Domingo, 28 de Maio de 2017

APESAR DE TODA A INFORMAÇÃO E APELOS OS “BOMBEIROS” DA BENEDITA OPTAM PELA IGNORÂNCIA E NÃO CANCELAM TOURADA

 

Não têm razão. Desonram a farda e as Corporações de Bombeiros a sério, porque os da Benedita, não são Bombeiros, são carniceiros.

 

A irracionalidade por parte desta associação desumanitária da Benedita mantém-se.

 

Esta vergonhosa posição atraiu o interesse da Comunicação Social do concelho de Alcobaça e o assunto teve direito a um artigo publicado no Jornal Região de Cister, mas nada demove os carniceiros. Para eles a tortura de bovinos, o sadismo, a crueldade, a violência, o divertimento com o atroz sofrimento de um ser vivo tão animal quanto o homem, é o lema destes vergonhosos “bombeiros”.

 

O que merecem? Apenas a mais veemente repulsa.

 

Acrescente-se que a “corrida de touros à portuguesa” é a mais cruel de todas.

 

TOURADA BENEDITA.jpg

 

 BOMBEIROS DA BENEDITA DESCONHECEM A ÉTICA PROFISSIONAL E SÃO A VERGONHA DA CLASSE

Neste link podem encontrar todos os argumentos científicos e humanos para que os bombeiros carniceiros da Benedita cancelem a selvajaria com que pretendem angariar fundos para hipocritamente fazerem caridadezinha:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/bombeiros-da-benedita-desconhecem-a-720318

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:57

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Terça-feira, 18 de Abril de 2017

ANTÓNIO BARRETO ESCREVEU SOBRE A ACTUAL COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

Um excelente texto, escrito em bom Português, para reflectirmos o actual estado do país, através da actual comunicação social (com dignas excepções), vendida ao poder político, numa total e vergonhosa vassalagem.

 

Informa-se só o que interessa aos governantes, aos políticos, aos partidos; fala-se incorrectamente, e legenda-se ainda pior, ou seja, na versão mais inculta da Língua Portuguesa.

 

Faço totalmente minhas, todas as palavras de António Barreto.

 

AntonioBarreto-2[1].jpg

 António Barreto (Sociólogo português)

(Origem da foto: Internet)

 

É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática.

 

A preguiça é virtude. O tosco é arte.

 

A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

 

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não se sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense.

 

Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

 

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiza a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

 

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

 

É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! 

 

Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. 

 

Arte? Um director-geral chega. Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.

 

A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. 

 

Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.

 

Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.

 

A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos papagaios no seu melhor!

 

Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.

 

Origem do texto:

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/antonio-barreto/interior/as-noticias-na-televisao-5407534.html

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Terça-feira, 21 de Março de 2017

RÁDIO CLUBE DE ANGRA COMEMORA ANIVERSÁRIO COM PRÁTICA TROGLODITA

 

 

Muitas e variadas vozes já se manifestaram contra esta iniciativa, que desprestigia os Açores, os Açorianos, a Comunicação Social, Portugal, os Portugueses e a Humanidade no seu todo.

 

Eu própria já manifestei o meu repúdio, neste Blogue.

 

Mas eis a carta de um Médico Veterinário, que já exerceu a profissão nos Açores, e sabe do que falamos…

 

TENTA.png

 E se a Rádio Clube de Angra TENTAsse colocar-se no lugar do desaventurado bovino bebé?

 

«Exmo. Senhor Director da Rádio Clube de Angra:

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que touros e cavalos são seres sencientes, emotivos, conscientes, muito à semelhança do que acontece com os seres humanos!

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que a ciência honesta afirma isso mesmo!

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que deste conhecimento adquirido, pessoas com o mínimo de sensibilidade desenvolvem empatia e imensa compaixão por pessoas e animais torturados, o que simultaneamente provoca indignação e aversão a pessoas e organismos responsáveis por tais actos.

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que tudo isto contribui para a péssima reputação de Angra do Heroísmo e da sua Rádio e dos Açores e de Portugal.

 

De acordo com notícias publicadas na comunicação social, no próximo dia 25 de Março a Rádio Clube de Angra vai comemorar os seus 70 anos com uma tenta que terá lugar na Quinta do Malhinha.

 

Como deve ser do Vosso conhecimento, as tentas são manifestações de violência gratuita, onde são torturados animais que são picados com ferros que lhes rasgam e perfuram a pele, carne e músculos.

 

Face ao exposto, venho desta forma solicitar a sua intervenção para impedir a realização deste espectáculo repudiável que constitui uma vergonha para o povo açoriano, um povo que na sua imensa maioria não quer ser associado por mais tempo à realização de espectáculos violentos e sangrentos onde são torturados animais para simples diversão dumas poucas pessoas.

 

A Rádio Clube de Angra deve continuar a ser “A Voz da Terceira” e não ser porta-voz ou promotor da tortura.

 

Vasco Reis

Médico Veterinário aposentado,

Médico Veterinário Municipal na Praia da Vitória de 1986 a 1989

***

O que é uma tenta?

http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/06/tenta.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Sábado, 18 de Março de 2017

A TAUROMAQUIA É A SUPREMA "ARTE" DA COBARDIA, DA ESTUPIDEZ E DA IGNORÂNCIA...

 

TOURO T.jpg

 Quem é capaz de deixar neste estado um animal indefeso, não passa do mais reles cobarde, e quem aplaude “isto” não passa do mais reles monstro.

 

Em tempos que já lá vão, tempos obscuros, mergulhados na mais profunda ignorância, a tauromaquia era o divertimento de um povo europeu ainda pouco evoluído. Essa barbárie existia na Europa, mas foi sendo banida, à medida que os padrões éticos, morais, culturais e sociais assim o foram exigindo.

 

Hoje, a prática tauromáquica continua a existir na Europa, mas apenas em três países, em que uma pequena franja da população, nela incluída a classe política, ficou especada nesses tempos sombrios, vá-se lá saber porquê: Espanha, Portugal e algumas regiões do sul de França.

 

Contudo, também nestes três tristes países, a contestação a este tipo de divertimento medievalesco tem-se feito ouvir, e, nomeadamente em Espanha, centenas de municípios já abandonaram estas práticas que não dignificam o ser humano. De acordo com a listagem divulgada pelo CAS International, foram 109 os municípios espanhóis que já se declararam anti-tauromaquia. O que significa um grande passo em direcção à evolução e à claridade.

 

Em Portugal as coisas são bem mais lentas, se bem que, também aqui, as actividades tauromáquicas diminuíram consideravelmente. E elas só ainda subsistem, porque existem deputados da Nação (escolhidos a dedo pelos partidos defensores da crueldade e violência contra animais indefesos) que não têm pejo algum em investir nessas actividades trogloditas, os impostos que com tanto custo os portugueses desembolsam. Além disso, contrariam acintosamente as recomendações do Comité dos Direitos das Crianças da ONU.

 

De acordo com vários estudos e sondagens, são poucos aqueles que defendem activamente a crueldade e a violência cometidas contra animais indefesos, no entanto, é devido à indiferença da maioria e, nomeadamente, da comunicação social, onde, ao que parece, tudo se resolve depois de denunciado, que estas práticas cruéis ainda se mantêm.

 

É tempo, pois, de acabar com esta crueldade gratuita, para que um pequeno bando de anormais encha os bolsos e se divirta.

(Atenção! Isto não é um insulto. É um facto.)

 

Texto baseado neste original:

https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/a.1585670385007976.1073741828.1568326173409064/1650537581854589/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:21

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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016

MORRE A TURISTA QUE FOI COLHIDA NUMA TOURADA À CORDA NA ILHA TERCEIRA

 

A turista que vemos neste vídeo a ser colhida numa tourada à corda em Agualva, na Ilha Terceira, há uma semana, acabou por morrer, no maior dos silêncios…

 

Não convém às autoridades revelar estas mortes.

 

Também não convém às autoridades acabar com este divertimento boçal, em que seres humanos e não humanos morrem ou ficam maltratados desnecessariamente…

 

 

Por sua vez, a comunicação social açoriana também em nada contribui para que esta prática de broncos seja erradicada do Arquipélago dos Açores.

 

Acerca da morte desta turista, a parangona de um jornal local, o Diário Insular, num artigo de 25 de Agosto de 2016, sob o título «É preciso alertar turistas para perigo dos touros» vai para a falta de informação para quem chega à Ilha Terceira, e não para lamentar a morte de alguém que vai à ilha assistir a algo que o povo local “vende” como algo muito “coltural” e perde a vida estupidamente.

 

Mas na verdade o que é preciso é alertar os turistas não para o perigo dos touros, que esses são mansos, são herbívoros, não fazendo mal algum a ninguém, se estiverem nos prados a pastar tranquilamente, mas para o perigo dos broncos que se divertem a torturar um bovino amarrado a uma corda, e este, naturalmente, obviamente, tenta defender-se desses energúmenos embriagados, e também obviamente não sabem distinguir os carrascos dos turistas que ali são levados ao engano.

 

Diz o Diário Insular que «O interior da ilha Terceira tem paisagens e trilhos que encantam os amantes da natureza, mas tem também touros bravos, que podem surpreender os mais desprevenidos

 

Tem também touros bravos? Acontece que não há touros bravos na Natureza. Só há bovinos enraivecidos nas ruas por onde os arrastam, alarvemente, amarrados a uma corda.

 

José Pires Borges, proprietário de uma empresa dita de “animação turística”, diz que «falta informação para quem faz trilhos, sobretudo para estrangeiros».

 

É preciso não enganar os turistas a este ponto.

 

As surpresas mais desagradáveis que os turistas podem encontrar na ilha são os terceirenses embriagados, a correr parvamente e a berrar histericamente pelas ruas, atrás de bovinos assustados, embolados, amarrados, a que chamam “touros bravos”.

 

Estes terceirenses embriagados é que são perigosos para os turistas, pois são eles que largam os bovinos nas ruas, e os bovinos nada mais fazem do que defender-se. E para eles, turistas e broncos vai dar tudo ao mesmo.

 

Este “animador turístico” diz ainda que «os animais estão à solta nos cerrados e facilmente saltam os muros»…

 

E assim se enganam os turistas.

 

Os animais que andam à solta nos cerrados, estando no seu habitat natural, não apresentam perigo algum, nem saltam os muros, se não forem lá acirrá-los. Se um turista acirrar um terceirense, estando este embriagado ou não, ele investe brutalmente contra o turista. Tão simples quanto isto. E é isto que os turistas devem saber.

O tal “animador turístico” diz também que «devem assumir que

têm touros e informar as pessoas do perigo que correm e do comportamento que devem adoptar».

 

O que os terceirenses devem assumir perante os turistas é quem têm um bando de broncos alcoolizados, que acirram bovinos e estes num acto de legítima defesa, atiram-se para cima de quem se mexer, incluindo turistas.

 

Eu faria o mesmo, se fosse bovino.

 

E são estes broncos alcoolizados que os turistas devem evitar.

 

Mas o mais hilariante neste artigo é a comparação que se faz da ilha Terceira e da “festa dos broncos” com os safaris em África. Podemos ler o seguinte: «Em África, os turistas assinam termos de responsabilidade quando vão a safaris, por exemplo. Na Terceira, isso ainda não é feito, mas Pires Borges está a ultimar um processo nesse sentido e propõe que os empresários do sector discutam essa possibilidade

 

Vamos lá a ver, querem que os turistas que vão à ilha Terceira assinem um termo de responsabilidade porque podem deparar-se com animais herbívoros, como os bovinos?????

 

Saberá esta gente o que diferencia os animais herbívoros dos carnívoros? E que a invasão de um habitat natural de um animal qualquer pode induzi-lo a defendê-lo?

 

Isto é uma autêntica anedota. Só na ilha Terceira…

 

E a finalizar este texto surrealista diz-se: «Pires Borges alerta, por outro lado, para a falta de informação sobre as touradas à corda e sobre a postura que se deve adoptar, que por várias vezes provoca acidentes com turistas. Na semana passada, uma mulher foi colhida numa tourada na Agualva e acabou por falecer.»

 

E quanto ao falecimento desta turista é tudo o que se diz.

Não lamentam a morte da jovem.

 

A preocupação maior é que os turistas assinem um termo de responsabilidade, como se estivessem em pleno coração de África, com animais carnívoros à solta, incomodados pela invasão do seu habitat natural…

 

Isto é a estupidez da tourada à corda na Ilha Terceira, no seu grau mais elevado.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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Sexta-feira, 29 de Julho de 2016

COMUNICADO DO MCATA SOBRE O RECENTE ESTUDO QUE ATRIBUI ÀS TOURADAS UMA DETERMINADA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIB DA ILHA TERCEIRA

 

MKCATA.jpg

 

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) considera oportuno fazer algumas considerações e repor a verdade sobre alguns factos em relação ao recente estudo titulado “Os valores económicos e sociais da tourada à corda”, da autoria de Domingos Borges, que afirma que as touradas podem ser responsáveis por 11,4 % do PIB da ilha Terceira.

 

Antes de mais, é preciso deixar bem claro que o Produto Interior Bruto (PIB) não é um sinónimo de criação de riqueza, ideia errónea que muitas vezes é passada na comunicação social. Na realidade, o PIB tanto pode indicar criação de riqueza como uma simples transferência de dinheiro ou mesmo uma perda de riqueza para uma região ou país.

 

O PIB é um indicador que reflecte o valor total da produção de bens e serviços num país ou região num determinado período. No entanto, segundo Ladislau Dowbor, economista e consultor da ONU, é “uma cifra que, tecnicamente, ajuda a medir a velocidade que a máquina gira, mas não diz o que ela produz, com que custos ambientais, e nem para quem”.

 

Para perceber melhor a questão podemos citar determinadas actividades económicas que entram dentro do cômputo do PIB mas que em nada favorecem a economia ou as populações que dela dependem, como pode ser por exemplo um aumento no sector funerário após uma epidemia, no sector de produção de armas quando o país entra em guerra, ou no sector madeireiro após um incêndio florestal.

 

Em relação às touradas, elas encontram-se economicamente na categoria de espectáculo, e como tal são um sector económico não produtivo, que não produz riqueza. Os touros são criados para participarem num espectáculo e com isso em nada beneficia materialmente, directa ou indirectamente, a população, para a qual só servem como distracção por breves momentos. É na realidade um tipo de economia dissipativa que gasta recursos humanos, materiais e naturais.

 

No referido estudo faz-se no entanto referência a outras actividades, estas sim produtivas, associadas ao espectáculo tauromáquico. Mas se as analisamos com atenção chegamos à conclusão de que a sua produtividade é muito reduzida ou nula. Aquilo que é pago ao ganadeiro é uma transferência de dinheiro da população para o bolso de um particular. O que é pago em licenças é uma transferência de dinheiro da população para a autarquia. O que é gasto em combustível e desgaste de veículos, citado no estudo, é na realidade uma perda de dinheiro para a economia da região, que com isto deve importar mais gasolina e mais carros. O sector das comidas e bebidas é realmente uma actividade produtiva, mas ela existe todo o ano independentemente do tipo de espectáculo e das touradas. E quando consideramos que aquilo que é mais consumido, a cerveja, é toda importada, percebemos que também aqui temos mais uma perda económica para a região.

 

E ainda poderíamos falar também da perda da produtividade no âmbito laboral que significa ter mais de uma tourada por dia na Terceira durante a Primavera e o Verão. Ou dos gastos médicos dos cerca de 300 pessoas feridas por ano nas touradas.

 

Não vamos aqui a discutir os números do referido estudo, mas eles são claramente exorbitantes quando referem um PIB do 11,4% às touradas na Terceira. Um outro recente estudo, muito mais realista, da autoria de Tomaz Dentinho e João Paes, calcula que representam apenas um 0,6% do PIB da ilha Terceira, uma diferença abismal. Como referência, podemos dizer que o sector leiteiro, um dos sectores produtivos mais importantes da região, contribui com um 9% para o PIB regional.

 

O MCATA considera que o referido estudo, realizado desde e com o apoio do mundo tauromáquico, não tem outro propósito para além de amplificar os números de forma absurda e exagerada e ocultar a natureza não produtiva das touradas, apoiando assim o negócio da tauromaquia num momento em que esta actividade é tão criticada nos Açores e no mundo inteiro.

 

Na realidade, a economia da ilha Terceira só ganharia com o fim das touradas e dos subsídios públicos a elas atribuídos. A qualidade de vida e o futuro dos terceirenses melhoraria sem dúvida se o dinheiro gasto nas touradas fosse destinando a sectores produtivos da economia e que melhorassem a produtividade, a competitividade e a inovação no tecido empresarial da ilha. Afinal, qual é o interesse de ter um PIB, por pouco ou muito elevado que este seja, baseado apenas em perdas e despesas e não na criação de riqueza?

 

Comunicado do Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/

 

20/07/2016

Fonte:

http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/2016/07/comunicado-do-mcata-sobre-o-recente.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2016

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS: UMA LEITURA À MARGEM DO “POLITICAMENTE CORRECTO”

 

MARCELO.jpg

 

Ouviu-se demasiadas vezes, esta pergunta: «O que falhou nas candidaturas dos restantes nove candidatos?»

 

Mas a pergunta a fazer não era essa. A pergunta a fazer devia ter sido a seguinte:

 

O que funcionou para que Marcelo Rebelo de Sousa ganhasse as eleições?

 

- Funcionou os vários anos em que ele, como comentador político nas televisões portuguesas, fez campanha eleitoral, em horário nobre, já com o fito nesta candidatura, mostrando-se ao país, semanalmente, e tornando-se, desse modo, mais conhecido do que os tremoços.

 

- Funcionou o apoio que a comunicação social orquestradamente deu a um candidato que partiu para estas eleições com mais vantagem do que todos os outros, no que respeita ao conhecimento que o povo já tinha das suas ideias acerca da política e da governação, oferecendo-lhe, de mão-beijada, a primazia sobre os demais candidatos.

 

- Funcionou a falta de estratégia do Partido Socialista, que se mostrou desnorteado, facto que foi aproveitado, e muito bem, pela coligação PSD/CDS que desde logo e sem papas na língua, sugeriu ao seu eleitorado que votasse Marcelo.

 

- Funcionou a já enraizada falta de sentido crítico dos portugueses, e o facto de serem maria-vai-com-as-outras o que lhes dá apenas a visão de cores partidárias e não de competências.

 

- Funcionou a circunstância de não haver, nesta corrida a Belém, nenhum candidato realmente forte, com peso na política, e com a popularidade que anos de exposição pública dão a qualquer cidadão.

 

- Funcionou a táctica de enredar o povo na ilusão de um presidente que andará no meio dele (do povo) a tomar copos nas tascas, a engraxar sapatos na via pública, a viajar de comboio ou mesmo a visitar doentinhos nos hospitais, ou velhinhos nos lares, aos abraços e aos beijos, como se fossem amigos do peito.

 

O que falhou nas candidaturas dos restantes nove candidatos?

 

Não falhou nada. Foram candidatos iguais a si próprios. Disseram de sua justiça, mas partiram para estas eleições com uma grande desvantagem em relação ao vencedor: nenhum deles teve a oportunidade de fazer campanha eleitoral, em horário nobre, durante anos a fio.

 

Entretanto, dizem por aí que a escolha do povo é soberana.

 

De que povo se fala?

 

Dos nove milhões e tal de eleitores inscritos nestas eleições, apenas cerca de 2 milhões e 400 votaram Marcelo. A escolha soberana foi apenas de cerca de dois milhões, entre nove milhões. A escolha soberana foi de uma migalha de povo.

 

Milhares estão-se nas tintas para a política pouco transparente que parece ter criado raízes em Portugal, e para políticos que se vergam aos interesses dos vários lobbies económicos instalados na AR, os que verdadeiramente “governam” o país.

 

Logo, Marcelo não é o presidente de TODOS os Portugueses. Nem pouco mais ou menos. Simplesmente ganhou umas eleições, cujo sistema deve ser revisto, pois é tudo menos democrático.

 

Os dois milhões e tal de portugueses elegeram um presidente aficionado de selvajaria tauromáquica e vendilhão da Língua Portuguesa.

 

Marcelo é inteligente? É. Mas Bin Laden também era um sujeito com uma inteligência acima do normal.

 

No final do seu discurso de presidente eleito, Marcelo diz que é hora de refazer Portugal e honrar a memória.

 

Pois se é hora de refazer Portugal e honrar a memória, é hora de colocar Portugal no caminho da evolução, da civilização, da cultura culta, abolindo do território português a selvajaria tauromáquica que envergonha até as pedras da calçada à portuguesa, e de devolver ao País a sua Língua Materna, europeia e culta.

 

É que a propósito das outras matérias já sabemos nós o que fará Marcelo.

 

E uma coisa é certa, Marcelo Rebelo de Sousa só será meu presidente quando tiver a hombridade de, como representante máximo de Portugal, pugnar pela abolição da barbárie e pela preservação da Identidade Nacional, devolvendo aos Portugueses a Língua Portuguesa.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Segunda-feira, 7 de Julho de 2014

COMUNICADO DO MOVIMENTO CÍVICO ABOLICIONISTA DA TAUROMAQUIA NOS AÇORES (MCATA): NÃO MAIS MORTOS E FERIDOS NAS TOURADAS À CORDA

 
 

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) lamenta profundamente a morte de mais uma pessoa, neste caso, a de um homem de 62 anos, durante a realização de uma tourada à corda na ilha de São Jorge. Esta morte é mais uma que vem somar-se à de um homem de 78 anos na ilha da Graciosa, em 2013, e à morte de um homem na ilha do Pico, em 2012. Assim, a trágica estatística das mortes nas touradas à corda na região situa-se, no mínimo, numa pessoa morta por ano.

 

Para além das pessoas que morrem, o número de feridos graves nas touradas à corda é bastante maior, como indicam os casos que chegam a ser conhecidos apesar de, no geral, raramente serem noticiados. No total, o número de feridos graves e ligeiros nos Açores como consequência das touradas à corda estima-se em mais de 300 em cada ano.

 

Estes números são necessariamente aproximados em virtude dos feridos e mesmo dos mortos resultantes das touradas à corda, não serem mencionados, na maioria das vezes pela comunicação social. Aliás, é lamentável que, no caso da pessoa recentemente falecida em São Jorge, a comunicação social tenha centrado a notícia exclusivamente nas dificuldades da evacuação médica, que não contestamos, chegando mesmo a não referir, muitas vezes, que a causa primeira da morte foram os ferimentos ocasionados durante uma tourada.

 

Todas estas mortes inúteis e todos estes numerosos feridos, graves ou ligeiros, poderiam ser facilmente evitados com a definitiva abolição das touradas nos Açores e a sua substituição por eventos culturais que, longe de cultivar a violência e a morte, fomentassem a alegria de viver e o respeito pelas pessoas e pelos animais.

 

É cada vez mais evidente, nos Açores e em todo o mundo, que está na hora de acabar com esta barbárie absurda e sem sentido, permitindo aos povos evoluir e entrar definitivamente num progresso cultural próprio do século XXI.

 

Porém, longe deste entendimento, as touradas à corda continuam a receber apoios públicos por parte do governo regional e das autarquias açorianas.

 

Os governantes fecham os olhos à realidade e parecem varrer os mortos e os feridos para debaixo do tapete.

 

Mas, ainda são também de lamentar as outras vítimas das touradas à corda: os touros. Infelizmente não são raros os casos de animais que chegam a morrer durante as touradas. São conhecidos casos de touros que morreram de esgotamento e outros que morrem ao embaterem contra um muro. São frequentes também os casos de animais que acabam gravemente feridos, perdendo um ou os dois cornos ao embaterem contra as paredes e muros, ou partindo ossos ao escorregar ou saltar nas ruas. É, ainda, comum ver touros com ferimentos, sangrando e sem que por isso se interrompa a festa.

 

Apesar de tudo isto, lamenta-se que alguns políticos ainda considerem as touradas como simples “brincadeiras” com os animais.

 

Partilhando o sentir da maioria da sociedade açoriana, o MCATA considera que não é admissível haver mais nenhuma morte nem mais feridos por causa das touradas à corda.

 

Por último, o MCATA apela às entidades que têm responsabilidade na matéria para que atuem sem mais demora.

 

Comunicado do

Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

03/07/2014

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:00

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Segunda-feira, 28 de Abril de 2014

CRIANÇA DE QUATRO ANOS CAI DE UMA BANCADA DE UMA PRAÇA DE TOUROS PORTÁTIL, EM SAMORA CORREIA

 

Pergunta-se: o que fazia uma criança de quatro anos num antro de violência?

 

Onde estavam as autoridades?

 

O que tem a dizer a Comissão de Protecção de Menores?

 

Será preciso morrer uma criança para que esta estupidez acabe?

 

Que pais são estes?

 

Isto configura um crime de negligência, e nenhuma autoridade actua.

 

Quem protege as crianças portuguesas das mãos de carrascos?

 

 

A criança caiu da altura de uma quarta bancada. Como não sofreu nada, tudo bem. A estupidez continuou. Se a criança morresse, enterrava-se, como se fazem com todos os mortos. Se ficasse estropiada, seria uma honra para aquela gente atrasada, que tem neste divertimento de broncos, o supra-sumo das suas pobre vidas. E os pais e as autoridades receberiam os aplausos da cumplicidade.  

 

Este é mais um triste episódio, em que as autoridades portuguesas, que não tendo dignidade, são as principais culpadas.

 

Uma bela prenda de aniversário para a inocente criança que completou ontem (27 de Abril) quatro anos de idade.

 

Quatro anos de idade. E estava a ver touradas.

 

Na notícia deste episódio macabro, lê-se que : «Felizmente, o miúdo nada sofreu, levantou-se pouco depois pelo seu próprio pé, foi socorrido (não de imediato) pelos Bombeiros presentes na praça (que tardaram a entender as pessoas que do outro lado da praça os chamavam, incluindo o toureiro Marcelo Mendes, que estava montado e prestes a iniciar a lide e foi quem atravessou a praça para chamar os socorristas) e depois transportado ao hospital, onde não lhe foi detectada nenhuma lesão».

 

Não lhe foi detectada nenhuma lesão física, é preciso frisar.

 

Mas uma criança não é feita só de corpo. A lesão principal e a mais importante ficou lá: o medo, o susto, a aflição que marcará a sua inocência.

E o que se passou depois é de doidos. Mas a tal de “festa” tem de continuar, porque aquela gentinha atrasada não conhece mais nada do mundo.

 

E as autoridades portuguesas, todas elas, desde o Presidente da República, passando pelo Primeiro-ministro e pela Assembleia da República, juizado de menores, comissões, polícias são os principais responsáveis pelo que aconteceu a esta criança, e a muitas outras que são expostas a esta violência gratuita e desnecessária.

 

E a irresponsabilidade de todos os intervenientes deste episódio nasce de uma ignorância entranhada, que terá de ser arrancada a ferros.

 

«Já no final do espectáculo, um porta-voz da empresa "Tauroleve" (co-promotora do festival desta tarde em Samora) anunciou ao microfone que a criança estava bem e solicitou à Comunicação Social "alguma calma" por forma a "não prejudicar a Festa".»

 

Não prejudicar a “festa”? A “festa”?

 

E a criança? Não ficaria prejudicada com o que lhe aconteceu?

 

E quem se importa?

 

Ninguém. E ainda têm o desplante de dizerem:

 

«Entende-se a preocupação empresarial. Contudo, o acidente é notícia. E em nada prejudica o espectáculo tauromáquico

 

Pois! O espectáculo tauromáquico. Esse é que é! As crianças que se lixem!

Porque segundo eles:

 

«Mais grave, mesmo, foi o cenário de pânico que a seguir se viveu na praça, com o público a debandar das bancadas em desenfreada correria e os (muitos) turistas que se encontravam na trincheira e saltar para a arena... depois de inicialmente se ter espalhado a confusão havendo quem dissesse que tinha sido um toiro que escapara e andava por baixo das bancadas...»

 

Sim… os muitos “turistas” das terrinhas vizinhas, também elas, um atraso de vida.

 

Isto acontece em Portugal, onde leis parvas permitem divertimentos parvos, e onde as autoridades não tendo autoridade, não fazem cumprir as leis válidas.

 

E quem poderá punir as autoridades que não cumprem a Constituição da República Portuguesa?

 

Fonte:

 http://farpasblogue.blogspot.pt/2014/04/panico-esta-tarde-em-tourada-em-samora.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:27

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

É DIFÍCIL RECUPERAR UM AFICIONADO PARA A ÉTICA

 

 

Clube taurino de Alter-do-Chão: estas crianças só não serão os futuros torcionários porque a tauromaquia está ligada à máquina que a mantém viva, mas que será desligada a qualquer momento

 

 

(GOSTARIA DE SABER QUEM ESCREVEU ESTE TEXTO - ENCONTREI-O POR AÍ… É EXCELENTE) (***)

 

 por Vasco Reis, médico veterinário

 

«Os animais juvenis são especialmente influenciados, " impregnados" pelas experiências que vivem nos primeiros tempos da sua vida. Por exemplo e assim na confiança que podem desenvolver por outros seres, pessoas, etc. e hábitos que adquirem. Muitos dos aficionados são-no porque desde pequeninos têm que nadar na onda viciada da cruel tauromaquia dos seus sítios.

 

Por isso é muito difícil recuperá-los para a ética. Há que tentar recuperá-los com argumentos de bom senso e ciência, ou pô-los à margem para que se interroguem do porquê. A melhor das estratégias seria a educação ou palestras sobre respeito pelos animais já nas escolas, influindo nos alunos com repercussão nos pais, professores, comunicação social e provocando reacções tipo tiros nos pés dos aficionados.

 

Por agora, ao que se assiste, é à venda da "banha de cobra" cruel da tauromaquia em escolas autorizada por municípios, directores de escolas, "Ministério da Educação", principalmente nos municípios que se baptizam de "aficionados".

 

A indústria tauromáquica tem muitos apoios e bastante capacidade de corromper influentes. Com as garraiadas esperam e conseguem alimentar a praga tauromáquica»

 

(***) Já descobri a fonte: 

http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/2013/04/por-isso-e-muito-dificil-recupera-los.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:24

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