Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA

 

(Só uma pequena parte)

(Recebido via e-mail)

 

 Quanta imbecilidade! Quanta estupidez! Quanta cobardia! E pensar que tudo isto é permitido por uma lei parva, elaborada por parvos, e mantida por criaturas ainda mais parvas.

 

A tauromaquia é uma actividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos.

 

Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado.

 

Em termos... muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do “espectáculo” em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa - seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos.



(Vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ) – (Este vídeo foi retirado da circulação, tal era a crueldade visionada).

 

 

Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados.

 

(Vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html  e http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/07/embolacao.html) – (Aqui encontram muita informação).

 

Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.

 

***

E a esmagadora maioria dos deputados da Nação, que possuem neurónios fundidos, apoia esta inacreditável crueldade.

 

Pergunta-se: e isto é normal?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:41

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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

«VINHO, TOUROS E MULHERES»...

 

Um texto que escrevi em 2012.

 

Infelizmente está actualíssimo, o que significa que Portugal não evoluiu absolutamente nada, nesta matéria de crueldade, violência, estupidez e ignorância, que dá pelo nome de tauromaquia.

 

VINHO TOUROS E MULHERES.jpg

 Cena do filme «Matador», de Almodovar

 

Por vezes deambulo pelas páginas dos tauricidas, no Facebook, para lhes “tomar o pulso”.

 

Quando me permitem, provoco-os, porque “a alma não tem segredo que a conduta não revele” Lao Tsé), e é precisamente nessa revelação que podemos conferir o carácter dos tauricidas e dos aficionados.

 

É que é extremamente importante conhecer a mente deles, para avaliarmos da legitimidade que dizem ter para cometer o tauricídio, e aquilatarmos da permissividade e cumplicidade dos estéreis intelectos das autoridades deste nosso País.

 

Quase sempre sou bloqueada nessas páginas, talvez pelo modo nu e cru como digo as coisas que os outros também dizem sob uma capa dourada e bem cozinhadas.

 

Ser bloqueada não é coisa que me incomode, nem pouco mais ou menos.

 

Contudo, desta vez, talvez por ser a página de um evento («Eu vou defender a festa», da Prótoiro), e não poder bloquear-se ninguém (não sei se é possível, o facto é que não fui bloqueada), consegui ficar ali a “picá-los”, utilizando as palavras como “bandarilhas” (a palavra é a arma com que vou para as “guerras” que travo com os homens predadores do nosso Planeta, e não são só com tauricidas, e nem só com os portugueses).

 

E obtive resultados magníficos, precisamente os que esperava ter.

 

Entretanto já havia esgrimido com os torcionários limianos, devido à minha intervenção contra a “Vaca das Cordas” (um ritual também primitivo e irracional que me chocou) os quais me atulharam de matéria-prima, para este “estudo de carácter” a que me propus.

 

As conclusões a que cheguei resumem-se à frase que deu título a este texto, saída da boca de um forcado (mais do que uma vez) que tem o maior orgulho de o ser, como se pegar um Touro já exaurido, mas ainda com um forte instinto de defesa, fosse a maior proeza e a suprema honra do mundo.

 

Descobri que «VINHO, TOUROS E MULHERES» (por esta ordem, segundo o tal forcado) é o lema dos tauricidas e aficionados, e de todos os que gostam de “divertir-se” à custa da tortura de Touros, seja em que modalidade for (há muitas variantes do arcaico ritual taurino), tendo sido utilizado várias vezes, por vários indivíduos.

 

Primeiro é-lhes servido o vinho, pois sem ele não teriam “coragem” de ir para uma arena enfrentar um Touro, ainda que já meio depauperado, pela tortura preliminar a que é sujeito. O que chamam a “bravura” do Touro na arena é simplesmente o instinto de defesa comum a TODOS os animais, humanos e não humanos. Podemos comparar o que se passa numa arena entre um Touro e um tauricida, com o que se passava nos circos romanos entre os homens e os leões esfomeados, ou entre dois gladiadores, onde o instinto de sobrevivência dos intervenientes humanos e não humanos era o que fazia a diferença entre viver e morrer.

 

Já com o vinho a correr-lhes nas veias, mais do que o sangue, lá vão eles para a arena, de fatinho justo, a marcar-lhes a formas do corpo, e collants cor-de-rosinha, demonstrar toda a selvajaria de que são capazes, mascarando aquelas caras com expressões diabólicas e grosseiras (tenho várias fotos que o demonstram), ao mesmo tempo que desvendam o verdadeiro sentido do que os leva ali: a busca de uma “virilidade” perdida.

 

Depois de torturarem o Touro e o Cavalo (quando o tauricídio o requer) com requintes de malvadez, deixando os animais num estado absolutamente deplorável, em extrema agonia, o que lhes acende a chama da tal “virilidade” que buscam desesperadamente, os tauricidas deixam a arena, com ares de “heróis bonifrates”, a bambolearem-se, tipo aqueles “machos” dos filmes mexicanos de má qualidade.

 

Saem da arena, com florzinhas nas mãos, e vão para os braços das mulheres, porque só depois do vinho e de descarregarem sobre o Touro toda a imbecilidade que lhes corrói as entranhas, conseguem o que normalmente não lhes é acessível...

 

Pobres mulheres, aquelas que são casadas! É a única ocasião em que podem ser mulheres...

 

(Atenção! Isto não sou eu que digo. São elas.) As outras, bem... lá sabem...

 

Posto isto, consegui chegar a muitas outras conclusões, bem patentes nos comentários que se seguiram às “bandarilhadas” que lhes mandava, na tal página do Facebook, e noutras onde consegui infiltrar-me, sem que eles se dessem conta de que estavam a ser “toureados”.

 

Neste “estudo” está incluída para cima de uma centena e meia de pessoas de ambos os sexos, ligadas ao tauricídio (portuguesas e espanholas), com quem tive oportunidade de “esgrimir” ao longo destes dois últimos anos.

 

Afinal, qual o perfil de um tauricida e dos aficionados? 

 

Todos têm algo em comum: pouca ou nenhuma instrução. Mesmo aqueles que se dizem “licenciados” ou “dourorados” não demonstram qualquer tipo de saber. O que sabem é que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade...» enfim, uma lengalenga aprendida em criança e que os seguiu até à fase adulta, sem terem questionado o que quer fosse...

 

Da Cultura Culta estão a anos-luz de distância.

 

Não têm noção alguma do que é a civilidade, a lucidez, o bom senso, e o QI deles é do nível mais baixo.

 

Possuem uma “coltura” tosca, pobre em pensamentos, palavras e obras. Vivem num mundo redondinho, fechadinho, que não vai além do quintalinho onde passam os dias. Os horizontes não estão ao alcance deles.

 

A mentalidade é extremamente rude e enlatada. Cristalizada. Naquelas cabeças não entrará mais nada. Nasceram e cresceram a ouvir que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo, blá blá blá blá blá...» e vão morrer com essas ideias impingidas logo à nascença.

 

Não sabem que o Touro é um animal como eles, porque eles também não sabem que são animais. Pensam que são outra coisa. O quê? Não conseguiram explicar.

 

Sabem também que o Touro nasceu para ser linchado com “honra”, numa arena, porque É DISSO QUE ELE GOSTA (o Touro). Uma conclusão bem patente nas expressões dolorosas que qualquer pessoa lúcida pode ver na fisionomia dos desventurados animais, no fim da lide, à excepção deles, que nem sequer conseguem distinguir um Touro vivo de um Touro morto.

 

Não conseguem fazer um raciocínio lógico, a partir do mais simples tema.

 

Não sabem argumentar, nem sequer conseguem alcançar o significado de determinadas palavras.

 

Misturam alhos com bugalhos, e andam ali às escuras e às voltinhas, sem darem com a saída.

 

Não são capazes de seguir um discurso que tenha mais do que meia dúzia de vocábulos.

 

Justificam o injustificável, com insultos, muitos deles dos mais ordinários e violentos que existem, o que não admira, pois condiz perfeitamente com a própria “coltura” deles.

 

Enfim, demonstram uma incultura crassa, que diz da pobreza do sistema de ensino em Portugal, que há tantos anos também combato.

 

Não interessa aos governantes portugueses um povo culto, ensinado, instruído, educado. Um povo que saiba raciocinar. Um povo que saiba distinguir o trigo do joio (é por isso que temos os governantes que temos).

 

Um povo culto é INSUBMISSO, naturalmente. O que não convém.

 

Um povo SUBMISSO não lhes faz frente. É mansinho. Diz que sim a tudo. E é disso que os governantes gostam.

 

Por isso, o nosso sistema de ensino é a POBREZA que se vê.

 

Por isso, a IGNORÂNCIA e o DINHEIRO são as palavras-chave de toda esta hipocrisia que anda ao redor do tauricídio, uma “tradição” degradante, envolta em rituais primitivos, cruéis e sanguinários, que colocam Portugal entre os países menos civilizados do mundo.

 

Lidar com esta gente não foi fácil, mas mais difícil é fazer com que os GOVERNANTES PORTUGUESES (quase todos senhores doutores e engenheiros) e a IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA (que abençoa os tauricidas) consigam fazer um RACIOCÍNIO LÓGICO e acabem, de uma vez por todas, com algo que está alicerçado na IGNORÂNCIA e (pasmemo-nos!) também no VINHO...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016

É ISTO A TOURADA PROTEGIDA PELO ESTADO PORTUGUÊS…

 

O que se segue é uma descrição realista da descomunal crueldade e violência da selvajaria tauromáquica, que em Portugal é “servida à mesa” como uma refeição gourmet…

 

E depois a besta humana quer ser tratada do mesmo jeito que um Ser Humano

 

Por muito menos, Jesus Cristo chicoteou os vendilhões do templo.

 

Não me peçam tolerância para monstros desta envergadura... (IAF)

 

TORTURA.png

 

Texto de Pedro Martins Santos

 

«Debaixo de um calor de mais de 30º, sem vento e depois de terem permanecido mais de 12 h metidos numa divisória de metal de um camião onde mal se podem mexer, os 6 touros vão ser "lidados" na praça. Vão ser perfurados com ferros (bandarilhas) que medem 70 cm de comprimento, enfeitadas com papel de seda de variadas cores e rematadas com um ferro de 8 cm, com um arpão de 4 cm de comprimento e 20mm de largura, com farpas ou ferros compridos e ferros curtos que medem, respectivamente, 140 cm e 80 cm de comprimento, com ferragem idêntica à da bandarilha, mas com dois arpões enfeitados e rematados da mesma forma que as bandarilhas.

 

Os ferros que lhe penetram e rasgam o músculo, provocarão uma dor lancinante (o touro sente até uma mosca pousar-lhe no dorso - daí abanar com a cauda para a enxotar - porque não haveria de sentir dor se é feito de carne e osso como nós?). Depois de lhe serem cravados os ferros, exaustos e debilitados, enfraquecidos, vão ainda ser atormentados por 8 “homens” que o vão provocar, tentar imobilizar, saltar-lhe para cima e puxar-lhe violentamente a cauda (vértebras serão partidas) e humilhá-lo.

 

Depois será obrigado a recolher ao camião, como alguém me dizia hoje de manhã, "puxado e arrastado tão violentamente por cordas que se fica com a sensação que lhe vão arrancar os cornos".

 

No camião, ser-lhe-ão arrancados os ferros, a sangue frio, cortando a carne à volta do arpão com uma faca, deixando-lhe o dorso esburacado em carne viva...

 

Depois da "festa rija", quando os espectadores tiverem dificuldade em manter-se em pé, o touro vai ser levado para o matadouro, no mesmo camião onde não se pode mexer, deixando atrás de si um rasto de sangue e diarreia.

 

Hoje é sexta-feira.

Amanhã é sábado, os matadouros não trabalham.

Domingo também não.

 

Com sorte e, se não tiverem morrido até lá, os touros serão finalmente mortos na segunda-feira, depois de atordoados com choques eléctricos e pendurados de cabeça para baixo.

 

Terão Paz afinal.

 

É ISTO QUE A RTP TRANSMITE COM O MEU DINHEIRO??

 

por Pedro Martins Santos»

 

Fonte: 

https://m.facebook.com/RiseupPortugal/photos/a.439731719383613.94950.435456119811173/963380007018779/?type=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:49

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Terça-feira, 13 de Setembro de 2016

O SOFRIMENTO DE UM TOURO DIAGNOSTICADO POR UM MÉDICO VETERINÁRIO

 

A propósito deste artigo publicado no Jornal Público

https://www.publico.pt/temas/jornal/ser-forcado-e-ser-forcado-27040004

 

 

a louvar a actuação dos forcados nas touradas, o Médico Veterinário Dr. Vasco Reis *** (atenção que não é um veterinário com diploma tirado aos fins-de-semana!) escreveu este texto que diz tudo da cobardia extrema, destes que são os maiores carrascos dos Touros

 

 Urge derrubar os falsos mitos

 

FORCADOS.jpg

Oito matulões atacam um ser senciente e indefeso, esgotado, ferido, sangrado por arpões espetados por “cavaleiros”; oito matulões atacam um Touro moribundo. Será isto valentia ou uma descomunal cobardia? Isto é quase como bater num morto.

 

«Excelências do PÚBLICO!,

 

Acrescento que a intervenção dos forcados deve ser completamente desaprovada por se tratar de maltrato animal/ violência exercida sobre bovinos inocentes, os quais como "preparação" para a pega, acabaram de ser ludibriados, esgotados, feridos, sangrados por arpões espetados por cavaleiros tauromáquicos, subjugando e obrigando as suas montadas a transportá-los para os ataques contra o touro, com a finalidade de o enfraquecer extremamente, facilitando assim a pega.

 

Este touro pegado pelos forcados, tinha sido recentemente arrancado ao campo, violentamente empurrado e impulsionado por aguilhão eléctrico, metido e apertado em espaços exíguos, transportado em pânico, claustrofobia, luta, suportando maus tratos, privações, corte da extremidade dos cornos (de tal maneira stressante e doloroso, que alguns morrem durante essa intervenção), confinado suportando durante horas, altas temperaturas sob o sol do Verão, o que o desidrata, aflige e enfraquece.

 

Depois da lide e da pega, o touro é imobilizado com cordas à volta dos cornos, para que as bandarilhas lhe sejam arrancadas violentamente com ajuda de cortes sem qualquer anestesia.

 

A seguir são impelidos com aguilhão eléctrico, ao que reagem com os berros que se escutam ao longo deste cruel espectáculo.

 

Até que o abate violento o liberte do esgotamento, da intoxicação metabólica, da desidratação, do sofrimento físico e anímico, das dores e da febre, ainda terá de suportar durante uns dias alguns maus tratos, transportes, contenção.

 

Por estas e por outras, considero vergonhosa para o PÚBLICO a apresentação da condição de forcado como algo de admirável.

 

O artigo desperta, certamente, comentários falaciosos e disparatados sobre o diminuto ou ausente sofrimento de touros e cavalos, mais ou menos baseados em estudos pseudo científicos, mas que servem para " branquear" a tortura.

 

Das duas, uma: ou se trata de ignorância, ou de mentira consciente.

 

Considero que, através deste artigo, o "Público" prestou um mau serviço à informação e marcou muitos pontos negativos.

 

 

Com os melhores cumprimentos

 

Vasco Reis, Aljezur»

 

Texto publicado em 9/9/2016, aqui:

https://www.facebook.com/vmmreis?fref=ts

 

***

 

(***) O Dr. Vasco Reis estudou Medicina Veterinária em Tierärztliche Hochschule Hannover e na Escola Superior de Medicina Veterinária de Lisboa

Como Médico Veterinário trabalhou na Suiça, Alemanha e Poretugal

Como Médico Veterinário, que se preza de o ser, o Dr. Vasco Reis é Pelo direito à Vida de Todos os Animais.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2016

«E A TOURADA CONTINUA…»

 

Um excelente texto de Luís Vicente

 

Depois de lido este texto, quem continuar a dizer que o Touro não sofre ao ser toureado, ou é descomunalmente estúpido, ou então faz-se…

 

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Um senhor chamado Francisco d’Orey, na página do Facebook da Acção Directa, respondeu a uma convocatória para um protesto anti-tourada realizado no dia 28 de Julho com, entre várias outras, as seguintes preciosidades:

 

«Cambada de ignorantes comecem a contar as vacas galinhas e porcos que comem e são torturados a vida toda e acabam na vossa barriga. Depois vão ver como vivem os touros e os cavalos. No fim vejam como fica um touro que volta ao campo depois duma corrida e quando ainda não perceberem o lixo que vos vai na cabeça vai investigar sobre o que passam os anjmais uma vida inteira no zoo onde se passeiam com os vossos filhos etc. já agora como andam os vossos caezinhos lulus em casa deprimidos por estarem sozinhos horas à espera do dono».

 

«Tauromaquia: a indústria responsável pela vida feliz dum dos animais mais protegidos em Portugal»

 

«De acordo com os estudos científicos mais recentes sobre o touro bravo, sabemos que este tem reações hormonais únicas no reino animal. Sabemos, por exemplo, que este tem um hipotálamo (parte do cérebro que sintetiza as neurohormonas encarregues, nomeadamente, da regulação das funções de stress ou de defesa), 20% superior ao de todos os outros bovinos, e que, por isso, tem uma capacidade superior de segregação de beta-endorfinas (hormona e anestesiaste natural encarregada de bloquear os receptores da dor) o que faz com que o touro perante a colocação de uma bandarilha redobre as suas investidas em vez de fugir, que é a reação natural de qualquer animal à dor. O touro é selecionado tendo em conta a sua combatividade, sendo um animal que tem evoluído, ao longo dos séculos, estando fisiologicamente adaptado para a lide».

 

Achei por bem responder ao último trecho, resposta que aqui transcrevo:

 

Excelentíssimo Senhor,

 

Passei aqui pela página da Acção Directa e, com perplexidade, li os seus comentários.

 

Devo dizer-lhe que hesitei bastante em responder-lhe, e hesitei por três razões:

1 -O senhor é ordinário e mal-educado; estes traços de personalidade impossibilitam qualquer debate sério e honesto; claro que será certamente um problema da sua história de vida, provavelmente de alguém que durante a sua ontogenia foi acossado e maltratado, eventualmente fruto de um meio descompensado mas, enfim, esses problemas hoje em dia têm tratamento e aconselho-o a procurá-lo.

 

2 - O senhor é arrogante e utiliza argumentos ad hominem, o que é epistemologicamente inaceitável no debate científico.

 

3 - O senhor é intelectualmente desonesto e cientificamente ignorante; passo a explicar. É intelectualmente desonesto porque refere dados cientificamente inconsistentes; ou consegue dizer-me, em que publicação avalizada pela Web of Knowledge submetida a peer review por um conjunto fidedigno de referees (única forma aceite pela comunidade científica de homologação de resultados e, mesmo assim, sujeitos a contraditório) encontrou esses resultados? Diga-me porque o saber não ocupa lugar e eu estou sempre disposto a aprender.

 

Claro que sei que o texto que o senhor tem o desplante de assinar não é seu.

 

De qualquer forma, porque pode alguém acreditar em si, cá vai resposta: (se não compreender algum vocábulo diga, terei muito gosto em explicar).

 

Como é que o senhor actuou?

 

Depois do seu comentário ordinário e de explícita falta de educação, vai à página "O TOURO - Tudo o que precisa saber sobre o Touro Bravo", de onde, de forma acrítica porque apenas serve os seus interesses, e de forma desonesta porque não cita a fonte, faz um copy-paste do texto como se fosse seu. Aliás a sua cópia é de tal maneira acrítica que nem sequer se apercebeu dos erros de ortografia no original.

 

Portanto, a partir daqui, a minha conversa passa a ser com a douta fonte que o senhor desonestamente copiou sem citar.

 

Tanto quanto sei, nunca nenhuma revista científica credível aceitou publicar o manuscrito dos indivíduos do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Ciência Veterinária da Universidade Complutense de Madrid, manuscrito no qual se baseia o texto que o senhor copiou.

 

O texto que o senhor copiou começa por referir uma hipertelia intracefálica ao nível do infundíbulo do terceiro ventrículo. Pergunte aos autores onde leram tal coisa? Qual a base amostral? Fundamenta-se num nível alfa inferior a 0,05? Esclareça-me.

 

Mais, eles que demonstrem que as hipertelias estruturais têm consequências metabólicas. Se mo demonstrarem proporei à Academia de Estocolmo que lhes seja atribuído o Prémio Nobel.

 

Continuando. A beta-endorfina que é um polipéptido de cadeia curta (31 aminoácidos) é produzida não só ao nível hipotalâmico, mas também ao nível hipofisário e noutras zonas. Aliás ela foi descoberta em 1976 ao nível hipofisário e não ao nível hipotalâmico. Os autores da descoberta foram Choh Hao Li e David Chung. O seu a seu dono!

 

Um dos erros formais do texto que o senhor copiou é a afirmação de que algo no organismo está encarregue de alguma coisa. É um raciocínio teleológico aceite em religião mas inaceitável no discurso científico. Não está “encarregue” mas “tem por consequência”, o que é totalmente diferente. A teleologia demonstra uma ignorância avassaladora sobre os processos evolutivos.

 

Uma das principais inconsistências do manuscrito no qual se baseia o texto que o senhor copiou e que leva ao seu “chumbo” pela comunidade científica, é afirmar que o touro, uma vez lidado (ou seja, já cadáver) apresenta níveis de cortisol (hormona do stress) inferiores aos que apresenta um touro transportado num camião, deduzindo os autores que o touro sofre mais no camião do que durante a tourada. Erro crasso. Falam de touros durante a tourada, mas a maior parte dos touros estavam mortos durante a extracção do sangue. Um estudo que se realiza no cadáver de um animal não nos diz rigorosamente nada sobre o que se passava quando o animal estava vivo.

 

Outro disparate vem logo na frase seguinte: «o touro perante a colocação de uma bandarilha redobre as suas investidas em vez de fugir, que é a reação natural de qualquer animal à dor”.

 

Não, meu caro, em qualquer animal a reacção é a fuga se tiver condições para isso.

 

Se estiver encurralado como o touro na arena, portanto se não tiver condições de fuga, só tem duas alternativas: ou luta ou fica estático. Nesta situação o animal avalia o inimigo. Se considera que tem condições para vencer, luta. Se considera que não tem, inibe a acção e fica estático.

 

O que é que o leva a lutar? É activado um conjunto de feixes nervosos denominado “sistema periventricular” que o leva a lutar.

 

O sistema periventricular é constituído por vias eferentes hipotalâmicas (na parede do terceiro ventrículo) que atingem principalmente os núcleos supra-ópticos posterior e tuberal e confinam com a substância cinzenta periventricular.

 

Uma das consequências da activação do sistema periventricular (atenção, só há estudos em humanos) é a produção do neuropéptido-y que, ao que tudo indica, pode estar associado à resiliência em relação ao stress pós-traumático e à resposta de medo, permitindo aos indivíduos uma melhor resposta sob stress extremo (Julie Steenhuysen, 2009).

 

E o que é que leva a inibir a acção?

 

Os poucos estudos conhecidos levados a cabo pela equipa de Laborit (1974, 1977) foram realizados em ratos. Em situações em que não pode lutar nem fugir é activado um conjunto de feixes nervosos denominado “sistema inibidor de acção” (área septal média, hipocampus, amígdala lateral e hipotálamo ventromediano). Tanto quanto sei são desconhecidos os mecanismos neuroquímicos envolvidos, apesar de existirem algumas conjecturas sobre isso.

 

Bom, e vamos discutir um pouquinho o valor de sobrevivência da inibição dos centros de dor.

 

Antes de mais a dor tem um imenso valor de sobrevivência. Se não houvesse dor o animal não se aperceberia da gravidade dos seus ferimentos e morreria.

 

Assim, ao longo do processo evolutivo, foi seleccionada a capacidade de produção de endorfinas. Esta anestesia endógena é de curta duração e é uma atenuação e não uma eliminação da dor (não existe um único estudo que refira “eliminação”). Os neuropeptídos que constituem as endorfinas são neuropéptidos de vida curta (short-term). Permitem ao animal, num curto período após o trauma, a serenidade necessária à organização de uma resposta adequada à situação.

 

Dou-lhe um exemplo humano. O senhor está a cortar pão e a faca resvala cortando-lhe um dedo. É muito doloroso. Mas, após algumas fracções de segundo, o seu sistema nervoso responde com a produção de endorfinas. A sua dor é significativamente atenuada. Pensa, vai desinfectar a ferida, decide ir ao hospital para a suturar, etc..

 

Se tivesse uma dor insuportável não teria a serenidade necessária para encontrar uma solução. As endorfinas permitem-lhe essa serenidade por um curto período mas, passado pouco tempo, vai sentir imensa dor. Contudo o problema está resolvido e sobreviveu. Mas as endorfinas são de vida curta. Apenas lhe dão tempo para resolver o problema, e muito pouco tempo.

 

Quando uma gazela é caçada por uma leoa, o seu sistema neuro-endócrino produz endorfinas. A dor diminui à espera de uma solução para o problema. Diz-se que a gazela sofre pouco. Mas isso será porque a morte é suficientemente rápida, mais rápida que o tempo de vida das endorfinas produzidas.

 

O período de lide de um touro na arena é demasiado longo. Não há endorfina que persista durante todo o tempo da lide.

 

E vamos agora ao resto, à lide.

 

As bandarilhas? Em Portugal espetadas ou a cavalo, ou a pé. Para quem não sabe, são varas de madeira com uma ponta de aço de 6 cm que se prendem à área dorsal do touro e que aí se mantêm pelo facto de, na sua ponta, possuírem um arpão de 16 mm. Existem ainda o matador e os forcados. O matador faz uma série de passes com a capa e também espeta bandarilhas no animal. Os forcados desafiam o touro e, em grupo, agarram-no toldando-lhe a visão e tentando imobilizá-lo.

 

Nesta parte poderá não ser causada dor física ao animal, embora lhe seja imposto um enorme esforço físico e psicológico. As bandarilhas, pela força da gravidade e do movimento do touro, causam danos aos nervos, músculos e vasos sanguíneos. No caso dos danos causados nos vasos sanguíneos, é significativamente reduzida a irrigação sanguínea dos músculos importantes para o movimento.

 

Além do mais, as bandarilhas podem ferir os ramos nervosos dorsais da medula espinal, o que causa claudicação temporária e leva à inibição reflexa do plexo braquial (o centro nervoso que inerva as extremidades anteriores). Podem ainda causar hemorragias no canal medular e ferir a parte superior das costelas.

 

Portanto, o sistema nervoso do touro sofre danos significativos durante a tourada, tornando uma resposta normal impossível em termos de libertação de ACTH e cortisol.

 

O estudo no qual se baseia o texto que o senhor copiou conclui, entre outras coisas sem qualquer fundamento científico credível, que os touros que só tenham sido transportados ou que estão na arena sem ser toureados, portanto sem danos físicos, produzem mais cortisol do que aqueles que sofreram danos. Portanto é maior o stress de não ser toureado do que o de ser toureado. Fantasticamente ilógico!!!

 

O que se passa na realidade é que o seu sistema nervoso está intacto, o que é essencial para a resposta hormonal.

 

José Laguía, membro do Colégio Oficial de Veterinários de Espanha refere que em pessoas envolvidas em acidentes com grandes lesões na coluna vertebral, a resposta hormonal que resultaria na liberação de cortisol é reduzida ou mesmo ausente? Pode haver alguma situação mais stressante para alguém do que pensar que poderá passar o resto da vida numa cadeira de rodas? É que o que se passa na realidade é que o sistema nervoso está de tal modo danificado que se torna impossível a resposta adequada.

 

A outra parte do estudo dos indivíduos do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Ciência Veterinária da Universidade Complutense de Madrid refere-se à produção de beta-endorfina que, como referi atrás, é produzida em situações de dor.

 

Segundo esses senhores, durante a tourada, o animal, aparentemente, liberta uma enorme quantidade de beta-endorfina. Então os ditos senhores concluem que neste caso a beta-endorfina seria capaz de evitar a dor do touro.

 

Dizem esses senhores que o touro liberta dez vezes a quantidade de beta-endorfina do que um ser humano. Fantástico!

 

Para o mínimo de credibilidade científica desta afirmação, os ditos seres humanos, para que o estudo comparativo fosse fidedigno, teriam que estar sujeitos rigorosamente às mesmas condições que o touro. É o controlo de variáveis – chama-se método científico.

 

Portanto o ser humano teria que ser toureado, bandarilhado, pegado, etc..

 

Tanto quanto sabemos isso não foi feito e portanto as conclusões não têm qualquer validade.

 

Ainda por cima, como já referi, os níveis hormonais foram medidos no sangue recolhido em touros mortos, por isso é impossível saber em que altura da tourada a beta-endorfina foi libertada.

 

Numa crítica ao manuscrito dos senhores da Universidade Complutense de Madrid, o atrás referido José Laguía defende que a resposta hormonal depende da “integridade das estruturas nervosas, pois sabe-se que, quando há um dano neurológico, a beta-endorfina pode ser libertada no local da dor, devido a determinados mecanismos celulares, sem o envolvimento do sistema nervoso. (…) quando a agressão é repetida frequentemente ou tem lugar durante um período prolongado de tempo, e quando os recursos do animal para alcançar o nível de adaptação são inadequados (…) as respostas hormonais à dor, ou seja, a liberação de grandes quantidades de beta-endorfina tais como são encontradas no sangue de touros após uma tourada, são a resposta normal do organismo a grande dor e stress, e têm muito pouco a ver com capacidade para os neutralizar; Na verdade, ao contrário, os níveis de hormona indicam o grau de dor experimentada e não a capacidade do animal para a neutralizar”.

 

Quanto à incongruência da fase final do texto que o senhor copiou: “O touro é selecionado tendo em conta a sua combatividade, sendo um animal que tem evoluído, ao longo dos séculos, estando fisiologicamente adaptado para a lide” talvez noutro dia a desmonte, mas este meu comentário já vai longo e a paciência já me vai faltando.

 

Cumprimentos.

Luís Vicente

 

Fonte:

https://www.facebook.com/luis.vicente.5602/posts/10153752257533837

 

(Os vocábulos sublinhados são erros ortográficos

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:39

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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016

UM GRUPO DE COBARDES CHAMADO FORCADOS

 

«As imagens deste vídeo mostram bem o quão os forcados, são um grupo de cobardes, pois enfrentam um touro que se encontra cravado de bandarilhas, que se encontra em sofrimento, físico e psicológico, que se encontra, mais morto do que vivo, quando, se não fossem os cobardes que efectivamente são, seriam os primeiros a enfrentar o touro, na arena de uma praça de touros.

 

Se os forcados não fossem os cobardes que efectivamente são enfrentariam o touro, no seu habitat natural

(Vídeo de Mário Amorim)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:54

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2016

GARRAIADA: O DUX VETERANORUM DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DESCONHECE O SIGNIFICADO DE “VIOLÊNCIA”

 

Que vergonha!

 

João Luís Jesus, dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, consulte um dicionário e aprenda o significado de “violência” e sinta as vibrações da ignorância das suas declarações a tanger ao seu redor…

 

GARRAIADA.jpg

(Imagem: Arquivo Global Imagens)

 

Isto que vemos na imagem pode não fazer sangue, mas é violência, é crueldade, é brutalidade exercida sobre um ser senciente, que se vê bruscamente retirado do seu habitat (o que só por si é já uma violência), depois é rudemente enfiado num transporte (o que é outra violência) e depois de várias horas submetido à escuridão desse transporte, sem água e sem alimentos (o que é outra violência) é finalmente e estupidamente atirado a uma arena (o que é outra violência), onde o esperam uma cambada de bêbados que, sadicamente, o torturam de todas as maneiras (o que é o máximo das violências) e ainda que não lhe espetem farpas e bandarilhas e não o sangrem, estão a violentá-lo brutalmente.

 

E chamam a isto “divertimento de estudantes do ensino superior”?

 

Disse o dux: «Acabou-se com a parte violenta da Garraiada».

 

Como disse, João Luís Jesus?

 

É dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, diz-se estudante do Ensino Superior, e fala como um ignorante, desconhecendo o significado da palavra VIOLÊNCIA?

 

Para sua informação, violência é brutalidade, atrocidade, crueldade, não só física como também psicológica, e tudo isso continua a existir na prática primitiva e parva da “garraiada”, que não é tradição na Queima das Fitas de Coimbra, mas tão-só um costumezinho bárbaro e primitivo, infiltrado numa festa que devia ser de estudantes do ensino SUPERIOR e não passa de uma brincadeira de muito mau gosto de rapaziada de baixo nível moral, cultural e social. E até podem dizer que são filhinhos do papá e da mamã, muito endinheirados, porque isto não muda a vossa condição de apoucados.

 

Ao dizerem que se retirou os (cobardes) toureiros e forcados e montadores de cavalos e os sanguinários bandarilheiros, das garraiadas de Coimbra significa apenas que poderá eventualmente não haver SANGUE. E apenas isso.

 

Mas sangue não é sinónimo de violência, dux veteranorum.

 

Você pode ser brutalmente espancado (que é o que acontece aos garraios) e não ficar a sangrar, e isso não significa que não tenha sido vítima de violência.

 

INTELIGÊNCIA.jpg

 

Experimente colocar-se no lugar do garraio. Deixe que o agarrem pelos cabelos (uma vez que não tem rabo) e andem consigo às voltas na arena, ao som dos gritos histéricos de uma assistência sádica e sedenta de parvoíce, e depois diga-me se gostou.

 

O dux, achando que estava a dizer algo muito cultural, afirmou que no lugar do que chamou “novilhada popular", será introduzida "uma actividade ligada à tauromaquia", com prática e tradição em Espanha, em que “profissionais” vão dar um "espectáculo de acrobacias, de forma divertida, em que não há qualquer contacto directo com o animal».

 

Barbarismos vindos de Espanha?

 

Não terão os falsos estudantes do “ensino superior” nada mais civilizado para se divertirem a não ser à custa do tormento de um animal, que é atirado a uma arena, e mesmo que ninguém lhe toque, está a sofrer horrores psicologicamente, porque o seu lugar não é numa arena, mas sim num prado, a ruminar as ervas pacificamente?

 

Não conseguirá o dux veteranorum de Coimbra avaliar a situação anormal a que é atirado um animal não humano retirado do seu habitat natural?

 

Apregoam que a “garraiada”, começará com um desfile de fitados, e termina com a “vacada”, em que estudantes fazem pegas a garraios, sendo "introduzidas regras" para que não haja "tantos estudantes de volta do animal", protegendo "ao máximo" o garraio e garantindo "o mínimo de contacto".

 

Mas serão assim tão incapazes de fazer a vossa festa apenas animais humanos? Não sabem divertir-se civilizadamente, sem ser a torturar animais não humanos, ainda que digam não lhes toquem?

 

Não são capazes de pensar? De agir conforme a ética humana (sim porque até os animais não humanbos têm uma ética)? E andam vocês a estudar numa universidade para quê?

 

Ainda de acordo com o dux, «com estas alterações, cujos pormenores ainda estão "em fase de estudo", será possível anular "a violência que era contestada", "salvaguardar a integridade do animal" e manter, ao mesmo tempo, "a tradição tauromáquica na Queima das Fitas».

 

A violência tão contestada continuará a existir, enquanto o vosso divertimento assentar na tortura (ainda que psicológica) de um animal indefeso, inocente e inofensivo, que não tem voz para dizer NÃO QUERO ESTAR ALI, e que sente esse tormento tanto quanto sentiria o dux veteranorum se um bando de terroristas islâmicos o apanhassem para brincar à torturazinha psicológica.

 

O sentimento de medo é exactamente o mesmo. É testemunho da maior ignorância ou intenção de ludíbrio, o afirmar-se que algum animal em qualquer situação possa não sentir medo e dor, se for ameaçado ou ferido.

 

A ciência revela que a anatomia, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem são extremamente semelhantes. O ADN destes três animais é quase coincidente.

 

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto e o ferimento.

 

Estes pseudo-estudantes do ensino “superior” de Coimbra serão tão incapazes de fazer este raciocínio básico?

 

12963497_1715122238729456_7022357356895491936_n[1]

Lamentável que os organizadores da Queima das Fitas não tenham tido a lucidez da Queima das Farpas.
Origem da imagem:

https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/a.1585670385007976.1073741828.1568326173409064/1715122238729456/?type=3&theater

 

Ponham os olhos na evolução da Academia do Porto, que em boa hora aboliu esta prática mesquinha, medíocre, que só diz da inferioridade e da vulgaridade de quem a executa.

 

Para terminar, farei minhas as palavras que Carlos Loures escreveu a propósito desta falta de lucidez que se chama tauromaquia:

 

«Não há tolerância que possa ser invocada para desculpar o gosto pelas touradas, aquilo que em bom português se designa por afición. Como, a não ser por uma tara, ou por uma perversão do carácter, pode alguém gostar de ver um animal a ser torturado? Se o aficionado professa a fé católica, está a pecar, se pensa que é boa pessoa, desiluda-se, é um monstro, se se julga culto, um intelectual, por assim dizer, não pense uma coisa dessas, porque é uma besta. Se é nobre e usa um brasão num anel, nesse caso, está certo – a nobreza diz bem com a tourada – em termos de fé, no plano da ética, no da cultura…

Não há nada para compreender. Quem se diverte com a tortura de um animal é um sádico. Quem procura esconder o sadismo sob uma capa de mística, a não ser que seja nobre, é um estúpido

 

Evolua, dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, para poder ser digno de liderar uma academia civilizada.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

A VERDADE SOBRE AS TOURADAS

 

Tudo o que é feito ao touro antes, durante e depois das touradas

 

VERDADE DA TOURADA.jpg

 Antitourada 

 

1 - PRAÇA DE TOIROS CALAFIA.

 

2 - Um dia fui lá, e fiquei muito assombrado com tudo aquilo que vi...

 

3 - A CORRIDA DE TOIROS PARA MIM, É MATAR POR DIVERSÃO…

 

4 - Talvez já tenhas ouvido dizer que a festa de touros é uma arte, mas não é… É uma ciência... A Ciência da Tortura. E nada na festa brava é genuíno, excepto a dor.

 

5 - Eles acreditam ser muito valentes… mas não o são. Porque, desde pelo menos 24 horas antes de entrar na arena, o touro é mantido numa prisão às escuras, para que ao soltarem-no, a luz e os gritos dos espectadores o assustem e ele tente fugir, saltando as barreiras, o que produz no público a ilusão de que o touro é feroz, mas a condição natural do touro é fugir, NÃO é atacar.

 

6 - Cortam-lhe os cornos para proteger o toureiro. Põem-lhe às costas sacos de areia, durante horas. Batem-lhe nos testículos e nos rins, provocam-lhe diarreia, deitando sulfatos na água que bebe, para que chegue fraco e desorientado à arena. Untam-lhe os olhos com gordura para lhe dificultar a visão e deitam-lhe nas patas uma substância que lhe produz ardor e o impede de ficar quieto, para fazer reluzir a actuação do toureiro.

 

7 - Os cavalos dos picadores: Escolhem-se cavalos que já não têm valor comercial, porque o animal morre em 3 ou 4 corridas no máximo. É muito comum que o animal sofra múltiplas quebras de costelas ou várias perfurações. Coloca-se-lhe uma capa a simular que esta o protege, mas na realidade é para que o público não veja as feridas do cavalo que, com frequência, apresentam vísceras expostas.

 

8 - O trabalho do picador, para mim é degradante… Se o toureiro percebe que o touro investe com muita energia, ordena ao picador que faça o seu trabalho: Consiste em sangrar o touro para o debilitar, cravando-lhe no lombo uma lança que destrói alguns músculos (trapézio, romboideu, espinal e semiespinal, serráteis e transversos laterais) e, além disso, lesiona vasos sanguíneos e nervos. Tudo isto para que o toureiro possa brindar com a sua expressão artística, que se supõe este espectáculo dever ter. Um único golpe forte poderia destroçar imediatamente o touro, por isso, é feito em três tempos, “para maior deleite dos aficionados”.

 

9 - E o das Bandarilhas ainda é pior…As bandarilhas asseguram que a hemorragia continue, por isso, tentam colocá-las justamente no sítio já picado com os ganchos metálicos. O gancho move-se dentro da ferida a cada movimento do touro e com o roçar da muleta, o peso das bandarilhas tem precisamente essa função. Algumas têm um arpão de 8 cm a que chamam "de castigo", que lhe cravam se conseguiu desviar-se da lança do picador. As bandarilhas prolongam o agravamento e aprofundamento das feridas internas. Não há limite para o número de bandarilhas: tantas quantas forem necessárias para destroçar os tecidos e a pele do touro…

 

10 - Tal como está Demostrado, é tudo dum Grande Valor… A perda de sangue e as feridas na espinha dorsal impedem que o touro levante a cabeça de maneira normal, e é quando o toureiro pode aproximar-se mais. Com o touro já próximo do esgotamento, o toureiro já não se preocupa com o perigo e pode até dar-se ao luxo de virar as costas ao touro, depois de um passe especialmente artístico, atirando o peito para fora e pavoneando-se para receber os aplausos do público em histeria. Quando o touro atinge este estado lastimável, o matador entra na arena numa celebração de bravura e de machismo, enfrentando um touro exausto, moribundo e confuso.

 

11 - E falta ainda a famosa Espada! O touro é atravessado por uma ESPADA de 80 cm de comprido, que pode destroçar-lhe o fígado, os pulmões, a pleura, etc., segundo o lugar por onde penetre no corpo do animal. De facto, quando destroça a grande artéria, o touro agoniza com enormes vómitos de sangue. Na hora de matar, se o touro tiver um pouco de sorte, morre duma estocada, mas não como se pensa duma estocada no coração, porque a espada penetra pulmões e diafragma, por vezes uma artéria maior, daí a hemorragia ser mais visível. Por vezes morrem afogados no seu próprio sangue…

 

12 - E a Tortura continua... O touro, numa tentativa desesperada por sobreviver, resiste a cair, e tenta caminhar penosamente até à porta por onde o fizeram entrar, procurando uma saída a tanto maltrato e dor. Mas então apunhalam-no na nuca com o DESCABELLO, uma outra espada que termina numa lâmina de 10 cm. Apesar destes terríveis tormentos, o animal não consegue morrer de imediato pela sua grande força, mas finalmente cai ao solo, porque a espada foi destruindo os seus órgãos internos…

 

13 - Mestres? Artistas? Valentes? Ou antes, Ignorantes, Assassinos e Cobardes…

 

14 - E prossegue… Rematam com a PUNTILLA de 10 cm, com a qual lhe tentam seccionar a espinal-medula, ao nível das vértebras atlas e axis. O touro fica assim paralisado, sem poder sequer realizar movimentos com os músculos respiratórios, pelo que morre por asfixia, muitas vezes afogado no seu próprio sangue, que lhe sai em grandes golfadas pela boca e pelo nariz.

 

15 - O Arrasto… Após lhe terem destroçado as vértebras, o touro perde o controlo sobre o seu corpo desde o pescoço para baixo. No entanto, a cabeça mantém-se intacta, pelo que está consciente de todo o horror que lhe está a acontecer e de como está a ser arrastado para fora da arena.

 

16 - NÃO SEJAS INDIFERENTE À SUA DOR… Consegues ver a lágrima que lhe escorre pela face? Não participes nestes eventos. As corridas de touros são uma tradição cruel que nos denigre como seres humanos.

 

17 - Antonio Gala, ex-toureiro, nascido em 1937, escreveu na crónica dominical do “El País”, a 30 de Julho de 1995, um artigo no qual confessava a sua "conversão" a anti-taurino: “E de repente [o touro] olhou para mim. Com a inocência de todos os animais reflectida nos olhos, mas também implorando. Era a revolta contra a injustiça inexplicável, a súplica face à crueldade desnecessária...”

 

18 - Reflecte, tal como eu… “A comiseração com os animais está tão intimamente unida com a bondade de carácter, que se pode afirmar que quem é cruel com os animais não pode ser boa pessoa.” Schopenhauer. Só os psicopatas gozam com o sofrimento doutros! Tu és um deles? Reflecte! Rejeita-a!!! Esta é uma tradição degradante que NÃO deve continuar …

 

19 - Como podes ajudar? Não assistas a corridas de touros; Não apoies políticos, artistas e comunicadores associados a esta crueldade; Não consumas produtos de empresas que as patrocinem; E o mais importante: Ensina os teus filhos a respeitarem os seres vivos…

 

20 - E, difundindo estas imagens, farás com que quem desfruta destas festas selvagens tome consciência do que faz… Recorda que por cada e-mail que envies podes fazer mudar a maneira de pensar de muita gente… Se tudo isto te tocou ao menos um pouco o Coração, une-te a mim!!!

 

21 - Ou, pelo menos, pensa bem nisto!!!

 

Fonte:

VER MAIS FOTOS NESTE LINK:

http://pt.slideshare.net/mobile/AntiTourada/a-verdade-sobre-as-touradas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:10

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

QUANDO OS COBARDES TAURICIDAS ATACAM BOVINOS BEBÉS PARA DEMONSTRAREM A VIRILIDADE QUE LHES FALTA

 

Todos sabemos que os cobardes só atacam seres indefesos.

Neste caso, bovinos bebés.

 

E esta é a vida que levam estes animais não humanos, mas com uma alma mais humana do que os seus cobardes carrascos, que não merecem nem sequer o ar que respiram.

 

É muito triste ter de andar a lutar por coisas tão obviamente cruéis que já não deviam existir, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

1426c721ad5ab00082b324621e4d3e42 COBARDIA.jpg

(Fonte da imagem, onde pode ver-se mais barbaridades, que dispensam comentários)

http://www.toureio.pt/index.php/fotografias/1428-telles-jr-e-daniel-luque-em-faenas-camperas-c-fotos

 

Quatro cobardes, armados com lanças perfurantes, atacam um bovino bebé indefeso. Isto é de homens? Não é. Isto é de monstros capados, que precisam de torturar um ser que não pode defender-se, para mostrar a virilidade que lhes falta.

 

As varas, que vemos na foto, terminam em lâminas que rasgam a pele, a carne, os nervos, os tendões, os músculos e os vasos sanguíneos destes que são animais como nós, e se por fora não parecem, por dentro são tal e qual.

 

Estes bovinos, que os cobardes atacam, são trespassados por estas lanças e como é óbvio, ficam gravemente feridos, numa violência muito maior do que a aplicada com as bandarilhas utilizadas durante a prática da selvajaria tauromáquica nas arenas.

 

Isto é indigno de seres humanos.

 

Mas isto é permitido pela lei parva que os governantes portugueses teimam em manter em vigor.

 

Serão os bovinos bebés menos animais do que os cães e os gatos protegidos por uma outra lei?

 

Que critério é o dos governantes que fazem leis tão idiotas?

 

É preciso pôr um fim urgente a esta carnificina gratuita, a esta violência e crueldade desmedidas. A esta repulsiva barbárie.

 

(Fonte)

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685.58389.215151238518447/870211503012414/?type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

O MODERNO VOCABULÁRIO DA TAUROMAQUIA

 

Citando o meu caro amigo, Médico Veterinário, Dr. Vasco Reis, «devemos elucidar (os que ainda permanecem nas trevas) pois fundamental é educar os jovens e não só! Esclarecer insistentemente e em toda a parte sobre a natureza, a susceptibilidade, a senciência, a consciência dos animais não humanos, não muito diferentes das dos humanos. É fundamental combater a muita ignorância, mitos e falácias que existem sobre tudo isso, até em gente considerada culta. Importante para a evolução de mentalidades. Devemos tentar!»

 

10304634_854743837910971_6250425925572440185_n[1].

 

Concordo plenamente com o Dr. Vasco Reis, se bem que, por muita informação que constantemente disponibilizemos, os que têm comportamentos impróprios de gente culta e civilizada, optam por continuar na ignorância, porque talvez lhes seja mais fácil do que mudar a mentalidade.

 

Porém há que tentar. Abandonar uma luta é cobardia.

 

Por isso, uma vez mais, aqui deixo algumas achegas para que as pessoas mal informadas possam vir “beber” à fonte da modernidade e deixar para trás séculos de falsidades, de falácias, de ambiguidades, enfim de uma ignorância que não tem mais razão de ser.

 

E o que proponho é o novo vocabulário para designar as “coisas” acarunchadas da tauromaquia.

 

Assim temos que, hoje em dia, existe esta nova terminologia:

 

Tauromaquia ou Corrida de Touros passou a chamar-se selvajaria tauromáquica, pois o que aqui se pratica é de tal modo selvático e sanguinário que não há outro modo de o designar.

 

Aquilo a que teimam chamar de tradição, na verdade nada mais é do que um costume bárbaro, pois a tradição implica algo positivo que dignifica a Humanidade e é benéfico para uma convivência saudável entre os seres, o que não é o caso da selvajaria tauromáquica, que é uma forma de psicopatia perigosa e repugnante.

 

A praça de touros é na verdade uma arena, um lugar de tortura, de morte, de sangue, de suor, de urina, de fezes, de álcool e de uma demência colectiva, própria de um redondel fechado, e não de uma praça, que implica um espaço aberto e arejado.

 

Os chamados toureiros não passam de cobardes torcionários, uma vez que a função deles é torturar Touros já bastante vilipendiados nos bastidores antes de entrarem na arena, para que esses torcionários possam exercer a sua cobardia sem grandes perigos. Por vezes o tiro sai-lhes pela culatra e faz-se justiça.

 

Os ditos cavaleiros são simplesmente montadores, porque um verdadeiro cavaleiro não maltrata o seu Cavalo, e esses que entram nas arenas montados em Cavalos com serrilhas na boca, para que não relinchem, e esporas perfurantes para mais facilmente serem manobrados, não são dignos sequer de possuírem um Cavalo, muito menos de o “montar”.

 

E o que dizer do denominado grupo de forcados? Esses são os mais cobardes carrascos, aqueles que quando os Touros já estão moribundos, rasgados por dentro, dilacerados, golpeados, cegos de dor e consumidos por um desmedido sofrimento, atacam o animal em grupo e torturam-no até à exaustão. Por vezes, os Touros mais fortes reúnem derradeiras forças, que vão buscar ao instinto de sobrevivência e estropiam ou matam esses cobardes e então faz-se justiça, logo ali.

 

O que chamam parvamente de “cultura tauromáquica”, na verdade é a cultura dos broncos, dos ignorantes, dos que não evoluíram, dos que se orgulham de algo que os catapulta para o domínio dos brutos, pois é da brutalidade e da crueldade torturar seres vivos (seja para se divertirem, seja para se alimentarem).

 

E quando falam em arte? Pois tal não passa da arte da violência, praticada com requintes de malvadez, sobre indefesos bovinos que não têm como se defenderem, porque até os cornos (a defesa deles) lhes serram a sangue frio. Sem dó nem piedade.

 

As chamadas bandarilhas, na verdade são ferros pontiagudos, afiados para serem enterrados nas carnes do bovino e rasgarem-nas, provocando-lhe uma dor indizível, a mesma dor que sentiria um cobarde torcionário se lhe enterrassem nas costas um desses ferros cortantes. A dor seria exactamente a mesma, ou não tivesse o bovino um ADN semelhante aos dos animais humanos.

 

O retirar as bandarilhas deve denominar-se um acto da mais requintada crueldade, pois são arrancadas a sangue frio, de um corpo completamente desfeito por dentro e por fora, sem a mínima comiseração.

 

Os curros são cubículos de tortura e de morte, pura e simplesmente. Os ganadeiros não são mais do que negociantes sanguinários e mercenários que fazem da tortura de bovinos uma fonte de riqueza.

 

As escolas de toureio (para crianças) são antros de fabrico de monstrinhos, onde psicopatas adultos transmitem a menores de idade a prática da violência e da crueldade gratuitas contra indefesos e inocentes bovinos bebés, violando os direitos mais básicos dessas crianças e desses bovinos.

 

Enfim… uma lista que continuará em aberto para que novas palavras possam ser incluídas…

 

Hoje, nada que diga respeito à antiquada tauromaquia pertence ao círculo civilizacional.

 

E quem não compreende isto ou rejeita compreender, pertence ao rol dos chamados homens e mulheres de palha, ou mortos-vivos que erram pelo mundo, sem rumo, sem sentido, sem humanidade e sem espaço para viverem.

 

E com isto termino, por hoje. Espero ter sido útil.

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:03

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EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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