Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017

TREZE MEDIDAS QUE PODERÃO REDUZIR OS INCÊNDIOS EM 95%

 

Uma sugestão de Jorge Campos Macedo

Ao cuidado dos Partidos Políticos responsáveis pelo estado caótico em que Portugal se encontra no que diz respeito a incêndios, caso único no mundo…

 

ARIPG1OF.jpg

 O Pinhal de Leiria morreu. Quem o matou?

Fonte da imagem

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/incendios-visita-ao-pinhal-de-leiria-com-o-homem-que-avisou-que-isto-ia-acontecer

Diz o Jorge Campos Macedo

 

«Fazer como os suecos

 

No nosso Código Penal atear um fogo não é um crime grave.

Sabiam?

 

1 - Então mude-se o Código Penal e escreva-se " Quem atear de forma deliberada um fogo e for considerado culpado em tribunal, sofre uma pena nunca inferior a 15 anos de prisão efectiva, e plantar a área ardida.

 

2- Toda a madeira resultante de incêndios não pode ser vendida abaixo do preço da verde.

 

3- As celuloses não podem comprar ou utilizar madeira ardida.

 

4- Os municípios são convidados a criar unidades de produção eléctricas que será abastecida com a limpeza das matas etc., a chamada biomassas

 

5- A Força Aérea Portuguesa passará a ter aviões de combate aos incêndios sendo estes combatidos exclusivamente por ela.

 

6- Todos os cabos eléctricos, e de comunicação que estejam perto de grandes áreas florestais passarão a estar enterrados, obrigatoriamente.

 

7- Todos os postos de vigilância estarão ocupados entre Março a Novembro.

 

8- Será criada uma unidade de intervenção rápida na Força Aérea para combater nos primeiros 30 minutos qualquer fogo.

 

9- O exército será chamado a intervir quando se verifique que o fogo comece a atingir grandes proporções.

 

10- Quem atear um fogo de forma negligente, terá de fazer um curso de instrução e limpar a área ardida como trabalho comunitário.

 

11- A coordenação do posto de comando será uma força especializada.

 

12- Fica proibido plantar eucaliptos.

 

13 - Serão plantadas outras espécies de árvores, como o carvalho, castanheiro, sobreiro, etc.

 

Façam isto e vão ver que os incêndios reduzem em 95%.

Jorge Campos Macedo»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:40

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

EM PORTUGAL HÁ DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS QUE CORREM AS CRIANÇAS NAS MÃOS DOS PROGENITORES

 

Tuoireirinho.jpg

 

 

A propósito de um texto que publiquei, e que pode ser recordado aqui

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-tourada-e-cultura-a-cultura-da-696884

no qual Hélder Milheiro, que preside à federação portuguesa de tauromaquia, diz que numa escola de toureio «o que se aprende é a coreografia (afinal sempre há uma coreografia para as bailarinas de collants cor-de-rosa). Treina-se com a tourinha (uma espécie de carrinho de mão que faz as vezes do animal) e nem se vê nada parecido com um toiro até aos 14 anos, que é quando se começa a treinar com bezerros. E há sempre enorme preocupação com a segurança: para alguém com menos de 18 anos entrar num espectáculo é preciso a validação da Comissão de Protecção de Menores; os pesos do animal e do toureiro são fiscalizados, está tudo regulado ao pormenor», Carlos Borges, um jurista meu amigo, referiu o seguinte:

 

«Acho muita graça dizerem que pedem o "visto prévio" da CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) para as criancinhas actuarem em tais pseudo-espectáculos... Pois então das duas, uma: ou a CPCJ é duplamente motivo de censura (porque dá assentimento a práticas que, no mínimo, fariam qualquer pai ou mãe ficar sem os seus filhos, por exposição gratuita ao risco de vida, o que nos termos do Código Penal é crime; e porque perde o seus preciosíssimos tempo e recursos a avaliar práticas que logo deveriam ser comunicadas ao MP e Tribunais - isto se estivéssemos num País decente...), ou o dito cujo inventou semelhante desculpa para camuflar um comportamento mais que condenável!...

 

Em todo o caso, descartada a estupidez dos intervenientes, impunha-se um esclarecimento público da respectiva Comissão sobre o assunto...».

 

Devo referir que várias vezes denunciei à CPCJ casos flagrantes de violação dos direitos das crianças, no que diz respeito à exposição de crianças de tenra idade a estas práticas violentas e cruéis, e numa dessas vezes até fui parar a tribunal, como arguida num processo.

 

Os outros é que levam as crianças para as arenas e ensinam-lhes a “arte suprema” de torturar bezerrinhos, e eu, que denuncio tal crime, é que sou levada a tribunal.

 

Isto só acontece num país que ainda brinca à justiçazinha.

 

A análise que este meu amigo jurista fez está correctíssima. Na verdade, e uma vergonha que a CPCJ dê (como dá) pareceres favoráveis a este crime de exposição de crianças em espectáculos violentos, como são as touradas, permitindo que menores assistam à tortura de touros, ainda que ao colo das progenitoras, que se fossem MÃES não as levariam para um tal lugar; e também dão permissão para que aprendam a torturar bezerros, pois se não permitissem as escolas estariam encerradas. E não estão.

 

A CPCJ terá dois pesos e duas medidas? aliás como quase todas as "autoridades" portuguesas?

 

É que em Portugal todas as crianças são iguais, mas umas são mais iguais do que outras, e os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estão fora dessa "igualdade". É como os Touros e os Cavalos, que nas leis portuguesas não são considerados animais, por isso, podem ser torturados barbaramente até à morte.

 

E as crianças, filhas dos aficionados, também não são consideradas crianças, em Portugal. Se fossem seriam protegidas.

 

Sabemos que a ONU alertou Portugal para os riscos das escolas de toureio para crianças, e considerou que as crianças em touradas são «uma das piores formas de trabalho infantil», e o Comité dos Direitos das Crianças das Nações Unidas, com vista à eventual proibição da participação de crianças em touradas, até já recomendou a Portugal que «adoptasse as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores». E, entre outras observações, acrescentou: «O Comité, insta também o Estado Português para que adopte medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e ao seu impacto nas crianças».

 

Mas tudo isto deveria ser tão-só recomendado pelo bom senso, pela racionalidade e pela sensibilidade (se os houvesse) dos progenitores, em primeiro lugar, e dos políticos e dos organismos que têm a seu cargo a função de defender as crianças dos predadores (incluindo dos próprios progenitores), em segundo lugar.

 

Mas neste mundinho da crueldade e violência tauromáquicas quem manda é o um rei chamado Vil Metal, ao qual todos prestam muiiiita vassalagem.

 

No portal da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, podemos ler o seguinte:

 

Conceito de criança

 

O artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança define criança como todo o ser humano até à idade de 18 anos, salvo se atingir a maioridade mais cedo, de acordo com a legislação de cada país.

 

Esta noção coincide com a lei portuguesa, já que considera ser menor quem não tiver completado 18 anos de idade (artigo 122.º do Código Civil).

 

Ao atingir a maioridade o jovem adquire plena capacidade de exercício de direitos e fica habilitado a reger a sua vida e a dispor dos seus bens (artigo 130.º do Código Civil).

 

Depois temos o Conceito de Risco/Perigo

 

Entre outros (que para aqui não interessam) estão:

 

- Sofrer maus tratos físicos ou psíquicos;

 

- Ser obrigada a actividades ou trabalhos excessivos /inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento;

 

- Estar sujeita, de forma directa ou indirecta, a comportamentos que afectam gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto se lhe oponham de modo adequado a remover essa situação.

 

Isto é o que se lê nesse portal, mas não é o que se pratica, pois os filhos dos aficionados até aos 18 anos, são obrigados a frequentar escolas de toureio, e a aprender a “arte” de torturar bezerros, e são também obrigados a ir às arenas, assistir à tortura.

 

Dizem os adultos: «A nós, não nos fez mal nenhum

 

Mal sabem eles que esse mal é a insensibilidade com que hoje assistem à tortura de um animal, e a aplaudem com muiiiiito prazer. Numa palavra: esse mal chama-se SADISMO, que faz parte de uma psicopatologia grave, e ataca desde o analfabeto, até aos mais letrados professores catedráticos, presidentes, ministros, juízes, doutores, deputados, etc…

 

Sabemos que em Portugal existem doze escolas de toureio  subsidiadas com dinheiros públicos,  onde crianças, dos 3 aos 18 anos recebem aulas teóricas e práticas com gado vivo, pondo em risco a sua integridade física e mental, e, deste modo, aprendem a tourear, ou seja, a torturar bezerros, nalguns casos também a matar touros, e como em Portugal não é permitido matar touros, excepto nas primitivas localidades de Barrancos (legalmente) e de Monsaraz (ilegalmente), as crianças portuguesas vão matá-los para Espanha, e há quem diga que em PRIVADO, em Portugal, também se mata muitos touros, para divertir os sádicos.

 

Concluindo:

 

A ONU (que bem poderia recomendar a abolição desta prática selvática, porque também perturba mentalmente os adultos que a praticam, aplaudem e apoiam) recomendou que Portugal poupe as crianças desta selvajaria.

 

Porém, em Portugal, os nossos políticos não sabem interpretar as recomendações da ONU, e nem sequer os psicólogos, nem os pedopsiquiatras saem a público para defender estas pobres crianças, destes maus tratos psicológicos e deste abandono às “feras” a que estão votadas.

 

Já vi retirarem crianças a pais com problemas económicos. E em vez de resolverem os problemas económicos dos pais, retiram-lhes as crianças... para mostrarem serviço?  

 

No que respeita à selvajaria tauromáquica, as crianças vivem com progenitores portadores de graves deformações mentais, os quais as obrigam a aprender a crueldade, violando deste modo um dos mais sagrados direitos das crianças: o de viverem uma vida mentalmente e fisicamente saudável.

 

Contudo, estas crianças, “aficionadas à força”, estão abandonadas a um destino cruel, sem que ninguém lhes valha.

 

Por isso aqui deixo um repto público à CPCJ: porquê estas crianças são menos crianças do que todas as outras?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:17

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Terça-feira, 7 de Junho de 2016

A ALA DECENTE DA GERINGONÇA

 

(Um excelente texto de Ana Martins, para reflectirmos sobre o que se passou na Assembleia da República, no Dia Internacional da Criança)

 

TOURO.jpg

 

Texto de Ana Martins

 

Facto #1: A ONU, através do Comité dos Direitos das Crianças, a 31.01.2014, exortou Portugal a limitar a participação de crianças portuguesas em touradas.

 

Facto #2: A delimitação do que é ou não uma criança e a sua balização etária pode dar azo a discussões muito interessantes, mas o limite, por razões práticas, teve de ser convencionado e é por isso que a maioridade formal é de 18 anos em Portugal (no seguimento, mais uma vez, de uma recomendação da ONU, que o Estado Português acatou);

 

Facto #3: na legislação actual, existe já uma limitação em função da idade: 6 anos para a presença da criança em espectáculos tauromáquicos e 12 anos para a sua presença em actividades de toureio;

 

Facto #4: Seja na baliza etária 16 ou 18 anos, a presença de toureiros menores de idade é recorrente nas inspecções feitas pela Autoridade para as Condições do Trabalho, que constataram “de forma pessoal, directa e imediata a participação de menores na referida corrida de touros”, o que é ilegal.

 

Facto #5: Outras recomendações da ONU incluíram o aumento do Salário Mínimo Nacional (check para a geringonça), o aumento progressivo do RSI de modo a “garantir o aumento do número de beneficiários elegíveis” (guess whatcheck para a geringonça), implementação de medidas para a diminuição do desemprego jovem (acertaram: check para a geringonça).

 

Ou seja: as recomendações da ONU são frequentemente vertidas para projectos de lei ou projectos de resolução. Desta feita, não foi isso que aconteceu. Talvez porque a aprovação destes PdL’s estava comprometida, à partida, pelo facto do PEV e do BE se terem revelado incapazes de chegar a acordo com o PAN para criar um projecto que pudesse criar maior agregação nas bancadas do PS. Porque, como já sabemos, nestas matérias de avanço civilizacional, a ortodoxia do PCP rima muito bem com a moral bafienta da direita, por isso não se poderia contar com os comunistas.

 

Então como poderia a geringonça fazer aprovar uma lei destas? Se o PS se tivesse lembrado que a chamada “agenda de costumes” é também uma das razões de ser da geringonça. O argumento de falta de consenso na população sobre este tema não colhe, porque isso não foi óbice à aprovação, por exemplo, das mais recentes alterações à Procriação Medicamente Assistida. Ou será que me querem convencer que há maior consenso na população em relação ao facto de uma mulher solteira ou lésbica poder ter um filho sozinha do que a tourada ser uma actividade explicitamente violenta, que vive da glorificação da tortura de animais e da morte? Aliás, de tal modo isso é consensual que mesmo a RTP, que perdendo audiência ano após ano e contrariando o parecer do seu Provedor continua a emitir touradas, mas opta pelo horário das 22h. Porque será?

 

Que outros argumentos? Bom, há outro quase divertido se não fosse ele certificado de indigência mental a quem o ouve: é “proibido proibir”. Que por muito condenável que seja a actividade tauromáquica, estamos a falar de liberdade individual. Deve ser a mesma liberdade individual de que falávamos como base da censura à “criminalização do piropo”, alteração ao Código Penal que todos os grupos parlamentares votaram a favor, ainda no tempo da caranguejola. Voto a favor que inclui, claro está, muitos dos deputados do PS que o eram na anterior legislatura. E, portanto, quanto a coerência, estamos conversados.

 

Para memória futura, a ala decente da geringonça, no dia 1.06.2016, limitou-se ao grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, ao PEV e a 11 deputados do PS:

Rosa Albernaz, @tbribeiro, @pdelgadoalves, Fernando Jesus, Luis Graça, @Isabelsantos47, @ivan_goncalves, @diogo_leao, @jvstorres, Carla Sousa e Luís Soares (sendo que estes dois últimos não votaram a favor do PdL do PEV).

 

Ou seja, em 86 deputados do PS, 64 votaram contra* (ou estiveram ausentes da votação). Isto é, a bancada do PS votou contra, levando um Sérgio Sousa Pinto, quiçá acordado do verdadeiro coma em que se tornou a sua carreira política, a ufanar vitória, orgulhosamente sublinhando perante o Presidente da AR “Senhor Presidente da Assembleia, a bancada do PS votou contra!”. Não é novidade: o PS tem uma quota de deputados assumidamente aficionados da tauromaquia e do lobbie dos caçadores. Oscilam entre i) a impaciência que estes temas lhe causam, como se fosse temas de somenos importância, ii) o discurso sobranceiro sobre a liberdade de escolha e iii) o tom paternalista de quem acredita na dicotomia pessoas vs. animais, como se a humanidade estivesse perdida por ter uma visão cada vez menos obscurantista do mundo. Nada disto, no âmbito do PS, é novidade. A única novidade – talvez a mais lamentável de todas – é a nova era inaugurada pela geringonça se revelar selectiva nos avanços civilizacionais que escolhe, ao ritmo das conveniências bolorentas da direita e do PCP.

 

Que fique escrito para memória futura: no dia em que se votaram estes projectos de lei, a geringonça só teve uma ala decente – foi a constituída pelos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda, do PEV e de 11 deputados do PS. Foram os únicos que não adiaram a marcha inexorável do tempo e das conquistas civilizacionais. Sim, anotem aí: um dia a tourada acaba, é apenas uma questão de tempo.

 

Podem vir com as lantejoulas, os collants e os berloques, enquanto descem a Avenida da Liberdade, agitando o bicho-papão da “polícia dos costumes” e rasgando as vestes pela liberdade individual como valor supremo. Até lá, até ao dia em que nos livrarmos desta actividade anacrónica e criminosa, os deputados do PS e do PCP que votaram contra podem ir deitando a cabecinha no travesseiro e tentar lidar com o facto de terem ficado do lado errado da História – a que se irá fazer inevitavelmente, como o fim do financiamento europeu e a queda sustentada do número de espectadores facilmente fazem adivinhar.

 

(*) 11 deputados abstiveram-se no PdL do BE: @filipenb, Sónia Fertuzinhos, António Sales, Paulo Trigo Pereira, @DiasEjbd, Elza Pais, Alexandre Quintanilha, @SusanaAmador, António Cardoso, Vitalino Canas e Joana Lima

 

Para quem quiser ler ciência sobre o impacto das touradas nas crianças, pode estudar um bocadinho aqui.

 

Fonte:

http://geringonca.com/2016/06/06/ala-decente-da-geringonca/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:08

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

EXISTEM AFICIONADOS QUE POR TODOS OS MEIOS ESTÃO A TENTAR CALAR UMA VOZ, PARA ELES, INCÓMODA, COM AMEAÇAS, INJÚRIAS, DIFAMAÇÃO E PROCESSOS JUDICIAIS

 

 

Como todos já sabem, um professor de toureio, do Agrupamento de Escolas de Alter do Chão (instituição PÚBLICA) o qual tem por objectivo “fazer bons aficionados”, interpôs-me um processo por prática de crime de difamação, por eu ter defendido, neste Blog, um DIREITO das Crianças consignado na Constituição da República Portuguesa, e que não é cumprido pelas autoridades competentes.

 

Entretanto, com o intuito de me intimidarem, tenho recebido várias ameaças de mais processos judiciais a propósito de textos e fotografias publicados no «Arco de Almedina» mas também em jornais diários, jornais taurinos, Blogs taurinos e anti-taurinos, e Facebook, portanto MATÉRIA PÚBLICA, devidamente assinalada e arquivada.


Um destes dias até foi feita uma reclamação ao SAPO BLOGS, ao qual, a propósito, solicitei uma informação concreta, e informaram-me de que essa reclamação está associada a este link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tag/largadas+de+touros

 

Ora eu já havia recebido uns e-mails com o seguinte conteúdo:

 

(ATENÇÃO! A ORTOGRAFIA É A ORIGINAL)

 

1º email:

 

«Assunto: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

2º email:

 

«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

na continuação tem 15 dias para dar resposta para este mail a dizer como quer pagar e no su blog arca da almedina,

 

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/344057.html

 

vai fazer pedido de desculpa e dizer que cometeu erro. Acaha-se esperta? A queixa na polícia vai ser apresentada em 24 horas se não fòr feito o pedido, retirar o comentério que foi feito em contexto d efacebook, o meu nome remoivido e pagamento dos 1500 euros qyue com direitro de difamaç, abuso de confiança

 

No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é, pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

3º email:

 

«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

 

fica claro sua chica esperta? foi dada uma opinião contrária ao que diz no geral e mesmo assim usa. Plágio, abuso de confiança e uso de nome de modo indevido, Ou dá o pedido e aprende a  não ser chica esperta e ou faz-se queixa na polícia. Boa tarde!!!

 

No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu:

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

Obviamente que não respondi a estes e-mails, que me pareceram escritos por alguém que não estava com a mão segura.

 

Se a intenção é extorquir-me dinheiro, ou pedir indemnizações por danos patrimoniais e não patrimoniais, podem vir milhentos processos, pois terão uma GRANDE SURPRESA!

 

Antes de seguir com esta exposição, gostaria de deixar aqui um alerta: poderiam fechar o «Arco de Almedina» (o que será difícil), mas se o fechassem, tenho mais dois blogues, e há mais servidores e posso abrir centenas de outros arcos, de uma hora para outra.

 

***

Continuando…

 

Ora sabemos que há pouco tempo, para substituir a prótoiro (porque as comadres zangaram-se), foi reforçada a ATCT (Associação de Tradições e Cultura Tauromáquica), agora com alguém (para quem sou ÓDIO DE ESTIMAÇÃO) a manobrar pauzinhos, por detrás da cortina.

 

Por coincidência, um dos objectivos plasmados nos novos estatutos desta ATCT renovada é o seguinte:

 

8 - Face à impunidade registada, e à forma como a mesma alastra nos diferentes grupos anti taurinos nacionais, decidiu a ATCT disponibilizar, através do seu Gabinete Jurídico, apoio a todos os Aficionados que se sintam lesados pela forma e conteúdo como, e com que, se expressam. Torna-se assim primordial para a ATCT, litigar e incentivar à litigância judicial contra anti taurinos, sobretudo em caso de situações que se possam iniciar com mera denúncia, casos de difamação, uso abusivo de imagem, e demais casos de situações previstas no Código Penal. O intuito será informar e auxiliar a comunidade aficionada sobre as várias situações informáticas em que os seus direitos são lesados, dar a conhecer o conjunto de crimes mais usuais, praticados pelo movimento anti taurino, e como proceder para iniciar um processo judicial, que permita fazer cessar essas agressões e exigir o ressarcimento pelos danos patrimoniais e não-patrimoniais resultantes dessas agressões".

 

Fonte:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/11/atct-se-os-outros-param-trabalham-eles.html

 

***

Resta saber SE é este Gabinete Jurídico que incentiva os aficionados a escreverem-me comentários do género dos que estão publicados neste link, e dos que estão guardados para ainda serem publicados:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

 

Seria interessante por parte deste Gabinete Jurídico informar estes “anónimos”, que por mais que se escondessem no anonimato e em nomes falsos, deixaram o “rabo de fora”, ou seja, os IPs, que tenho guardados junto com todos os comentários e em BOAS MÃOS, pois além de todas as palavras com que fui "mimoseada", sou também alvo de AMEAÇAS DE MORTE, em comentários, por parte de aficionados anónimos, tendo todo o direito de me defender.

 
O Gabinete Jurídico da ATCT também devia informá-los de que a Polícia Judiciária tem meios para descobrir quem são estes “anónimos” que, para mim, já não são mais anónimos, nem nomes falsos. Têm um nome verdadeiro e um lugar. Uma questão de DEFESA. Não estou a lidar propriamente com ANJOS.


E mais… Apesar de a tauromaquia ser uma “prática legal” (POR ENQUANTO, pois ainda está a coberto de uma lei) não significa que essa lei seja racional, ética, aceitável no mundo civilizado, e não é certo que esteja em conformidade com a Constituição da República Portuguesa, ou melhor, seja uma lei legal.


Portanto, quem é que aqui está a prevaricar?

 

É o que vamos ver.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

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Sábado, 2 de Junho de 2012

ESTOU FELICÍSSIMA... MAS...

 

 

 

SE FOSSE EM PORTUGAL... 

 

... MAS... PARA TAL HÁ QUE FAZER CUMPRIR A LEI.

 

COMO É QUE ISSO SE FARÁ?

 

PELAS ACTUAIS LEIS, PODÍAMOS QUEIXAR-NOS ÀS AUTORIDADES DOS MAUS-TRATOS INFLIGIDOS AOS ANIMAIS...

 

E O QUE FAZIAM AS AUTORIDADES?

 

NADA.

 

A COMEÇAR PELA MAIORIA DOS CANIS MUNICIPAIS, ONDE OS ANIMAIS SÃO BARBARAMENTE MALTRATADOS.

 

QUEREMOS VER SE ALGUÉM IRÁ CUMPRIR EFECTIVAMENTE TAIS PENAS.

 

ATENÇÃO! ISTO É NO BRASIL

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 18:57

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