Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

AFICIONADO DIZ QUE CORTAR OS CORNOS DE UM TOURO É COMO CORTAR UNHAS E CABELOS…

 

Recebi um comentário que diz da profunda ignorância em que vivem mergulhados os aficionados de tortura de Touros. E para que o Afonso não morra ignorante, vou tentar elucidá-lo…

 

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«Embolação, que inclui o corte e limagem dos cornos sem anestesia, e os deixa ainda mais stressados e debilitados»

(Origem da imagem)

http://vfxantitouradas.blogspot.pt/2013/10/pega-parte-1.html

 

 

Afonso Figueiredo comentou o post VERDADES SOBRE AS TOURADAS QUE OS TAURICIDAS DIZEM SER MENTIRAS às 15:17, 15/10/2017 :

 

Eu acho que esta Isabel é uma burra, estúpida e inúil, pois o q disse é MENTIRA. SE DIZ Q OS FORCADOS SÃO COBARDES VÁ VOCE PEGAR UM TOIRO. Os toiros não são torturados quando lhe espetam as bandarilhas pois tem gordura onde espetam as bandarilhas e também não dói quando lhe cortam os cornos, pois, é como cortar as unhas ou o cabelo. AS TOURADAS NÃO INFLUENCIAM A VIOLÊNCIA MAS SIM A BRAVURA DE ENCARAR UM BICHO DE 600 KILOS. QUEM ACHA Q AS TOURADAS DEVIAM SER BANIDAS É UM SOCIALISTA E COMUNISTA DA PIOR ESPÉCIE POIS EM VEZ DE SE PREOCUPAREM COM AS PESSOAS Q ESTÃO A SOFRER MAS IMPORTÃO-SE COM UM ANILMAL. A DICA FICA. FIQUE BEM SUA BURRA DA MERDA

 

***

 

Afonso Figueiredo, em primeiro lugar agradeço-lhe este seu comentário, porque é um contributo precioso para a Causa da Abolição da Tauromaquia em Portugal, e dá-me a oportunidade de reunir aqui alguma coisa, do muito que há a dizer, sobre as verdades que você, devido à cegueira que lhe obscurece a mente, quer acreditar que são mentiras.

 

Eu explico:

 

1 - Você acha que a Isabel é uma burra, estúpida e inútil… E achou muito bem. Você não fez mais do que projectar em mim as suas frustrações e limitações de aficionado de selvajaria tauromáquica, algo que se tiver capacidade para tal, poderá perceber o que é, neste link:

 

A “PROJECÇÃO FREUDIANA” NOS AFICIONADOS

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/326500.html

 

2 – Você diz: «pois o q disse é MENTIRA. SE DIZ Q OS FORCADOS SÃO COBARDES VÁ VOCE PEGAR UM TOIRO Mas eu não preciso “pegar” um touro para saber que os forcados são os maiores cobardes do mundo. Basta ser humano, racional e sensível, e olhar para as imagens deste vídeo, com olhos de ver, e não com olhos de parvo:

 

3 – «Os toiros não são torturados quando lhe espetam as bandarilhas pois tem gordura onde espetam as bandarilhas…», pois têm gordura… Então não têm? É isso que dizem aos ignorantes. E você acredita. Então, se você tem uma barriga gorda, deixe que lhe espetem umas bandarilhas na barriga, e vai ver que não dói nada, por causa da gordura. E sabe, quando espetam bandarilhas ou farpas nos Touros, na tal gordura, os cobardes toureiros ou bandarilheiros estão a fazer-lhes festinhas, e as festinhas são tão meiguinhas que os põem a sangrar sumo de tomate, como nos filmes, e os Touros gritam de alegria, mas os sádicos não ouvem esses gritos de alegria, porque põem uma música muito alto, e tudo parece uma festa aos olhos dos ceguinhos mentais.

 

Mas se quer saber mais sobre as festinhas que os cobardes toureiros e bandarilheiros fazem aos Touros, leia este texto, se tiver capacidade para isso:

 

O SOFRIMENTO DE UM TOURO DIAGNOSTICADO POR UM MÉDICO VETERINÁRIO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-sofrimento-de-um-touro-diagnosticado-677391

 

4 – E você diz agora esta coisa notável: «e também não dói quando lhe cortam os cornos, pois, é como cortar as unhas ou o cabelo…». Você sabe o que são cornos? Acha que os cornos são parecidos com unhas e cabelos? Veja aqui o tormento dos Touros às mãos dos seus cobardes carrascos, quando lhes cortam os cornos, e não só…

 

 TOURADAS À PORTUGUESA – O OUTRO OLHAR!

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/352423.html

 

TOURADA É SINÓNIMO DE SUPLÍCIO, E GOSTAR DE VER O SOFRIMENTO REAL DE SERES VIVOS SERÁ NATURAL?

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/141783.html

 

 

A VERDADE PERVERSA SOBRE A TORTURA DE TOUROS E CAVALOS, ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LIDE

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/484004.html

 

 

5 – E você continua a delirar: «AS TOURADAS NÃO INFLUENCIAM A VIOLÊNCIA MAS SIM A BRAVURA DE ENCARAR UM BICHO DE 600 KILOS». Pois não, as touradas não influenciam POUCO a violência. São uma prática amorosa, em que o Touro é muito bem tratado dentro da arena, de tal modo, que quando sai, sai aos saltinhos, de tanto contentamento, deixando no chão um rasto de sumo de tomate que lhe sai do corpo, onde faz de conta que lhe espetaram umas cotonetezinhas de algodão, tamanho XXL, nas tais gorduras… E então os bravos cobardes forcados acham-se valentes diante de um Touro moribundo que pesa 600 kilos... Então isto não é uma valentia daquelas!!!!

 

6 – E agora mais esta: «QUEM ACHA Q AS TOURADAS DEVIAM SER BANIDAS É UM SOCIALISTA E COMUNISTA DA PIOR ESPÉCIE», diz você. Mas parece-me que não está a ver bem as coisas. Os comunistas (PCP) e os socialistas (PS) até podem ser da pior espécie, no seu conceito, e não lhe retiro razão, mas veja, os socialistas e os comunistas na realidade são defensores das touradas, no Parlamento, e nesses da “pior espécie” (a qualificação é sua, não é minha) estão incluídos os do PSD e os do CDS/PP, que também defendem a selvajaria, no Parlamento. Ora quem defende os Touros não se encaixa nestes partidos carniceiros. Nós somos Animalistas, valorizamos, de igual modo, todos os animais, sejam humanos ou não-humanos. Portanto, enganou-se na classificação. Mas está perdoado. Não se pode saber tudo… Mas agora já sabe.

 

7 – E agora temos o finale à moda de uma opereta italiana: «POIS EM VEZ DE SE PREOCUPAREM COM AS PESSOAS Q ESTÃO A SOFRER MAS IMPORTÃO-SE COM UM ANILMAL .A DICA FICA . FIQUE BEM SUA BURRA DA MERDA». Valha-nos Deus, que não nos preocupamos com as pessoas que estão a sofrer nesse mundinho miudinho que é o seu! E estamos a preocupar-nos com um animal senciente e digno como o Touro! Mas que pecado! Ainda vamos todos parar ao inferno, por causa disto! Pois a dica cá fica, porque aqui a Burra não se importa de ser Burra, porque as Burras são animais muitíssimo inteligentes, dignas e com uma personalidade bem vincada, atributos que nenhum aficionado, ainda que seja doutor professor mestrado, não tem. Quanto ao resto… bem… o resto serve para estrumar as terras. E vocês, aficionados de selvajaria tauromáquica, nem para estrumar as terras servem.

 

Espero que lhe tenha sido útil as minhas explicações.

 

E se depois disto ainda continuar a dizer que os Touros não sofrem, que os cornos são como unhas e cabelos e que os forcados são uns valentões ao “pegar” touros moribundos… a opção de morrer ignorante e cego mental (há cura para isto) é inteiramente sua.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:53

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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017

AS CRIANÇAS E OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO VOTAM, POR ISSO ESTÃO VOTADAS AO ABANDONO EM PORTUGAL…

 

Palavras para quê?

As imagens valem mais do que mil palavras…

E é esta “educação” que o governo português promove entre as crianças mais expostas a todas as crueldades, no país: os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica.

Que futuro para estas crianças?

 

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Origem das fotos: Internet

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:17

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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017

AFICIONADOS DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, ESTÃO A CHORAR MUITO?

 

Há por aqui algum aficionado de touradas que esteja a chorar baba e ranho pela morte do monstro de Las Vegas, que metralhou uma multidão pacífica, fez 59 mortos e mais de 500 feridos?

 

É que eu não estou. Não me regozijei com esta morte. Mas não estou a chorar baba e ranho. Simplesmente sou indiferente e digo: menos um a fazer o mal neste mundo.

 

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 (Imagem: David Becker /Getty Images)

 

«Se não estão a chorar deviam, têm muito em comum, este também matou porque sim. Porque gostava, porque fazia senti-lo poderoso, porque lhe dava prazer. Em suma porque como eles (os cobardes tauricidas) era uma besta desprezível, com baixo QI, problemas de auto-estima, problemas cognitivos, incapacidade de sentir compaixão ou empatia. Enfim um sub-humano, que finalmente se foi, embora tarde demais. Esta conclusão pode ser extensiva a seres similares...» (cobardes toureiros, forcados, bandarilheiros, ganadeiros e os sádicos que aplaudem a morte e a tortura na arena, para se divertirem)...

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:03

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

QUANDO UM TOURO É UM ANIMAL SELVAGEM NA IMAGINAÇÃO DOS AFICIONADOS…

 

 

Recebi este comentário no Blog, cujo conteúdo não será muito diferente de muitos outros que costumo receber, à excepção da linguagem utilizada. Depois de ser bombardeada por uma enxurrada de ordinarices, ler este comentário do António, na sua ingenuidade de aficionado (que acha que não é) pareceu-me estar no paraíso.

 

Destaco-o aqui, por esse motivo, mas também para poder levar mais longe o que tenho para dizer ao António Estrela.

 

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Eis o belo e poderoso “animal selvagem” que, se não fossem as touradas, o António Estrela nunca teria oportunidade de ver… assim...

 

 ANTONIO ESTRELA comentou o post A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA às 22:49, 25/09/2017 :

 

Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê. Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso. Que desde sempre foi venerado em lutas iguais. pelo homem. Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres . Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme.

 

***

António Estrela,

 

Vamos lá esmiuçar o seu comentário. Começa por dizer esta coisa espantosa:

 

«Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê».

 

Isto significa tão-só que o senhor GOSTA de touradas, mas não sabe, e é cúmplice dos sádicos e psicopatas, mas também não sabe.

 

«Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso».

 

Pois digo-lhe que se NÃO HOUVESSE touradas, o senhor PODERIA VER o belo animal, que é um Touro, nos prados, a pastar tranquilamente, como é da sua natureza. E JAMAIS, em tempo algum, veria um ANIMAL SELVAGEM chamado Touro, porque os Touros não são animais selvagens. São herbívoros, de natureza mansa e extremamente pacífica. Mas para saber isto é preciso estudar BIOLOGIA. Portanto, sugiro-lhe que nunca se meta a falar do que não sabe.

«Que desde sempre (o touro) foi venerado em lutas iguais, pelo homem».

 

Desde sempre o Touro foi venerado como um deus, por exemplo, no antigo Egipto. O Touro, na cultura micénica, foi venerado, NÃO para lutas, mas para acrobacias, sem sangue, sem sofrimento, sem tortura. JAMAIS o homem o venerou em LUTAS IGUAIS. À medida que a humanidade foi avançando, em vez de se avançar também no respeito a ter pelos magníficos animais que são os Touros, regrediu-se irracionalmente, e o animal homem-predador começou a utilizá-los, a explorá-los para LUTAS COMPLETAMENTE DESIGUAIS, onde os Touros vão para as arenas completamente desfeitos, quase cegos, já bastamente mortificados, e os homens-predadores, armados de bandarilhas e espadas, mais não fazem do que demonstrarem a sua DESCOMUNAL COBARDIA diante de um animal MAGNÍFICO, sim, mas completamente arrasado, indefeso, inocente e inofensivo.

 

«Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres».

Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres nas alucinações de quem apenas consegue ver carne de cadáveres para se alimentar, quando na Natureza existe tudo o que é necessário à alimentação do homem, sem necessidade de recorrer à morte dos animais que connosco partilham o Planeta, não para que o homem os coma ou os explore para tortura ou trabalhos forçados, mas porque foram criados para servirem unicamente a Natureza.

Isto de chocas e hambúrgueres está desactualizadíssimo. Tente actualizar-se, António Estrela. Até porque chocas sem Touros não existiriam. E vice-versa.

Por fim, o senhor diz isto:

«Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme».

Não se trata de lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de animais.

Trata-se de retirar as galinhas das gaiolas, e de acabar com o transporte de gado vivo. O conceito de que os animais nasceram para servir o homem está ultrapassadíssimo. Deu-se um passo gigantesco a este respeito. Mas há os que ficaram para trás e ainda estão no século XXI antes de Cristo.

 

Quanto ao que o choca realmente não me surpreende. Gosta de touradas, e de ver os magníficos Touros estraçalhados nas arenas, mas o mais chocante, para si é a diversidade das raças bovinas.

A mim também me ofende bastante a manipulação genética.

 

Porém, a tortura de magníficos bovinos, mansos, indefesos e inofensivos, para divertir um punhado de sádicos e satisfazer os maus instintos de psicopatas; o martírio de seres vivos, que só investem se forem atacados pela besta humana, esmaga-me a alma.

Por conseguinta, da próxima vez que queira comentar sobre esta matéria, senhor António Estrela, venha munido de Saber. Dê uma vista de olhos, por este Blog. Estão aqui todas as informações necessárias, provas científicas, depoimentos de cientistas, desmistificações, enfim, tudo o que é preciso saber para sair do obscurantismo em que a tauromaquia tem mergulhado os seus aficionados.

É que já estou farta de estar sempre a repetir a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

A INSANIDADE MORAL DOS AFICIONADOS DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Sete traços de personalidade que adeptos de touradas e psicopatas têm em comum.

 

Procurei uma resposta para a minha desmedida perplexidade: por que motivo um professor universitário, um ministro, um escritor enfim…. gente que teve a oportunidade de evoluir mentalmente, não evoluiu e é aficionada de selvajaria tauromáquica?

 

Encontrei a resposta em estudos psiquiátricos: o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema do carácter está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. Todas as “personalidades” aficionadas que conhecemos viveram a infância a ver touros (“coisas”) a serem brutalmente torturados. E aquilo para eles era tão “normal” que os tornou insanos.

 

BESTIALIDADE.jpg Observe-se a bestialidade estampada na expressão daqueles que riem perante o sofrimento de um bezerro desnutrido, acossado numa arena… Isto não é coisa de anormais?

 

A psicopatia caracteriza-se por uma falta de consciência e transtorno de personalidade, que no caso da tauromaquia se traduz num transtorno antissocial, pois eles são indiferentes aos sentimentos alheios (humanos e não humanos) podem ter comportamentos cruéis, não obedecem a normas e obrigações (não cumprem as leis), têm baixa tolerância à frustração (por isso vingam-se nos Touros e Cavalos),e cometem facilmente actos violentos. Os que têm este tipo de transtorno violam os direitos dos outros seres vivos e não sentem remorsos pelo que fazem.

 

Depois há o transtorno fanático. Hitler, Mussolini e Kadafi foram os exemplos dados pelo psiquiatra forense Guido Palomba, para este tipo de transtorno. E o que são os aficionados, senão uns fanáticos por sangue, violência e crueldade? Segundo Palomba, o condutopata fanático é movido por ideias fixas (a de achar, por exemplo, que os touros não sofrem) que podem levá-lo a cometer crimes, biocídio, homicídio e até a tirar a própria vida.

 

Jon Ronson, um afamado jornalista e documentarista do País de Gales, no livro "The Psychopath Test" (O Teste do Psicopata) refere que «os psicopatas são diferentes dos seres humanos. Faltam-lhes coisas que fazem de nós humanos: a empatia, o remorso, a bondade» tudo o quem não existe nos torturadores de Touros e nos que os aplaudem e apoiam.

 

Ainda de acordo com o psiquiatra forense Guido Palomba, os indivíduos com transtorno de personalidade têm vários defeitos básicos: são altamente egoístas; não se arrependem dos actos que cometem; têm valores morais distorcidos; gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio. «Aparentemente, a pessoa é normal e lúcida, mas tem uma conduta deformada», refere o psiquiatra.

 

Isto explica porque, por exemplo, tantos senhores (as) doutores (as) cá do nosso burgo, que se sentam nos bancos da Assembleia da República ou são professores universitários, ou pintores, ou escritores, ou fadistas… ou simplesmente marialvas são aficionados de touradas e têm um ar aparentemente normal… mas uma conduta deformada

 

Este problema, refere Palomba, foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (...) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade…

 

De acordo com a psiquiatra e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Leda Beolchi Spessoto, o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. O que no caso dos nossos “ilustres” senhores (as) doutores (as) não aconteceu, e eles passaram à fase adulta adulterados.

 

Todos os “diplomados” aficionados de tauromaquia, desde escritores, pintores políticos, professores, cresceram no ambiente violento e cruel das touradas. Iam com o avô, com o pai, e para eles o touro era uma “coisa”, e de tanto ouvirem dizer que o touro era uma “coisa” e que não sofria nada, isso passou a ser uma verdade, e cresceram com valores morais distorcidos, e hoje não reconhecem essa distorção, por muito que os alertemos. O carácter deformado já está formado.

 

E o tratamento é difícil, pois, «quando uma pessoa tem um transtorno de personalidade, dificilmente assume o problema. E se assume, não quer pôr em cheque que está com o transtorno. E procurar ajuda profissional já é um terceiro passo», salienta a psiquiatra. Segundo ela, o tratamento da doença comportamental fica ainda mais difícil nos casos mais graves, como dos criminosos em série, os ditos serial killers.

 

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A cara da crueldade…

 

Aqui ficam sete traços que psicopatas e aficionados de selvajaria tauromáquica têm em comum:

 

1 - Falta de empatia: os psicopatas são incapazes de sentir empatia, entender os sentimentos e experiências dos outros (humanos ou não humanos). A falta de compaixão é atávica.

 

2 - Egotismo: os psicopatas e os aficionados tendem a falar muito bem de si próprios, e de se exacerbarem a si próprios, como se ninguém mais existisse. Só eles. E eles.

 

3 - Charme superficial: uns e outros são lisonjeiros e manipuladores, têm uma predisposição para explorar os outros e uma visível falta de consciência.  

 

4 - Falta de Remorsos: os psicopatas e aficionados mostram pouco ou nenhum remorso quando as suas acções prejudicam os outros e tendem a culpar os outros.

 

5 - Egoísmo: um extremado e estranho egoísmo cega os psicopatas e aficionados, não os deixando ver o mal que provocam nos outros (humanos ou não humanos).

 

6 - Comportamento anti-ético: os psicopatas e as pessoas de classe alta são mais propensas a ter comportamentos pouco éticos do que pessoas de classes mais baixas. As pessoas mais ricas tendem a violar a lei durante a condução, roubar, mentir durante uma negociação ou aprovar comportamentos anti-éticos, por isso, os políticos portugueses têm a crueldade e a violência contra Touros e Cavalos legisladas, e esses seres vivos excluídos do Reino Animal.

 

7 - Tendência para o tédio: Os psicopatas e os aficionados gostam de viver em constante perigo e emoção. Muitos deles cometem crimes ou magoam os outros (humanos e não humanos) apenas para a própria emoção, satisfação e prazer.

 

***

Por tudo isto é urgente que se coloque em cima da mesa a Lei da Abolição das Touradas, para que Portugal possa respirar o ar inconspurcado da evolução.

Apoiar a psicopatia é uma demonstração de insanidade moral.

 

 

Fontes:

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

 

http://visao.sapo.pt/sete-tracos-de-personalidade-que-ricos-e-psicopatas-tem-em-comum=f815223

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:13

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Sábado, 16 de Setembro de 2017

MAIS UM FORCADO ATIRADO À MORTE POR AFICIONADOS

 

Atirado à morte por aficionados e aplaudido por sádicos, numa arena quase vazia, na Moita, mais um forcado morre de uma morte insana, inútil e inglória.

E é isto que querem elevar a património cultural

Não estava lá por obrigação, mas por devoção à barbárie.

A Lei do Retorno anda por aí, infalível e implacável…

É que Deus suporta os maus, mas não eternamente, já dizia Miguel de Cervantes, autor de «Dom Quixote de la Mancha», o qual viu os seus carrascos serem mortos, um a um.

Mais uma morte, carimbada pelo governo português.

Quantos mais precisarão de morrer, para que se acabe com esta estupidez?

 

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Morreu esta manhã, o forcado Fernando Quintela, que não resistiu às fortes hemorragias internas, que sofreu, ontem, quando o Touro que torturava, também ele com hemorragias internas, sofridas ao lhe serem espetadas bandarilhas, o colheu, em legítima defesa, em mais uma sessão de selvajaria na Moita.

 

Os tauricidas aproveitaram-se logo desta morte, para fazer propaganda à ganadaria que “forneceu” o Touro, para ser sacrificado em nome do vil metal e do sadismo, e ao grupo de forcados a que pertencia o falecido, que tinha apenas 26 anos.

 

Os aficionados atiraram mais um jovem para a morte, e estavam a aplaudi-lo quando foi colhido pelo Touro moribundo.

 

E do que é capaz um animal, seja humano ou não humano, quando está moribundo, e reúne as suas derradeiras forças para se defender!

 

Quantos mais terão de morrer?

Até quando?

 

E pensar que esta barbárie acaba de receber, por vias obscuras, 200 mil euros do Orçamento Participativo Portugal (OPP), para que continuem a morrer, insanamente, jovens forcados e toureiros e Touros e Cavalos… Se esta selvajaria vier a ser património, será o património da morte nas arenas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia e da imagem:

http://touroeouro.com/article/view/14915/faleceu-o-forcado-fernando-quintela

 

***

E NA MOITA É ASSIM…

 

Duas pessoas baleadas nas “festas” da Moita, no distrito de Setúbal.

Como se a morte do forcado Fernando Quintela já não bastasse, hoje, nas “festas” da Moita, duas pessoas foram baleadas, tendo sido transportadas para o hospital, informou fonte da GNR, sem adiantar mais pormenores.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária.

 

Fonte da notícia:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/865255/duas-pessoas-baleadas-nas-festas-da-moita

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

AO CUIDADO DO PS, PSD, CDS/PP, PCP E IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA QUE APADRINHAM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Em consequência desse apadrinhamento existe uma fracção da população portuguesa mergulhada na maior miséria moral, cultural, social e educacional, que envergonha Portugal por todo o mundo, em todos os continentes, por onde o meu Blog navega…

 

Não vou pedir desculpa pelo lixo verbal dos comentários que aqui publico, porque esse lixo verbal é tão-só o resultado da política inculta dos partidos políticos que referi, apoiada pela igreja católica portuguesa, ao protegerem uma prática tão selvática, boçal e tosca, ao ponto de destruir o imo do ser humano, transformando os aficionados em seres desumanizados, sem capacidade para discernir entre o bem e o mal.

 

MISÉRIA MORAL.jpg

 

Um pequeno preâmbulo à laia de explicação:

 

 A tauromaquia não é algo que tenha a ver com Poesia, Arte, Literatura, Música, enfim, com a Cultura Culta à qual pertenço, por isso, quando escrevo sobre selvajaria tauromáquica, utilizo termos adequados a essa conjuntura e chamo os bois pelo nome. Não podemos, de modo algum, olhar para um monturo e nele ver um jardim paradisíaco… Podemos?

 

Portanto, escrevi um texto sobre a morte de um forcado (ver link)

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

no qual chamei a atenção para a inutilidade destas mortes insanas e inglórias, fui simplesmente realista e utilizei os termos apropriados ao asselvajamento que é uma “pega”, apelando para a abolição desta coisa hedionda, cruel e imprópria de seres humanos.

 

Devido à falta de cultura, de discernimento, de lucidez e á boçalidade por parte dos aficionados, obviamente, estes nada entenderam do que leram (ou do que não leram) e partiram para a maior demonstração de estupidez que alguma vez eu já vi, ao ponto de me obrigarem a fazer um aditamento ao texto, advertindo que este não devia ser lido por estúpidos ou por quem sofre de iliteracia, porque não entenderiam nada.

 

Escusado será dizer que a advertência não foi compreendida e, meus senhores, da política e da igreja, recebi uma enxurrada de comentários, dos quais vos apresento esta amostra muito significativa e eloquente, cujo teor é praticamente igual ao de todos os outros comentários, que ficarão por publicar.

 

A selvajaria tauromáquica, sendo uma prática violenta e cruel, fabrica criaturas violentas e cruéis, broncas, grosseiras, do mais baixo nível moral e cultural, ordinárias, mal formadas, mentalmente deformadas, e porque não sabem Português, utilizam o aficionês, que é uma linguagem própria e exclusiva dos aficionados desta selvajaria, e caçadores, com a qual se comunicam entre eles; não sabem argumentar racionalmente, e assentam toda a sua afición na mais profunda ignorância e estupidez, uma ignorância e estupidez carimbada pelo PS, PSD, CDS/PP, PCP e igreja católica portuguesa.

 

Eis a espécie de portugueses que o governo português e a igreja católica portuguesa fabricam em Portugal, com o apoio que lhes dão. E que o mundo pasme, com tanta alarvice:

 

Maria Milho · Amigo/a de João Alfaro e 6 outras pessoas

És uma nojenta devias morrer com um corno enfiado no coração!!!!!

Gosto

Cristina Ana Cryz Es seca ... Vinda do inferno em corpo de humano .... Mas vai arder com o satanas...no inferno

Gosto

314

 

Miguel Figueira Esta Sra. só pode ser tratada por Sra. VACA e Sra. PUTA...o que uns preservativos tinham evitado...Ninguém pode dizer estas blasfémias e esperar continuar sem as ouvir....estes anormais que vem para aqui defender esta VACA asquerosa...reles...comunas de merda que vivem à pala dos meus impostos...São uns pelintras que não tem nada para fazer além de invejar a vida de outros...xuxas, comunas e esquerda caviar devia levar com ferros quentes pelo cu acima....

Gosto

415

 

Luis Menezes · 

Vaca nojenta, vem ao Alentejo para saberes o que é tortura. ...

Gosto

22

 

Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ja agora e já que nao tens tomates, cria coragem e desabafa essa tua histeria fundamentalista, cara-a-cara com a familia e amigos do Pedro Primo. Isso é que era! Demente

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Manel Inez · Amigo/a de Alfredo Vieira

Ó Isabel, és uma ordinaria, anormal. Vai a Ponte de Lima que eles dão-te as boas vindas. Porca

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Antonio Batista Olha vai te pa puta que te pario o cabra de merda ....

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Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

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11

 

Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira se fosse a si não saia tão cedo a rua .

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325

 

Nuno Ferreira Não querendo fugir ao nível de inteligência aqui postados por VExa. Isabel A. Ferreira e Maria Helena. Não sei de onde vieram, de que planeta são mas, acreditar que são do mesmo planeta que eu, ( Planeta Terra ) só vos desejo que se cruzem com a família ou amigos do forcado Pedro Primo. Vocês não só, faltaram ao respeito para com a família do mesmo, como também a todos os aficionados! Vocês as duas não gostam mais de animais do que eu, e não me parece que sejam merecedoras de respeito por parte do dito ser Humano ( o qual vocês desrespeitam ) talvez a justiça do homem chegue até vós... Não têm nada para fazer? Filhos para cuidar? Marido, não? Pois o vosso perfil é de quem, precisa mas não têm", se não gostam de Tauromaquia simplesmente não se metam na vida alheia! Tentei abstrair ", talvez arranhar Homem! Aflição que vocês têm pelos animais" ajudem meu Deus"... Por favor alguém faça alguma coisa! Vocês não são mulheres com M e nunca vão ser... Literatura e língua portuguesa uiiii meu Deus"... Que se encontrem brevemente com alguém que vos acerte o passo. O país é pequeno e vocês merecem ❤️❤️

 

 

Paulo Graça foi fodida por um toiro e apaixonou-se tem vergonha grande puta agora baixei ao seu nivel vaca

Gosto

 

 

Irene Jardim Do Eden Martins Isabel A. Ferreira e se fosse meu filho tinhas era os cornos partidos te juro . Podes bloquear . Ias ver onde ficava o inferno e o que era uma besta solta , seria pior que mil touros que tu defendes .

 

Filomena Baptista Es mesmo uma grande puta e uma vaca como tu nem merece andar no cimo da terra estares a dizer essas coisas dos moços de forcados

Gosto

 

Tiago Mena Lei do retorno e fodida como vc disse n te esqueças ho velha

Gosto

Tiago Mena Por mim nao eu nao sou aficionado mas tamos a falar de um amigo e eu ao ver os comentarios dessa velha partiume o corçao Obs. Essa velha que nao saia a rua

 

Tiago Mena Nojenta velha carrancuda mete-te a frente de um toiro que nunca tenha visto um humano para veres o que ele te faz deviate nascer um pinheiro no cu burra do crl

 

António Potes Silva Santos Pessoas da tua laia oh velha de merda punhas a todas em auschwitz!!

 

Aderito Ferreira Mas eu ajudo a teres comentários, contribuo para a tua boa fama. A diferença entre uma máquina de fazer salsicha e a tua mãe é só uma, a máquina de fazer salsicha mete se a carne de porco/a e sai salsicha, no outro caso meteu se a salsicha e saiu uma porca... Primeiro estuda o toiro, aprende como vivem como são criados, depois aprende o que é tortura e tudo aquilo que falas, e depois então comenta seu ser insignificante, desumana, ordinária.... Não te desejo mal nenhum, apenas que quando chegar a tua hora que seja com um corno enfiado entre as pernas, assim ficavas feliz certamente.

 

Ana Paula Franco Franco Lembra-te que moras em Ovar ....tem cuidado com as palavras que publicas não vá algum touro bravo ai a Ovar dar-te algum par de marradas e coices ....

Gosto

112

 

José Paulo Cruz Bronca és tu minha vaca

Gosto

 

Aderito Ferreira O que tu queres é comentários ,fama , não olhas a meios para atingir teus objetivos, certamente nem sabes o que é realmente um toiro, não sabes que se terminares com as largadas o toiro bravo simplesmente deixa de existir, deixam de criar por ter pouca utilidade, desejares assim a morte a uma pessoa só prova a tua falta de mentalidade juntamente com quem te apoia, se o teu pai tivesse batido uma punheta pouparia mto dasss

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Comentário no post MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

 

Sua burrinha moribunda o forçado não tortura coisa nenhuma, só se for a mulher quando chega a casa com os copos.

 

Desconhecido a 7 de Setembro 2017, 14:27

 

 ***

E falta aqui um comentário que é a obra-prima da ordinarice, tão obra-prima, que de tão ordinário é impublicável, mas se os senhores da política e da igreja estiverem interessados em estudar o "fenómeno", eu enviarei o comentário.

BUDA.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:21

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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

«VINHO, TOUROS E MULHERES»...

 

Um texto que escrevi em 2012.

 

Infelizmente está actualíssimo, o que significa que Portugal não evoluiu absolutamente nada, nesta matéria de crueldade, violência, estupidez e ignorância, que dá pelo nome de tauromaquia.

 

VINHO TOUROS E MULHERES.jpg

 Cena do filme «Matador», de Almodovar

 

Por vezes deambulo pelas páginas dos tauricidas, no Facebook, para lhes “tomar o pulso”.

 

Quando me permitem, provoco-os, porque “a alma não tem segredo que a conduta não revele” Lao Tsé), e é precisamente nessa revelação que podemos conferir o carácter dos tauricidas e dos aficionados.

 

É que é extremamente importante conhecer a mente deles, para avaliarmos da legitimidade que dizem ter para cometer o tauricídio, e aquilatarmos da permissividade e cumplicidade dos estéreis intelectos das autoridades deste nosso País.

 

Quase sempre sou bloqueada nessas páginas, talvez pelo modo nu e cru como digo as coisas que os outros também dizem sob uma capa dourada e bem cozinhadas.

 

Ser bloqueada não é coisa que me incomode, nem pouco mais ou menos.

 

Contudo, desta vez, talvez por ser a página de um evento («Eu vou defender a festa», da Prótoiro), e não poder bloquear-se ninguém (não sei se é possível, o facto é que não fui bloqueada), consegui ficar ali a “picá-los”, utilizando as palavras como “bandarilhas” (a palavra é a arma com que vou para as “guerras” que travo com os homens predadores do nosso Planeta, e não são só com tauricidas, e nem só com os portugueses).

 

E obtive resultados magníficos, precisamente os que esperava ter.

 

Entretanto já havia esgrimido com os torcionários limianos, devido à minha intervenção contra a “Vaca das Cordas” (um ritual também primitivo e irracional que me chocou) os quais me atulharam de matéria-prima, para este “estudo de carácter” a que me propus.

 

As conclusões a que cheguei resumem-se à frase que deu título a este texto, saída da boca de um forcado (mais do que uma vez) que tem o maior orgulho de o ser, como se pegar um Touro já exaurido, mas ainda com um forte instinto de defesa, fosse a maior proeza e a suprema honra do mundo.

 

Descobri que «VINHO, TOUROS E MULHERES» (por esta ordem, segundo o tal forcado) é o lema dos tauricidas e aficionados, e de todos os que gostam de “divertir-se” à custa da tortura de Touros, seja em que modalidade for (há muitas variantes do arcaico ritual taurino), tendo sido utilizado várias vezes, por vários indivíduos.

 

Primeiro é-lhes servido o vinho, pois sem ele não teriam “coragem” de ir para uma arena enfrentar um Touro, ainda que já meio depauperado, pela tortura preliminar a que é sujeito. O que chamam a “bravura” do Touro na arena é simplesmente o instinto de defesa comum a TODOS os animais, humanos e não humanos. Podemos comparar o que se passa numa arena entre um Touro e um tauricida, com o que se passava nos circos romanos entre os homens e os leões esfomeados, ou entre dois gladiadores, onde o instinto de sobrevivência dos intervenientes humanos e não humanos era o que fazia a diferença entre viver e morrer.

 

Já com o vinho a correr-lhes nas veias, mais do que o sangue, lá vão eles para a arena, de fatinho justo, a marcar-lhes a formas do corpo, e collants cor-de-rosinha, demonstrar toda a selvajaria de que são capazes, mascarando aquelas caras com expressões diabólicas e grosseiras (tenho várias fotos que o demonstram), ao mesmo tempo que desvendam o verdadeiro sentido do que os leva ali: a busca de uma “virilidade” perdida.

 

Depois de torturarem o Touro e o Cavalo (quando o tauricídio o requer) com requintes de malvadez, deixando os animais num estado absolutamente deplorável, em extrema agonia, o que lhes acende a chama da tal “virilidade” que buscam desesperadamente, os tauricidas deixam a arena, com ares de “heróis bonifrates”, a bambolearem-se, tipo aqueles “machos” dos filmes mexicanos de má qualidade.

 

Saem da arena, com florzinhas nas mãos, e vão para os braços das mulheres, porque só depois do vinho e de descarregarem sobre o Touro toda a imbecilidade que lhes corrói as entranhas, conseguem o que normalmente não lhes é acessível...

 

Pobres mulheres, aquelas que são casadas! É a única ocasião em que podem ser mulheres...

 

(Atenção! Isto não sou eu que digo. São elas.) As outras, bem... lá sabem...

 

Posto isto, consegui chegar a muitas outras conclusões, bem patentes nos comentários que se seguiram às “bandarilhadas” que lhes mandava, na tal página do Facebook, e noutras onde consegui infiltrar-me, sem que eles se dessem conta de que estavam a ser “toureados”.

 

Neste “estudo” está incluída para cima de uma centena e meia de pessoas de ambos os sexos, ligadas ao tauricídio (portuguesas e espanholas), com quem tive oportunidade de “esgrimir” ao longo destes dois últimos anos.

 

Afinal, qual o perfil de um tauricida e dos aficionados? 

 

Todos têm algo em comum: pouca ou nenhuma instrução. Mesmo aqueles que se dizem “licenciados” ou “dourorados” não demonstram qualquer tipo de saber. O que sabem é que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade...» enfim, uma lengalenga aprendida em criança e que os seguiu até à fase adulta, sem terem questionado o que quer fosse...

 

Da Cultura Culta estão a anos-luz de distância.

 

Não têm noção alguma do que é a civilidade, a lucidez, o bom senso, e o QI deles é do nível mais baixo.

 

Possuem uma “coltura” tosca, pobre em pensamentos, palavras e obras. Vivem num mundo redondinho, fechadinho, que não vai além do quintalinho onde passam os dias. Os horizontes não estão ao alcance deles.

 

A mentalidade é extremamente rude e enlatada. Cristalizada. Naquelas cabeças não entrará mais nada. Nasceram e cresceram a ouvir que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo, blá blá blá blá blá...» e vão morrer com essas ideias impingidas logo à nascença.

 

Não sabem que o Touro é um animal como eles, porque eles também não sabem que são animais. Pensam que são outra coisa. O quê? Não conseguiram explicar.

 

Sabem também que o Touro nasceu para ser linchado com “honra”, numa arena, porque É DISSO QUE ELE GOSTA (o Touro). Uma conclusão bem patente nas expressões dolorosas que qualquer pessoa lúcida pode ver na fisionomia dos desventurados animais, no fim da lide, à excepção deles, que nem sequer conseguem distinguir um Touro vivo de um Touro morto.

 

Não conseguem fazer um raciocínio lógico, a partir do mais simples tema.

 

Não sabem argumentar, nem sequer conseguem alcançar o significado de determinadas palavras.

 

Misturam alhos com bugalhos, e andam ali às escuras e às voltinhas, sem darem com a saída.

 

Não são capazes de seguir um discurso que tenha mais do que meia dúzia de vocábulos.

 

Justificam o injustificável, com insultos, muitos deles dos mais ordinários e violentos que existem, o que não admira, pois condiz perfeitamente com a própria “coltura” deles.

 

Enfim, demonstram uma incultura crassa, que diz da pobreza do sistema de ensino em Portugal, que há tantos anos também combato.

 

Não interessa aos governantes portugueses um povo culto, ensinado, instruído, educado. Um povo que saiba raciocinar. Um povo que saiba distinguir o trigo do joio (é por isso que temos os governantes que temos).

 

Um povo culto é INSUBMISSO, naturalmente. O que não convém.

 

Um povo SUBMISSO não lhes faz frente. É mansinho. Diz que sim a tudo. E é disso que os governantes gostam.

 

Por isso, o nosso sistema de ensino é a POBREZA que se vê.

 

Por isso, a IGNORÂNCIA e o DINHEIRO são as palavras-chave de toda esta hipocrisia que anda ao redor do tauricídio, uma “tradição” degradante, envolta em rituais primitivos, cruéis e sanguinários, que colocam Portugal entre os países menos civilizados do mundo.

 

Lidar com esta gente não foi fácil, mas mais difícil é fazer com que os GOVERNANTES PORTUGUESES (quase todos senhores doutores e engenheiros) e a IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA (que abençoa os tauricidas) consigam fazer um RACIOCÍNIO LÓGICO e acabem, de uma vez por todas, com algo que está alicerçado na IGNORÂNCIA e (pasmemo-nos!) também no VINHO...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017

RTP NOTÍCIAS: TOURADAS EM PORTUGAL CONTINUAM A PERDER “ESPETADORES”

 

Esta notícia é parcialmente verdadeira.

As touradas realmente têm perdido ESPETADORES, mas ainda existem alguns que continuam por aí a ESPETAR bandarilhas nos desventurados touros indefesos.

O que as touradas perderam (e muiiiito) foi espeCtadores, ou seja, sádicos que vão divertir-se para uma arena à custa do sofrimento atroz de seres vivos. Não porque os sádicos tenham desaparecido da face da Terra, mas simplesmente porque já não é CHIQUE ser sádico…

 

Nos tempos que correm, espeCtador de touradas é sinónimo de MARADO, MALUCO, MALVADO, CRUEL, MARIALVA, BETINHO, BETINHA...

 

TOURO.jpg

 

A IGAC (Inspecção-Geral das Actividades “Culturais”) refere que pela primeira vez o número de touradas em Portugal esteve abaixo das duas centenas. Foram 191… sempre com os mesmos espeCtadores, que são levados de um lado para o outro, para fingir que são “outros” … Mas sabemos as carreiras que as câmaras Municipais fazem gratuitamente (aplicando dinheiros públicos) para levar essa “gente” às touradas, pelas terrinhas mais atrasadas de Portugal…

 

No ano de 2016 as touradas atingiram mínimos históricos de corridas e de público.

 

O número de espeCtadores que assistiram a esta prática selvática foi o mais baixo de sempre, desde que começaram a ser publicadas estatísticas oficiais há vinte anos.

 

A tendência será diminuir cada vez mais…

 

Em seis anos, o número de espeCtadores de selvajaria tauromáquica desceu de 680 mil para menos de metade. Num país que no final de 2016 tinha cerca de pouco mais de 10,3 milhões de habitantes, veja-se a minoria que está a ser beneficiada através dos impostos dos portugueses, para torturar e ver torturar seres sencientes e racionais, de acordo com estudos científicos (atenção!!!! não sou eu que digo!).

 

Apenas a arena do campo pequeno, em Lisboa, conseguiu ter mais espeCtadores e mais selvajaria tauromáquica em 2016, apenas devido à transmissão de touradas pela RTP1, e porque é em Lisboa que se concentra o núcleo duro dos aficionados (a começar pela esmagadora maioria dos deputados da Nação), marialvas, betinhos e betinhas, que não perdem uma oportunidade para aparecerem na televisão, ainda que à custa de uma prática da Idade do Calhau.

 

Tudo isto é muito triste e diz do atraso civilizacional em que Portugal ainda está mergulhado, mas a caminho da evolução… que já se faz sentir nos outros sete tristes países tauricidas, onde também as touradas estão a desaparecer...

 

Fazemos votos para que o ano de 2107 seja o pior ano da selvajaria tauromáquica. Que chova pregos e canivetes, nos dias da tortura, e que os infelizes Touros que, este ano, estão marcados para serem barbaramente torturados até à morte, para delírio de mentes deformadas, não partam sem deixar para trás muita mossa.

 

Fonte:

http://rtp.pt/noticias/pais/touradas-em-portugal-continuam-a-perder-espetadores_a982041

 

Em Espanha, berço da tauromaquia, as touradas caíram cerca de 70% em dez anos, e foram já abolidas em muitas regiões e cidades, e perderam-se milhares de espetadores e espeCtadores....

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:46

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

EM PORTUGAL HÁ DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS QUE CORREM AS CRIANÇAS NAS MÃOS DOS PROGENITORES

 

Tuoireirinho.jpg

 

 

A propósito de um texto que publiquei, e que pode ser recordado aqui

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-tourada-e-cultura-a-cultura-da-696884

no qual Hélder Milheiro, que preside à federação portuguesa de tauromaquia, diz que numa escola de toureio «o que se aprende é a coreografia (afinal sempre há uma coreografia para as bailarinas de collants cor-de-rosa). Treina-se com a tourinha (uma espécie de carrinho de mão que faz as vezes do animal) e nem se vê nada parecido com um toiro até aos 14 anos, que é quando se começa a treinar com bezerros. E há sempre enorme preocupação com a segurança: para alguém com menos de 18 anos entrar num espectáculo é preciso a validação da Comissão de Protecção de Menores; os pesos do animal e do toureiro são fiscalizados, está tudo regulado ao pormenor», Carlos Borges, um jurista meu amigo, referiu o seguinte:

 

«Acho muita graça dizerem que pedem o "visto prévio" da CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) para as criancinhas actuarem em tais pseudo-espectáculos... Pois então das duas, uma: ou a CPCJ é duplamente motivo de censura (porque dá assentimento a práticas que, no mínimo, fariam qualquer pai ou mãe ficar sem os seus filhos, por exposição gratuita ao risco de vida, o que nos termos do Código Penal é crime; e porque perde o seus preciosíssimos tempo e recursos a avaliar práticas que logo deveriam ser comunicadas ao MP e Tribunais - isto se estivéssemos num País decente...), ou o dito cujo inventou semelhante desculpa para camuflar um comportamento mais que condenável!...

 

Em todo o caso, descartada a estupidez dos intervenientes, impunha-se um esclarecimento público da respectiva Comissão sobre o assunto...».

 

Devo referir que várias vezes denunciei à CPCJ casos flagrantes de violação dos direitos das crianças, no que diz respeito à exposição de crianças de tenra idade a estas práticas violentas e cruéis, e numa dessas vezes até fui parar a tribunal, como arguida num processo.

 

Os outros é que levam as crianças para as arenas e ensinam-lhes a “arte suprema” de torturar bezerrinhos, e eu, que denuncio tal crime, é que sou levada a tribunal.

 

Isto só acontece num país que ainda brinca à justiçazinha.

 

A análise que este meu amigo jurista fez está correctíssima. Na verdade, e uma vergonha que a CPCJ dê (como dá) pareceres favoráveis a este crime de exposição de crianças em espectáculos violentos, como são as touradas, permitindo que menores assistam à tortura de touros, ainda que ao colo das progenitoras, que se fossem MÃES não as levariam para um tal lugar; e também dão permissão para que aprendam a torturar bezerros, pois se não permitissem as escolas estariam encerradas. E não estão.

 

A CPCJ terá dois pesos e duas medidas? aliás como quase todas as "autoridades" portuguesas?

 

É que em Portugal todas as crianças são iguais, mas umas são mais iguais do que outras, e os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estão fora dessa "igualdade". É como os Touros e os Cavalos, que nas leis portuguesas não são considerados animais, por isso, podem ser torturados barbaramente até à morte.

 

E as crianças, filhas dos aficionados, também não são consideradas crianças, em Portugal. Se fossem seriam protegidas.

 

Sabemos que a ONU alertou Portugal para os riscos das escolas de toureio para crianças, e considerou que as crianças em touradas são «uma das piores formas de trabalho infantil», e o Comité dos Direitos das Crianças das Nações Unidas, com vista à eventual proibição da participação de crianças em touradas, até já recomendou a Portugal que «adoptasse as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores». E, entre outras observações, acrescentou: «O Comité, insta também o Estado Português para que adopte medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e ao seu impacto nas crianças».

 

Mas tudo isto deveria ser tão-só recomendado pelo bom senso, pela racionalidade e pela sensibilidade (se os houvesse) dos progenitores, em primeiro lugar, e dos políticos e dos organismos que têm a seu cargo a função de defender as crianças dos predadores (incluindo dos próprios progenitores), em segundo lugar.

 

Mas neste mundinho da crueldade e violência tauromáquicas quem manda é o um rei chamado Vil Metal, ao qual todos prestam muiiiita vassalagem.

 

No portal da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, podemos ler o seguinte:

 

Conceito de criança

 

O artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança define criança como todo o ser humano até à idade de 18 anos, salvo se atingir a maioridade mais cedo, de acordo com a legislação de cada país.

 

Esta noção coincide com a lei portuguesa, já que considera ser menor quem não tiver completado 18 anos de idade (artigo 122.º do Código Civil).

 

Ao atingir a maioridade o jovem adquire plena capacidade de exercício de direitos e fica habilitado a reger a sua vida e a dispor dos seus bens (artigo 130.º do Código Civil).

 

Depois temos o Conceito de Risco/Perigo

 

Entre outros (que para aqui não interessam) estão:

 

- Sofrer maus tratos físicos ou psíquicos;

 

- Ser obrigada a actividades ou trabalhos excessivos /inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento;

 

- Estar sujeita, de forma directa ou indirecta, a comportamentos que afectam gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto se lhe oponham de modo adequado a remover essa situação.

 

Isto é o que se lê nesse portal, mas não é o que se pratica, pois os filhos dos aficionados até aos 18 anos, são obrigados a frequentar escolas de toureio, e a aprender a “arte” de torturar bezerros, e são também obrigados a ir às arenas, assistir à tortura.

 

Dizem os adultos: «A nós, não nos fez mal nenhum

 

Mal sabem eles que esse mal é a insensibilidade com que hoje assistem à tortura de um animal, e a aplaudem com muiiiiito prazer. Numa palavra: esse mal chama-se SADISMO, que faz parte de uma psicopatologia grave, e ataca desde o analfabeto, até aos mais letrados professores catedráticos, presidentes, ministros, juízes, doutores, deputados, etc…

 

Sabemos que em Portugal existem doze escolas de toureio  subsidiadas com dinheiros públicos,  onde crianças, dos 3 aos 18 anos recebem aulas teóricas e práticas com gado vivo, pondo em risco a sua integridade física e mental, e, deste modo, aprendem a tourear, ou seja, a torturar bezerros, nalguns casos também a matar touros, e como em Portugal não é permitido matar touros, excepto nas primitivas localidades de Barrancos (legalmente) e de Monsaraz (ilegalmente), as crianças portuguesas vão matá-los para Espanha, e há quem diga que em PRIVADO, em Portugal, também se mata muitos touros, para divertir os sádicos.

 

Concluindo:

 

A ONU (que bem poderia recomendar a abolição desta prática selvática, porque também perturba mentalmente os adultos que a praticam, aplaudem e apoiam) recomendou que Portugal poupe as crianças desta selvajaria.

 

Porém, em Portugal, os nossos políticos não sabem interpretar as recomendações da ONU, e nem sequer os psicólogos, nem os pedopsiquiatras saem a público para defender estas pobres crianças, destes maus tratos psicológicos e deste abandono às “feras” a que estão votadas.

 

Já vi retirarem crianças a pais com problemas económicos. E em vez de resolverem os problemas económicos dos pais, retiram-lhes as crianças... para mostrarem serviço?  

 

No que respeita à selvajaria tauromáquica, as crianças vivem com progenitores portadores de graves deformações mentais, os quais as obrigam a aprender a crueldade, violando deste modo um dos mais sagrados direitos das crianças: o de viverem uma vida mentalmente e fisicamente saudável.

 

Contudo, estas crianças, “aficionadas à força”, estão abandonadas a um destino cruel, sem que ninguém lhes valha.

 

Por isso aqui deixo um repto público à CPCJ: porquê estas crianças são menos crianças do que todas as outras?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:17

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