma actividade cruel e indigna de seres humanos.

 

Todos sabemos dos apoios autárquicos à selvajaria tauromáquica, em municípios com graves problemas sociais, no Continente e nos Açores.

 

E é também dos meus impostos, dos impostos de quem abomina estas práticas bárbaras, que esta indústria da tortura e da morte se alimenta como um vampiro sedento de sangue.

 

Eu não posso ser obrigada a contribuir para algo inútil e bárbaro.

 

Exijo que os meus impostos sejam aplicados na Saúde, na Educação, na Alimentação, nas Escolas, nas Artes Nobres, enfim, na Cultura Culta, e não na cultura inculta de duas dezenas de vampiros.

 

Amanhã, Portugal ficará atento à atitude dos deputados da Nação.

 

É que bastou a afronta de não terem acautelado o superior interesse e os direitos das crianças, quando chumbaram a proposta do PAN, do PEV e do BE.

 

Pelo menos uma vez na vida, amanhã, sejam HOMENS e MULHERES e acabem de uma vez por todas com este vergonhoso privilégio. O tempo dos senhores feudais ficou para trás há muito. Lembram-se? E os deputados da Nação não são monarcas, para dar privilégios a uns, e pisotear outros.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:01

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Sábado, 25 de Junho de 2016

TORTURADOR E MATADOR DE TOUROS HOMENAGEADO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

David Ribeiro Telles, um dos que sempre viveram à custa dos dinheiros públicos, criando Touros para os torturar e matar e, deste modo troglodita, divertir os sádicos que rastejam por aí… morreu.

 

PARLAMENTO.jpg

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/06/25/com-esta-mafia-parlamentar-nao-vamos-a-lado-nenhum/

 

Vai daí os aficionados deputados da Nação que integram o CDS/PP e PSD, sem pudor algum, como é habitual, propuseram um minuto de silêncio para “homenagear” um indivíduo que, em vida, se dedicou à morte cruel de seres sencientes.

 

E isto, para os deputados daqueles dois partidos, é o supra-sumo da dignidade humana e do contributo positivo que o “homenageado” deu para a sociedade, merecendo, no seio de um órgão do Governo, que devia pugnar pela decência, um minuto de silêncio, deitando por terra todos os outros minutos de silêncio que já ali foram guardados para homenagear seres humanos que viveram a vida dedicando-se a nobres causas.

 

E também, como é habitual, porque em matéria de selvajaria tauromáquica o parlamento Português está bem servido, os deputados que ali estão para defender a barbárie, e não os verdadeiros interesses de Portugal e dos Portugueses, associaram-se à glorificação de um algoz, exceptuando os deputados do Bloco de Esquerda, do PAN e apenas três deputados do Partido Socialista: Pedro Bacelar de Vasconcelos, Inês Lamego e António Cardoso. O que significa que a esmagadora maioria dos socialistas verga-se à ignomínia.

 

Mas é bom que os deputados da Nação, os governantes, os políticos e todos os que contribuem para denegrir a essência humana, saibam que a Vida encarregar-se-á de fazer a devida triagem: uns, serão perpetuados em pedestais; mas os outros irão directos para o Caixote de Lixo da História. Aliás, já lá estão.

 

Que tipo de governantes são estes?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:19

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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

NO CONTEXTO CAÓTICO ACTUAL, O GOVERNO PORTUGUÊS SÓ TEM UMA SAÍDA: ABOLIR AS TOURADAS E DEMITIR-SE DEPOIS...

 

Neste momento, os deputados da Nação têm o DEVER CÍVICO de ABOLIR AS TOURADAS e rever a Lei de Protecção dos Animais e DEMITIR-SE DEPOIS.

 

Porque cenas como as que se vê nesta imagem, não podem mais acontecer num país que se diz “integrado” na Europa.

 

Cavalos e Touros banidos do Reino Animal?

 

Isto é um escárnio para a humanidade civilizada e um descrédito para quem permite tal iniquidade.

 

 

Os Portugueses estão alerta.

 

Atacamos a ignorância.

 

Atacamos a imbecilidade.

 

Atacamos a maioria parlamentar que ainda não evoluiu, e teima em manter-se ao lado de uma minoria completamente imbecil, obscena, inculta, imoral (como demonstrarei um destes dias).

 

Atacamos a incultura.

 

Atacamos as mentalidades tacanhas.

 

Atacamos a vassalagem que a maioria dos deputados presta aos lobbies obscuros que governam o Parlamento.

 

Atacamos as leis bastardas e irracionais pelas quais se regem os governantes portugueses.

 

Atacamos os que se candidatam aos cargos políticos para servirem lobbies e a si próprios e desprezarem o povo que os elegeu.

 

Atacamos aqueles que protegem descaradamente a tauromaquia, demonstrando uma insciência grosseira e indigna de deputados da nação.

 

Atacamos os que falaciosamente juram defender a Constituição da República Portuguesa, e depois a CONSPURCAM com o seu ignominioso desprezo, falta de respeito e incumprimento das regras democráticas.

 

Atacamos todos aqueles que têm assento na Assembleia da República e não sabem HONRAR o cargo que ocupam.

 

Atacamos os deputados que agridem os Direitos do Povo Português, que agridem os Direitos das Crianças Portuguesas e os que agridem os Direitos dos Animais Não Humanos que nascem e vivem em território português.

 

Enfim, atacamos o MAL e o MAU que grassa na Assembleia da República Portuguesa.

 

Por isso, a nossa OBRIGAÇÃO é EXIGIR a ABOLIÇÃO DAS TOURADAS JÁ, e imediatamente a seguir a DEMISSÃO DO GOVERNO.

 

Só assim Portugal poderá erguer-se ao nível de um País civilizado, livre e culto.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:50

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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013

APELO AOS SENHORES DEPUTADOS DA NAÇÃO - UM EXCELENTE TEXTO E EXEMPLO DE CIDADANIA

 
PELA ABOLIÇÃO DAS TOURADAS 
 
 

Aqui, neste lugar (a Assembleia da República Portuguesa) onde um grupo de cidadãos portugueses, eleito pelo povo, decide da “vida” ou da “morte” da nossa sociedade, irá discutir-se, no próximo dia 25 de Outubro, algo que pode elevá-lo ou rebaixá-lo, dependendo da decisão que tomar quanto a uma nova Lei de Protecção dos Animais, que não seja bastarda, irracional, antiética e desumana, como o é a actual.

 

«Assunto: APELO

 

Exmas. Senhoras,

Exmos. Senhores:

 

Perante a Lei nº 92/95, de 12 de Setembro, que deixa os touros e os cavalos à mercê da tortura, não posso deixar de solicitar a melhor atenção de V. Exas, para o seguinte:

 

Esta lei é desumana e imoral, porque estes animais são dotados de sistema nervoso e de cérebro, logo, seres sencientes, que são submetidos a toda a espécie de torturas, por gente escudada na "tradição" e num distorcido conceito de "arte", visto que esta transmite uma mensagem, tem um papel humanizante e civilizador, pelo que não pode, de modo algum, ser compatível com a tortura. A arte tem um carácter único e irrepetível, nasce das mãos de um Artista, e nunca de mãos sujas de sangue. Torturar é um acto cruel, pelo que jamais poderá ser ético. E ética e estética são indissociáveis.

 

Por conseguinte, é urgente que os legisladores repensem o seu conceito de arte e reflictam também sobre o preconceito do especismo, que leva o homem a pensar que é um animal "superior", e que, por isso, os outros animais são, apenas, objectos que estão ao serviço dos seus interesses, sofram o que sofrerem com isso, como se eles não tivessem, tal como nós, o direito de não sofrer.

 

A ausência de compaixão provoca sofrimentos indizíveis a estes seres indefesos, cujos direitos continuam a ser atrozmente violados, nas arenas portuguesas, à sombra de uma lei que os exclui do reino animal. Cada vez mais, é urgente a interiorização do sofrimento destes animais e o respeito que lhes é devido.

 

Apesar de tudo, sonho ainda que Portugal será, em breve, um país civilizado, sem cartazes nas ruas a anunciar a tortura, nem estações de serviço público a transmiti-la em directo. Apesar de tudo, ouso acreditar que V. Exas. não ficarão indiferentes ao sofrimento atroz de um animal crivado de farpas, exausto, ensanguentado, a urrar de dor, para gáudio do lobby taurino e de todos aqueles que aplaudem tão desumano "espectáculo".

 

Com razão, Mahatma Gandhi disse que "a grandeza de uma nação pode ser avaliada pelo modo com que os animais são tratados".

 

Convicta de que não solto um grito no deserto, mas sim um apelo bem ouvido e compreendido, peço encarecidamente, a V. Exas, o favor de envidarem os melhores esforços, no sentido de ser considerada sem efeito a Lei nº 92/95, de 12 de Setembro, com a implementação de uma Nova Lei de Protecção dos Animais, e a consequente abolição da tauromaquia.

 

Desde já, agradeço toda a atenção que V. Exas. possam dispensar a este apelo.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Maria João Lopes Gaspar de Oliveira

 

COIMBRA»

 

***

 

FAÇO MINHAS ESTAS SÁBIAS PALAVRAS, QUE TAMBÉM AS ENVIAREI AOS SENHORES DEPUTADOS, ESPERANDO QUE TENHAM A AMABILIDADE DE AS TER EM CONTA, NA HORA DE TOMAREM UMA DECISÃO, QUE FARÁ TODA A DIFERENÇA ENTRE UM PORTUGAL CIVILIZADO, E UM PORTUGAL TERCEIRO-MUNDISTA.

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:41

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