Sábado, 3 de Fevereiro de 2018

CHOCOLATES COM CHEIRO A BOSTA NA ARENA DE TORTURA DO “campo pequeno” (LISBOA)

 

CP.jpg

Espero que a venda de chocolates tenha o mesmo insucesso que teve este festival de “bailarinas triunfadoras”, que, reza a crónica, foi um autêntico fiasco. É que o campo pequeno não é um lugar de civilização…

 

Sim, sei que este título não é politicamente correcto, mas o que se faz na arena de tortura de bovinos do campo pequeno também não é nem politicamente, nem humanamente, nem moralmente, nem socialmente correcto e faz-se, ou não fosse aquela arena propriedade da Casa Pia (de má memória) e estar sob a alçada do Estado português…

 

Bem… isto para dizer que acabei de ver nas notícias da SIC, que ali, naquele campo, onde se torturam bovinos, e o cheiro a bosta, a urina, a suor, a álcool e a sadismo está impregnado, por mais lixivia que lhe atirem para cima, estão a vender chocolates…

 

Bolas! Nem dados, muito menos comprados!

 

Quem se desloca àquele antro tauromáquico tem de saber que está a contribuir para a tortura de seres sencientes e indefesos… em plena cidade de Lisboa, que dizem ser uma espécie de capital europeia…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:57

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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

EXIGIMOS TOLERÂNCIA ZERO PARA A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

É tempo de abolir estas práticas sanguinárias, vampirescas, repugnantes, trogloditas.

 

Enquanto Portugal as mantiver, é um país civilizacionalmente atrasado, ainda com gente muito atrasada dentro, quer gostem ou não gostem os governantes.

 

Hoje fiquemo-nos pela repulsiva prática de cravar ferros afiados no dorso dos Touros

 

BANDARILHAS1.jpg

 Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=409377675811633&set=o.228974020492136&type=3&theater

 

 

«As bandarilhas não são instrumentos culturais, são instrumentos para torturar bovinos e devem ser banidas sem qualquer reserva por violarem a dignidade de seres humanos e animais.

 

Não, os touros não têm pontos de encaixe, nem zonas onde doa menos... As bandarilhas são cravadas na pele, nos músculos, dilaceram as vitimas a cada movimento, provocam hemorragias incuráveis, que ninguém sequer pensa em tratar... as bandarilhas são inqualificáveis instrumentos de tortura de bovinos inocentes.

 

Juventude anti-tourada Portugal & Mundo Depois, ainda se segue o momento de as arrancar da pele e da carne das desgraçadas vítimas!, que é das partes do “espectáculo” que não está abrangido pelo preço do bilhete, que não mostram a ninguém e quase ninguém vê, quase ninguém ouve.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=592923337450020&set=a.375919462483743.89580.373933776015645

 

«O arrancar das farpas na "corrida à portuguesa" na RTP.

 

É um dos actos ocultos das cruéis torturas feitas aos bovinos nas touradas. Um novo corte, feito à navalhada, com total indiferença à dor provocada, sem anestesiantes ou curativos. A seguir os animais esperam, são encaminhados numa viagem para a morte num matadouro, viagem e espera que podem tardar vários dias e longas distâncias.

 

Não, claro que não preferimos que o touro seja morto na arena, muito pelo contrário: os touros não devem ir às arenas. E não deve continuar a excepcional tolerância legal a que sejam espetados com farpas ou com quaisquer outros instrumentos ou humilhações para divertimento de público. Não há motivo para que tais absurdos sejam tolerados, muito menos promovidos a actividade decente, quando está à vista que não o é.

 

Até quando vamos continuar a permitir que a estação de televisão de todos nós continue ao serviço da tauromaquia?

(…)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/JuventudeAntiTouradaPortugalMundo/photos/a.375919462483743.89580.373933776015645/592923337450020/?type=3&theater

 

***

«O Horror do Arrancar das Farpas Contado por um Aficionado»

 

BANDARILHAS2.jpg

 

«João Dias de Sousa um dos proprietários da empresa NEPTAL – Nova Empresa da Praça de Touros de Alcochete, Lda., relatou ao Infocul o horror porque passam os bovinos quando lhes arrancam as bandarilhas no final das touradas.

 

Afirma João Dias de Sousa e citamos:

 

“Quando regressei da Bélgica após 20 anos de estadia naquele país, e por causa do falecimento do meu Pai, decidi vir morar para a nossa casa de família em Alcochete (e muito infelizmente vir trabalhar para Portugal). Ainda assisti a várias corridas de toiros e gostando muito de cavalos gosto também de ver a sua magnífica e arrojada actuação numa corrida. Uma tarde, depois de toda a gente ter saído da praça – e como eu, para além de sócio fui durante muitos anos o presidente da Assembleia Geral da NEPTAL, tinha (e tenho) a chave da praça de toiros – regressei à praça após uma corrida e vi uma coisa horrível, que nenhum “aficionado” vê normalmente, que foi o retirar das bandarilhas de um dos toiros (talvez o último a ser “corrido”). O pobre animal estava encurralado entre paredes e entre traves, atado pelos cornos e a gritar, mugir, uivar intensamente enquanto um homem lhe arrancava a frio umas quantas bandarilhas.

 

Nunca tinha pensado em tal situação. Como na altura fazia parte de um “blogue” de Alcochete, contei a história e sugeri que os animais, aquando desta inevitável situação, fossem anestesiados localmente (pois há um veterinário presente em cada corrida de toiros) antes das bandarilhas lhes serem arrancadas. Acho que não há nada de mau nem de mal nesta sugestão, mas mesmo assim, recebi tantas críticas, muitas delas extremamente desagradáveis, que decidi nunca mais assistir a uma corrida de toiros. Por esta razão, quando a minha mãe faleceu e que a quota original do meu Pai (os tais 10%) ficou registada em meu nome na Conservatória de Alcochete, pu-la imediatamente à venda”.”

 

Mais palavras para quê?

 

Afinal este aficionado só vem reiterar o que os abolicionistas estão fartinhos de afirmar, ou seja, que tudo na tauromaquia é bárbaro e cruel e só mesmo mentecaptos podem considerar que semelhante aberração é arte!

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2017/12/23/o-horror-do-arrancar-das-farpas-contado-por-um-aficionado/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:12

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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017

TOURADAS CERCIBEJA A VERGONHA NACIONAL

 

A CerciBeja já foi beneficiária/apoiante de nove touradas.

 

Receber dinheiros sujos de sangue é o mesmo que espetar uma faca no coração das crianças deficientes intelectuais, que tanto AMAM os animais.

 

ESTAS CRIANÇAS NÃO MERECEM TAMANHO INSULTO!

 

CERCI BEJA.png

 

Assunto:

A selvajaria tauromáquica insulta as causas solidárias

 

Exmos. Srs.,

 

Começo por me dirigir à Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI), enquanto representante da Cercibeja:

 

Quero expressar a minha mais veemente indignação pelo facto de a CerciBeja, uma instituição de solidariedade social, ter sido beneficiária e apoiante de um “Festival Taurino” decorrido no passado dia 7 de Outubro de 2017, bem como por ter levado pessoas com deficiência intelectual a assistir a tamanha crueldade, e por ter demonstrado uma total falta de respeito pelas muitas pessoas que deixaram pedidos de cancelamento da tourada na página do Facebook da Instituição mas que tiveram como única resposta a eliminação dos seus respectivos comentários.

 

Na recente tourada a favor da referida instituição de Beja, obrigaram-se vários equinos e seis bovinos a participar num selvático acto, sujeitando os animais a elevados níveis de stress e a um sofrimento tão inútil como atroz. Humilharam-se e torturaram-se bovinos, cravando-lhes   ferros com arpões nos corpos, ao som de olés e aplausos.

 

É verdade que a tauromaquia ainda beneficia, no nosso atrasado país, de uma excepção declarada na mesma lei que proíbe expressamente “todas as violências injustificadas contra animais”, como sejam, infligir-lhes “a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões”, discriminando assim os Touros e Cavalos relativamente aos outros animais não humanos.

 

Bem sabemos que os legisladores não reconhecem os Touros e os Cavalos como animais, mas se perguntarem a uma criança deficiente intelectual, o que eles são, ela dirá que os Touros e os Cavalos são animais, aliás são animais dos quais elas gostam bastante.

 

E digo isto com conhecimento de causa, porque estou ligada a um Movimento de Pais e Amigos de Deficientes Intelectuais e sei o que estas crianças PENSAM sobre tudo isto, a não ser que as crianças e jovens deficientes intelectuais de Beja não sejam orientadas no sentido do Bem, do Bom e do Belo, e lhes impinjam as touradas como sendo algo NORMAL.

 

Mas é indiscutível e não há qualquer dúvida que, embora ainda legalmente permitida, se trata de uma actividade violenta, cruel, medievalesca, grosseira e estúpida, que causa bastante repulsa na sociedade portuguesa, e no mundo civilizado.

 

E é por esta irracional actividade assentar na violência e crueldade contra seres sencientes, tão inofensivos, inocentes e indefesos como as crianças e jovens deficientes que a CerciBeja diz “educar” (ou devo dizer asselvajar?) e “reabilitar” (ou devo dizer denegrir?), seres não humanos excluídos e colocados numa situação de vulnerabilidade, que me parece que as Cercis dela se deveriam distanciar, por uma questão simples de ÉTICA.

 

A mais recente tourada a favor da CerciBeja pode até ter rendido, segundo informações veiculadas por blogues tauromáquicos, 3.013,54 euros; mas é certo que afectou negativamente a credibilidade desta Cerci e das Cercis em geral.

 

Há, com toda a certeza (porque sei que há) modos CIVILIZADOS de angariar fundos para estas instituições. Já o fizemos várias vezes, com festivais de música, por exemplo.

 

Posto isto, venho, solicitar à FENACERCI para recomendar às suas associadas que não sejam beneficiárias destas práticas selváticas e indignas de seres humanos, e muito menos de crianças e jovens tão puros.

 

Aproveito a presente mensagem para perguntar à Caixa Geral de Depósitos se tem conhecimento de que o seu logotipo consta no cartaz publicitário da referida tourada, e se a patrocinou.

 

Tudo isto é vergonhoso e não dignifica as instituições envolvidas nesta barbárie.

 

Agradecendo a atenção dispensada,

 

Isabel A. Ferreira

 

Com Marinhenses Anti-Touradas


***

Não podemos permitir que as Cercis continuem a associar-se à tauromaquia. Por favor, escrevam para a Federação que as representa, bem como para a Caixa Geral de Depósitos, cujo logotipo consta no cartaz da tourada do dia 7/10/2017.

Basta enviar a mensagem sugerida (ou outra) para os endereços indicados.

Para:

com.marketing@fenacerci.pt

cgd@cgd.pt

Cc:

marinhenses.antitouradas@gmail.com

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:57

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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

PEDIDO DE DEMISSÃO DO DIRECTOR-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E VETERINÁRIA PROFESSOR DOUTOR FERNANDO BERNARDO

 

A sensibilidade, a empatia pelo outro, a compaixão é algo que os estudos superiores não dão a ninguém.

 

É inconcebível que tenhamos em altos cargos gente sem alma e coração. E eles são tantos!

 

Daí este pedido de demissão deste professor doutor que não merece o ar que respira.

 

 

(É isto que aqui está em causa)

 

Exmo. Senhor Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural

Dr. Luís Capoulas Santos,

 

Na sequência da reportagem do programa Sexta às 9, da RTP1, transmitida no passado dia 29 de Setembro de 2017 na rubrica dedicada ao tema do transporte de animais vivos, venho por este meio manifestar a minha mais veemente indignação face às declarações do Senhor Director-geral de Alimentação e Veterinária, Prof. Doutor Fernando Bernardo, que demonstram uma grave falta de seriedade e profissionalismo.

 

Ao proferir afirmações como “os animais nos estábulos em Portugal deitam-se em cima das suas próprias fezes e, portanto, a pelagem não cheira a perfume Chanel” e “os bovinos e os ovinos não dormem em lençóis de cetim”, o Senhor Director-geral de Alimentação e Veterinária tentou ridicularizar as preocupações dos portugueses relativamente ao transporte de animais vivos.

 

São afirmações reprováveis proferidas pelo máximo representante da Autoridade Sanitária Veterinária Nacional que tem como principais competências a salvaguarda do bem-estar animal e da saúde pública, demonstrando não estar à altura do cargo que ocupa. Considero igualmente grave a tentativa de o Senhor Director ludibriar a opinião pública recorrendo a comparações tão descabidas e despropositadas.

 

Face ao exposto, não creio que me reste outra alternativa que não solicitar a V. Exa. a demissão do Prof. Doutor Fernando Bernardo do cargo de Director-geral de Alimentação e Veterinária.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://sejavegan.pt/carta-de-protesto-exportacao-de-animais-vivos/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:02

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

QUANDO UM TOURO É UM ANIMAL SELVAGEM NA IMAGINAÇÃO DOS AFICIONADOS…

 

 

Recebi este comentário no Blog, cujo conteúdo não será muito diferente de muitos outros que costumo receber, à excepção da linguagem utilizada. Depois de ser bombardeada por uma enxurrada de ordinarices, ler este comentário do António, na sua ingenuidade de aficionado (que acha que não é) pareceu-me estar no paraíso.

 

Destaco-o aqui, por esse motivo, mas também para poder levar mais longe o que tenho para dizer ao António Estrela.

 

TOURO.jpg

Eis o belo e poderoso “animal selvagem” que, se não fossem as touradas, o António Estrela nunca teria oportunidade de ver… assim...

 

 ANTONIO ESTRELA comentou o post A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA às 22:49, 25/09/2017 :

 

Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê. Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso. Que desde sempre foi venerado em lutas iguais. pelo homem. Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres . Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme.

 

***

António Estrela,

 

Vamos lá esmiuçar o seu comentário. Começa por dizer esta coisa espantosa:

 

«Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê».

 

Isto significa tão-só que o senhor GOSTA de touradas, mas não sabe, e é cúmplice dos sádicos e psicopatas, mas também não sabe.

 

«Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso».

 

Pois digo-lhe que se NÃO HOUVESSE touradas, o senhor PODERIA VER o belo animal, que é um Touro, nos prados, a pastar tranquilamente, como é da sua natureza. E JAMAIS, em tempo algum, veria um ANIMAL SELVAGEM chamado Touro, porque os Touros não são animais selvagens. São herbívoros, de natureza mansa e extremamente pacífica. Mas para saber isto é preciso estudar BIOLOGIA. Portanto, sugiro-lhe que nunca se meta a falar do que não sabe.

«Que desde sempre (o touro) foi venerado em lutas iguais, pelo homem».

 

Desde sempre o Touro foi venerado como um deus, por exemplo, no antigo Egipto. O Touro, na cultura micénica, foi venerado, NÃO para lutas, mas para acrobacias, sem sangue, sem sofrimento, sem tortura. JAMAIS o homem o venerou em LUTAS IGUAIS. À medida que a humanidade foi avançando, em vez de se avançar também no respeito a ter pelos magníficos animais que são os Touros, regrediu-se irracionalmente, e o animal homem-predador começou a utilizá-los, a explorá-los para LUTAS COMPLETAMENTE DESIGUAIS, onde os Touros vão para as arenas completamente desfeitos, quase cegos, já bastamente mortificados, e os homens-predadores, armados de bandarilhas e espadas, mais não fazem do que demonstrarem a sua DESCOMUNAL COBARDIA diante de um animal MAGNÍFICO, sim, mas completamente arrasado, indefeso, inocente e inofensivo.

 

«Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres».

Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres nas alucinações de quem apenas consegue ver carne de cadáveres para se alimentar, quando na Natureza existe tudo o que é necessário à alimentação do homem, sem necessidade de recorrer à morte dos animais que connosco partilham o Planeta, não para que o homem os coma ou os explore para tortura ou trabalhos forçados, mas porque foram criados para servirem unicamente a Natureza.

Isto de chocas e hambúrgueres está desactualizadíssimo. Tente actualizar-se, António Estrela. Até porque chocas sem Touros não existiriam. E vice-versa.

Por fim, o senhor diz isto:

«Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme».

Não se trata de lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de animais.

Trata-se de retirar as galinhas das gaiolas, e de acabar com o transporte de gado vivo. O conceito de que os animais nasceram para servir o homem está ultrapassadíssimo. Deu-se um passo gigantesco a este respeito. Mas há os que ficaram para trás e ainda estão no século XXI antes de Cristo.

 

Quanto ao que o choca realmente não me surpreende. Gosta de touradas, e de ver os magníficos Touros estraçalhados nas arenas, mas o mais chocante, para si é a diversidade das raças bovinas.

A mim também me ofende bastante a manipulação genética.

 

Porém, a tortura de magníficos bovinos, mansos, indefesos e inofensivos, para divertir um punhado de sádicos e satisfazer os maus instintos de psicopatas; o martírio de seres vivos, que só investem se forem atacados pela besta humana, esmaga-me a alma.

Por conseguinta, da próxima vez que queira comentar sobre esta matéria, senhor António Estrela, venha munido de Saber. Dê uma vista de olhos, por este Blog. Estão aqui todas as informações necessárias, provas científicas, depoimentos de cientistas, desmistificações, enfim, tudo o que é preciso saber para sair do obscurantismo em que a tauromaquia tem mergulhado os seus aficionados.

É que já estou farta de estar sempre a repetir a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

FESTAS EM HONRA DE SANTOS DESACREDITAM A IGREJA CATÓLICA E A HUMANIDADE

 

É inconcebível que a igreja católica portuguesa seja cúmplice de tanta barbárie para celebrar os seus Santos!

 

Não é desse modo que angariam “crentes” para sustentarem as paróquias. Cada vez mais, os que nasceram católicos afastam-se da Igreja, por não se reverem nestes rituais bárbaros, medievalescos, grotescos, cruéis, violentos, nada condizentes com os ensinamentos de Jesus Cristo.

 

Repudio a hipocrisia dessa igreja que não segue os preceitos cristãos.

 

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Os da Barosa chamam-lhe FESTA RELIGIOSA… em honra de São Mateus, e sacrificam garraios.

 

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Em Seia, mata-se um galo à paulada, nas festas consagradas a Deus…

 

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 Na Ilha Terceira (Açores) praticam-se barbaridades em honra de São João

 

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 Em São João da Pesqueira sacrificam-se Touros em nome de Nossa Senhora do Monte

 

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 Em Ponte de Lima o Corpo de Deus é celebrado com a abominável “vaca das cordas”…

 

Bem… isto é apenas uma amostra da monstruosidade que a igreja católica portuguesa consente em nome de Santos católicos, como se os Santos católicos alguma vez aplaudissem a tortura de uma ser vivo, que também é de Deus.

 

O decreto de proibição das touradas mais antigo de que se tem conhecimento é a bula do Papa Pio V, “De Salute Gregis Dominici”, datada de 1 de Novembro de 1567, mas ainda em vigor, e que dizia o seguinte:

 

«(…) Nós, considerando que estes espectáculos que incluem touros e feras no circo ou na praça pública não têm nada a ver com a piedade e a caridade cristã, e querendo abolir estes vergonhosos e sangrentos espectáculos, não de homens, mas do demónio, e tendo em conta a salvação das almas, na medida das nossas possibilidades, com a ajuda de Deus, proibimos terminantemente por esta nossa constituição (…) a celebração destes espectáculos (…)».

 

Tanto quanto sabemos, esta bula só foi acatada em Itália.

 

Isto foi o que disse o Papa Pio V, mas não é o que a Igreja segue. E a Igreja não seguindo, cala-se, num consentimento que, de tão silencioso, nos agride, como se gritasse: DOU-VOS A LIBERDADE DE SEREM IMPIEDOSOS PARA COM OS ANIMAIS!

 

A tortura de Touros e Cavalos tem-se realizado sob a égide de uma igreja que não respeita minimamente os preceitos de Deus.

 

A ideia de que o Touro era um ser diabólico, e como tal devia ser torturado, pertence a mitos antigos, quando imperava uma ignorância da mais profunda, e queimavam-se bruxas…

 

Hoje sabemos que o Touro é apenas um bovino, e as bruxas não existem. Em pleno século XXI da era cristã, já não se justifica queimar bruxas e torturar Touros para exorcizar demónios, que, a existirem, estão personificados nos carrascos das criaturas de Deus.

 

Está mais do que na hora de enterrar esta mentalidade medievalesca e dar o salto para o século XXI da era cristã.

 

Isabel A. Ferreira

 

Sugiro a leitura deste texto onde se aborda este tema mais esmiuçadamente.

A IGREJA CATÓLICA E A TOURADA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/201627.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017

TOURADAS REGRESSAM À TVI?

 

Depois de cinco anos consecutivos sem emitir ou apoiar touradas, a TVI está a dar publicidade à corrida dos 125 anos de tortura no campo pequeno, com a menção “apoio TVI”.

 

Não há certezas sobre se pretende ou não transmiti-la, mas tendo em conta as insinuações em blogues tauromáquicos, é o que parece…

 

Mas ainda que não a transmita, só o facto de a publicitar e apoiar já é uma machadada na sua reputação de estação televisiva independente…

 

Isto é um ultraje à modernidade e à civilização…

 

TVI.png

 

Exmos. responsáveis pela programação da TVI,

 

Isto é lamentável, tão lamentável que é nossa obrigação manifestar o nosso descontentamento, a nossa repulsa, a nossa decepção por este retrocesso, esta atitude descabida, incivilizada, insultuosa para com todos os telespectadores que deram à TVI o privilégio de lhe proporcionar grandes audiências.

 

Quando, em 2013, a TVI deixou de emitir e apoiar touradas, acreditámos que o tinha feito, pelo menos em parte, devido a apelos como o meu e os de outros telespectadores, mas, acima de tudo, por razões de ordem ética.

 

Foi uma medida racional, inteligente, civilizada e lúcida, que agora está a ser posta em causa com esta posição retrógrada, que só demonstra uma subserviência a um lobby decadente, que está a tentar tudo, por tudo, no sentido de manter erguida a rejeitada e moribunda tourada.

 

Na altura, acreditei que, finalmente, em Portugal, pelo menos a TVI havia se libertado do jugo tauromáquico, contribuindo, desse modo, para fazer evoluir o País, atitude que mereceu a minha consideração.

 

Pois se partem para esta tomada de posição retrógrada a única coisa a fazer é voltar a boicotar a TVI.

 

No entanto, antes de chegar ao boicote, tenho fé e esperança no triunfo da lucidez, e que a TVI perceba que ao associar-se à tauromaquia não só está a insultar os seus telespectadores mais evoluídos como a contribuir para o recuo do progresso moral e cultural da sociedade portuguesa.

 

Por isso, e passados cinco anos, estou aqui, novamente, a apelar para a racionalidade dos responsáveis pela programação da TVI, no sentido de que, de uma vez por todas, deixem de apoiar a selvajaria tauromáquica, e não transmitam a corrida dos 125 anos de tortura no campo pequeno que, para além de toda a habitual crueldade que encerra, assinala mais de um século de extrema violência contra inocentes, inofensivos e indefesos bovinos.

 

Por uma TVI mais condizente com o Século XXI d. C,

 

Isabel A. Ferreira

 

Com MARINHENSES ANTI-TOURADAS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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«GRUPO ORGANIZADO AGRIDE TOURO ATÉ À MORTE»

 

Uma excelente Crónica Ilustrada de Filipe Simões sobre o que se convencionou chamar de “festa brava”, e não passa de um atentado cobarde à vida de um ser indefeso, encurralado numa arena…

Vale a pena ler…

 

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Texto de Filipe Simões - artista

 

Crónica ilustrada para o Jornal O Riachense, Julho 2017

 

«Desde que o Homem é Homem - e já o é, dizem, há uma catrefada de tempo - que tem a mania de se achar mais que os outros. E quando digo os outros refiro-me a tudo, desde as alfaces e formigas até aos elefantes ou mesmo outros seres humanos, seus semelhantes.

 

O Homem, reparem que escrevi com letra maiúscula, tem por hábito estabelecer hierarquias onde se coloca sempre no topo, claro, tudo o resto são servos. Se os caracóis soubessem o que é uma hierarquia se calhar também se punham no topo. Ainda bem que não sabem, pois seria uma estrutura bem viscosa.

 

Olhando para o passado recente, está logo à vista a inevitável questão dos escravos negros que nós tão bem chicoteámos durante gerações. Era uma delícia ver aqueles reles seres inferiores a servirem-nos e nós a manietá-los com toda a imponência e virilidade que nos caracteriza. Foi até alguém ter a brilhante ideia de que "eles" não são em nada inferiores a "nós". Enfim, tradições que se perdem. E bem!

 

Outra tradição que ainda resiste é a tauromaquia, que consiste em dar uma bela maquia aos tauros (brilhante jogo de palavras, sou realmente um ser superior!).

 

Se formos a analisar bem a coisa vemos que também aqui há bastante racismo. Primeiro, larga-se o indivíduo no meio de uma espécie de beco sem saída, mas redondo. Depois vêm uma data de rufias todos emproados, uns até montados no seu cavalo (cá está outra vez a mania de superioridade), mandam uns piropos sarcásticos ao tipo encurralado a ver se o provocam, "Oh oh oh, oh tu de chifres, anda cá a ver quem é o maior!", depois fazem umas fintas à Cristiano Ronaldo mas sem a bola, todos armados ao pingarelho e toca de dar umas facadas no cachaço, enquanto uma data de gente altiva ri e aplaude a elegância com que se procede à tortura do infeliz, que só deseja não ter saído da cama naquele dia. Bravo!

 

Depois do incidente, se houvessem bovinos jornalistas escreveriam a seguinte manchete: "Grupo organizado agride touro até à morte", e no corpo da notícia poderiam ler-se frases como: "Ao que tudo indica trata-se de uma quadrilha referenciada pelas autoridades" e "O touro ainda tentou defender-se marrando naquele que alegadamente seria o chefe do clã, mas de nade lhe valeu". De facto, há tradições muito giras.

 

Ah! já agora, outra tradição que houve em muitos povos era aquela em que se faziam sacrifícios humanos em nome dos Deuses. Felizmente houve quem conseguisse sacrificar essas tradições em nome do Homem.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/FilipeSimoesArt/photos/a.337187326353195.76643.199439953461267/1561885053883410/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:59

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

CARTA ABERTA A MARCELO REBELO DE SOUSA, PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

 

Convidado de honra para assistir a uma sessão de selvajaria tauromáquica no campo pequeno, em Lisboa (que dizem ser) a capital de um país da Europa do Sul…onde se esbanja dinheiros públicos nesta actividade selvática...

 

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 No passado dia 25 de Março, quando o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, se deslocou ao campo pequeno para assistir ao Meeting Lisboa, foi abordado pelo aficionado Rui Bento, que o convidou para estar presente na tourada que comemora o 125º aniversário daquela arena de tortura de seres vivos, convite que, segundo rezam as crónicas, o presidente da República teria aceitado com muito agrado.

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2017/03/28/presidente-da-republica-uma-vez-mais-conivente-com-a-mafia-tauromaquica/

 

Excelentíssimo Senhor

Presidente da República Portuguesa,

Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa,

 

Tive conhecimento de que Vossa Excelência foi convidado a assistir a uma sessão de tortura de bovinos, vulgo tourada, para comemorar os 125 anos da existência da arena do campo pequeno, a qual, só por si, já diz do enorme atraso civilizacional em que Lisboa ainda está mergulhada. Uma vergonha!

 

Como é do conhecimento do mundo civilizado e, com certeza, de Vossa Excelência também, a tauromaquia é uma actividade cruel e sanguinária, de natureza retrógrada e medievalesca, que revela um enorme atraso civilizacional e uma descomunal brutalidade por parte de quem a pratica, aplaude e promove.

 

A existência de touradas noutros países (em mais sete, entre 193 que existem no mundo) não legitima a sua existência em Portugal, até porque, nesses outros sete países, onde ainda existe esta prática grotesca, fortes grupos abolicionistas estão a trabalhar afincadamente, para que esta actividade abjecta, que envergonha a Humanidade, e que consiste em torturar seres sencientes e indefesos, para divertir mentes perversas e deformadas, seja abolida. E os progressos são mais que muitos.

 

Um cidadão medianamente culto sabe que esta brutalidade não faz parte da Cultura Portuguesa, e Portugal nada ganha ao manter activa esta crueldade gratuita, pelo contrário, só perde prestígio e afunda-se na incivilidade para a qual tal prática impele o país.  

 

Estamos em pleno século XXI depois de Cristo, e nem no século XXI antes de Cristo, esta brutalidade existia. Não faz sentido algum retroceder no tempo, até porque nunca se retrocederia tanto, ao ponto de igualar a crueldade com que hoje se trata os animais não humanos, para divertir mentes perversas. Nunca, em tempo algum, em épocas primitivas, os homens das cavernas se comportaram tão brutalmente como os do século XXI depois de Cristo, no que respeita ao divertimento à custa do sofrimento atroz de animais como eu ou como V. Exa., sim, porque, na realidade, somos biologicamente tão animais quanto eles.

 

O avanço civilizacional não se faz à custa da tortura animal, para que sádicos e psicopatas se divirtam. É que a tauromaquia, queiram ou não queiram os tauricidas e aficionados, assenta na violência, na crueldade, na sevícia, na cobardia, na estupidez, na ignorância, na insensibilidade, no mau carácter e na falta de empatia para com a vida dos outros seres vivos, que têm direito à vida, tanto quanto nós também temos.

 

Por tudo isto, a tauromaquia é uma prática absolutamente indefensável e jamais poderá merecer respeito ou aceitação por parte dos seres humanos, civilizados e evoluídos, que cresceram moralmente, culturalmente, intelectualmente, socialmente.

 

Posto isto, senhor presidente da República Portuguesa, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, sugiro a Vossa Excelência que, publicamente, já demonstrou afectos por esta barbárie, que faça uma reflexão profunda sobre esta matéria, pois essa reflexão poderá ser-lhe bastante útil, se ainda não conseguiu ultrapassar a crença no que insistem em chamar de “tradição”, pois esta não passa de um costume obsoleto e obscuro, assenta na mais profunda ignorância, e que não faz o mínimo sentido em pleno terceiro milénio depois de Cristo.

 

A presença de Vossa Excelência numa tal comemoração só desprestigia o alto cargo público que exerce.

 

Por favor, não envergonhe Portugal, nem os Portugueses.

 

Com fé e esperança no triunfo da lucidez,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Quinta-feira, 2 de Março de 2017

AINDA A GARRAIADA DA QUEIMA DAS FITAS DOS “DOUTORES” DE COIMBRA

 

Recebi este excelente comentário da minha amiga Maria João Lopes Gaspar Oliveira. Uma obra-prima argumentativa contra esta prática que desqualifica os estudantes e a Academia Coimbrã.

 

Será que, desta vez, a “minha” Coimbra ver-se-á livre desta nódoa negra medievalesca?

 

Esperemos que a racionalidade vença a bestialidade …

 

GARRAIADA.jpg

 (Imagem: Arquivo Global Imagens)

 

Maria João Lopes Gaspar Oliveira, deixou um comentário ao post QUEREMOS A QUEIMA DAS FITAS DE COIMBRA LIVRE DE SOFRIMENTO DE BOVINOS BEBÉS às 20:18, 2017-03-01.

 

Comentário:

 

Enviei este e-mail para os endereços electrónicos que a Isabel indicou: Exmo(s) Senhor(es): A Queima das Fitas vai-se aproximando, e a minha angústia cresce à medida que o tempo passa. Mal posso acreditar que a garraiada (nem os bebés escapam à exploração e sofrimento físico e psicológico...) ainda se mantenha na "Cidade do Conhecimento", até porque a CULTURA é incompatível com a tortura.

 

Os bezerrinhos são animais dotados de sistema nervoso e de cérebro, logo seres sencientes. E as pessoas divertem-se, em pleno século XXI, com o sofrimento de um animal bebé assustado, perante a força física de jovens estudantes que ainda não se recusaram a praticar este acto cruel. Sem a ética da compaixão, não é possível um mundo melhor. Interiorizar o sofrimento alheio é um grande passo em frente.

 

Custa muito, confesso, mas... quando amamos, verdadeiramente, os animais, o nosso sofrimento é também inevitável, e não podemos, de modo algum, ficar de braços cruzados. É urgente também uma revisão do conceito de tradição (se não evoluirmos, as nossas práticas continuarão a ser medievalescas...) e de arte, porque esta tem um papel humanizante e civilizador, pelo que não pode ser compatível com a tortura. Além disso, há ainda o preconceito do especismo, que leva o homem a pensar que é um animal "superior", e que, por isso, os outros animais são objectos descartáveis ao serviço dos seus interesses, sofram o que sofrerem com isso.

 

Com razão, Gandhi afirmou que o nível de civilização de um povo se pode avaliar pela maneira como os animais são tratados. Por conseguinte, peço encarecidamente, a V. Exa(s)., o cancelamento definitivo da garraiada da Queima das Fitas. Anular um "espectáculo" que vai provocar a tortura de um ser senciente e indefeso, só dignifica quem teve a coragem de o fazer. Convicta de que não solto um grito no deserto, mas sim um apelo bem ouvido e compreendido, envio os meus melhores cumprimentos. Maria João Lopes Gaspar de Oliveira - COIMBRA

 

***

Comentário retirado do Facebook:


José Costa Excelente texto de Maria João Lopes, escrito com sentimento, com compaixão, com humanidade que, muitas criaturas se considerando humanas, não possuem, são apenas criaturas já que, lhes falta a sensibilidade própria do ser humano e assim, não respeitam os outros seres como no caso vertente o que nos envergonha pelo acto execrável e desumano que é. Não se compreende que uma academia onde a cultura e a ciência, devem ser baluartes, faróis de civilização e humanismo, tenha no seu seio, seres que praticam tão abjectos actos.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:00

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