Terça-feira, 3 de Janeiro de 2017

UM EXEMPLO DE CIVILIZAÇÃO E RESPEITO PELOS ANIMAIS QUE NOS VEM DE ITÁLIA

 

A civilização é muito bonita e condiz com a era em que vivemos:

2017 DEPOIS DE CRISTO.

 

O tempo da pedra lascada já não existe. Então por que insistir em permanecer nele?

 

cidade-italia-.jpg

 

A pequena cidade de Collecchio, na Itália, adoptou uma nova postura para celebrar datas festivas: utilizar, apenas, fogos de artifício silenciosos, em respeito aos animais não humanos que, como sabemos, têm o sentido da audição muito sensível, nomeadamente os pássaros, os mais afectados pelo desvario humano, e sofrem horrores e entram em pânico, com os aterradores estrondos dos foguetes.

 

É que também há seres humanos mais sensíveis que também sofrem com esta espécie de “divertimento” ruidoso e fazedor de surdos.

 

(Eu, por exemplo, abomino foguetes e fogos de artifício ruidosos).

 

Podemos fazer fogos de artifício sem estrondos e sem ruído? Fogos de artifício silenciosos e elegantes? Podemos. Hoje isto é possível com uma nova técnica: Setti Fireworks.

 

No vídeo (mais abaixo), propomos dois lírios de fogo, uma óptima novidade para os espectáculos na cidade, casamentos ou qualquer outra ocasião especial. Também é excelente em combinação com a música, como neste exemplo, onde a voz de Freddie Mercury e o som dos Queen se fundem com a coreografia do fogo. Atrás dos lírios, fontes em cascata e efeitos pirotécnicos sincronizados com a música, completam o espectáculo.

 

Porque festa só é festa se o mundo dos animais humanos estiver em harmonia e sintonia com o mundo dos animais não humanos que, ao fim e ao cabo, é o mesmo mundo.

 

É que o homem não é, de todo, o dono do mundo.

 

Por que fazer estourar foguetes ruidosamente, se nem a Natureza, com os seus trovões, é tão maléfica quanto o animal humano?

 

Por que fazer tanto estrondo se é possível fazer fogos de artifício belíssimos sem provocar estragos na natureza dos seres não humanos e também dos seres humanos?

 

Este belo exemplo veio de uma pequena cidade de Itália.

 

Que os que vivem no mundo ruidoso dos “grandes” aprendam a conciliar-se com a Natureza e a matar a ideia de que são os donos do mundo.

 

 

Fonte:

http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/a-cidade-italiana-que-so-faz-festas-com-fogos-de-artificio-silenciosos-em-respeito-aos-animais/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016

A VAQUEJADA É INCONSTITUCIONAL

 

A vaquejada está para o Brasil, assim como a tourada está para Portugal.

 

Ambas as práticas, são “diversões” de broncos.

 

No Brasil a vaquejada é inconstitucional. Em Portugal a tourada é legal, o que não significa que seja coisa da Civilização.

 

Veterinários portugueses, mirem-se no exemplo da veterinária deste vídeo, Dra. Irvénia Prada, professora na Universidade de São Paulo, autora de vários livros sobre a espiritualidade dos animais e conferencista.

  

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:46

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016

«O QUE ACONTECERIA SE AS TOURADAS ACABASSEM EM PORTUGAL?»

 

 

O dia em que Portugal se libertar desta miséria moral, cultural e social, será um dia glorioso, iluminado, luminoso, tanto quanto foi o dia da abolição da pena de morte, da escravatura, da ditadura, do tribunal da santa inquisição, e de tantas outras barbaridades que mantiveram nas trevas o país.

E a tauromaquia é a nuvem negra que ainda vemos pairar sobre os céus de Portugal, não deixando que o Sol nele penetre plenamente.

Quando as touradas acabarem em Portugal, o país dará um grande passo em direcção à evolução e à civilização.

Para já é um país com um atraso civilizacional considerável, visto ainda permitir práticas selváticas contra bovinos indefesos, para divertir sádicos.

E isto não é coisa da civilização, nem da cultura culta.

(Isabel A. Ferreira)

 

abolição.png

 

Recordemos o que Ana Chaves escreveu, aqui há tempos no P3

 

«Há oito países no mundo onde as touradas são legais. Portugal é um deles. Quem defende a actividade tauromáquica não cogita sobre um hipotético ponto final. Citam-se razões como o fim do “património cultural do país”, o desemprego que se geraria e a extinção da raça taurina brava.

 

Do outro lado, contra-atacam: “no Médio Oriente, a mutilação genital feminina também é cultura”, o desemprego é residual (há em média três trabalhadores por ganadaria) e a maioria não extrai rendimentos exclusivos desta actividade, e para quê preservar uma raça que terá como único fim o sofrimento?

 

Vamos a factos:  no próximo dia 1 de Junho, o PAN apresenta o projecto de lei n.º 181  que proíbe a utilização de menores de idade em espectáculos tauromáquicos, quer como actores, quer como espectadores. “Não faz sentido que uma criança de 12 anos assista ou participe num espectáculo de violência explícita, que tem repercussões a nível psíquico, social e emocional”. “Há pareceres, nomeadamente os do Comité dos Direitos da Criança, que comparam o espectáculo tauromáquico a trabalho infantil ou ao tráfico de droga, tendo em conta o grau de perigo e degradação”, refere o deputado do partido, André Silva em entrevista ao P3.

 

O BE (projecto de lei n.º 217) acrescenta outro objectivo: além de proibir menores, pretende eliminar a categoria matadores de touros. “Se os touros de morte são proibidos em Portugal, por que razão havemos de reconhecer essa profissão?” questiona o deputado Pedro Soares. “É uma incongruência”.

 

Para Hélder Milheiro, porta-voz e activista da Prótoiro, esta já é «mais uma rotina demagógica de alguns partidos extremistas” do que qualquer outra coisa, pelo que não traz nada de novo. A tauromaquia é uma “arte perfomativa” que goza de boa saúde, mesmo sem apoios públicos».

 

Será assim?

 

Os subsídios públicos

 

“Há vários tipos de apoios e benefícios autárquicos (compra de bilhetes, alocamento de transporte, publicidade), institucionais (como o financiamento de livros) e até fiscais/estatais (os toureiros estão isentos de IVA, os bilhetes são taxados a 13% e não a 23%) (...). Não são regulares, embora “tudo isto somado, possa chegar aos 20 milhões de euros anuais”, contrapõe André Silva.

 

Já a presidente da Animal, Rita Silva, corrobora o valor em causa (a organização tem inclusive uma petição a decorrer neste sentido) e fala em “vergonha” no caso da RTP. Os números parecem dar-lhe razão: em 2015, registaram-se 8280 queixas de telespectadores da RTP a propósito das touradas, mais de metade do total. E as corridas transmitidas mostram quebras de audiência permanentes.

 

Mas o que aconteceria, afinal, se a tauromaquia fosse extinta?

 

A resposta de Rita é peremptória: “Rigorosamente nada”. E dá exemplos de outros locais: as praças foram reconvertidas (veja-se o caso da de Barcelona), as pessoas já tinham outra forma de subsistência e os touros bravos em si “não representam especial mais-valia para o ecossistema ou para a biodiversidade”, explica. São bovinos, como os outros, não falamos da extinção da espécie, mas apenas de uma raça em particular.

 

O cenário de abolição “não está ainda em cima da mesa” diz André Silva. No entanto, acredita que o “tauronegócio” terá o seu fim: “A questão não é se, é quando” e será a “evolução das consciências, que já é a maioria dos portugueses, que o ditará”. Já Pedro Soares, do BE, admite que mais importante do que eliminar a prática em si é erradicar a violência.

 

Gáudio ou dor?

 

É precisamente em torno desta questão, a da violência, que giram todos os raciocínios.

 

Hélder Milheiro considera que falar em dor e violência é “falso” e “básico”: os touros não são maltratados, são “respeitados”. “O animal é acompanhado por um veterinário antes, durante e após a faena” e o embolamento (serrar as pontas dos cornos) é como “cortar as unhas”, esclarece. Além disso, “um toureiro que arrisca a sua vida em frente a um animal, representa o máximo da excelência humana”.

 

Um estudo da AVATMA (Asociación de Veterinários Abolicionistas de la Tauromaquia y del Maltrato Animal) relaciona a produção de betaendorfinas com os touros de lide. Segundo este, o animal produz estas hormonas em 15 situações concretas (entre as quais, stress, dor, fome, sede, esgotamento físico, acidose metabólica ou hemorragia) e “todas elas estão presentes durante a lide”. Não são, portanto, as hormonas do prazer e da felicidade (não se verificam durante o orgasmo, por exemplo), bem como não neutralizam a dor.

 

Estudo:

https://drive.google.com/file/d/0B4wndnBWq378cHk3RE84Slo4ZGs/view?pli=1

 

Fonte:

http://p3.publico.pt/node/20590?fb_comment_id=fbc_1228375193854356_1230705023621373_1230705023621373#f20678fce760bb2

 

(Acrescente-se que este projecto de lei, por mais incrível que possa parecer, foi chumbado pela Assembleia da República Portuguesa)

 

Fixemo-nos agora nesta inacreditável declaração:

 

Para Helder Milheiro «um toureiro que arrisca a sua vida em frente a um animal  (para o torturar até à morte, há que acrescentar), representa o máximo da excelência humana».

 

Saberá esta personagem da ficção mais mórbida que possa existir por aí, o que é “excelência humana”?

 

Se torturar um animal até à morte é excelência humana, que expressão devemos usar para o que vemos neste vídeo?

 

 

 

E depois não gostam que digamos que sofrem de doença do foro psiquiátrico.



 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

AINDA A QUESTÃO DA TOURADA PARA ANGARIAR FUNDOS PARA OS BOMBEIROS DA REGIÃO DE SANTARÉM…

 

ESTE SIM, É UM VERDADEIRO BOMBEIRO

 

BOMBEIRO.jpg

Um BOMBEIRO administra oxigénio a um filhote de hamster que estava dentro de uma rulote que se incendiou. A este tipo de BOMBEIROS, eu curvo-me e reverencio.

Mais imagens de BOMBEIROS salvadores de vidas neste link:

http://misteriosdomundo.org/10-imagens-de-bombeiros-que-arriscaram-suas-vidas-para-salvar-animais/

 

***

EM SANTARÉM TORTURAM-SE TOUROS PARA ANGARIAR UMA ESMOLINHA PARA OS bombeiros DA REGIÃO

(E querem que eu fique calada?)

 

SANTARÉRM.jpg

 

A propósito da INDIGNAÇÃO (à qual tenho direito) que demonstrei no texto que escrevi sobre esta macabra iniciativa, que encheu os bolsos de algum ganadeiro, das santas casas da (falsa) misericórdia, mas não os COFRES das corporações, em nome das quais esta carnificina se realizou, recebi este comentário, ao qual respondi.

 

João Forte, deixou um comentário ao post DISPAM A FARDA, BOMBEIROS DA REGIÃO DE SANTARÉM, PERDERAM A DIGNIDADE AO ACEITAREM DINHEIRO SUJO DO SANGUE DE INOCENTES BOVINOS SACRIFICADOS às 13:50, 2016-09-29.

 

 

Comentário:

Não lhe reconheço moral para dizer que os bombeiros têm de ser como você acha que têm de ser. Considero lamentável arrastar o nome dos bombeiros voluntários para a lama, de uma forma populista e demagógica. Não são os bombeiros que têm de decidir, mas sim as direcções. Isto é uma questão civilizacional, não "bombeirística". Como saberá, Santarém é uma região onde, infelizmente, isto se faz, portanto não confunda alhos com bogalhos sff. E, finalizando, não me leve a mal, mas não lhe reconheço qualquer autoridade para afirmar que "isto também é ser bombeiro", ou mesmo " dispam a farda. Não são dignos dela". A senhora não sabe o que é ser-se bombeiro/bombeira e os horrores e as dificuldades que passamos. Pode imaginar, mas daí a saber vai um passo muito grande. Resumindo, não confunda uma questão civilizacional com bombeiros.

 

***

 

João Forte, então estamos quites.

 

Eu também não lhe reconheço nem moral, nem cultura, nem qualquer outra virtude, para pretender fazer dos bombeiros, uns carniceiros, e aceitar esmolinhas manchadas do sangue e do SOFRIMENTO ATROZ de seres vivos inocentes, inofensivos, sencientes e indefesos. Certo?

 

É que é preciso que fique bem claro: NÃO SOU EU que aplaudo a tortura de seres vivos para angariar fundos para os bombeiros.

 

E como já disse, um bombeiro, que é BOMBEIRO e SOLDADO DA PAZ não se presta ao papel de carniceiro. E se se presta, é porque concorda. E deixa de ser Soldado da Paz.

 

E atenção! Quem arrasta os bombeiros voluntários para a LAMA também não sou eu. São eles próprios, ao ACEITAR entrar neste jogo SUJO, onde o único animal HONESTO é o TOURO. Certo?

 

E vá aprender o significado de “populista” e demagógica” junto aos governantes e às direcções de bombeiros, pois não sou EU que faço política SUJA.

 

Também já disse e vou repetir alto:

 

OS BOMBEIROS (OS VERDADEIROS BOMBEIROS) NÃO TÊM OBRIGAÇÃO DE CUMPRIR ORDENS PARVAS DAS DIRECÇÕES PARVAS. HÁ DUAS OPÇÕES CHAMADAS “OBJECÇÃO DE CONSCIÊNCIA” E “DESOBEDIÊNCIA CIVIL”, PREVISTAS NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, ÀS QUAIS OS CIDADÃOS CONSCIENTES PODEM RECORRER QUANDO OS OBRIGAM A FAZER ALGO CONTRA A PRÓPRIA CONSCIÊNCIA CÍVICA.

 

Certo?

 

A sua ignorância abeira o ridículo. Quando é que OBEDECER a uma DIRECTIVA ESTÚPIDA é uma questão CIVILIZACIONAL? Jamais, nem no tempo da ditadura.

 

Sei muito bem que SANTARÉM é uma região TAURICIDA e CIVILIZACIONALMENTE ATRASADÍSSIMA, mas lá por ser uma região TAURICIDA e CIVILIZACIONALMENTE ATRASADÍSSIMA não significa que todos tenham de o ser, e muito menos os SOLDADOS, que se dizem da PAZ, mas aplaudem a VIOLÊNCIA e a CRUELDADE, cometidas COBARDEMENTE contra seres vivos indefesos.

 

VOLUNTARIAMENTE, sem interesses económicos, até são capazes de ir salvar cães e gatos, para ficarem bem na fotografia. Mas também VOLUNTARIAMENTE, mas já com INTERESSES ECONÓMICOS, deixam que bovinos indefesos sejam barbaramente torturados para receberem uma ESMOLINHA.

 

Diga lá qual o montante da FORTUNA que os bombeiros da região de Santarém receberam com a TORTURA DE BOVINOS?

 

E aqui não se confunde alhos com bUgalhos. Aqui DEFENDE-SE a VIDA de TOUROS INDEFESOS. Coisa que os bombeiros da região de SANTARÉM deviam ter feito e não fizeram.

 

Pois pouco me importa que me reconheça autoridade ou não. Estou-me nas tintas para a “avaliação” de alguém que não tem a mínima elevação moral, nem cultural nem social para discernir entre ANGARIAR FUNDOS CIVILIZADAMENTE e ANGARIAR FUNDOS MANCHADOS DE SANGUE INOCENTE, para as corporações locais.

 

Eu sou uma cidadã livre, com sentido cívico e cultura crítica. Tenho a autoridade que tudo isto me concede, para repetir isto bem alto:

 

SER BOMBEIRO TAMBÉM É SALVAR A VIDA DOS ANIMAIS CHAMADOS TOUROS, TÃO ANIMAIS COMO OS CÃES E GATOS, COMO OS BOMBEIROS, COMO EU, E COMO TODA A HUMANIDADE.

 

Certo?

 

Bem como, desprezando todos aqueles que não SABEM HONRAR UMA FARDA, tenho a autoridade cívica de lhes dizer: DISPAM A FARDA! NÃO SÃO DIGNOS DELA, UMA VEZ QUE NÃO SABEM HONRÁ-LA. É o mínimo que podem fazer para se ressarcirem do mal que provocaram.

 

SEI muito bem o que é SER BOMBEIRO, e as dificuldades por que as corporações passam. E por saber disso, todos os anos, contribuo com o MEU DINHEIRO (e não é pouco) para que os bombeiros se comportem como SOLDADOS DA PAZ, e não para que se comportem como CARNICEIROS.

 

E NENHUMA NECESSIDADE justifica ter de TORTURAR ANIMAIS SENCIENTES para angariar fundos, quando há mil e uma maneiras de angariar fundos HONESTAMENTE. CIVILIZADAMENTE. Ou não?

 

Agora gostaria que me EXPLICASSE essa sua última frase: «não confunda uma questão CIVILIZACIONAL com bombeiros».

 

Como disse? O que é isto? O que é que eu confundo? Que questão CIVILIZACIONAL é esta?

 

Quem parece estar a confundir as questões é você, pois em nenhuma parte do mundo, é da CIVILIZAÇÃO torturar seres vivos para angariar fundos. Só mesmo num país terceiro-mundista como Portugal, onde ainda existem localidades, como Santarém, com um COLOSSAL ATRASO CIVILIZACIONAL, e onde bombeiros que enchem a boca a exigir RESPEITO, desrespeitam a VIDA de INFELIZES BOVINOS, para receberem uma ESMOLINHA, que nem dá para as garrafas de água de um só dia.

 

Olhe que não sou eu que preciso de lições de CIVILIDADE, João Forte. Pode crer.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

COMENTÁRIO CURIOSO ACERCA DA “VACA DAS CORDAS” EM PONTE LIMA

 

Não sei se é de um limiano, ou se é culto ou inculto. Nem sequer sei o seu nome. E também não fiquei certa se aplaude ou abomina a existência desta prática abrutalhada e medieval, ainda permitida em pleno século XXI da era cristã.

 

Só sei que um desconhecido me enviou o comentário que passarei a transcrever, sem os palavrões que introduziu no texto (que substituirei por reticências), mas que, apesar disso, diz a verdade exacta sobre esta miséria moral, cultural e social que os autarcas limianos promovem, por meros interesses €conómico€€€€€€€

 

VACA DAS CORDAS.jpg

Veja-se a expressão angustiante deste bovino que, sem saber como nem porquê, é retirado do seu habitat natural, metido num local escuro até há hora do tormento, depois é embolado, amarrado a cordas e banhado a vinho, rodeado de uma turba ébria a gritar histericamente, e depois arrastado pelas ruas, sempre com a turba aos gritos, e se isto não configura um maltrato animal, bater na mãe é coisa normal.

 

Eis o comentário:

 

«Gente que defende esta (…), não tem a mínima noção da realidade. Não estamos na era das cavernas e os cérebros servem para alguma coisa, não é só para passear a areia que têm aí dentro.

 

Usar um animal para esta tradição retrógrada é mesmo de quem não evoluiu no tempo. Falam de democracia e apoiam esta criminalidade.

Gostavam que pegassem em vocês e fizessem o mesmo?

 

Eu adorava, sinceramente.

 

Ponte de Lima de bonito só mesmo a paisagem. Sejam mas é a vila mais antiga e mais moderna ao mesmo tempo. Sim porque modernidade não é só tecnologia, a mentalidade devia acompanhar da mesma forma mas existem calhaus andantes como vocês e a (…) da igreja e do capitalismo.

 

Esses (…) a quem chama padres andam aí a mamar das vossas esmolinhas para ter (…) em casa. É mesmo assim sem dó nem piedade. Toda a gente tem o direito de acreditar no que quiser mas a igreja merus caros, roubam-vos tão sorrateiramente que vocês nem se apercebem, e o pior é nem sequer pensarem por vocês próprios e perceberem isso.

 

Tenho pena que uma vila tão bonita continue com esta aberração a quem chama vaca das cordas e que os seus habitantes e quem vai de propósito assistir a esta palhaçada tenham uma mente tão primitiva. Respeitem os animais que também são um ser vivo como vocês. Ah, e já agora quem é contra esta (…) espero que não tenham nenhum animal nas suas refeições e assim o argumento é válido.»

 

***

Este foi o comentário curioso… Muito curioso… e um tanto misterioso…

 

Acrescentarei apenas que o argumento é válido, será sempre válido, não por não se ter, (podendo até ter) animais nas refeições de quem os defende, mas porque não é da Ética, da Moral, da Cultura Culta, da Civilização, da Evolução torturar, deste modo ignóbil, um animal, para depois matá-lo e comê-lo abrutalhadamente.

 

Nem sequer os animais carnívoros que vivem na selva o fazem. Eles não são cruéis para com as suas presas, nem se divertem a torturá-las antes de as comer. O bote é certeiro e a morte, instantânea.

 

Nenhum defensor dos animais, ainda que coma carne (o que não é o meu caso), jamais os tortura, os humilha, os maltrata do modo ignóbil que os defensores da selvajaria tauromáquica o fazem, para depois comê-los.

A diferença entre uns e outros é abismal.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:46

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

QUEIMA DAS FITAS DO PORTO NÃO VAI TER GARRAIADA

 

A Academia do Porto decidiu suspender a garraiada da Queima das Fitas, prevista para o dia 8 de Maio, na arena de tortura da Póvoa de Varzim.

Parabéns.

A Academia do Porto deu um grande salto em direcção à evolução e à civilização.

Um salto digno do Ensino Superior.

Agora sim, a cidade do Porto pode ser considerada uma cidade limpa de uma nódoa negra que a desprestigiava.

 

ng6029621 GARRAIADA.jpg

Origem da foto: Global Imagens (in JN)

 

De acordo com um comunicado enviado aos órgãos de informação, esta decisão foi tomada pelo Conselho de Veteranos e dada a conhecer à Direcção da Federação Académica do Porto (FAP).

 

Para tal contribuiu a petição lançada online, por Joana Rocha e Sónia Marques, alunas da Faculdade de Engenharia do Porto, com o objectivo de cancelar esta prática, alegando motivos éticos e morais.

 

A este propósito, a Academia do Porto esclareceu que «a fraca adesão dos estudantes a esta actividade nos últimos anos e a perda de interesse pela tauromaquia entre os jovens portugueses são alguns dos motivos que levaram a esta decisão, que no entanto, ainda não se decidiu se será mantida nos próximos anos.

 

Algo que em nome da evolução e da civilização e do prestígio do Ensino Superior deve ser considerado.

 

Quem ainda não assinou, assine a petição, aqui, por favor.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=fimdagarraiadaporto

 

Esta é uma causa importante, em nome da Ética, da Moral, da Evolução, da Civilização, da Cultura Culta, mas principalmente porque os Touros são animais sencientes, com direitos consignados, tal como nós, e não merecem ser torturados, para divertir uma minoria de estudantes que não evoluiu.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:25

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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016

ESTRELA DE OURO PARA A MADEIRA E ESTRELA DE FERRO PARA OS AÇORES

 

MADEIRA
Estrela de Ouro da Evolução

 

MADEIRA ESTRELA OURO.png

 

 

A Região Autónoma da Madeira optou por um ambiente livre do cheiro ao mofo com que a prática da selvajaria tauromáquica empesta as localidades.

 

São ilhas luminosas, floridas, com um povo alegre e hospitaleiro, onde as pessoas se divertem salutarmente. Onde não é necessário torturar bovinos para haver festa.

 

Onde a civilização chegou e permaneceu.

 

Por tudo isso, à Região Autónoma da Madeira é atribuída a

Estrela de Ouro da Evolução

***

AÇORES
Estrela de Ferro da Involução

 

AÇORES ESTRELA FERRO.png

 

A Região Autónoma dos Açores, pelo contrário, ao recusar-se a evoluir, e tendo já oportunidades únicas para o fazer, nomeadamente na Ilha Terceira, escolheu viver num obscurantismo desonroso, sem a claridade da civilização.

 

Ali, o povo diverte-se a torturar mansos bovinos, amarrados a cordas, puxados e vilipendiados pelas ruas, arrastados por bandos de ébrios, numa atitude cobarde, boçal...

 

Infinitas vezes foi solicitado ao governo regional e à igreja católica (que apoia o costume bárbaro de torturar bovinos, para festejar Santos católicos), para que abolissem esta prática que cobre de vergonha e trevas, um arquipélago que poderia estar nas rotas turísticas da cultura culta, e não está, porque nele vive um povo que ainda não evoluiu.

 

Por isso, à Região Autónoma dos Açores foi atribuída a Estrela de Ferro da Involução, do retrocesso, da perda de qualidades benéficas (como força e inteligência), do retorno a um estado primitivo…

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:09

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015

QUE CULTURA? QUE CIVILIZAÇÃO?

 

Um dos meus textos mais lidos neste Blogue é CULTURA E CIVILIZAÇÃO, um pequeno ensaio sobre o que aprendi na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra sobre estes dois conceitos

 

periodo-paleolitico-caracteristicas-2 PRIMITIVO.jp

 

Hoje recebi este comentário que decidi partilhar mais alargadamente, porque me intrigou aquele “ar fresco” que a Sofia refere.

 

(Para reverem o texto, se quiserem, abram o link incluído no comentário)

 

Sofia, deixou um comentário ao post CULTURA E CIVILIZAÇÃO às 00:17, 2015-11-16.

 

Comentário:

 

Que lufada de ar fresco ler algo tão claro numa altura tão sombria. Obrigada.

 

***

O pior é que a Humanidade já conheceu um grau muito mais elevado de Cultura e Civilização, e está a regredir tão consideravelmente, tão perigosamente, tão irracionalmente, tão irreversivelmente, tão assustadoramente...

 

E se assim continuar, regressaremos ao tempo das cavernas, completamente despidos da humanidade que já fomos.

 

E só pergunto: porquê? O que é que está a falhar na aldeia global em que se transformou o mundo, e se até conseguimos ir a Marte, procurar uma água que não serve para matar a sede dos que morrem nos desertos da Terra?

 

Já tive a esperança e o sonho que John Lennon, tão utopicamente, nos deixou na sua memorável canção “IMAGINE”.

 

Mas hoje, infelizmente, o retrocesso é tanto que esta humanidade não tem mais salvação.

 

E perdi a esperança. E os sonhos esfumaram-se.

 

Daqui a umas poucas gerações, a humanidade estará metida numa caverna a raspar pedras.

 

E eu já não estarei cá para ver.

 

Mas morrerei com a consciência tranquila: eu fiz a minha parte.

 

Tentei mudar as coisas, para que as gerações que vierem a suceder-me pudessem viver num mundo onde a Cultura e a Civilização dessem mais dignidade à vida do Homem, que tem o DEVER de zelar pelo Planeta e pelos reinos que nele existem: o Reino Animal (ao qual todos nós também pertencemos, não esquecer este detalhe importante), o Reino Vegetal e o Reino Mineral.

 

Mas se não consegui alcançar essa sublimidade, sei que a culpa não foi minha.

 

Esqueci-me de mim, para ser e dar valor ao outro…

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:38

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Domingo, 15 de Novembro de 2015

SENTINELAS AVANÇADAS DA CULTURA E DA CIVILIZAÇÃO

 

PROTECTORES.jpg

 

Os animais existem pelas suas próprias razões. Eles não foram feitos para os humanos, assim como as mulheres não foram feitas para os homens e os negros não foram feitos para os brancos.”

(Alice Walker)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=450896991644990&set=a.459183360816353.1073741828.100001740791934&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:34

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

MORREU A “FESTA” EM PORTALEGRE?

 

 

BRAVO!

E em Portalegre não se passa só isto... Há mais... mas eles não dizem... A tauromaquia por aqueles lados está a ser ESMAGADA!

Este é apenas o princípio do triste fim que terá a festa parva…

 

photomica_com[1].jpg

 A crónica diz: «Não há corrida de touros em Portalegre».

 

Aquela que se realizava sempre por ocasião da Feira das Cebolas, que deveria decorrer no próximo fim-de-semana e não vai acontecer…

 

Não, não fica a aguardar melhores dias, porque os dias das touradas estão contados.

 

E também não, não é triste a sina da arena de Portalegre que se estiver activa só diz do atraso civilizacional da localidade.

 

Assim, sem a função de torturar touros, quem sabe, se Portalegre não se eleva a uma cidade ao nível europeu?

 

Não seria mais civilizado?

 

O escândalo maior é torturar seres vivos indefesos para divertir sádicos.

 

E não é preciso muitos estudos para se saber que um sádico é aquele que sente prazer com o sofrimento de um animal, quer seja humano ou não humano.

 

Os empresários da tortura hoje são apupados pela Cultura Crítica dos que evoluíram. Não se sentirão diminuídos?

 

E a normalidade não é torturar bovinos. A normalidade é assistir aos festivais de música que agregam milhares de jovens, e as touradas nem as moscas as vão ver… Apenas uns poucos que já nasceram velhos e assim continuarão até á morte, porque se recusam a evoluir.

 

Pois… quando se afirma que a “festa” a que os pró-touradas chamam “brava”, mas que na realidade não passa de uma festa parva vai morrer é verdade… é a mais pura verdade, por culpa daqueles que andam no seu seio, também é verdade, porque tal actividade é tão ridícula, tão ridícula, com aquelas bailarinas de meias cor-de-rosa a pavonearem-se e a exibirem os “frutos da horta” (por ser a única maneira de chamarem a atenção para a virilidade que lhes falta), E em verdade, em verdade é um triste espectáculo que já não tem cabimento nos tempos modernos.

 

Pois é!

 

Sem a tortura de touros, na Feira das Cebolas, a arena de tortura de Portalegre eloeva-se, e na realidade é o que é: "mal-amada", ou o "patinho feio" da festa parva que ali se realizava, e está em extinção.

 

Que um raio parta o recinto e o reduza a escombros. Não faz falta nenhuma a Portalegre, pelo contrário, sem aquele mamarracho do tempo das trevas, a cidade ficaria mais limpa e arejada.

 

A velhinha "José Elias Martins" (pobre coitado que tem o nome ligado a tal calamidade) merece, sim, este tipo de desconsideração, este tipo de desprezo, porque o único sentimento que a tauromaquia inspira em todo o mundo civilizado é esse mesmo: o desprezo, e uma imensurável repulsa, pelo tipo de actos cruéis e sanguinários que lá se praticam.

 

Na opinião do articulista, «trata-se de um escândalo que deveria envergonhar quem anda na “festa”», mas não. Não deviam envergonhar-se. Deviam agradecer às forças cósmicas que estão a laborar para que esta nódoa que mancha Portugal vá para o diabo que a carregue.

 

Onde é que isto já se viu?

 

Está a ver-se em Portalegre, onde estão a acontecer coisas bastante importantes no sentido da abolição da selvajaria tauromáquica.

 

A arena de tortura de uma capital de distrito encerrada na sua data mais importante?

 

Esta é a melhor notícia para o povo da terra, que deste modo, pode sair das trevas e ver a luz.

 

Pois até podem lá viver as maiores figuras do toureio e ganadeiros, que isso só desprestigia Portalegre.

 

Se lá vivessem pessoas como Gandhi, como Leonardo DiCaprio. como Sting, enfim… HOMENS que lutam por ideais nobres, Portalegre não estaria no mapa das cidadezinhas foleiras.

 

«Onde é que já se viu uma praça deste género encerrada, quando a sua região conta com uma forte percentagem de grupos de forcados, para não falar dos forcados que são naturais daquela região, mas que vestem a jaqueta de outros grupos para lá das fronteiras do distrito de Portalegre?», questiona o cronista.

 

Pois é! Onde é que já se viu? Não se viu em lado nenhuma a não ser ali. E todos esses indivíduos só desprestigiam Portalegre. Deviam emigrar, de preferência para uma ilha deserta, para que Portalegre possa respirar civilização.

 

E o cronista insiste: já imaginaram as “festas” do barrete verde de Alcochete sem selvajaria tauromáquica?

 

Sim, claro, todas as pessoas evoluídas imaginam uma festa de barretes verdes sem tortura de animais indefesos. Isso é bastante fácil de imaginar. É da civilização.

 

Portalegre não está a viver nenhum pesadelo.

 

Portalegre está a evoluir. E que assim continue, para que possa granjear uma Estrela de Ouro.

 

Portalegre merecia mais respeito, merecia mais consideração?

 

Pois claro que merecia.

 

A selvajaria tauromáquica retira-lhe todo o respeito e consideração.

 

Pode ser que com o fim dessa actividade primitiva e obscura a cidade possa merecer respeito.

 

E o cronista, muito indignado, questiona: «A praça de Portalegre, a arena dos grandes êxitos dos Mouras, dos Caetanos e dos Bastinhas... encerrada

 

E os Mouras, os Caetanos e os Bastinhas lá dão prestígio a alguma coisa? Vivem à custa dos impostos dos portugueses, torturam seres vivos para os sádicos se divertirem, e isso é lá coisa de gente civilizada?

 

Triste fado... triste fim…?

 

Sim, senhor Hugo Teixeira.

 

É o que merece a actividade que lucra com a tortura de seres vivospara divertir sádicos: um triste e rotundo fim.

 

Fonte:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2015/09/hugo-teixeira-morreu-festa-em-portalegre.html

(Congratulo-me com o Farpas Blog por não ter aderido ao aborto ortográfico 1990)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:49

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