Sexta-feira, 29 de Abril de 2016

VERGONHA: LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO PROMOVE TOURADA NOS AÇORES PARA COMEMORAR ANIVERSÁRIO

É preciso torturar animais não humanos indefesos, inocentes e inofensivos, para ajudar animais humanos, também indefesos, inocentes e inofensivos?

 

Isto é um INSULTO ao conceito de BENEFICÊNCIA.

 

Da minha parte a Liga Portuguesa Contra o Cancro não verá nem mais um cêntimo.

 

BOICOTEMOS A LPCC, ATÉ QUE APRENDA QUE A TORTURA NÃO É UM MODO CIVILIZADO DE ANGARIAR FUNDOS PARA A ONCOLOGIA

 

Liga contra o cancro promove tourada a 29 de maio

Um cartaz que  arrasta na lama  Liga Portuguesa Contra o Cancro

 

Está marcado para o dia 29 de Maio um episódio de selvajaria tauromáquica para fins beneficentes, a favor do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro, que contará com matadores de Touros e montadores de Cavalos, e cobardes forcados amadores, com o intuito de comemorarem os 75 anos da Liga a nível nacional, e os 50 anos que o núcleo completa no arquipélago.

 

Gonçalo Forjaz, presidente do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro salientou que o objectivo é realizar um evento por ilha.

 

Calhou que na ilha Terceira, a mais atrasada civilizacionalmente, o gosto pela selvajaria tauromáquica falou mais alto, disse o presidente. Se o gosto fosse atirarem-se a um precipício, esse gosto seria cumprido. É que o desafio que têm no Núcleo, é esse mesmo: é organizar um evento por ilha que caracterize essa ilha.

E o que caracteriza a ilha Terceira é a barbárie, apoiada pela Liga.

 

E Gonçalo Forjaz acrescentou, como uma sentença: «No caso da Terceira temos este gosto pelos touros, daí este espectáculo de beneficência». Gosto pelos touros? Não, não é gosto pelos touros, é gosto pela tortura. É um sadismo enraizado até à medula. Se fosse gosto pelos touros, deixavam-nos em paz, nos prados.

 

E a Liga aliou-se à Tertúlia Tauromáquica Terceirense e ao Grupo de Forcados da TTT, para esta iniciativa selvática, com intuitos beneméritos.

 

Se tivessem vergonha na cara, se fossem um organismo de raiz humanística nunca angariariam fundos manchados de sangue, para a criação de uma bolsa de investigação na área da oncologia.

 

Isto é insultar a Ciência e o investigador beneficiado, que se for um ser humano racional não aceitará tal bolsa.

 

Tenha vergonha, Gonçalo Forjaz, e cancele este evento, que só trará desprestígio à Liga Portuguesa Contra o Cancro, e perderá milhares dos donativos que todos nós, conscientes do trabalho da Liga, vos entregamos todos os anos.

 

Não desçam tão baixo.

 

Os doentes oncológicos não merecem este INSULTO.

 

Para que não digam que não sabiam aqui vos deixo

A VERDADE PERVERSA SOBRE A TORTURA DE TOUROS E CAVALOS, ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LIDE

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/484004.html

 

Ouçam a notícia que envergonha o arquipélago dos Açores, arrasta na lama a Liga Portuguesa Contra o Cancro e INSULTA os doentes oncológicos 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:32

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Quinta-feira, 28 de Abril de 2016

MINI CONFERÊNCIA EM VIANA DO CASTELO SOBRE DIREITOS DOS ANIMAIS

 

Carta da activista Ana Macedo enviada a várias entidades, a propósito da mini conferência realizada em Viana do Castelo, sobre os Direitos dos Animais

 

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Exmos. Srs.

 

Na sequência da realização a conferência “Direitos dos Animais”, no passado dia 10 de Abril de 2016, que teve lugar no Auditório do Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo, os presentes acordaram nos seguintes pontos:

 

1.º Um agradecimento à Câmara Municipal de Viana do Castelo pela cedência do espaço para este exercício de cidadania activa, bem como às senhoras funcionárias do Museu de Artes Decorativas pela cooperação e gentileza.

 

2.º Os presentes, enquanto cidadãos e munícipes empenhados nas temáticas relacionadas com Direitos dos Animais e bem-estar animal, manifestaram a sua viva preocupação com o facto do fim das políticas de abate nos canis municipais se configurar como muito próximo sem que se esteja a preparar caminho para que essa realidade se torne possível sem sobressaltos.

 

É certo que são sacrificados anualmente (números conhecidos, que poderão enfermar de cifras negras) 100.000 animais de companhia nos canis municipais. Tal opção legislativa obrigará as autarquias a encontrar opções válidas e adequadas para animais errantes ou abandonados. Em conformidade, faz todo o sentido criar / reforçar parcerias com as instituições que estão há anos no terreno, abnegadamente e com puro espírito de missão.

 

As associações presentes manifestaram a sua preocupação e pretendem reforçar desde já a sua recusa de que a crueza do abate seja substituída pela incerteza do que virá a ser feito, nomeadamente, possíveis futuros depósitos / abandonos dos animais em locais insalubres, sem quaisquer apoios ou fiscalizações.

 

3.º As associações de protecção animal presentes e representadas na conferência (Associação Vila Animal, Associação Gatos de Ninguém e Associação Selva dos Animais Domésticos) promovem as melhores práticas de protecção dos animais, intervindo nas políticas urbanas e ambientais que se centrem no bem-estar dos animais e na qualidade da sua convivência com os seres humanos, prestam cuidados e apoio a animais de colónia, assegurando-lhes a qualificação de "animal comunitário", dão guarida a animais idosos ou inadoptáveis, promovem activamente a adopção de animais abandonados ou errantes e estão profundamente empenhadas em campanhas CED – Capturar, Esterilizar, Devolver – em animais de rua, para reduzir a população de animais abandonados, negligenciados e carenciados. Pretendem ser reconhecidas como interlocutores privilegiados na gestão destas problemáticas.

 

4.º Em conformidade, foi também reconhecida a necessidade de reforçar o pedido de disponibilização, pelo Município de Viana do Castelo, de instalações dignas às Associações Vila Animal e Gatos de Ninguém.

 

5.º Das autoridades convidadas a comparecer, para promoção dos necessários esclarecimentos das competências de cada uma delas, apenas o SEPNA se fez representar, na pessoa do Senhor Sargento Chefe Martins (em representação também do Senhor Comandante da GNR de Viana do Castelo). O Senhor Sargento Chefe foi incansável no esclarecimento de todas as dúvidas suscitadas quanto a leis de protecção animal, procedimentos a adoptar em queixas, legitimidade, cadeias de comando e responsabilidades. Foram também esclarecidas dúvidas relativas a protecção da natureza e ambiental.

 

O nosso muito obrigada à GNR/SEPNA.

 

A lamentar a não comparência de um representante da PSP, DGAV e CMVC uma vez que cada uma destas entidades tem funções a desempenhar nesta matéria.

 

6.º Foi manifestado pelos presentes a convicção e expectativa de que a Veterinária Municipal deveria disponibilizar algum tempo do seu horário para prestar serviços de esterilização de animais de companhia a munícipes com necessidades económicas especiais, ou reforçando o apoio a esses encargos das associações.

 

7.º Foi ainda manifestado total empenhamento e apoio à luta anti tourada em Viana do Castelo, que se gostaria de ver reforçada em regulamentos camarários que permitissem o afastamento definitivo do anátema que anualmente se abate sobre o município, por alturas da festa maior da cidade.

 

8.º Mais apreciaram os presentes que a cidade se declarasse como não permitindo ou tolerando espectáculos que recorram a animais. Falamos concretamente dos circos que demandam as nossas cidades e que mantêm animais em cativeiro em – geralmente - péssimas condições e unicamente com fins de exploração económica. É essa uma diversão que não é digna, nem sequer pedagógica, pois nenhum comportamento exibido pelos animais nos espectáculos de circo é um comportamento natural, construindo, sobretudo nas crianças, uma imagem dos animais que não corresponde à realidade da sua natureza.

 

9º Alguns dos presentes manifestaram a sua preocupação relativamente às condições do Canil de Ponte de Lima (Canil Intermunicipal) uma vez que 80 lugares para um Canil que serve 14 municípios é, manifestamente, insuficiente. Para além deste facto, e após visita ao local, constataram que os animais estão num estado de extrema magreza pelo que se constata que a ração que lhes é atribuída é insuficiente. Sendo a CMVC uma das câmaras que contribuí para este canil intermunicipal gostaríamos de apelar a que sejam verificadas as condições em que são mantidos os animais.

 

10.º E por último, em reforço da imagem de Viana do Castelo como Cidade saudável, a implementação e continuação de políticas de protecção animal que continuem a conotar a cidade como exemplo de boas práticas a seguir no âmbito nacional e internacional.

 

Sem outro assunto de momento, enviamos os melhores cumprimentos.

Atentamente

Ana Macedo

 

***

Resposta da Veterinária do Canil de Ponte de Lima, à referência feita na carta anterior:

 

«Boa tarde

 

Relativamente ao que manifestamente se refere ao Canil Intermunicipal tenho a informar o seguinte:

 

- O Canil Intermunicipal tem vindo a manter desde sempre uma boa relação com as Associações, nomeadamente e neste caso em concreto, com a D. Maria José da Associação Vila Animal e a D. Idalina da Selva;

 

- Já foram e continuam a ser agilizados, processos de adopções dos nossos animais com ambas as Associações, nomeadamente e ultimamente, com a Associação Vila Animal;

 

- É nossa pretensão que essa colaboração se mantenha, desde que continue a constituir uma mais-valia, no que respeita ao objectivo primordial: conseguir o máximo de adopções responsáveis no mais curto espaço de tempo, colaborando para que o Canil, seja cada vez mais, um local de breve passagem de animais e que culmine num final feliz para todos eles;

 

- O Canil Intermunicipal pode não ser o ideal, até porque o ideal, seria não ter a necessidade de existir, no entanto, o nosso Canil continua a ser referenciada como um dos melhores. Não sou eu que o digo, e sim quem nos visita, nomeadamente particulares, Associações de Protecção Animal, Entidades Policiais, PSP, GNR, GNR-SEPNA, FAP, GOC, PAN, etc..... . Como tal, não falem mal sem saber do que falam, ou do que se passa na realidade, até porque, nós não merecemos essa desconsideração!

 

- Temos frequentemente alguns animais magros, não porque a ração não seja equilibrada ou suficiente e sim porque nos chegam constantemente animais debilitados e como é do conhecimento de todos, não recuperam de um dia para o outro! Outros, por estarem à demasiado tempo confinados à espera de um dono, que nunca chega, ou de uma decisão judicial, que se prolonga, relativamente ao seu destino. Daí a grande necessidade de parques de lazer para todos eles e que por diversas vezes foram, e continuam a ser, solicitados à CIM Alto Minho, quer pela minha parte, quer pelo Executivo do Município de Ponte de Lima.

 

Aproveito, desde já, para convidar todos, a participar na VI CÃOminhada do Canil Intermunicipal, a realizar dia 28 de Maio e cuja informação segue em anexo. Agradeço a divulgação e conto com a V. participação, para que, mais um ano, nos ajudem a deixar o Canil deserto de animais e conseguir boas adopções Piscar de olho.

 

Com os melhores Cumprimentos

A Médica Veterinária Responsável pelo Canil Intermunicipal

Natália do Campo

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando efectivamente em vigor em Portugal, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático)

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 19:05

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Terça-feira, 26 de Abril de 2016

A GRANDE FARSA DAS COMEMORAÇÕES DO “25 DE ABRIL”

 

Ontem pretendeu-se comemorar o “Dia da Liberdade”. Os repórteres televisivos insistiram nesta tónica, como se o “25 de Abril” tivesse sido planeado para dar ao povo português a liberdade de fazer o que quer.

 

Ontem, ouvi um repórter perguntar a um menino: «O que é para ti a liberdade?» Como a criança hesitou, o repórter apressou-se a “ajudá-lo” a pensar e disse: «É fazer tudo o que tu queres…?». E a criança anuiu.

Pois nada mais pernicioso para se dizer a alguém que ainda é um menino.

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Porque ter liberdade não é o povo poder fazer tudo o que quer, nem os governantes pós-25 de Abril poderem agir como se fossem ditadores disfarçados de democratas.

 

Liberdade é ter consciência de que não se pode fazer tudo o que se quer, quando vivemos numa sociedade em que o todo faz parte de tudo, e que esse tudo é a Vida, no seu significado mais universal.

 

E isto não foi ainda alcançado pelo 25 de Abril de 1974.

 

O “25 de Abril” foi planeado para derrubar um regime ditatorial, imposto por António Oliveira Salazar, o qual se arrastou por quase 50 anos, e durante o qual milhares de pessoas foram perseguidas, encarceradas e assassinadas.

 

No regime ditatorial, quem mais ordenava era o ditador que, ao menor gesto de desobediência civil ou ousadia de se falar contra o sistema, enviava os cidadãos, à força da violência, para o Tarrafal, um campo de concentração engendrado para “ acolher” os que tinham a consciência de que não se pode fazer tudo o que se quer, ou seja, os cidadãos verdadeiramente livres, aqueles que, mesmo agrilhoados, eram livres, porque a verdadeira liberdade é a da consciência.

 

Regressada do Brasil em 1968, para continuar o meu curso na Universidade de Coimbra, encontrava-me nessa cidade no 17 de Abril de 1969, quando o então Presidente da República, Américo Thomaz, ali se deslocou para a inauguração do novo edifício das Matemáticas.

 

Para honrar a palavra dada aos estudantes, Alberto Martins, o então presidente da Associação Académica de Coimbra, hoje deputado da Nação, pelo PS, pediu a palavra para falar em nome da Academia.

 

Para Américo Thomaz, esta “ousadia” constituiu um insulto e Alberto Martins foi detido nessa mesma noite, o que desencadeou uma crise académica de grandes proporções.

 

Todos nós, que participámos no que então se seguiu, éramos jovens e livres, e amávamos a nossa liberdade de ser, de estar e, sobretudo, de pensar, e os grilhões da ditadura não conseguiram nunca cortar a raiz ao nosso pensamento, porque como cantou Manuel Freire (que curiosamente nasceu no dia 25 de Abril de 1942, e é meu primo, ainda que em terceiro grau), no seu canto de intervenção “Livre”: «Não há machado que corte a raiz ao pensamento… porque é livre como o vento… porque é livre…»

 

E é esta a verdadeira liberdade.

 

Durante os anos em que vivi a ditadura de Salazar eu era tão livre como sou hoje.

 

O “25 de Abril” não me restituiu a liberdade (que eu sempre tive).

 

O “25 de Abril” livrou-me da ditadura, podendo agora escrever nas linhas o que então escrevia nas entrelinhas.

 

Das cartas que escrevia ao meu Pai, que se encontrava no Brasil, e a quem eu devia justificar o facto de me recusar a fazer exames, enquanto ele se “sacrificava”, para me manter a estudar em Coimbra, apenas uma carta foi interceptada pela PIDE, porque nunca imaginei que pudessem violar correspondência privada. Cheguei a ser “avisada” pela PIDE, que me “desculpava” por eu ter vindo de um país estrangeiro e nada sabia das “regras” do meu País.

 

Só ouve uma coisa a fazer: Passei a escrever nas entrelinhas tudo o que se passava em Coimbra, não só para o meu Pai, como para os outros jovens que lutavam contra o Regime, e que esperavam por notícias fora de Coimbra.

 

E as minhas cartas seguiram, com toda a informação do que estava a passar-se numa Coimbra “fechada” para o mundo.

 

Durante todo esse período eu mantive a minha liberdade intacta.

 

Até quando, no ano lectivo de 1973/74, ainda como Bacharel, dei aulas na Escola Secundária Frei João de Vila do Conde, e me recusei a dar uma matéria de História, que falava dos grandes feitos de Salazar.

 

Disse aos alunos que aquilo era mentira e não era para se estudar. Dei-lhes a versão dos factos históricos reais, risquei com um X as páginas dessa matéria, uns quinze dias antes de acontecer o “25 de Abril”.

 

Um dos meus alunos era filho de um agente da PIDE. Mas ainda assim atrevi-me a não distorcer a História. Eu era uma Professora livre, ou um pau-mandado da ditadura?

 

Por isso, quando ontem ouvi, a torto e a direito, nas televisões, dizerem que se comemorava o “dia da liberdade”, pensei cá comigo: isto não é nada pedagógico.

 

Não se deve passar às crianças e a um povo ainda pouco esclarecido esta falsa ideia de liberdade. As “definições” que ontem ouvi de “liberdade” deixaram-me na dúvida se viverei num Portugal do ano 2016, ou dos anos 30, 40, 50, 60… Foi um desastre!

 

O povo continua confuso. Os jornalistas continuam a servir o regime. O regime continua a enganar o povo, com uma democracia que ainda não se libertou do atraso de vida do passado, mantendo uma cultura inculta, com a agravante de estarem a vender Portugal.

 

Quem é verdadeiramente livre nunca deixa de o ser, ainda que agrilhoado.

 

Por isso, o que ontem se comemorou em Portugal, foi a farsa de um “25 de Abril” ainda por cumprir.

 

É urgente um verdadeiro “25 de Abril” para que a ditadura desta falsa democracia, que tem um pé preso a um passado que remonta aos tempos da monarquia, seja derrubada, e Portugal possa seguir o caminho da evolução e da verdadeira liberdade, porque liberdade não é fazer tudo o que se quer.

 

Liberdade é ter consciência de que não se pode fazer tudo o que se quer, quando vivemos numa sociedade em que o todo faz parte de tudo, e que esse tudo é a Vida, no seu significado mais universal.

 

E isto não foi ainda alcançado pelo "25 de Abril" de 1974.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:01

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016

A VERDADE PERVERSA SOBRE A TORTURA DE TOUROS E CAVALOS, ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LIDE

 

 

Uma prática de cobardes para divertir sádicos

 

Está a começar a época em que os psicopatas e os sádicos saem das cavernas imundas e escuras em que vivem uma vida de miséria moral, para poluírem o mundo com a gosma repugnante que lhes sai de todos os poros.

E é preciso que esses cobardes saibam que não passam de uma peste negra que o mundo civilizado rejeita e despreza.

 

As touradas provocam muito sofrimento a dois pacíficos herbívoros. Não sejam cúmplices dessa tortura desnecessária. Não sejam responsáveis pela tortura. Não participem nem assistam a touradas.

 

A Tauromaquia é a terrível e venal arte de torturar e matar animais em público, segundo determinadas regras. Traumatiza as crianças e adultos sensíveis. A tourada agrava o estado dos neuróticos atraídos por estes espectáculos. Desnaturaliza a relação entre o homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura" (UNESCO, 1980)

 

 

O texto que se segue é de leitura obrigatória, porque conta a verdade total e absoluta acerca desta prática selvagem

 

Depois de o ler ninguém mais será o mesmo.

Ninguém mais poderá ficar indiferente.

 

Ninguém mais terá a coragem de apresentar uma desculpa para a ignorância de não saber o que é este ritual cruel e desumano, que dá pelo nome de “tauromaquia” e é apoiado pelos governos de nove tristes países…

 

O que apresento é uma descrição horripilante do que sofrem os Touros e os Cavalos antes de serem cobardemente torturados numa arena.

 

Um relato que desmistifica, por completo, a “arte” e a “cultura” com que rotulam o tauricídio.

 

O que se lerá pertence ao domínio da mais ignominiosa crueldade.

 

E crueldade é crueldade, independentemente do país onde ela ocorre.

E ela ocorre também em Portugal.

 

E a crueldade praticada contra inocentes, inofensivos e indefesos animais não tem lugar numa sociedade moderna em parte alguma do mundo.

 

***

O Touro dito de “lide” é fabricado por ganadeiros e nasce, vive e desenvolve-se unicamente para ser torturado numa arena.

 

Durante quatro anos seguimos os passos de um pequeno e frágil bezerro, que se transformou num animal forte, e mostrou a sua valentia numa praça da morte.

 

 

Imagens de TV mostraram o momento em que o chifre esquerdo do touro rasgou de maneira terrível a face de um toureiro chamado Padilla e chegou a deixar o seu globo ocular fora da órbita, num momento macabro do mundo das touradas.

 

Os espectadores gritaram de horror na cidade espanhola. O porta-voz do hospital disse que Padilla tinha sofrido danos nos olhos, músculos, ossos e pele, quando o touro o jogou ao chão e o feriu.

 

As imagens mostram também Padilla fugindo do anel, enquanto o touro foi distraído por assistentes na praça de touros. «Eu não posso ver, eu não posso ver nada», gritava o matador enquanto era levado ao hospital.

 

Cirurgiões utilizaram placas de titânio para reconstruir partes da sua estrutura óssea facial e a cavidade ocular. Um dos assistentes da praça de touros disse que Padilla teve sorte de o chifre não penetrar no seu cérebro.

 

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E é a isto que os tauricidas psicopatas, diagnosticados por especialistas como tal, reduzem o magnífico animal que é um Touro.

 

E não me venham dizer que isto não acontece em Portugal.

 

 

Resumindo o percurso do Cavalo usado para toureio:

 

«Como animal de fuga que é, procuraria a segurança pondo-se à distância daquilo de que desconfia ou que considera ser perigoso.

 

No treino e na lide montada, ele é dominado pelo cavaleiro com os ferros na boca, mais ou menos serrilhados, puxados pelas rédeas e actuando sobre as gengivas (freio; bridão - com acção de alavanca, ambos apertados contra as gengivas por uma corrente de metal à volta do maxilar inferior – barbela), coisa muito castigadora.

 

É incitado pela voz do cavaleiro e por outras acções, chamadas hipocritamente de “ajudas”, como sejam de esporas que são cravadas provocando muita dor e até feridas sangrentas.

 

 

Ele é impelindo para a frente para fugir à acção das esporas, devido à dor que elas lhe provocam e a voltar-se pela dor na boca e pelo inclinar do corpo do cavaleiro ou a ser parado por tracção nas rédeas.

 

Resumindo: o cavalo é obrigado a enfrentar o touro pelo respeito/receio que tem do cavaleiro, que o domina e o castiga, até cravando-lhe esporas no ventre e provocando-lhe dor e desequilíbrio na boca. Isso transtorna-o de tal maneira, que o desconcentra do perigo que o touro para ele representa de ferimento e de morte e quase o faz abstrair disso.

 

É, portanto, uma aberração, comprovativa da maior hipocrisia, quando cavaleiros tauromáquicos afirmam gostarem muito dos seus cavalos e lhes quererem proporcionar o bem-estar.

 

Revoltante e vergonhoso é que tal crueldade seja permitida legalmente, feita espectáculo e publicitada.» (Dr. Vasco Reis (Médico Veterinário).

 

***

O que sofre o Touro dito de “lide

 

É óbvio que os touros sofrem quer antes, quer durante, quer após as touradas. A deslocação do animal do seu habitat, a sua introdução num caixote minúsculo em que ele se não pode mover e onde fica 24 horas ou mais, o corte dos chifres e as agressões de que é vitima para o enfurecer; ao que se segue a perfuração do seu corpo pelas bandarilhas que são arpões que lhe dilaceram as entranhas e lhe provocam profundas e dolorosas hemorragias; e finalmente, na tourada à portuguesa, o arranque brutal dos ferros; e tudo isto já sem se referir a tortura das varas e do estoque na tourada à espanhola — representam sem quaisquer dúvidas sofrimento intenso e insuportável para um animal tão sensível que não tolera as picadas das moscas e as enxota constantemente com a cauda quando pasta em liberdade.

 

A SIC exibiu, há tempos, um documentário sobre o que se passa na retaguarda das touradas. Quando chegou à fase final do arranque das farpas o funcionário da praça não permitiu a filmagem por a considerar demasiado impressionante. Mas pudemos ouvir os horrendos uivos de dor que o animal emitia do seu caixote exíguo e que eram de fazer gelar o sangue dos telespectadores.

 

Na tourada à espanhola com picadores o quadro ainda é mais cruel: o touro é perfurado ainda mais profundamente pela comprida e afiada ponta da "puya" que lhe rasga a pele, os músculos e os vasos sanguíneos, provocando-lhe intencionalmente uma dor intolerável e uma abundante hemorragia, enquanto um cavalo, de olhos vendados, é corneado pelo touro enraivecido e com frequência derrubado e ferido — e tudo isto para gáudio de uma multidão que a cada novo ferro cravado e a cada nova e mais profunda perfuração da vara, vibra com um gozo em que a componente sádica é óbvia.

 

A expressão “festa brava” não é uma expressão apropriada, pois em primeiro lugar, torturar e matar um animal não é uma “festa”, e em segundo lugar, o Touro quando entra na arena, está tão confuso, tão psicologicamente atormentado e tão fisicamente debilitado que é difícil rotulá-lo de «bravo». Estará, sim, desesperado pelo suplício a que foi sujeito durante vários dias, antes da lide.

 

Por outro lado, como pode um herbívoro ser “bravo”?

 

Os aficionados justificam a tourada chamando-lhe “tradição”. Os opositores às corridas de Touros mantém que não importa qual seja a história, elas são um acto puramente cruel que já deveria pertencer ao passado.

 

O negócio da crueldade

 

Um dos grupos que mais apoia as corridas é a indústria do turismo. Dizem eles. Os agentes de viagens e os promotores das corridas de Touros descrevem a luta como uma “competição festiva e justa”.

 

O que eles não revelam é que os Touros não têm a possibilidade de defender-se, e muito menos de sobreviver. E estão sempre em desvantagem.

 

Muitos ex-toureiros reconhecidos referiram que se neutraliza os Touros, debilitando-os intencionalmente, golpeando-lhes os rins e prendendo-lhes pesos ao pescoço durante várias semanas antes do que eles chamam “luta”.

 

A Fundação Brigitte Bardot, um grupo francês opositor das corridas de Touros, descreve outros métodos utilizados para debilitar o Touro: «A maioria das vezes, os animais entram na arena cegos, porque são deixados na escuridão durante 48 horas, antes da lide. A seguir os Touros são golpeados na cabeça com sacos de areia, durante muito tempo e violentamente, para privá-los dos seus sentidos».

 

Uma prática também habitual é raspar os cornos dos Touros, retirando-lhes alguns centímetros. Os cornos dos Touros, tal como os bigodes dos gatos, ajudam os animais a orientarem-se, e qualquer mudança repentina altera a sua coordenação.

 

Raspar os cornos dos Touros é uma prática ilegal. Por isso, às vezes, depois das corridas, um veterinário examina-os. Contudo, em 1997 a Confederação de Profissionais de Corridas de Touros, incluindo 230 matadores em Espanha, fizeram greve, opondo-se a essas inspecções veterinárias.

 

Os manifestantes reclamavam que os veterinários não tinham a “experiência suficiente” para examinar os Touros.

 

No entanto, muitos reconhecem isto como outro dos aspectos da corrupção que se infiltra num negócio que proporciona a cada um dos matadores profissionais mais de um milhão de dólares por ano. Em 1996, Espanha registou um total de 1.400 milhões de dólares na venda de entradas.

 

Mutilação sistemática

 

Num espectáculo típico, o Touro entra na arena e é abordado por indivíduos que o esgotam, correndo ao seu redor em círculos e enganando-o para que se fira.

 

Quando o Touro já está cansado e lhe falta o ar, acercam-se dele os picadores. Estes são indivíduos montados a Cavalo, cujos olhos estão vendados, e os quais cravam lanças no lombo e músculos do pescoço do Touro.

 

Isto dificulta a capacidade do animal levantar a cabeça.

 

Os “cavaleiros” volteiam e pressionam as lanças para se assegurarem de que o Touro perde uma grande quantidade de sangue. Logo aparecem os bandarilheiros a pé, que se encarregam de distrair o Touro e se precipitam sobre ele, até que lhe cravam mais lanças. E o sangue sempre a jorrar.

 

Quando o Touro fica completamente debilitado em consequência da perda de sangue, estes bandarilheiros correm à volta do Touro novamente em círculos até que este fique tonto e a perseguição pára.

 

Finalmente aparece o matador, e depois de provocar algumas investidas contra o animal já moribundo, desfere-lhe um golpe com a sua espada.

 

Após a estocada final, e quando o Touro não morre logo, um novo verdugo é chamado à arena para apunhalar até à morte o esgotado, o sofrido e dócil animal.

 

A adaga deve cortar a medula espinal, porém por vezes, mesmo isto pode falhar, deixando o Touro plenamente consciente, mas paralisado, e se o público está contente com o tauricida, as orelhas e a cauda do Touro são cortadas e exibidas como troféus.

 

O Touro é depois arrastado para fora da arena, acorrentado pelos cornos.

 

Alguns minutos mais tarde, outro Touro entra na arena e o ciclo recomeça.

 

«Posso entender como as pessoas vêm isto como uma barbárie», disse um reconhecido matador francês de 19 anos, de nome Chamaco, mas, acrescentou «a morte do Touro é como a assinatura de uma pintura», com a diferença que esta “peça” é rapidamente esquartejada para vender a sua carne.

 

Este tauricida é famoso por deleitar a assistência: «Ele grita ao animal, fazendo-lhe gestos irracionais e apoteóticos, provocando-o, fustigando-o e pedindo que dance com ele», descreve um espectador.

 

Outras vítimas

 

Os Touros não são as únicas vítimas na arena. O editor de uma revista norte-americana aficionada admitiu que, aos Cavalos utilizados nas touradas, são-lhes administradas drogas atrás das orelhas, vendam-lhes os olhos para que não fujam do Touro (os quais temem por natureza), e batem-lhes com frequência. Fora as picadas das esporas que os fazem sangrar violentamente.

 

Estes Cavalos, que por vezes são corneados, geralmente têm as orelhas tapadas com jornais molhados para lhes enfraquecer a capacidade auditiva, e as suas cordas vocais são frequentemente cortadas para que os seus gemidos não perturbem a assistência.

 

Quem já assistiu a uma tourada ouviu alguma vez um Cavalo relinchar de dor?

 

Sabem para que servem as bandas de música enquanto a lide decorre? Para abafar os gritos dos Touros.

 

Os Cavalos são por vezes Cavalos de arado, muito velhos para serem úteis, e acabam por ser abatidos por Touros que chegam a pesar cerca de meia tonelada.

 

Em determinadas ocasiões os Touros corneiam os Cavalos e as suas feridas são tapadas com palha para que não se vejam nem o sangue nem as vísceras. Outras vezes, morrem, como aconteceu há pouco tempo, com Xelim, o Cavalo do tauricida Rui Fernandes, o qual ficou com os intestinos pendurados, depois de ter levado uma cornada.

 

A reprodução dos Touros

 

A criação selectiva permite aos ganadeiros criar um Touro que morrerá de um modo mais satisfatório para o público.

 

Os Touros são seleccionados para se cruzarem com vacas que quando são atacadas com lanças, respondem investindo sempre da mesma maneira. Eles são criados para voltarem a ser torturados repetidamente.

 

Outros rituais reprováveis e bárbaros

 

A corrida de Touros mexicana também inclui a novilhada, ou corrida de novilhos. Os Touros bebés, alguns com apenas algumas semanas de vida, são transportados para a arena, onde espectadores, muitos dos quais crianças, os apunhalam até à morte.

 

Estes massacres finalizam quando os espectadores cortam as orelhas e a cauda às pequenas crias que geralmente estão totalmente conscientes e encharcadas no seu próprio sangue.

 

As chamadas “corridas de Touros não sangrentas”, que são legais em muitas cidades nos Estados Unidos da América, admitem a participação de pessoas que provocam e atacam o Touro. Enquanto que molestar e açoitar o animal fazem parte do espectáculo, a matança deve ser realizada fora da arena.

 

Na Colômbia há um festival anual em que Touros solitários são atormentados por milhares de pessoas que crêem que estão a pôr à prova a sua “valentia” (ajudados por um ambiente festivo e grandes quantidades de álcool).

 

«Se não morre alguém é algo monótono» lamenta Carlos Pérez, presidente do comité que organizou o dito evento em 1966.

 

Mas o toureiro colombiano Luis Cuadrado admite «é apenas um Touro contra milhares de imbecis». Cuadrado prefere sentar-se no chão até que o Touro esteja suficientemente perto para cravar-lhe a lança, e foge logo para ficar em segurança.

 

Estes festivais duram entre 4 e 5 dias, e pelo menos 35 touros são mortos por dia.

 

A oposição

 

Em 1567, o Papa Pio V decretou que «as exibições de animais ou Touros que são torturados são contrárias aos deveres cristãos e à piedade», e pediu «que se pusesse um fim àquelas diversões sangrentas, miseráveis e mais apropriadas aos demónios do que aos homens».

 

Os próprios aficionados das corridas de Touros não podem negar que tal prática é uma barbárie.

 

O autor mexicano Eduardo del Río, que glorificou a morte dos Touros nos seus livros, descreveu as touradas como «um obstáculo para a humanização do homem».

 

Lyn Sherwood, editor de uma revista a favor das corridas de Touros declarou orgulhosamente, «não tenho nenhum problema moral de promover algo que considero moralmente injustificável».

 

Fontes:

http://www.petalatino.com/cmp/ent-toros.html

http://www.bullfightingfreeeurope.org/index_por.html

http://tourada-portugal.blogspot.pt/p/calendario-tauromaquico.html

 

Drogas utilizadas para enfraquecer os Touros nas arenas

 

Anti-inflamatórios.

 

Apirinas, analgésicos e antipiréticos, cujo objectivo é minorar as dores e o coxear mascarando assim as lesões antes do reconhecimento anterior à lide.

 

Estimulantes cardio-respiratórios.

 

Anfetaminas com efeito de estímulo cardíaco, circulatório, respiratório e de reflexos. Em exemplares com pouca força ajudam a uma melhoria.

 

Estimulantes do Sistema Nervoso.

 

Nicotina em doses baixas, vitaminas B1 e B2 que têm como finalidade incrementar a energia e os reflexos.

 

Estimulantes musculares.

 

Vitamina E.

Hormonas.

 

Hormonas sexuais e anabolizantes cujo objectivo é produzir efeitos anabolizantes e eliminar o stress para dar ao touro uma maior resistência durante a lide. Os animais tratados com estas hormonas são exemplares que apresentam lentidão de movimentos, falta de agilidade e reflexos de fadiga rápida.

 

***

Os aficionados chamam a isto “tradição”, “cultura”, “identidade”, “luta justa”, “valores”, “respeito pelo touro”, entre outras designações.

 

Espanta-me nunca se terem lembrado de chamar acupunctura a esta suposta inócua, ou até mesmo benéfica, actividade. Para além do visível enorme sofrimento e agonia a que o touro é sujeito durante a catarse que é vivida na praça, já nos curros, longe das câmaras e dos ouvidos, estes instrumentos que perpetuam esta festa bafienta e medieval, são retirados cortando a carne do animal. A frio.

 

Se dói? Se causa sofrimento? É dilacerante!

 

Por um mundo mais justo, por um engrandecimento da humanidade, pelo respeito e harmonia entre todos os seres, por um passo civilizacional: Abolição das touradas já!

 

***

 

TOURO1.jpg

 

«Retiram-me do campo, onde sou feliz. Onde como erva e onde convivo com a minha família e companheiros. Retiram-me do bem-estar e da felicidade, para depois, num transporte stressante e psicologicamente torturador, me levarem para onde vou ser vítima, da mais vil tortura, tanto física, como psicológica.

 

Lá chegado, o meu tormento continua e começa a aumentar. Durante dois dias, não como e não bebo. Durante dois dias, estou enfiado num local escuro, onde mal posso mexer-me. E durante esses dois dias, sou torturado, física e psicologicamente. Querem que eu chegue à arena, com as minhas faculdades físicas e psicológicas 80% diminuídas, para facilitar a lide daqueles que dentro da praça irão torturar-me. E por isso o fazem, durante essas horríveis 48 horas.

 

Cortam-me a ponta dos chifres, para diminuir a minha visão periférica, e dessa forma, facilitar, também, a lide daqueles que dentro da praça irão torturar-me.

 

Depois entro nos curros, antes de entrar na arena, onde, para terem a certeza de que estou com as minhas faculdades físicas e psicológicas, 80% diminuídas, continuam a tratar-me barbaramente.

 

Quero ver-me livre de tanta dor; de tanto sofrimento; de tanta tortura. Nessa altura, vejo uma porta a abrir. Na hora, penso que finalmente vão deixar-me em paz. Mas infelizmente não. Não é nada disso. Entro e deparo-me com um local circular. Procuro um canto pelo qual possa fugir, mas não encontro. Nesse momento, chamo os meus companheiros; peço-lhes ajuda, mas nada podem fazer para vir em meu socorro. Vejo gente e mais gente à minha volta e em cima, ao redor desse local. Gente ávida de ver-me a ser barbaramente torturado. Gente ávida de ver o meu sofrimento. Gente ávida de ver pontas de ferros a serem espetadas no meu corpo e o sangue a jorrar e a escorrer.

 

No fim de tudo o que passei; depois de ter sido barbaramente torturado, o que quero é morrer, para parar de sofrer!

 

Mas eu, Touro de lide, não posso deixar de fazer uma pergunta: se aqueles que me torturam, física e psicologicamente tanto me querem tourear, porque não o fazem de igual para igual, sem que eu tenha as pontas dos chifres cortadas, sem que eu tenha sido torturado, física e psicologicamente, para que depois de ter perdido 80% das minhas faculdades, físicas e psicológicas, facilite a lide deles, e sem que utilizem ferros para espetarem em mim???»

 

Assinado:

Touro de lide

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:05

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BASTIDORES DE UMA TOURADA

 

«Fechados num contentor minúsculo durante longas horas sem comida nem bebida, suportando temperaturas elevadíssimas sem se poderem mexer, os touros, nas touradas portuguesas, são forçados a entrar na arena com recurso a choques eléctricos. No fim da tourada são recolhidos puxados com cordas novamente para o interior do camião, feridos e a sangrar profundamente onde permanecem em stress durante horas ou dias em condições extremas até serem levados para o matadouro. Alguns morrem antes de lá chegar... (filmado em 2009 no município do Marco de Canaveses)»

 

De 2009 a 2016 nada mudou, apesar da existência de um Regulamento Tauromáquico que nenhuma autoridade faz cumprir.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 13:53

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016

O CAVALO LUSITANO É UMA DAS MARAVILHAS DE PORTUGAL, MAS O QUE FAZEM COM ELE É UM CRIME CONSENTIDO

 

 

Um Cavalo magnífico que o homem usou e abusou, e continua a usar e abusar. Um Cavalo que nasceu LIVRE e o homem condenou-o a uma vida de constante tortura.

O que aqui se diz sobre o Cavalo Lusitano é uma vergonha para a Humanidade.

Escravizar, deste modo, um ser tão magnífico devia ser crime. E é crime. Um crime consentido.

O Cavalo Lusitano é uma MARAVILHA de Portugal.

Mas o que fazem com ele é a VERGONHA de Portugal.

 

 

Morrem cerca de 200 cavalos, anualmente, nas arenas. Por vezes, ficam esventrados, e têm de suportar os ferimentos causados pelas esporas, os puxões das rédeas, que lhes afectam a cervical, o freio atravessado sobre a língua, e as feridas que este lhes provoca nos lábios, gengivas, palato. Os pré-molares quebram-se, os ossos nasais deslocam-se, etc. etc., etc.

 

Os montadores de Cavalos afirmam que os "amam muito"...

 

O que não fariam se os odiassem…!!!

 

Nas corridas de Cavalos acontece o mesmo. Eles sofrem horrores. E muitos morrem por motivos vários.

 

Bem como quando são utilizados para puxar carroças e charretes.

 

Quando é que é alterada a Lei nº 69/2014, de 29 de Agosto, que se esqueceu de que os Cavalos também são animais como nós, como os cães, como os gatos?...

 

São seres extremamente sensíveis, para serem tratados deste modo BRUTO.

 

Apenas os BRUTOS acham que os Cavalos gostam de arreios… de serem montados, de serem (ab)usados deste modo ignóbil.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:26

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Terça-feira, 19 de Abril de 2016

ELES SÃO TÃO ANIMAIS COMO NÓS!

 

 

«Quem for humilde o bastante saberá interpretar essa imagem de forma grandiosa e sublime, pela atitude deste animalzinho repudiado por muitos, no entanto seu instinto de sobrevivência é que me toca o coração e me faz rever muitos valores na vida, imagens como esta não podem passar despercebidas e tão pouco ignoradas!!! sinto por quem ignora essas atitudes destes seres indefesos, só pode não ter coração!!!)»

(Margareth Rodrigues)

Tal como  os ICEs (I)ncompatíveis (C)om (E)volução) que rastejam pelo mundo… muito abaixo de ratos…

 

RATO.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1703291553287163&set=a.1389476848001970.1073741828.100008190043933&type=3&theater 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:30

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MAIS UMA MATANÇA DE PORCO ILEGAL DESTA VEZ A REALIZAR NA ALDEIA DE NOGUEIRA (OLIVEIRA DO HOSPITAL)

 

E da morte fazem festa!!!!

É triste viver num país em que é permitido matar seres vivos em público para fazer uma festa

Uma vez mais chamamos a atenção das autoridades competentes para esta matança ilegal a realizar pela Liga de Melhoramento Desporto e Cultura da Aldeia de Nogueira.

 

MATANÇA DE NOGUEIRA.jpg

 

Exmas. Autoridades,

mcarmo.caetano@dgav.pt, joao.ss@dgav.pt, ct.evr@gnr.pt, ct.evr.devr@gnr.pt, correio.asae@asae.pt, sepna@gnr.pt

 

Encontra-se anunciada a realização de uma “matança do porco”, para o próximo dia 24 de Abril de 2016, na Aldeia de Nogueira, concelho de Oliveira do Hospital organizada pela Liga de Melhoramentos Desporto e Cultura da Aldeia de Nogueira.

 

Como se sabe, esse tipo de eventos foi admitido pelo Despacho DGAV n.º 14535-A/2013, de 11 de Novembro, contudo, em obediência a apertados requisitos relativos à protecção dos animais, incluindo a contenção, atordoamento e sangria, entre outros aspectos do ponto de vista higieno-sanitários.

 

Com efeito, eventos como o referido têm carácter excepcional e tendência a desaparecer, não sendo admissível nos nossos dias que se faça da “matança” de um animal senciente um evento festivo, presenciado e aplaudido, quer por adultos, quer por crianças. Há muitas formas de confraternizar e de promover o divertimento sem ser às custas do sofrimento de animais que nos merecem respeito e consideração.

 

Assim, venho solicitar a Vossas Excelências se dignem a ordenar a fiscalização da situação agora denunciada, por forma a impedir que se realize a “matança” de um animal em desrespeito por todos os requisitos legais aplicáveis.

 

Solicito igualmente que me sejam informadas as diligências e resultados obtidos.

 

Com os melhores cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/156881601035525/photos/a.851942601529418.1073741826.156881601035525/1093836464006696/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:12

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PASSAM HOJE 510 ANOS SOBRE O MASSACRE DOS JUDEUS PELA INQUISIÇÃO

 

(Recebido via e-mail)

«Partilho hoje convosco um texto de um querido amigo sobre o Massacre dos Judeus pela Inquisição. Há 510 anos foram mortos 2000-3000 judeus no Largo da Igreja S. Domingos (Lisboa) O actual Teatro D. Maria era a sede da Inquisição na altura. A origem do massacre partiu da comunidade Dominicana da Igreja de São Domingos. Esta igreja ainda hoje tem o Espirito desse passado,  que foi “purificado” pelo terramoto e incêndios posteriores. Quem a visita ainda sente a presença de toda esta história e  o “cheiro”  a carne-sangue-fogo. Visitem esta Igreja e estejam lá (os que conseguirem) em silêncio e reflexão sobre este passado Pedro Belo

MASSACRE.jpg

Texto de Paulo Mendes Pinto

 

«...MAS O CHÃO CHEIRAVA A SANGUE

 

Há uns anos atrás, escrevi, com a Susana Mateus, um pequeno livro sobre o massacre dos judeus em 1506. Passado um tempo de sabático afastamento ao tema duro da morte, regressei através d’O último cabalista de Lisboa de Richard Zimler. Adorei o texto do escritor luso-americano e revivi toda a minha pesquisa feita anos antes, todo o frenesim de escrever o livro, como se de uma “missão” se tratasse.

 

Há uns dias apanhei um pretexto e fui a S. Domingos, ao espaço onde esse massacre começou há mais de 500 anos. É claro que de 1506 já nada lá podemos encontrar. Tudo é posterior, quer a Igreja dos Dominicanos, quer o Teatro D. Maria, que está mais ou menos onde dantes esteve o Palácio da Inquisição.

 

Mas o chão cheira a sangue… Como que dando um tom irónico ao local, hoje o largo fronteiro à Ginjinha do Rossio, é dos espaços mais multiculturais da cidade lisboeta. Junto ao Palácio da Independência, como que afirmando que a multiplicidade é a nossa matriz – mesmo para os que a escamoteiam – somam-se os grupos de negros, por vezes em alegre alarde, despreocupados, ou não, em convívio solto que parece multissecular.

 

Mas não o é, não. Este local foi palco das mais atrozes cenas de violência que podemos imaginar. Não sabemos se morreram 4000 pessoas, judeus, ou se foram menos, uns 2000… enfim, trocos, pequenos pormenores quando se passa o limite do que de exacto o número possibilita.

 

Nesse dia, vim da Praça da Figueira, onde antes se situava o Hospital de Todos os Santos, instituição que recebeu os bens da Judiaria desmantelada por ordem de D. Manuel aquando do Baptismo Forçado dos Judeus em 1497. Entrei, mesmo junto ao velhinho Braz & Braz no pequeno largo fronteiro à Igreja.

 

Vi o monumento inaugurado aquando dos Oceanos de Paz, em 2001, com a mensagem do Cardeal Patriarca de Lisboa. De facto, como se matou em nome de Deus!... Vi o mais recente monumento, bilingue, dedicado às vítimas desse 19 de Abril de 1506. Estava com os meus filhos. Contei-lhes tudo.

 

Entrámos na Igreja que, mais um aspecto irónico, hoje apresenta um tecto como que flamejante, recordando o incêndio que já no século XX a vitimou, mas também, como que rememorando o fogo em que arderam centenas, ou milhares de pessoas às suas portas, sendo que os primeiros mortos desse morticínio foram perpetrados ainda dentro das suas paredes sagradas.

 

Neste tecto que hoje recorda o fogo, eram pendurados, nos séculos XVI e XVII, os sambenitos com que os sentenciados eram marcados – as vestes rituais que indicavam o crime e a sentença e que, no caso dos “relaxados em carne”, tinha a pintura do rosto do ainda vivo a ser queimado e transformado em morto.

 

Custou. Ficámos em silêncio. Rodeados por umas dezenas de pessoas - de crentes que, entre o turbilhão do Rossio e a voragem do Martim Moniz, decidira vir orar ou simplesmente recuperar o folgo desse ritmo alucinante da cidade moderna - sentimos o peso de uma solidão indizível. Apenas eu, os meus filhos e a minha companheira, sabíamos que no ar que respirávamos vagueavam as minúsculas partículas de milhares de vivos que contra a sua vontade se transformaram na mais normal cinza.

 

A cinza, essa, já as águas da chuva-que-tudo-limpa levou para o Tejo, ou não fossem os rios as marcas do esquecimento, os limes que criam barreiras e nos colocam de um lado da margem, dependentes de um barqueiro. Mas a memória, essa não foi por água que foi limpa. Não houve, nem purificação, nem sublimação. É de negação à memória que falo. Sim, esquecimento, na sua mais brutal força.

 

Quer no Antigo Egipto, quer na Roma Antiga, existiam formas muito bonitas de perpetuar a memória de alguém que morria. Uma delas era pelo nome. Em ambas as culturas, junto aos túmulos, colocavam-se frases e pedir a quem passasse que lesse o nome do morto. Dessa forma, repetindo o nome, dava-se vida.

 

Hoje, em Lisboa, ainda não conseguimos dar vida a esses nossos mortos que tão aviltantemente foram roubados a este mundo.

Para quando uma lista, um memorial com esses nomes?»

 

Fonte do texto:

http://qeetempus.blogspot.pt/2013/07/mas-o-chao-ja-cheirava-sangue.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016

«GOVERNO PORTUGUÊS, PARE IMEDIATAMENTE A EXPORTAÇÃO DE CÃES E GATOS PARA A COREIA DO SUL E FILIPINAS»

 

ASSINEM A PETIÇÃO, POR FAVOR

http://www.thepetitionsite.com/830/339/500/portuguese-government-stop-immediately-the-export-of-dogs-and-cats-to-southkorea-and-philippine/#sign

 

PETIÇÃO.jpg

«Portuguese Government, stop immediately the export of dogs and cats to South Korea and Philippine» - Petition

 

Na sequência da Carta Aberta que dirigi a capoula santos (passarei a escrever os nomes dos governantes portugueses em letras minúsculas, como protesto à vergonhosa submissão do governo português ao ilegal e inconstitucional AO/90) sobre a petição de Stephanie Christie, que põe Portugal de rastos, devido á exportação de cães e gatos para os citados países, recebi um pedido de divulgação desta outra petição criada no dia 11 do corrente mês, nestes termos:

 

«Agradecia a divulgação da minha petição, pois tenho conhecimento de uma Petição publica de 2015, que passou despercebida em Portugal e que tem apenas cerca de 2.032 assinaturas.

 

Gostava de ir mais longe para acabar com esta vergonha de fazer dinheiro à custa de limpar os nossos canis... da maneira, como se sabe, o que fazem aos animais antes de os comer...

 

Fiquei chocada com esta notícia de 2015, que por acidente tive conhecimento em pesquisas na net!!

 

Agora com o PAN (mesmo que só com 1 deputado), tenho esperança de que isto acabe o mais depressa possível e se encontrem outras soluções para os nossos animais.

Porque as HÁ!

 

(…)

Melhores cumprimentos,

G. S

 

***

Todos esperamos que esta vergonha termine o mais depressa possível.

 

Também continuo a esperar que o senhor capoula santos, ministro da Agricultura, se digne responder ao que é solicitado na carta aberta que lhe dirigi.

 

***

Ainda a propósito da venda de cães e gatos portugueses para países onde aqueles são barbaramente exterminados para servirem de comida, recebi também esta mensagem que, por considerá-la um tanto insólita, passo a transcrever:

 

«Quem és? E qual a razão de fazeres isto? Para fazeres dinheiro?

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/carta-aberta-a-capoula-santos-ministro-632861

Isto é falso!

Paula Quintas»

 

***

Então, por desconfiar que por trás deste nome de “mulher” possa estar uma criatura do sexo masculino (à qual não posso chamar HOMEM), que costuma utilizar este tipo de linguagem nos comentários que me dirige, respondi-lhe do seguinte modo:

 

«Primeiro: quem és tu Paula Quintas, para te dirigires a mim nestes termos PIDESCOS?

 

Que me lembre, não lhe dei a liberdade de me tratar por TU.

 

Segundo: não interessa QUEM sou, mas O QUE FAÇO.

 

Terceiro: que motivos terá uma cidadã livre pensadora de exercer o seu DIREITO DE CIDADANIA, senão o de participar activamente na construção de um mundo melhor, coisa que compete aos governantes, e que os governantes não fazem?

 

Quarto: por acaso a Paula Quintas é pau-mandado de capoulas santos? A carta aberta é dirigida ao ministro da Agricultura. E é o ministro da Agricultura que terá de dizer se o teor da petição da Stephanie Christie é FALSO OU NÃO.

 

Quinto: eu não sou membro do governo português, não sou mercenária, nem corrupta para exercer o meu DIREITO DE CIDADANIA por dinheiro algum do mundo.

 

Porque EU, ao contrário de uma grande maioria dos membros do governo, NÃO ESTOU À VENDA, nem sirvo Lóbis.

 

Espero que TENHA ENTENDIDO».

 

***

A Paula Quintas entendeu, que eu já sei.

 

E espero que isto não volte a acontecer, ou seja, nem as insinuações parvas das Paulas Quintas que por aí deambulam, nem a venda dos nossos amados cães e gatos para servirem de comida a trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:02

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