Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

REJEITADA INICIATIVA LEGISLATIVA DO PAN RELATIVA AO TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

 

Inacreditável!

A proposta foi chumbada com os votos contra do PS, PSD, CDS-PP e PCP e a abstenção do BE e PEV. O único voto a favor foi o do PAN.

 

Até tu, BE? Até tu, PEV? Os outros já sabemos que são pela tortura animal.

 

Faço minha a INDIGNAÇÃO do meu amigo Dr. Vasco Reis, médico-veterinário

 

«Indignado pela rejeição desta IL do PAN, equilibrada, ética, absolutamente praticável, o que comprova que a maioria dos deputados da AR são bastante ignorantes sobre a senciência de todo os animais, são especistas, são partidários de comércio sem escrúpulos perante o enorme sofrimento dos animais expostos a longos e duríssimos transportes, brutal maneio e abates horrorosos. Sabem os (as) deputados (as) que os animais não humanos, que condenam ao sofrimento, experimentam senciência, emoções, são dotados de consciência, inteligência, sentimentos em tudo muito semelhantes aos dos animais humanos que intervêm na AR? Duvido que tenham a sabedoria suficiente!!! Quão positivo seria para tudo e todos que aprendessem a aceitar magníficas sugestões.»

(Vasco Reis)

 

pan.jpg

 

TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

 

E o inacreditável aconteceu.

 

Foi REJEITADA a iniciativa legislativa do PAN, que visava a adopção de medidas que assegurassem, por parte do Governo, o cumprimento das regras de bem-estar no transporte de animais vivos.

 

De acordo com comunicado do PAN, «No debate desta iniciativa, todos os partidos foram muito claros nas suas intervenções, dizendo que são muito sensíveis à protecção e ao bem-estar animal desde que isso não prejudique os operadores e os agentes económicos

 

Uma vez mais os interesses económicos, o lucro dos operadores sobrepôs-se à dignidade, ao bem-estar devido aos animais e, sobretudo, à Ética, como se os operadores levassem para o túmulo o que têm, e não o que foram em vida. 

 

A proposta do PAN contemplava estas três sugestões:

 

1 - Que o Estado Português desse cumprimento ao Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho e, em consequência, reduzisse a exportação de animais vivos para países cujo transporte implicasse viagens de longo curso (superior a oito horas).

 

Portugal está a exportar animais para países através de viagens marítimas com duração superior a 10 dias, nas piores condições que possamos imaginar.

 

2 - A obrigatoriedade da presença de pelo menos um médico-veterinário durante o embarque, na viagem de transporte marítimo, e desembarque, para certificação do cumprimento de todas as regras de bem-estar em vigor (independentemente de se considerarem ou não adequadas).

 

3 - Que Portugal, como exemplo de consciência e de responsabilidade ética, apenas exportasse animais para países que disponham de normas de bem-estar, tanto no transporte como produção ou abate, e dêem garantias como as portuguesas (independentemente de se considerarem ou não adequadas).

 

Três simples medidas, que poderiam fazer a diferença entre um Portugal ético e um Portugal carniceiro, foram  rejeitadas pelo Parlamento português.

 

Não se trata de Cães ou Gatos, os únicos animais reconhecidos como animais, pelos deputados da Nação, se bem que mesmo esses são exportados para países onde os esfolam e matam cruelmente, para os comerem.

 

Isto não é uma vergonha?

 

Uma nação e o seu progresso moral podem ser julgados pelo modo como trata os animais, sentença de Mahatma Gandhi, o Sábio.

 

Portugal deve milhares de Euros ao Progresso Moral, à Civilização, à Evolução, à Ética, à Humanidade.

 

Como cidadã portuguesa, sinto-me enganada. E envergonho-me dos governantes portugueses.

 

O Palácio de São Bento não é frequentado por Políticos que saibam da Arte da Política. Mas tão só por “politiqueiros” que sabem apenas da arte da submissão a lobbies económicos, que afundam Portugal na ignomínia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017

MISSÃO ABOLIÇÃO!

À atenção dos animalistas portugueses!

 

Só faltam dois dias para a manifestação que realizaremos na Porta do Sol (Madrid), no próximo sábado, 16 de Setembro, pelas 17 horas.

MANIFESTAÇÃO.png

 

Sentimo-nos especialmente agradecidos às mais de 60 organizações que este ano se juntaram à manifestação. Protectoras dos animais, associações dos direitos dos animais, médicos  veterinários e santuários que com o seu esforço diário estão a criar um novo futuro para os nossos companheiros do Planeta.

 

Passai a palavra entre os vossos amigos, familiares e companheiros de trabalho!

 

Estou convencida de que no sábado daremos um grande passo nesse caminho que todos estamos a construir.

 

Esta será a manifestação pelos direitos dos animais mais multitudinária na história do nosso país (Espanha).

 

 Além disso, se vocês quiserem participar do “tiro de partida” que dará início à manifestação, em que distribuiremos milhares de lenços da campanha MISSÃO ABOLIÇÃO devem comparecer uma hora antes, pelas 16 horas.

 

ABOLIÇÃO.png

 

VEMO-NOS NO SÁBADO!

Sílvia Barquero

(Presidente do PACMA)

(Traduzido do original por Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017

É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE NINGUÉM LAMENTA A MORTE DOS CARRASCOS DE SERES VIVOS

 

Será sempre menos um a fazer MAL aos outros: aos animais, vítimas desta descomunal crueldade, e a nós, que somos sensíveis e racionais, e odiamos estas práticas selváticas perpetradas por abomináveis monstros.

 

E dizem que os Touros são bem tratados!!!! A vida deles começa assim, em bebés, com as hediondas e cruéis picarias.

 

Tudo na tauromaquia é repugnante.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

MORTE DE TOUROS E TOUREIROS NAS ARENAS DEMONSTRA COMO ESTA PRÁTICA É CRUEL E IRRACIONAL

 

Eu nem fico contente, nem triste, com a morte de um toureiro na arena. Não comemoro, mas também não choro. É-me indiferente. Quem ataca touros habilita-se a ser agredido, porque é dos animais, quer sejam humanos ou não humanos, defenderem-se instintivamente, quando são atacados.

 

Um toureiro ataca o Touro porque é sádico, psicopata. O Touro investe sobre o toureiro porque tem o direito de se defender do ataque do seu carrasco.

 

Por isso, lamentar que morte? A do Touro, obviamente, que não foi para arena por sua livre e espontânea vontade, e porque o Touro não é carrasco, nem cobarde, nem cruel.

 

MORTE DE TOUREIRO.jpg

 

Num artigo intitulado «Mortes e feridos nas Praças de Touros» o professor açoriano Teófilo Braga aborda este tema, a propósito da morte do toureiro basco Iván Fandiño, de trinta e seis anos, no passado dia 17 de Junho, no sudoeste de França.

 

Refere o autor que Fandiño «matava touros, para divertimento de seres pouco humanos, desde os 14 anos de idade. O toureiro foi atingido pelo corno de um touro quando já estava no chão durante uma tourada em Aire-sur-l'Adour».

 

«De acordo com a agência de notícias EFE, no século XX, morreram 138 profissionais da tauromaquia devido a sofrimentos sofridos nas arenas.

 

A morte de toureiros não impressiona muito os adeptos da tauromaquia, pois para estes não há bela sem senão, isto é, não há beleza na tauromaquia se aqueles não colocarem em risco as suas vidas.

 

Os opositores das touradas não reagem de forma uniforme. Com efeito, se há alguns que se regozijam com as mortes, há outros que lamentam o facto e usam-no como um dos argumentos para combater as touradas.

 

Em relação ao número de mortes, Fernando Alvarez, doutor em biologia pela Universidade de Tulane (E.U.A.), autor do livro “La Verdade Sobre los Toros” não nega que não haja risco, mas considera-o muito baixo, pois os toureiros estão muito bem informados acerca dos handicaps físicos do touro, em termos de visão, que “não vê ou só vê um vulto entre meio metro e um metro de distância e que ataca sobretudo o que está mais perto e em movimento”.

 

O mesmo autor refere que os toureiros não têm qualquer razão para se vangloriarem dos seus pretensos feitos já que, segundo as estatísticas, muito maior risco correm as pessoas que trabalham nas minas, nos transportes e na construção civil”.

 

Não me incluo nos que ficam contentes quando alguém fica ferido ou morre numa tourada porque o que desejo é que não haja derramamento de sangue, nem abuso de animais, nem mortes nas praças ou nos matadouros, “às escondidas”, depois das touradas. Teófilo Braga (Correio dos Açores, 31305, 15 de agosto de 2017, p.8).

 

De acordo com a agência de notícias EFE, no século XX, morreram 138 profissionais da tauromaquia devido a sofrimentos sofridos nas arenas.

 

A morte de toureiros não impressiona muito os adeptos da tauromaquia, pois para estes não há bela sem senão, isto é, não há beleza na tauromaquia se aqueles não colocarem em risco as suas vidas.

 

Os opositores das touradas não reagem de forma uniforme. Com efeito, se há alguns que se regozijam com as mortes, há outros que lamentam o facto e usam-no como um dos argumentos para combater as touradas.

 

Em relação ao número de mortes, Fernando Alvarez, doutor em biologia pela Universidade de Tulane (E.U.A.), autor do livro “La Verdade Sobre los Toros” não nega que não haja risco, mas considera-o muito baixo, pois os toureiros estão muito bem informados acerca dos handicaps físicos do touro, em termos de visão, que “não vê ou só vê um vulto entre meio metro e um metro de distância e que ataca sobretudo o que está mais perto e em movimento”.

 

O mesmo autor refere que os toureiros não têm qualquer razão para se vangloriarem dos seus pretensos feitos já que, segundo as estatísticas, muito maior risco correm as pessoas que trabalham nas minas, nos transportes e na construção civil”.

 

Não me incluo nos que ficam contentes quando alguém fica ferido ou morre numa tourada porque o que desejo é que não haja derramamento de sangue, nem abuso de animais, nem mortes nas praças ou nos matadouros, “às escondidas”, depois das touradas» conclui Teófilo Braga.

 

(in Correio dos Açores, 31305, 15 de Agosto de 2017, p.8)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1760480257299893&set=a.166480236699911.42193.100000138080317&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:21

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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS NÃO HUMANOS

 

As pessoas que convivem com animais não humanos têm algo em comum: um amor profundo por eles. Um sentimento que não pode ser explicado e que, infelizmente, (ainda) muitas pessoas não podem entender, porque nunca o experimentaram.

 

E quem não gosta de animais não humanos, também não gosta de animais humanos. Mas quem gosta de animais não humanos, inevitavelmente, gostará dos animais humanos. E vice-versa.

 

Os nossos amigos e companheiros do dia-a-dia sentem um amor incondicional pelos seus donos, sem esperar nada em troca, e não há como resistir a tanto amor.

 

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS.jpg

Origem da imagem: Internet 

 

São Francisco de Assis, bem como a Madre Teresa de Calcutá também sentiam esse amor profundo pelos animais. São Francisco considerava-os seus irmãos. Madre Teresa deixou-nos uma declaração de amor a eles.

 

«Por que amar os animais?

 

Porque dão tudo sem pedir nada. Porque frente ao poder do homem que conta com armas, eles são indefensos.

 

Porque são eternas crianças, não sabem nem de ódios, nem de guerras. Porque não conhecem o dinheiro e contentam-se apenas com um tecto onde se refugiar do frio.

 

Porque se fazem entender sem palavras, porque o seu olhar é tão puro como a sua alma.

 

Porque não sabem nem de invejas, nem de rancores, porque o perdão é algo natural neles. Porque sabem amar com lealdade e fidelidade. Porque dão a vida sem ter de ir a uma luxuosa clínica. Porque não compram amor, simplesmente o esperam e porque são nossos companheiros, eternos amigos que nunca traem. Porque estão vivos.

 

Por isso e mil coisas mais, eles merecem o nosso amor. Se aprendermos a amá-los como eles merecem, vamos estar mais perto de Deus”.

***

 

Os Pais devem ensinar os filhos a respeitar os animais

 

Ser bons pais implica mil e uma pequenas coisas, mas sobretudo implica incutir nas crianças valores humanos e bons princípios, e como é que isso se consegue sem neles (nos princípios) incluir o respeito por todos os animais que connosco partilham o mesmo Planeta?

 

Desta forma evitará que o seu filho se torne um adulto vazio de sentimentos como a empatia, a compaixão, a solidariedade, necessárias a uma vida mental e emocionalmente saudável.

 

Pense que, para o seu filho, você é um modelo a seguir. Na etapa de crescimento das crianças, elas tendem a imitar os pais. É por isso que você deve aproveitar esse período para ensinar aos seus filhos que é fundamental não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem a si, sejam esses outros humanos ou não humanos. Todos somos Vida, e a Vida é tão importante para nós como é para os restantes animais, tão animais como nós, em todos os sentidos: biológico, emocional, sentimental. Só que nunca conviveu com animais é que não sabe disto. E a Ciência, aqui, nem sequer é necessária.

 

Desta forma, os seus filhos crescerão mentalmente saudáveis e serão adultos responsáveis, educados nos valores humanos e respeito pela Vida, logo, seres humanos válidos para a sociedade.

 

É que como dizia Mahatma Gandhi… «A grandeza de um país e do seu povo pode ser medida pela maneira como trata os seus animais».

 

E Portugal é um país sem grandeza alguma, pois mantém práticas desumanas, cruéis e violentas contra todas as espécies de animais, apesar da existência de uma Lei que pouco significado tem na prática, porque uns animais são mais animais do que outros.

 

E isso diz da pequenez dos políticos que o governam.

 

Reflictam nisto.

 

Texto adaptado de:

https://meusanimais.com.br/conheca-mensagem-madre-teresa-calcuta-amor-pelos-animais/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017

«CLARO QUE TOURADA É CULTURA E CANIBALISMO PODE SER GASTRONOMIA!»

 

Um texto irónico de Carlos da Torre, sobre a prática de uma “tradição” que avilta a dignidade humana.

 

VICTORINO.jpg

 

Texto de Carlos da Torre

 

«"Se tourada é cultura, canibalismo é gastronomia" - ironizou há tempos o maestro António Victorino de Almeida. Não terá razão o maestro. Podemos ver este assunto de outra maneira. Compreender a importância cultural da tourada e reconhecer que não é impossível que o canibalismo possa já ter sido gastronomia em alguns momentos históricos em alguns lugares. O que nos poderá também levar às conclusões de que nem tudo quanto é cultura é recomendável e de que nem toda a gastronomia é aceitável. Porém, temos consciência de que estaremos acompanhados numa escala indiscutível na rejeição do canibalismo e que conviveremos com maiores diferenças de opinião no que respeita às touradas. Torna-se aconselhável, por isso, balizarmos a discussão deste assunto com valores de aceitação tendencialmente universal. Valores civilizacionais. Com todas as contradições que sempre existem nestes contextos.

 

Cremos que o não infligir maus tratos aos animais se inscreve nessa universalidade do nosso tempo, no quadro da dignidade humana. Isto não significa deixarmos de ser carnívoros, que tendo os seus defensores é uma opção considerada por quase todos como excessiva e que é claramente discutível do ponto de vista da saúde humana. Está longe de significar o abandono absoluto de muitas práticas violentas sobre os animais associadas à nossa sobrevivência. Mas tende a consensualizar o repúdio pelos espectáculos centrados no sofrimento dos animais. Exibição de luta entre animais. Ou, como no caso das touradas, em que os animais são condicionados para se apresentarem em arenas com agressividade suficiente, e não mais, para exibições de coragem gratuita de uns e falsos heroísmos de outros. Do touro espera-se que sofra com espectacularidade. Para bem das artes tauromáquicas. Para bem do espectáculo. Para bem dos negócios associados.

 

E deve continuar assim, porquê? Porque é tradição? Porque é cultura? Porque é arte? Pode ser tudo isso! Mas manter intocável a prática de tradições que aviltam a dignidade humana tal como a concebemos neste tempo, mesmo se em nome da preservação cultural, só pode ser óbvio para quem esteja inconscientemente preso ao passado ou se mova hipocritamente em função dos interesses dos seus negócios presentes.

 

Com o evidente exagero, é caso para lembrar que preservamos a memória da guilhotina mantendo esses instrumentos em museus. Não lhes damos uso! Deveria ser de outro modo?

 

Carlos da Torre»

(Texto de opinião publicado no jornal "A Aurora do Lima" em Agosto de 2013)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/notes/carlos-da-torre/claro-que-tourada-%C3%A9-cultura-e-canibalismo-pode-ser-gastronomia/10201509794425580/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:44

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PARA TODOS OS QUE CRITICAM OS ANTI TOURADA

 

Um texto de José Luís Silva, que subscrevo na íntegra, porque é isto assim, tal e qual…

Faço minhas todas as suas palavras.

 

VIANA1.jpg

 

Texto de José Luís Silva

 

 

«Para todos os que me questionam o porquê de eu, assim como dos meus amigos, não dedicarmos os nossos esforços noutras causas que não a luta contra as touradas. Tenho algumas coisas a dizer-lhes:

 

1º - Na verdade tanto eu como muitos dos meus amigos apoiamos outras lutas que envolvam injustiças ou atrocidades, sejam elas contra as pessoas, animais ou o ambiente;

 

2º - Muitos de nós estão envolvidos em actividades sociais, culturais e/ou desportivas de forma altruísta;

 

3º - Nós não sofremos da hipocrisia de quem nos critica que fala à «boca pequena» com o receio de ficar penalizado financeiramente ou socialmente e como tal damos a cara pelo que acreditamos;

 

4º - Muitos de nós abdicam do convívio familiar, de parte da vida profissional (mesmo sendo penalizados financeiramente), do seu tempo de lazer para despertar consciências em prol de uma sociedade cada vez mais justa, fraterna, igualitária e participativa;

 

5º - Muitos dos que nos criticam (alguns conheço pessoalmente) que avançam com «recomendações, sermões, e outros que tais», nunca estiveram envolvidos em actividades sociais, culturais e/ou desportivas, porque isso obriga a dispêndio de tempo e dinheiro. A esses digo-lhes claramente: Deixem de olhar para o vosso umbigo e sejam um bom exemplo para os vossos filhos, familiares, amigos e sociedade em geral, ou em alternativa, enfiem a viola no saco e remetam-se ao silêncio!

 

Para terminar, desejo-vos um óptimo feriado e as maiores felicidades a todos sem excepção!»

José Luís Silva»

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207400864298337&set=a.1293639999619.38648.1788874090&type=3&the

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:04

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

«BARRANCOS E A VERGONHOSA "TRADIÇÃO"»

 

A selvajaria tauromáquica continua em Barrancos, com o apoio da igreja católica e do governo socialista.

 

Não esquecer que os touros de morte foram introduzidos em Barrancos, em 2002, por Jorge Sampaio (socialista) na qualidade de presidente da República.

 

E pensar que andaram a cometer um regicídio para implantar em Portugal uma República das (e dos) Bananas!!!!! (***)

 

BARRANCOS.jpg

Esta imagem diz tudo sobre o atraso mental de todos os envolvidos nesta prática, desde os que matam, aos que apoiam, aos que aplaudem e aos que dão o seu aval. E veja-se o sofrimento atroz do touro, estampado naquele olhar desesperado... Apenas os desalmados, desprovidos de essência humana, pactuam com este horror.

 

O texto que se segue é da autoria de Rui Palmela

 

«Mais uma vez se realiza na vila alentejana de Barrancos, em finais de Agosto, a festa religiosa que culmina sempre num espectáculo sangrento, frente à capela, com a morte de 3 toiros numa arena improvisada onde o povo vibra de satisfação aplaudindo a barbárie que ali se realiza em “honra de Nª Srª da Conceição”. E a Igreja não reprova ou fica em silêncio cometendo seu “pecado de omissão” ...

 

O espectáculo violento dura 3 dias onde se cumpre um ritual demoníaco de matar um touro por cada dia, “estoqueando” o animal que acaba caindo no chão mergulhado numa poça de sangue. Depois de morto, ou sofrendo horrivelmente sem se poder mexer, os ‘heróis’ da festa cortam-lhe as orelhas, o rabo e as patas como ‘troféus’, enquanto o toiro é arrastado pelo chão, já cadáver, acabando finalmente por ser esquartejado e distribuído pela população como manda a ‘tradição’.

 

Toda esta selvajaria é possível ainda em pleno século XXI com a aprovação do governo português que em 2002 criou uma famigerada “lei de excepção” que garante esse ‘direito’ do povo barranquenho realizar um espectáculo abominável apesar da forte contestação por parte das organizações de Protecção Animal e uma Lei que vigora desde Maio/2017 que reconhece os animais como seres sencientes dotados de sensibilidade e não ‘coisas’ como eram considerados antigamente.

 

Entretanto o PAN (Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza) deverá apresentar na AR uma proposta de lei para proibição destes espectáculos de morte no país, tal como as touradas deviam ser proibidas e transmitidas pela televisão. E já agora cortar todos os subsídios de apoio à Tauromaquia que deve ser suportada apenas pelos seus aficionados e não por todo o povo português que na sua maioria condena toda esta situação.

 

Pausa para reflexão!

 

Rui Palmela»                                                                                

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212176718524673&set=pcb.10212176729004935&type=3&theater

 

 

(***) Denomina-se República das Bananas um país ou região em que há corrupção e desrespeito pela legalidade e interesse público, expressão originalmente aplicada a países latino-americanos ou terceiro-mundistas, mas que se encaixa na perfeição a um Portugal que, fisicamente, é europeu, mas cerebralmente é latino-americano e terceiro-mundista, nestes detalhes grosseiros, até na língua que os actuais republicanos bananas (= gente sem atitude e sem coragem) decidiram importar e impingir aos portugueses.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017

A GRANDE MENTIRA DA TAUROMAQUIA

 

Apenas os ignorantes acham que os touros são carnívoros e animais da selva, para atacarem outros animais, incluindo o homem.

 

Os Touros são animais herbívoros, mansos por natureza.

 

O que os faz "bravos" é a crueldade com que os seus carrascos os tratam. E eles, os Touros, quando "atacam", estão simplesmente a defender-se, como qualquer humano faria.

 

Tudo na tauromaquia é uma grande mentira.

Tudo na tauromaquia é fruto da mais profunda estupidez.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:42

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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017

AS TOURADAS NÃO SÃO SERVIÇO PÚBLICO

 

Escrevam, por favor, ao Provedor do Telespectador

 

A RTP transmite esta 6ª feira mais uma tourada em directo na sua emissão. O anterior Provedor do Telespectador recebeu milhares de queixas, considerou que "as touradas não são serviço público" e a RTP reduziu as transmissões para três touradas/ano. Há que continuar a insistir e contestar o investimento neste tipo de conteúdo, por isso, a vossa opinião conta!

 

Em dois minutos apresentem uma queixa pela transmissão de touradas na RTP enviando um email para:

provedor.telespetador@rtp.pt

 

 

Em alternativa enviem a vossa queixa por aqui:

https://goo.gl/C6x2VQ

 

 

RTP20046694_1587758787921588_1905919220780130407_n

 

Eis a minha mensagem:

 

Exmo. Senhor Provedor do Telespectador,

 

Ao tomar conhecimento da transmissão de mais uma tourada na emissão da RTP1, venho por este meio apresentar a minha queixa e indignação pela insistência da Administração da Televisão Pública em promover um conteúdo que não é consensual na sociedade portuguesa, que implica violência e maus tratos contra animais, além das vítimas humanas e acidentes com imagens de grande violência que são inerentes a esta prática. 

 

Aproveito esta ocasião para transmitir a V. Exa uma sugestão do que deveria ser a postura da estação pública de televisão em relação à tauromaquia:

 

- A RTP deveria reger-se por uma ética que recusasse a emissão de actividades que comportam violência real (e fomentam o exercício de violência contra animais e pessoas). A Lei n.º 92/95 de 12-09 (na redacção da Lei n.º 19/2002 de 21-07) proíbe expressamente “todas as violências injustificadas contra animais (..) infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal” (art.º 1.º, n.º 1). E embora esta mesma lei faça excepção expressamente às touradas, não o faz aduzindo que elas não são violentas (nem o poderia fazer, tendo em conta que as touradas implicam a inflicção de sofrimento cruel, intenso e prolongado a animais). Independentemente de as touradas serem legalmente permitidas em praças de touros, o tipo de violência que implicam deveria ser, para a RTP, um argumento com mais peso do que qualquer outro (seja ele qual for) e determinar a sua não transmissão;

 

- A RTP deveria respeitar os muitos portugueses que, tal como eu, sentem pela tauromaquia uma profunda repulsa - sentimento muito mais forte do que um simples “não gostar” -, abstendo-se de emitir práticas tauromáquicas, que de “espectáculo” nada têm;

 

- Sendo a tauromaquia um tema fracturante da sociedade portuguesa, a RTP, enquanto televisão do Estado, jamais deveria envolver-se promocional, logística e financeiramente na promoção, organização e exibição de touradas. Fazendo-o, deveria, no mínimo, ser imparcial e proporcionar à defesa dos animais e à oposição às touradas o mesmo apoio que presta à tauromaquia – mas nada disto acontece, numa televisão em relação à qual, nem mesmo quem decidir boicotá-la por abominar touradas, passa, por esse motivo, a ter direito à isenção de pagamento de contribuição audiovisual.

 

 

Ainda mais uma achega:

Gostaria de ser informada por que é que a RTP2, dizendo-se CULTA E ADULTA, anuncia espectáculos de massacre e tortura de bovinos, vulgarmente chamados "corridas de touros" ou "touradas" a serem transmitidas na RTP1?

 

 Na expectativa de que V. Exa. considere este meu protesto provido de razão, apresento a minha mais veemente indignação pela RTP continuar na senda do primitivismo e da incultura, e espero que os administradores ouçam finalmente os seus espectadores e o seu Provedor, que já considerou que a televisão pública não deve emitir corridas de touros, abstendo-se de promover as touradas na sua emissão. 

 

Com fé e esperança no triunfo da lucidez,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:31

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