Quarta-feira, 15 de Março de 2017

SANTARÉM FESTEJA SÃO JOSÉ COM FUTEVACA E MESA DA TORTURA COM O AVAL DA PSP, DO GOVERNO E DA IGREJA CATÓLICA????

 

Isto é a sério ou a brincar?

Futevaca????? Mesa da Tortura????? Seja lá o que isto for, isto é vil, é diabólico, é coisa de “gente” bronca.

 

A Polícia de Segurança Pública surge como um dos parceiros de diversas actividades tauromáquicas que vão decorrer no próximo fim-de-semana em Santarém, para festejar São José, como se São José fosse o autarca lá da terrinha…

 

A Plataforma Basta pede que se questione a PSP sobre esta parceria em actividades que colocam em causa o bem-estar dos animais e das crianças, neste link: www.facebook.com/policiasegurancapublica

 

 

Entretanto observe-se o cartaz:

 

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A cerveja Sagres, a REPSOL, os cafés Delta, as Águas de Santarém associam-se à PSP nesta vergonhosa e vil celebração de um Santo da igreja católica (assim em letra minúscula porque não merecem mais), com uma série de iniciativas diabólicas e trogloditas, que nem ao diabo lembraria.

 

Isto é inacreditável, inaceitável, imoral, asqueroso, repulsivo…

 

Santarém é um antro de mediocridade, de selvajaria, de barbárie.

 

Onde estão as autoridades deste país?

 

Crianças vão estar envolvidas nestas actividades que envergonham até os piolhos portugueses, que se comportam com muito mais dignidade, sendo parasitas.

 

Isto só mesmo num país governado por políticos que não têm um pingo de sentido crítico e de cultura culta.

 

Isto só num país mediavalesco e grotesco.

 

Há que BOICOTAR Santarém e todas as marcas que patrocinam esta celebração católica com actos diabólicos.

ENTRETANTO A PSP FEZ O SEGUINTE ESCLARECIMENTO

 

PSP.png

 

«Esclarecimento - Festas de São José em Santarém

A Polícia de Segurança Pública informa que o Comando da PSP de Santarém participa, à semelhança dos anos transactos, nas Festas de São José, as quais se inserem nas comemorações do feriado municipal de Santarém, com actividades direccionadas à população/visitantes.

 

A PSP terá no local uma exposição estática em stand e fará demonstrações de algumas das suas valências, não estando envolvida na organização das demais actividades calendarizadas, nomeadamente as tauromáquicas.

 

Para além desta participação, assegurará a segurança ao espaço das festas (Campo Infante da Câmara - Casa do Campino) e reforçará o policiamento, como medida preventiva, em face do previsível aumento do fluxo de pessoas durante as festas.

 

Assim, a parceria desta Polícia com a organização das Festas de São José (CM Santarém e Viver Santarém – Empresa Municipal) restringe-se às acções acima referidas, não podendo, nem devendo, ser interpretada como patrocinadora/promotora de quaisquer outras actividades.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/policiasegurancapublica/photos/a.118723868183136.28032.109274852461371/1265065753548936/?type=3&theater

 

NO ENTANTO…

 

… no cartaz, aparece o logotipo da PSP ligado APENAS a ACTIVIDADES TAUROMÁQUICAS, do mais baixo nível...

 

Se me é permitida a expressão: a treta não diz com a careta…

 

E é como diz o Jorge Freitas:

 

«A PSP de Santarém não se deve desculpar, deve agir em conformidade.


O esclarecimento publico da PSP de Santarém é dúbio e fugaz... ... ..., muito fugaz.

.1 - Está no cartaz como patrocinador.
.2 - Se não é patrocinador tem de agir em conformidade.
.3 - Se não age em conformidade, é cúmplice.
.4 - Se é cúmplice, assume a responsabilidade.
.5 - Se a PSP de Santarém assume a responsabilidade, em minha opinião está a cometer um crime. Maltratar apenas por divertimento e lucro (ou outra razão qualquer), um animal, seja ele, de companhia, doméstico ou feroz, é crime.
.6 - É lamentável e triste ver uma força de segurança envolvida nesta vergonha, e quando criticada apenas se desculpa, mas nada faz (que até este momento seja público) quanto ao cartaz.

Recordo e lamento que no cartaz está escrito algures, no lado direito inferior:

** MESA DE TORTURA **

Eu pergunto, tortura a quem?, ou a quê?.
Pergunto ainda: com a permissão de quem?.

Fico à espera de respostas.»

Faço minhas estas palavras e também fico á espera de respostas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:09

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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017

«PAN APELA À CÂMARA MUNICIPAL PARA RETIRAR APOIO INSTITUCIONAL A EVENTO TAUROMÁQUICO COM CRIANÇAS»

 

VERGONHA!

Lisboa, uma capital que se diz europeia, e que pretende viver do Turismo Culto, acolhe e promove um evento (BullFest) que não dignifica a Humanidade, ao esmagar a dignidade das crianças. (IAF)

 

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«No seguimento do anúncio público sobre o apoio institucional que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a atribuir à primeira edição do festival tauromáquico BullFest, já no próximo fim-de-semana, através do Turismo de Lisboa, entidade presidida pelo Presidente Fernando Medina, o PAN contactou hoje a CML para manifestar a sua enorme surpresa e preocupação em relação a esta decisão do executivo municipal.

 

Muitos lisboetas têm contactado o PAN por não entenderem o porquê deste apoio institucional à indústria tauromáquica que tem comprovadamente um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espectáculos ao vivo em Portugal, sendo já superada pelos eventos de Folclore, segundo o Instituto Nacional de Estatística. De acordo com o parecer da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) sobre a discussão das consequências da exposição e participação das crianças em eventos e actividades tauromáquicas, “Quando as crianças assistem a uma tourada podem interpretá-la como uma forma de violência (e uma violência real, embora limitada à arena) que ocorre numa relação explicável como desigual (uma vez que é perpetrada pelos homens em animais coagidos a estarem presentes) e que tendencialmente serve apenas o prazer de uma das partes. O comportamento lido como agressivo que observam nas touradas recebe um aval social forte, podendo ser visto como apropriado e tolerável (e portanto, repetível ou perpetrável noutras circunstâncias).”

 

Também o Comité dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão máximo a nível internacional para esta matéria, recomendou ao Governo Português a proibição de participação de crianças em touradas e a adopção das medidas legais e administrativas necessárias para proteger as crianças envolvidas neste tipo de actividades, tanto como participantes como enquanto espectadoras.

Para além disso este não será um apoio às tradições portuguesas, à ruralidade e à cultura realizando-se o designado BullFest, num shopping repleto de boutiques e de cadeias de fast food.

 

Num email escrito dirigido ao Presidente da CML, o Deputado André Silva explicou que no programa deste evento se pode ler que "este é um momento perfeito para os mais pequenos terem uma introdução à tauromaquia em família." Esta frase diz tudo sobre as intenções de doutrinamento dos mais jovens pela indústria tauromáquica.

 

Na mesma comunicação, o PAN pede uma nova atitude política e apela a um posicionamento que vá ao encontro da vontade e sentimento geral da maioria dos cidadãos portugueses e dos lisboetas. A longa exposição termina com um pedido de André Silva: Não posso deixar de lhe pedir que ouse ser diferente e que pondere tomar a única atitude consentânea com os mais altos valores éticos e civilizacionais através dos quais a cidade de Lisboa se deve reger, retirando o seu apoio institucional a esta iniciativa baseada na cultura da violência.”

 

Fonte:

http://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1166-pan-apela-cml-retirar-apoio-evento-tauromaquico.html

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando oficialmente em vigor em Portugal, e atenta contra a legítima Língua (Oficial) Portuguesa, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

«ALEPPO É UM LUGAR ONDE AS CRIANÇAS JÁ NÃO CHORAM»

 

Estas são cenas de puro terror e sofrimento no último hospital, nestes últimos dias em Aleppo.

 

(Advertência: imagens angustiantes nesta filmagem - filmada nestes últimos dias por Waad Al Kateab, que está entre os milhares ainda presos na Aleppo rebelde, aguardando segurança para sair da cidade.

Relato de Matt Frei.

 

 

VER MAIS NOTÍCIAS AQUI:

http://razoesparaacreditar.com/apoie/holocausto-sirio-8-maneiras-praticas-de-ajudar-as-vitimas-da-guerra-em-alepo/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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Domingo, 18 de Dezembro de 2016

BOAS FESTAS??????

 

 

Os votos andam por aí… de boca em boca…

 

Os católicos celebram o nascimento do Menino Jesus, que nasceu numa manjedoura, humildemente…

 

O mundo rejubila com pais-natal e luzes… e um apelo irracional ao consumismo…

 

Enquanto isso… no outro lado da Vida, existe o caminho da morte, da tortura, da fome, da violência, da guerra…

 

E o mundo importa-se? Os governantes insanos que promovem guerras insanas importam-se?

 

E os que falam em nome dos deuses importam-se…?

E tu? Importas-te…

 

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… com esta fome…?

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… com esta guerra…?

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 … com esta morte…?

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 … com este suicídio forçado…?

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 … com o uso de armas químicas…?

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… com armar meninos para serem soldados…?

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 … com crianças/produtos expostos para venda…?

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 …com esta violência doméstica…?

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 … com o trabalho infantil…?

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 … com a escravatura infantil…?

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 …com os prisioneiros do mal…?

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 …com esta redução à condição de nada…?

 

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…com a morte como única opção…?

 

Não, não me peçam para celebrar a hipocrisia…

 

Não enquanto o mundo estiver impregnado da loucura de governantes insanos…

 

Eu, individualmente, nada posso fazer para os impedir, a não ser mostrar as imagens dessa insanidade e indignar-me com ela…

 

(Origem das imagens: Internet)

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:13

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

EM PORTUGAL HÁ DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS QUE CORREM AS CRIANÇAS NAS MÃOS DOS PROGENITORES

 

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A propósito de um texto que publiquei, e que pode ser recordado aqui

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-tourada-e-cultura-a-cultura-da-696884

no qual Hélder Milheiro, que preside à federação portuguesa de tauromaquia, diz que numa escola de toureio «o que se aprende é a coreografia (afinal sempre há uma coreografia para as bailarinas de collants cor-de-rosa). Treina-se com a tourinha (uma espécie de carrinho de mão que faz as vezes do animal) e nem se vê nada parecido com um toiro até aos 14 anos, que é quando se começa a treinar com bezerros. E há sempre enorme preocupação com a segurança: para alguém com menos de 18 anos entrar num espectáculo é preciso a validação da Comissão de Protecção de Menores; os pesos do animal e do toureiro são fiscalizados, está tudo regulado ao pormenor», Carlos Borges, um jurista meu amigo, referiu o seguinte:

 

«Acho muita graça dizerem que pedem o "visto prévio" da CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) para as criancinhas actuarem em tais pseudo-espectáculos... Pois então das duas, uma: ou a CPCJ é duplamente motivo de censura (porque dá assentimento a práticas que, no mínimo, fariam qualquer pai ou mãe ficar sem os seus filhos, por exposição gratuita ao risco de vida, o que nos termos do Código Penal é crime; e porque perde o seus preciosíssimos tempo e recursos a avaliar práticas que logo deveriam ser comunicadas ao MP e Tribunais - isto se estivéssemos num País decente...), ou o dito cujo inventou semelhante desculpa para camuflar um comportamento mais que condenável!...

 

Em todo o caso, descartada a estupidez dos intervenientes, impunha-se um esclarecimento público da respectiva Comissão sobre o assunto...».

 

Devo referir que várias vezes denunciei à CPCJ casos flagrantes de violação dos direitos das crianças, no que diz respeito à exposição de crianças de tenra idade a estas práticas violentas e cruéis, e numa dessas vezes até fui parar a tribunal, como arguida num processo.

 

Os outros é que levam as crianças para as arenas e ensinam-lhes a “arte suprema” de torturar bezerrinhos, e eu, que denuncio tal crime, é que sou levada a tribunal.

 

Isto só acontece num país que ainda brinca à justiçazinha.

 

A análise que este meu amigo jurista fez está correctíssima. Na verdade, e uma vergonha que a CPCJ dê (como dá) pareceres favoráveis a este crime de exposição de crianças em espectáculos violentos, como são as touradas, permitindo que menores assistam à tortura de touros, ainda que ao colo das progenitoras, que se fossem MÃES não as levariam para um tal lugar; e também dão permissão para que aprendam a torturar bezerros, pois se não permitissem as escolas estariam encerradas. E não estão.

 

A CPCJ terá dois pesos e duas medidas? aliás como quase todas as "autoridades" portuguesas?

 

É que em Portugal todas as crianças são iguais, mas umas são mais iguais do que outras, e os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estão fora dessa "igualdade". É como os Touros e os Cavalos, que nas leis portuguesas não são considerados animais, por isso, podem ser torturados barbaramente até à morte.

 

E as crianças, filhas dos aficionados, também não são consideradas crianças, em Portugal. Se fossem seriam protegidas.

 

Sabemos que a ONU alertou Portugal para os riscos das escolas de toureio para crianças, e considerou que as crianças em touradas são «uma das piores formas de trabalho infantil», e o Comité dos Direitos das Crianças das Nações Unidas, com vista à eventual proibição da participação de crianças em touradas, até já recomendou a Portugal que «adoptasse as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores». E, entre outras observações, acrescentou: «O Comité, insta também o Estado Português para que adopte medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e ao seu impacto nas crianças».

 

Mas tudo isto deveria ser tão-só recomendado pelo bom senso, pela racionalidade e pela sensibilidade (se os houvesse) dos progenitores, em primeiro lugar, e dos políticos e dos organismos que têm a seu cargo a função de defender as crianças dos predadores (incluindo dos próprios progenitores), em segundo lugar.

 

Mas neste mundinho da crueldade e violência tauromáquicas quem manda é o um rei chamado Vil Metal, ao qual todos prestam muiiiita vassalagem.

 

No portal da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, podemos ler o seguinte:

 

Conceito de criança

 

O artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança define criança como todo o ser humano até à idade de 18 anos, salvo se atingir a maioridade mais cedo, de acordo com a legislação de cada país.

 

Esta noção coincide com a lei portuguesa, já que considera ser menor quem não tiver completado 18 anos de idade (artigo 122.º do Código Civil).

 

Ao atingir a maioridade o jovem adquire plena capacidade de exercício de direitos e fica habilitado a reger a sua vida e a dispor dos seus bens (artigo 130.º do Código Civil).

 

Depois temos o Conceito de Risco/Perigo

 

Entre outros (que para aqui não interessam) estão:

 

- Sofrer maus tratos físicos ou psíquicos;

 

- Ser obrigada a actividades ou trabalhos excessivos /inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento;

 

- Estar sujeita, de forma directa ou indirecta, a comportamentos que afectam gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto se lhe oponham de modo adequado a remover essa situação.

 

Isto é o que se lê nesse portal, mas não é o que se pratica, pois os filhos dos aficionados até aos 18 anos, são obrigados a frequentar escolas de toureio, e a aprender a “arte” de torturar bezerros, e são também obrigados a ir às arenas, assistir à tortura.

 

Dizem os adultos: «A nós, não nos fez mal nenhum

 

Mal sabem eles que esse mal é a insensibilidade com que hoje assistem à tortura de um animal, e a aplaudem com muiiiiito prazer. Numa palavra: esse mal chama-se SADISMO, que faz parte de uma psicopatologia grave, e ataca desde o analfabeto, até aos mais letrados professores catedráticos, presidentes, ministros, juízes, doutores, deputados, etc…

 

Sabemos que em Portugal existem doze escolas de toureio  subsidiadas com dinheiros públicos,  onde crianças, dos 3 aos 18 anos recebem aulas teóricas e práticas com gado vivo, pondo em risco a sua integridade física e mental, e, deste modo, aprendem a tourear, ou seja, a torturar bezerros, nalguns casos também a matar touros, e como em Portugal não é permitido matar touros, excepto nas primitivas localidades de Barrancos (legalmente) e de Monsaraz (ilegalmente), as crianças portuguesas vão matá-los para Espanha, e há quem diga que em PRIVADO, em Portugal, também se mata muitos touros, para divertir os sádicos.

 

Concluindo:

 

A ONU (que bem poderia recomendar a abolição desta prática selvática, porque também perturba mentalmente os adultos que a praticam, aplaudem e apoiam) recomendou que Portugal poupe as crianças desta selvajaria.

 

Porém, em Portugal, os nossos políticos não sabem interpretar as recomendações da ONU, e nem sequer os psicólogos, nem os pedopsiquiatras saem a público para defender estas pobres crianças, destes maus tratos psicológicos e deste abandono às “feras” a que estão votadas.

 

Já vi retirarem crianças a pais com problemas económicos. E em vez de resolverem os problemas económicos dos pais, retiram-lhes as crianças... para mostrarem serviço?  

 

No que respeita à selvajaria tauromáquica, as crianças vivem com progenitores portadores de graves deformações mentais, os quais as obrigam a aprender a crueldade, violando deste modo um dos mais sagrados direitos das crianças: o de viverem uma vida mentalmente e fisicamente saudável.

 

Contudo, estas crianças, “aficionadas à força”, estão abandonadas a um destino cruel, sem que ninguém lhes valha.

 

Por isso aqui deixo um repto público à CPCJ: porquê estas crianças são menos crianças do que todas as outras?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:17

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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016

LIGAÇÃO ENTRE VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS NÃO HUMANOS E VIOLÊNCIA CONTRA SERES HUMANOS

 

 

Mais um estudo que comprova que aquele que é violento contra um animal não humano é violento contra um animal humano, porque animais, já sabemos, somos todos nós, embora haja por aí quem se considere feito da matéria dos deuses… se bem que dos deuses menores...

 

A conclusão é sempre a mesma: quem maltrata animais não humanos tem propensão para a violência e crueldade contra seres humanos. E daí à psicopatia a distância é zero…

 

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«A Ligação: Violência Contra Animais não humanos e Violência Contra Seres Humanos

 

 

A Humane Society of the United States (HSUS) é a primeira organização a conduzir um estudo nacional examinando a predominância de violência humana em situações que envolvem crueldade contra animais. O estudo da HSUS, conduzido de Janeiro a Dezembro de 2000, aponta números de pessoas que maltratam animais, espécies de animais maltratados e incidentes de violência em família nos casos mais comuns de crueldade contra animais, nos Estados Unidos.

 

Os resultados de um ano de estudo, descritos abaixo em detalhes, mostram que um número extremamente alto de casos de crueldade intencional foi cometido por adolescentes do sexo masculino, com idade inferior a 18 anos. Além disso, a pesquisa mostra que grande número de casos de crueldade intencional contra animais não humanos, também envolvem algum tipo de violência familiar, quer seja violência doméstica, maus tratos contra crianças ou idosos.

 

A HSUS recolheu informações de 1624 casos de crueldade contra animais não humanos que ocorreram nos EUA no ano de 2000. Os relatos são de fontes bem documentadas, como os média e associações locais protectoras de animais. Desses casos, 922 envolvem violência intencional e 504 envolvem extrema negligência. O que se segue é uma avaliação do número de pessoas que cometeram maus tratos, tipos de abusos, outras formas de violência e número de pessoas que cometeram crueldade intencional.

 

Quem São os Autores dos Crimes?

 

Os do sexo masculino são responsáveis por 76% dos casos no geral e 94 % dos casos de crueldade intencional. Enquanto as mulheres são responsáveis por apenas 24% do total, elas são responsáveis por 24% dos casos de severa negligência, incluindo 68% de casos de pessoas que criam muitos animais juntos.

 

Em casos de crueldade intencional contra animais não humanos, a maioria dos agressores era do sexo masculino e menores de 18 anos: 31% cometido por adolescentes com idade inferior a 18 anos (94% por adolescentes do sexo masculino); 4 %, por crianças com idades inferiores a 12 anos.

 

Existe uma Ligação entre Crueldade contra Animais Não Humanos e Violência Humana?

 

Quase um quarto de todos os casos de crueldade intencional contra animais, envolve alguma forma de violência familiar. Violência doméstica foi a forma mais referida, seguida dos abusos contra crianças e pessoas idosas.

 

21% dos casos de crueldade intencional contra animais não humanos também envolvem alguma forma de violência familiar.

 

13% envolve violência doméstica. Nesses casos, o culpado abusa do parceiro ou cônjuge, forçando a vítima a testemunhar actos de crueldade contra animais não humanos.

 

7% diz respeito a abusos contra crianças. Neste caso o culpado abusa das suas crianças e (ou) força a vítima a testemunhar actos de crueldade contra animais não humanos.

 

1% envolve abuso de idosos. Nesses casos, o culpado abusa do idoso e ou força a vítima a testemunhar actos de crueldade contra animais não humanos.

 

Quem são as vitimas?

 

Os animais de companhia são os alvos mais frequentes de crueldade, principalmente os cães (76% de todos os animais de companhia) que são comumente mais relatados que casos de crueldade contra gatos (19% de todos os animais de estimação). Esse número baixo de incidências, não corresponde ao que dizem os que trabalham na causa e isso sugere que o público, os média e os reforços das Leis, parecem dar menos importância para casos de crueldade contra gatos, que para casos que envolvem crueldade contra cães.

 

O que se segue é uma análise dos animais vítimas de crueldade neste estudo: 76% dos casos envolvem animais de companhia. 12% dos casos envolvem animais de quinta.

 

7% dos casos envolvem animais selvagens.

 

5% dos casos envolvem várias espécies de animais.

 

Que tipo de crueldade é cometida contra animais?

 

Mais de 57% dos casos revistos foram caracterizados como abuso intencional ou tortura; 31% envolvem negligência extrema, incluindo deixar o animal passar fome e sem cuidados básicos; e 12% envolvem ambos, negligência e crueldade directa.

 

Nos casos de crueldade intencional contra animais não humanos, as ofensas mais comuns são tiros, espancamento, arremesso do animal e (ou) mutilação.

 

33% dos casos envolve tiros; 14%, espancamento; 8%, arremesso do animal; 8%, mutilação; 6%, queimaduras; 6%, envenenamento; 5%, facadas; 4%, lutas; 4% chutos; 2%, abuso sexual; 2%, afogamento; 2%, enforcamento; 6%, outras formas de violência intencional.

 

Quantos animais são afectados?

 

É impossível dizer quantos animais sofrem ou estão em risco de serem vítimas de crueldade, porque no momento não há no País um sistema de reforço de leis ou mesmo entidades para monitorizar todos os casos. Entretanto, no exemplo dos casos revistos nessa pesquisa, uma média de 3.4 animais foram vitimizados em casos de negligência. Na maioria (63%) os animais foram mortos ou tiveram de ser sacrificados devido ao resultado dos seus ferimentos.

 

O relatório da HSUS comprova a mais recente pesquisa sobre a ligação entre crueldade contra animais não humanos e violência contra seres humanos.

 

Apesar de este ser o primeiro estudo nacional para analisar a prevalência de violência humana em casos de crueldade contra animais não humanos, nas últimas duas décadas psicólogos, sociólogos e criminologistas têm conduzido diversos estudos para examinar a extensão de casos de crueldade contra animais não humanos em casos de violência em família. Interesse que vem de longe na ligação entre crueldade contra animais não humanos e violência humana foi inspirado por casos contados pelo povo, compilados pelo FBI e outras agências criminalistas ligando os serial killers, violadores em série e violadores assassinos a actos de crueldade contra animais não humanos antes dos 25 anos. Muitos desses casos, onde houve alegação de maus tratos a animais por David Berkowitz e Jeffrey Dahmer, têm sido amplamente divulgados pelos média e consciencializado o público sobre a ligação entre violência humana e violência contra animais não humanos. Entretanto, recentes estudos e pesquisas constatando a incidência de crueldade contra animais não humanos, onde há casos de violência familiar, dá-nos evidências mais concretas.

 

Em 1995, alguns investigadores entrevistaram uma pequena amostra de vítimas de violência doméstica que procuravam abrigo em Utah e descobriram que 71 % das que tinham animais de estimação receberam ameaças dos seus agressores que maltrataram ou mataram os animais da família. Estudos mais completos em 1997 e 2000, nos EUA e Canadá, comprovaram essas descobertas e examinaram o efeito que essas ameaças têm no sentido de evitar que a vítima saia dessa relação familiar abusiva. Pesquisas relacionadas com esses estudos revelam que mais de 20% das vítimas de violência doméstica afirmam ter adiado sair de uma relação afectiva abusiva, temendo a segurança dos animais de estimação. Em resposta a essa fundamentação, associações de bem-estar animal começaram a fazer parcerias com as agências que atendem casos de violência doméstica, no sentido de desenvolver programas que proporcionam abrigo temporário aos animais de estimação das vítimas de violência doméstica.

 

Similar aos casos de violência doméstica, os que abusam de crianças frequentemente o fazem com animais não humanos para exercitar o seu poder de controle sobre a criança. Em alguns casos forçam as crianças a actos sexuais com animais ou exigem que elas matem o animal de estimação favorito, com a finalidade de chantageá-las para que mantenham os abusos como um segredo de família. Geralmente apenas a ameaça de magoar um animal da criança é suficiente para fazer com que ela se cale em relação às agressões que sofre.

 

Um estudo realizado em 1983 referente ao New Jersey Division of Youth and Family Services for Child Abuse descobriu que 88% das famílias que têm animais de estimação com histórico de abuso físico, pelo menos uma pessoa cometeu crueldade contra animais. Em 2/3 dos casos o agressor é um dos pais. Entretanto em 1/3, as próprias crianças transformam-se em agressores, muitas vezes imitando a violência que viram ou experimentaram, usando o animal como vítima.

 

Recomendações da Humane Society of the United States: Leis & Soluções para a Comunidade

 

Enquanto o estudo da HSUS é apenas uma amostra de milhares de casos de crueldade que as associações, os canis municipais e a polícia encontram a cada ano, os resultados do estudo dá-nos um melhor entendimento de como a crueldade contra animais não humanos, se encaixa dentro de problemas maiores da comunidade e da violência em família. A alta percentagem do envolvimento de adolescentes em actos intencionais de crueldade e a prevalência da violência em família em muitos dos casos de crueldade contra animais, sugerem a necessidade de leis e soluções na comunidade, para a crueldade contra animais não humanos e violência humana.

 

Nos últimos anos a consciencialização do público e de profissionais sobre essa ligação aumentou devido a pesquisas e muitos casos estudados. Como resultado, muitas áreas do país já começaram a ajustar leis sobre crueldade contra animais não humanos e estão a desenvolver programas inovadores junto às comunidades, com o objectivo de reduzir a violência. Trinta e um estados e o Distrito de Columbia elaboraram projectos de lei "felony level" (felony = mesmo nível de crime dos que cometem assassinato ou violação, sujeito a sentença severa por cometer crime considerado grave) e a maioria foi aprovada nos últimos anos.

 

Muitos Estados também aprovaram leis exigindo avaliação psicológica e terapia para os que são presos por cometerem crueldade contra animais não humanos. Neste ano (2001) 18 estados estão a trabalhar em leis contra crueldade (felony) melhorando as que já existem, no sentido de fazer com que esse tipo de crime seja considerado crime passível de sentença pesada. Em consequência disso, cinco estados - Florida, Virgínia, Arizona, Carolina do Sul e Massachusetts - introduziram leis que obrigam as denúncias de crueldade contra animais não humanos que chegam aos órgãos de controle Animal (canis municipais e abrigos), sejam estudadas em conjunto com denúncias contra crianças que chegam aos serviços especializados de protecção às mesmas.

 

Além dos esforços em relação à legislação, muitas comunidades americanas já estão a desenvolver programas anti-violência que têm a intenção de prevenção, usando a ligação violência contra animais não humanos/violência contra seres humanos, para identificar e dar assistência a animais não humanos e humanos vulneráveis à posição de vítimas. Departamentos de polícia, grupos de assistência social, abrigos para vítimas de violência doméstica, educadores e outros grupos anti-violência estão a trabalhar em conjunto com entidades de bem-estar animal, desenvolvendo interactividade no sentido de reduzirem a violência doméstica e crueldade contra animais não humanos. Muitos desses programas utilizam comparações de relatos entre organizações (que cuidam de crianças, animais e casos de violência em família), trabalhando no sentido de encontrar uma solução conjunta.

 

Talvez o meio mais eficaz de se combater a crueldade contra os animais não humanos e violência humana seja a prevenção. A maioria dos maus tratos infligidos a animais não humanos e a humanos, é motivado por medo, ignorância e incapacidade de se ter empatia pelas necessidades e sentimentos dos outros.

 

A Educação Humanitária pode ser essencial para se introduzir o conhecimento de valores que podem ajudar a prevenir crianças de começarem a percorrer um caminho destrutivo. Esses esforços podem não recuperar as gerações de abusadores, mas podem ter uma importância efectiva no sentido de quebrar o ciclo de violência em família, de uma geração para outra.

 

Texto original no site da Humane Society of the United States http://www.hsus.org


***

UM “ESTUDO” PORTUGUÊS QUE COMPLETA ESTE ESTUDO AMERICANO

 

Texto de Teresa Botelho

 

AS CRIANÇAS E A EDUCAÇÃO!

 

Nos vários anos em que ensinei crianças e adolescentes carenciados e de várias etnias, verifiquei que o abandono e a violência que a vida lhes proporcionava, se dirigia normalmente contra os colegas, (bullying) ou contra animais, por estes serem o elo mais fraco, nos bairros degradados em que viviam. No entanto, essa violência, não é vista apenas nas cidades grandes, nem nas comunidades mais carenciadas, porque também leccionei no interior, onde se faziam autênticos massacres a animais, sob a condescendência dos adultos e até progenitores.

 

Perante estas situações e por solicitação dos Gabinetes de Apoio, fiz várias acções de sensibilização nas Escolas onde trabalhei e também em outras, como voluntária.

 

Infligir dor e sofrimento a um ser vivo, jamais pode ser considerado como um comportamento saudável no crescimento harmonioso de um menor de idade, assim como não o é, para um adulto responsável e menos ainda se for Encarregado de Educação ou Professor.

 

O Comité dos Direitos da Criança, da ONU, advertiu Portugal em 2014, citando o seguinte:

 

A participação de crianças e adolescentes em actividades taurinas, constitui uma forte violação dos Direitos da Convenção, doutrinando-as para uma acção violenta”.

 

Mais adiante, esta Convenção, coloca mesmo o uso de crianças e adolescentes na tauromaquia, a par do tráfico de droga, como trabalho degradante e perigoso.

 

A Associação Americana de Psiquiatria, considera a crueldade contra os animais, um transtorno de comportamento e a 4ª edição do Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais, define como transtorno de comportamento, a acção de ignorar os direitos básicos dos outros, bem como as principais normas sociais e regras próprias, aplicadas à idade do indivíduo.

 

A evidência clínica, indica ainda que os sintomas de crueldade para com os animais, são observados durante as 1ªs etapas do Transtorno Comportamental, frequentemente, por volta dos 8 anos de idade.

 

Algumas pesquisas, indicam ainda que em 80% dos lares, nos quais o Controle Animal, encontrava animais maltratados, havia antecedentes de abuso físico, negligência familiar e sobretudo afectiva.

 

Fonte:

 https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2015/09/as-criancas-e-educacao-varios-anos-em.html?showComment=1477331002989#c2087101382547065018

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

À ERC - ENTIDADE REGULADORA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

 

Depois que a ERC nos enviou uma deliberação que faz corar as pedras da calçada portuguesa, e que pode ser recordada neste link

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/erc-entidade-reguladora-para-a-690498

 

 

o repúdio ao que lá se diz tem sido extraordinário.

Aqui transcrevo dois excelentes textos que dizem do estado pobre e podre da nossa Nação

 

RTP.jpg

 

Texto de Teresa Botelho

 

A VERBORREIA DO DESRESPEITO!

 

14639609_1290245114370966_3295483820534270419_n[1]

 

Olhando inadvertidamente as páginas do Facebook, eis que a minha alma se iluminou, perante um post partilhado, com as inteligentes e sábias pérolas emanadas desta douta Instituição que infelizmente sustentamos!

 

PARABÉNS!  Temos doutores e psicólogos proeminentes que arrasam qualquer teoria da ONU e de cientistas de renome internacional. 

 

 Mas entremos em algumas das vossas inteligentes citações, sobre a transmissão de touradas pelo canal público:

 

 A "herança cultural portuguesa que o Estado tem a incumbência de promover e proteger", mesmo que façam parte de "heranças" selvagens e medievais, têm que ser protegidas, ou melhor, os amigalhaços que vivem à custa destas ditas heranças e a quem a moral e a ética não dizem nada, precisam de ser protegidos, bajulados e sustentados, porque é para isso que serve o Zé Povinho, cujo popular gesto tão bem vos assenta, na hora de pagar as taxas que vos engordam e vos dão o poder de opinar em "tais premissas não aptas a modificar o entendimento a este preciso respeito".   

 

Mas voltando à verborreia da vossa resposta às críticas dos contribuintes que até têm sido pacíficos, se bem que cada vez estejam menos pacientes, perante a barbaridade confessa de que "estes espectáculos tauromáquicos não são sequer susceptíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e adolescentes", só não desmaio, porque ainda mantenho saúde e lucidez para vos conhecer de ginjeira, bem como aos argumentos ridículos de quem não vê um palmo adiante do nariz, porque ou não vos convém, ou porque a falta de literacia, não vos permitiu sequer ir ao Google investigar o que por lá se escreve sobre o tema. 

 

Cogitei seriamente transcrever aqui alguns desses estudos feitos por cientistas de renome mundial, mas não vale a pena, porque os investigadores tauromáquicos superam todos esses conceitos científicos, ao mesmo tempo que se babam e masturbam psicologicamente, perante o sangue derramado na arena, por um animal que alegadamente lhes terá feito o favor de pedir que lhe esfacelassem bastante o lombo e lhe fizessem jorrar bastante sangue, para colorir a decadente emissão da RTP, animando assim as criancinhas que assistem em suas casas, sentadinhas nos sofás da inocência e perante o laxismo, ignorância e a brutalidade parental

 

Receber da parte da ERC, uma resposta como esta que li, sinceramente, não quero nem preciso, porque me faria mal aos intestinos e quando me dá a cólica, nem" a compressão(...) da liberdade" me segura, por isso, não queiram saber, ou talvez fosse bom que soubessem...     


Teresa Botelho - uma gota de água no Oceano da "escumalha" anti-tauromaquia. 

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/10/a-verborreia-do-desrespeito.html

 

***

 

 

Texto de Ana Macedo

 

MUITO BEM ERC, VOCÊS DIGNIFICAM ESTE ANTRO EM QUE SE TRANSFORMOU PORTUGAL

 

Exmos. Srs.

 

Apesar de sobejamente reconhecer a total inutilidade de instituições como a vossa, a quem pagamos as despesas e os ordenados chorudos para que nada façam, ainda fico surpreendida, de vez em quando, ao deparar com respostas que não só demonstram ignorância e incompetência mas, acima de tudo um total desrespeito por aqueles que garantem a vossa sobrevivência...

 

Como é possível que, em pleno século XXI, ainda seja necessário escrever emails a reclamar do óbvio? Para que serve uma "entidade reguladora" que é a primeira a pactuar com tudo o que está errado?

 

Como é que alguém se atreve a afirmar que os espectáculos onde se torturam animais são uma tradição? Como se consegue ser tão ignorante ao afirmar que estes espectáculos não afectam as crianças??

 

Quem é capaz de descer a tão baixo nível afirmando que torturar animais é parte do património cultural?

 

Pois bem, eu considero-me ofendida e desrespeitada, por razões que passo a explicar:

 

1) As touradas são tanto património cultural quanto a queima das bruxas (já que se aproxima o Halloween acho que a ERC deveria recomendar a transmissão em directo de uma dessas queimas, não?)

 

2) Este lixo televisivo é a razão pela qual não olho, jamais, para uma estação televisiva deste país. Se, acidentalmente, o meu filho passa pelo canal 1 da RTP e se depara com este tipo de lixo fica, de facto, em choque... Mas tenho, então, de lhe explicar que vivo num país de idiotas mentais que adoram torturar animais e que são supervisionados por uma espécie de entidade que não serve para nada a não ser receber salários e aplaudir espectáculos do século XVIII (18, porque duvido que saibam) e que, ainda por cima, vem de um outro país que ocupou o nosso...

 

3) Não satisfeitos com a bestialidade da tourada, decidem introduzir um outro animal na tortura... Uma pobre mula a ser picada por 10 montes de esterco com pernas... Lindo! Clap, Clap, Clap!!! Muito bem, ERC, vocês dignificam este antro em que se transformou Portugal.

 

4) Não gosto de ser denominada como escumalha.... Não acho correcto. Acredito que na ERC isso seja natural e que se chamem nomes uns aos outros para que o tempo vá passando até picar o ponto para sair.... mas eu não gosto! E acho de péssimo gosto que um suposto comentador televisivo, numa estação pública paga com o meu dinheiro, possa insultar a grande maioria dos portugueses sem que, da parte da entidade reguladora, também paga com o meu dinheiro, haja uma reacção.

 

A propósito... dizerem que só foram recebidas 200 e tal reclamações demonstra bem a total incompetência de quem aí trabalha. É VOSSA obrigação zelar pelo público. Não tem de ser o público a dar-vos alertas. Tenham vergonha. Façam o vosso trabalho.

 

Ana Macedo (CC )

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2016

ERC (ENTIDADE REGULADORA PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL) CONSIDERA A TORTURA DE TOUROS “HERANÇA CULTURAL PORTUGUESA” PROTEGIDA PELO ESTADO

 

Não era de esperar outra resposta de alguém que ocupa certos cargos, não para seguir as RECOMENDAÇÕES de uma maioria qualificada, mas para cumprir ordens do lobby tauromáquico instalado no poder, e o qual a ERC, entre outros organismos, serve com uma fidelidade canina.

 

ERC1.jpg

 

Veja-se o que está aqui em causa, neste vídeo:

 

 

Para o conselho regulador da ERC, o que vemos neste vídeo, constitui uma parte integrante da “herança cultural portuguesa”, que o Estado (pasmemo-nos) tem a incumbência de promover e proteger, de acordo com o que vem consignado na Constituição da República Portuguesa, nos artigos 9º, alínea a) e e); 42º, nº1; 73º, nºs 1 e 3; e 78, nºs 1 e 2, alínea e).

 

Senhores Carlos Magno e Alberto Arons de Carvalho e senhoras Luísa Roseira e Raquel Alexandra (membros desse conselho regulador) acham que os portugueses são todos parvos? Acham que os portugueses são todos analfabetos ou sofrem de iliteracia e não sabem ler ou interpretar o que vem consignado nos citados artigos da CRP? Acham que todos os portugueses são uma cambada de ignorantes? Acham que todos os portugueses não têm espinha dorsal e andam por aí vergados aos incultos que mandam em Portugal?

 

Isto vem a propósito de 242 queixas de diferentes cidadãos (nos quais me incluo) que, exercendo um direito cívico, fizeram chegar à ERC uma reclamação contra as transmissões de selvajaria tauromáquica (prefiro esta designação, porque corrida de touros não corresponde à realidade bárbara que se passa dentro de uma arena contra indefesos animais) na rtp um, e requerendo que o conselho regulador da ERC dirigisse a esse canal televisivo uma recomendação concreta para que deixe de transmitir tortura de seres vivos, independentemente do horário, considerando que essa conduta viola os direitos, liberdades e garantias dos telespectadores.

 

Com que fundamentos? Com os seguintes:

 

a – o Provedor do Telespectador da rtp afirmou que não considera que esse conteúdo seja serviço público (e na verdade a tortura ao vivo de seres vivos, não é de todo serviço público em parte alguma do mundo civilizado e evoluído e quiçá do Universo);

 

b – A rtp é financiada sobretudo pela contribuição audiovisual que os portugueses PAGAM nas suas contas de luz (somos OBRIGADOS a pagar, assim é que é);

 

c – Os portugueses, na sua maioria, não aprovam os maus tratos aos animais e a violência injustificada inerente às touradas (nenhum ser humano em pleno uso das suas faculdades mentais aprova tais actos violentos e cruéis);

 

d – Os dados divulgados pela IGAC mostram que as touradas perdem público e telespectadores (nem as moscas lá põem os pés, apenas sempre os mesmos sádicos, que circulam pelo país de autocarros pagos com dinheiros públicos, para dizerem qu, têm (algum) público na assistência);

 

e – O Comité dos Direitos das Crianças da ONU aconselhou Portugal a criar legislação que restrinja a exposição das crianças às touradas, demonstrando preocupação com os efeitos daquelas na saúde física e mental dos menores (e existem a circular na Internet bastantes estudos científicos abalizados, que o afirmam categoricamente);

 

f – O Parlamento Europeu determinou em Outubro de 2015 que os subsídios atribuídos ao sector da agricultura deixem de ser usados para criar touros com destino às touradas para «não financiarem actividades letais de tauromaquia» (um modo elegante de dizer deixem de dar dinheiros públicos a cerca de duas dezenas de famílias que vivem à tripa forra, à custa dos impostos que o povo paga com muita dificuldade);

 

g – A proposta do PAN (partido Pessoa-Animais-Natureza), que propunha proibir a transmissão de actividades tauromáquicas na estação televisiva pública, assente em posições assumidas em respeitáveis instituições internacionais, estudos académicos e no próprio entendimento a este respeito, sustentados pelo Provedor do Telespectador (e que foi rejeitada);

 

***

Estes foram os argumentos em que nos baseámos, para exigirmos à ERC a recomendação já citada.

 

O conselho regulador num e-mail que nos enviou, diz ter analisado todas estas alíneas e contudo, considerou o seguinte (pasmemo-nos!):

 

«Tais premissas não são aptas a modificar o entendimento já oportunamente expresso a este preciso respeito (…) porque as corridas de touros constituem uma parte integrante da herança cultural portuguesa que o Estado tem a incumbência de promover e proteger (…), seja porque esses mesmos espectáculos tauromáquicos (pasmemo-nos!) não são sequer susceptíveis de influir negativamente na formação da personalidade das crianças e de adolescentes (…) não existindo assim, quaisquer impedimentos legais à sua transmissão, seja ainda porque proibir a transmissão de espectáculos tauromáquicos representaria uma compressão injustificada da liberdade de programação do operador de serviço público».

 

Feita esta inteligente e lúcida análise o conselho regulador deliberou não dar provimento às reclamações.

 

Perante isto, só tenho a endereçar os meus pêsames à ERC, por esta deliberação completamente desprovida de lucidez e de fundamentos racionais, e que vai contra o que o mundo culto e evoluído pensa sobre esta SELVAJARIA que o Estado português defende e apoia, baseado numa interpretação completamente descabida da CRP, mantendo esta barbárie como um "produto cultural" que identifica e caracteriza um país completamente terceiro-mundista (basta ver as imagens do vídeo).

 

Terá este conselho regulador a noção dos argumentos RIDÍCULOS com que fundamentou esta deliberação?

 

Terá a noção de que serão a chacota do mundo quando este texto correr mundo?

 

A ERC não regulamenta nada.

 

É simplesmente REGULAMENTADA.

 

São mais uns tantos a viver à custa dos nossos impostos, para não cumprirem o dever de auscultando a opinião pública, deliberarem em conformidade.

 

Com a minha mais veemente repulsa deixo aqui este recado à ERC: que não consigam ver o óbvio e não saibam interpretar o que vem consignado na Constituição da República Portuguesa, é lá convosco, porque nem todos nascem dotados intelectualmente.

 

Mas por favor, não queiram fazer-nos de parvos.

 

Esta deliberação não só é vergonhosa, como demonstra uma descomunal falta de conhecimentos dos mais básicos, e uma notória subserviência ao grupo de pressão económica que rege esta matéria.

 

Isabel A. Ferreira

***

Acrescento o comentário de Borges Carlos (advogado) que complementa o que penso de toda esta bandalheira que desonra o Jornalismo, a Política e a Governação…

 

«Estou absolutamente de acordo e compartilho da mais veemente repulsa, incredulidade, vergonha e indignação perante a resposta oferecida por essa espécie de organismo denominada ERC!...

 

A ERC é já há muito tempo uma das maiores causas da nossa vergonha e descrença perante o poder público!

 

Uma entidade que, no caso da jornalista Bárbara Reis, comportou-se indecorosamente, protegendo politicamente o ex-Ministro Relvas, ao arrepio grosseiro da Lei e das normas constitucionais, resolveu agora vestir a beca e, usando da Constituição como o Credo na boca, vem proteger uma prática abominável, ilegal, contrária à Lei Fundamental e, acima de tudo, imoral!!!...

 

Esses (…) denominados Carlos Magno ou Raquel Alexandra nem conseguem esconder a origem! A de um jornalismo bacoco, sem rei nem roque, acrítico e sem profissionalismo algum!...

 

O que esses vendilhões do templo mereciam era uma Acção Popular nos tribunais contra tal barbaridade... Mas até aí já lá vai o tempo em que as Magistraturas se davam ao respeito e seguiam rigorosa e escrupulosamente a Lei!...

 

Hoje os Magistrados são como as senhoras de Cascais: vão às touradas, aparecem na Caras e viram notícia de Telejornal!!!...

 

Vivemos numa autêntica bandalheira: como se diz em terras de Vera Cruz, a ERC e o Estado viraram uma esculhambação!!!...»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:09

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Domingo, 16 de Outubro de 2016

A RTP1 (UM) DESCE AO MAIS BAIXO NÍVEL CULTURAL, MORAL E SOCIAL

 

(No passado dia 13 de Outubro) «a televisão pública portuguesa, que todos pagamos, mostrou "tradições! antigas em directo, tal como a da imagem. A ideia é massacrar touros e sangrá-los para mostrar bravura, segundo dizem, tal como há 300 anos. Além disso, viram-se adultos a picar uma mula para fora da arena (parece que eram os forcados de então). Como classificar este comportamento em pleno século XXI?

 

Até tenho medo de pensar que outras “tradições” antigas portuguesas a RTP possa decidir passar, sei lá, aquelas da inquisição, da expulsão de homens, mulheres e crianças, ou tão só o famoso 'água-vai' janela fora, do tempo do saudoso penico. Didáctico e cultural, pois então...»

(Adélia Gominho)

 

PICA MULA.jpg

 Dez cobardes adultos picam uma pobre mula, em directo na RTP, já denominada reles televisão portuguesa num Blogue...  

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1404581572904450&set=a.183111411718145.50128.100000578625219&type=3&theater

 

Para cúmulo, ouvimos que 53 %, do orçamento do Ministério da Cultura (ou devemos dizer da Incultura? vai uma vez mais para a RTP.

 

A contribuição audiovisual, que os portugueses são obrigados a pagar à força de ficarem sem electricidade em casa, também aumentou.

 

E para quê? Para transmitirem estes tristes programas terceiro-mundistas numa televisão que se diz ser de serviço público, dirigido a uma sociedade que se diz ser civilizada, num país que se diz ser europeu.

 

Que mais este governo tem na manga para insultar a inteligência dos portugueses e esbanjar dinheiros públicos?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:24

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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016

PROTESTO CONTRA A TOURADA EM ALBUFEIRA!

 

PROTEST AGAINST BULLFIGHTING IN ALBUFEIRA

Albufeira é a vergonha do Algarve.

Tresanda a incultura.

Os estrangeiros andam por lá, e por vezes vão, ao engano, sujar os pés à arena de tortura.

 

ALBUFEIRA.jpg

 

ALBUFEIRA1.jpg

 

PROTESTO CONTRA A TOURADA EM ALBUFEIRA!

 

Vamos proceder a um protesto no dia 16 de Setembro de 2016, próxima sexta-feira, junto à praça de touros em Albufeira pelas 20 horas, com final cerca das 23 horas.

 

O protesto é aberto a qualquer cidadão e vai ostentar faixas e cartazes alusivos. Vamos ter apoio policial do GNR para nossa segurança.

 

O protesto será pacífico da nossa parte, como tem acontecido.

 

APELAMOS A UMA GRANDE PARTICIPAÇÃO DE PESSOAS RESPEITADORAS DE ANIMAIS E ABOLICIONISTAS DA TAUROMAQUIA PARA BEM DEMONSTRARMOS QUE SOMOS A FAVOR DO BEM DE TOUROS E DE CAVALOS E DA SATISFAÇÃO DE PESSOAS CONSCIENTES E COMPASSIVAS E DO PRESTÍGIO DE ALBUFEIRA E DE PORTUGAL!

 

Lastimamos a publicidade enganosa que é feita anunciando a tourada como não violenta e sem sacrifício de animais e os vouchers incluídos em muitos contratos turísticos. Isto leva a uma tremenda desilusão e indignação de turistas que assim são enganados e que ficam com uma péssima impressão de Portugal, país que faz espectáculo desta tortura de touros e de cavalos e onde se verifica a presença de crianças, apesar do efeito nocivo e do desrespeito pelos seus direitos e contra insistentes recomendações da UNESCO.

 

A concentração é pelas 20 horas, junto ao parque de estacionamento da Corcovada, próximo da Praça de Touros de Albufeira.

BEM-VINDOS!!!

..........................................................................................................

 

PROTEST AGAINST BULLFIGHTING IN ALBUFEIRA

 

We will make a protest on September 16, 2016, coming Friday, next to the bullring in Albufeira, beginning at 8 pm and ending at about 11 pm.

 

The protest is open to all citizens and will show banners and posters.

 

We will have police support of the GNR for our safety.

 

The protest will be peaceful on our part, as always happened.

 

WE CALL FOR A GREAT PARTICIPATION OF ANIMAL FRIENDS AND ABOLITIONISTS OF BULLFIGHTING TO DEMONSTRATE FOR THE WELFARE OF BULLS AND HORSES!

 

We deplore the misleading advertising that is made announcing the bullfight as nonviolent and without sacrifice of animals and the vouchers included in many tourist contracts. This leads to a tremendous disappointment and indignation of tourists who are thus deceived and are left with a bad impression of Portugal, a country that does show this torture of bulls and horses and where there is the presence of children, despite the adverse effect and disregard for their rights and against insistent UNESCO recommendations.

 

Concentration is at 8 pm, next to the car park of Corcovada, near the Bullring Albufeira.

WELCOME!!!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/vmmreis/posts/1090114044412308

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:11

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