Terça-feira, 18 de Abril de 2017

ANTÓNIO BARRETO ESCREVEU SOBRE A ACTUAL COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

Um excelente texto, escrito em bom Português, para reflectirmos o actual estado do país, através da actual comunicação social (com dignas excepções), vendida ao poder político, numa total e vergonhosa vassalagem.

 

Informa-se só o que interessa aos governantes, aos políticos, aos partidos; fala-se incorrectamente, e legenda-se ainda pior, ou seja, na versão mais inculta da Língua Portuguesa.

 

Faço totalmente minhas, todas as palavras de António Barreto.

 

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 António Barreto (Sociólogo português)

(Origem da foto: Internet)

 

É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática.

 

A preguiça é virtude. O tosco é arte.

 

A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

 

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não se sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense.

 

Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

 

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiza a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

 

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

 

É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! 

 

Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. 

 

Arte? Um director-geral chega. Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.

 

A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. 

 

Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.

 

Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.

 

A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos papagaios no seu melhor!

 

Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.

 

Origem do texto:

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/antonio-barreto/interior/as-noticias-na-televisao-5407534.html

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA

 

(Só uma pequena parte)

(Recebido via e-mail)

 

 Quanta imbecilidade! Quanta estupidez! Quanta cobardia! E pensar que tudo isto é permitido por uma lei parva, elaborada por parvos, e mantida por criaturas ainda mais parvas.

 

A tauromaquia é uma actividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos.

 

Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado.

 

Em termos... muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do “espectáculo” em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa - seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos.



(Vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ) – (Este vídeo foi retirado da circulação, tal era a crueldade visionada).

 

 

Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados.

 

(Vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html  e http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/07/embolacao.html) – (Aqui encontram muita informação).

 

Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.

 

***

E a esmagadora maioria dos deputados da Nação, que possuem neurónios fundidos, apoia esta inacreditável crueldade.

 

Pergunta-se: e isto é normal?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:41

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Quarta-feira, 12 de Abril de 2017

SE A IGNORÂNCIA PAGASSE IMPOSTO, PORTUGAL SERIA O PAÍS MAIS RICO DO MUNDO

 

Uma reflexão sobre a ignorância e os ignorantes militantes, ou seja, aqueles que, apesar de toda a informação, optam por continuar ignorantes.

 

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 Origem da foto: Internet

 

Consta que são bastantes, os ignorantes, os indiferentes, os invejosos, os mesquinhos, os desconfiados, os medrosos, os corruptos e os interesseiros, que desconhecem o sentido da cidadania, logo, não a exercem. E, por isso, permitem que o país seja malgovernado, abandalhado e vendido aos pedaços, a quem dá mais.

 

Se a ignorância pagasse imposto, Portugal seria o país mais rico do mundo.

 

Esta é a triste verdade.

 

É que a ignorância está disseminada por toda a parte, por todos os extractos sociais e pelos mais altos cargos da Nação.

 

A Saúde, em Portugal, está gravemente doente.

 

A Pobreza espreita em cada esquina.

 

O Ensino anda a rastejar por um chão pejado de uma descomunal cegueira mental.

 

A Cultura Culta e a Cultura Crítica emigraram para mundos mais civilizados.

 

As Artes sufocam, e apenas os escravos do poder vivem à custa delas.

 

A Língua Portuguesa anda perdida nos subterrâneos de uma ignorância e de uma indiferença descomunais que, alarvemente, estão a esmagar a identidade do povo português.

 

A política da violência e crueldade contra seres vivos tem os seus maiores defensores sentados nos Palácios de São Bento e de Belém.

 

Os indiferentes andejam por aí, como sonâmbulos. Se lhes mexem nos bolsos, agitam-se, mas sem grande convicção, por isso tudo continua sempre igual, sempre funesto, sempre obscuro, sempre mergulhado no lodo de um passado que se quer passado, e não presente ou futuro.

 

Na hora do voto, vota-se na continuidade, porque o medo de mudar é mais forte do que a vontade de ousar o desconhecido, a modernidade, o avanço civilizacional.

 

A ignorância e a indiferença estão a cozinhar Portugal em banho-maria, e os bobos da corte saltam e riem, porque enquanto houver povo ignorante e indiferente, mantê-lo-ão sob o seu jugo, e destruirão a Nação, em prol de interesses que não interessam, de modo algum, a Portugal.

 

E os Portugueses, tal como num tempo ainda bem presente, lá vão cantando e rindo, levados, levados, sim, pela voz do som tremendo, da ignorância sem fim… (1)

 

Isabel A. Ferreira

 

(1) Excerto adaptado do Hino da Mocidade Portuguesa, letra de Mário Beirão

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Terça-feira, 4 de Abril de 2017

TAURICIDA ESPANHOL FICA GRAVEMENTE FERIDO EM LAS VENTAS

 

A Lei do Retorno a funcionar em pleno.

Quando não é na arena, é fora dela.

Mas como esta "gente" é muito estúpida, não aprende nada com estes avisos bem inteligíveis.

 

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O novilheiro Daniel Garcia Navarrete, de 23 anos, teve o que merecia quando, no passado domingo, cobardemente, tentava matar um indefeso e senciente novilho, na arena de Las Ventas, em Madrid (capital de um país da Europa do Sul, que, tal como Portugal, esbanja dinheiros públicos nesta selvajaria).

 

As notícias dizem que o novilho atacou o novilheiro. Quanta ignorância!

 

O novilho não atacou ninguém. Foi atacado. O novilho apenas se DEFENDEU do ataque COBARDE do seu carrasco. E com toda a legitimidade.

 

A notícia diz também esta coisa espantosa: «A violência do ataque ficou registada em vídeo, em imagens fortes que podem ferir a susceptibilidade dos leitores».

 

Qual violência? De que ataque?

 

A única violência que fere a susceptibilidade dos leitores é o ataque do cobarde tauricida ao novilho. O resto não nos interessa. O cobarde novilheiro estava na arena por sua livre e espontânea vontade. O valente novilho, não. O valente novilho foi para aquela arena, à força de muita crueldade. E ainda querem que olhemos para o cobarde carrasco como a principal vítima?

 

Só se fôssemos muito estúpidos!

 

O tauricida foi operado de emergência na enfermaria da arena. Tinha uma clavícula partida, um fémur furado e algumas perfurações na região cervical que atingiram o céu-da-boca. Coisa pouca, para quem gosta de torturar e matar por prazer.

 

Já no início do mês de Março, Juan José Padilla, o tal que ficou deformado por um Touro, que se defendeu valentemente das investidas cobardes deste tauricida, foi internado com ferimentos graves, desferidos por um outro Touro que, em legítima defesa, o atingiu, durante uma sessão selvática na Feria Fallas, em Valência.

 

Ultimamente, os Touros, legitimamente, têm feito bastantes estragos aos seus carrascos, mas estes continuam a atacar cobardemente  os indefesos animais, com uma enraizada cegueira mental, legitimada por um governo também cego mental, que além de promover a violência gratuita contra animais indefesos, patrocina o estropiamento dos seus carrascos, que depois são tratados à custa do erário público. Em Espanha, tal como em Portugal.

 

Se a estupidez matasse, a Península Ibérica seria um imenso cemitério.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

http://www.jn.pt/mundo/interior/duas-cornadas-de-novilho-deixam-jovem-em-estado-grave-5766933.html?utm_source=jn.pt&utm_medium=recomendadas&utm_campaign=beforeArticle

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:28

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

CARTA ABERTA A MARCELO REBELO DE SOUSA, PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

 

Convidado de honra para assistir a uma sessão de selvajaria tauromáquica no campo pequeno, em Lisboa (que dizem ser) a capital de um país da Europa do Sul…onde se esbanja dinheiros públicos nesta actividade selvática...

 

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 No passado dia 25 de Março, quando o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, se deslocou ao campo pequeno para assistir ao Meeting Lisboa, foi abordado pelo aficionado Rui Bento, que o convidou para estar presente na tourada que comemora o 125º aniversário daquela arena de tortura de seres vivos, convite que, segundo rezam as crónicas, o presidente da República teria aceitado com muito agrado.

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2017/03/28/presidente-da-republica-uma-vez-mais-conivente-com-a-mafia-tauromaquica/

 

Excelentíssimo Senhor

Presidente da República Portuguesa,

Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa,

 

Tive conhecimento de que Vossa Excelência foi convidado a assistir a uma sessão de tortura de bovinos, vulgo tourada, para comemorar os 125 anos da existência da arena do campo pequeno, a qual, só por si, já diz do enorme atraso civilizacional em que Lisboa ainda está mergulhada. Uma vergonha!

 

Como é do conhecimento do mundo civilizado e, com certeza, de Vossa Excelência também, a tauromaquia é uma actividade cruel e sanguinária, de natureza retrógrada e medievalesca, que revela um enorme atraso civilizacional e uma descomunal brutalidade por parte de quem a pratica, aplaude e promove.

 

A existência de touradas noutros países (em mais sete, entre 193 que existem no mundo) não legitima a sua existência em Portugal, até porque, nesses outros sete países, onde ainda existe esta prática grotesca, fortes grupos abolicionistas estão a trabalhar afincadamente, para que esta actividade abjecta, que envergonha a Humanidade, e que consiste em torturar seres sencientes e indefesos, para divertir mentes perversas e deformadas, seja abolida. E os progressos são mais que muitos.

 

Um cidadão medianamente culto sabe que esta brutalidade não faz parte da Cultura Portuguesa, e Portugal nada ganha ao manter activa esta crueldade gratuita, pelo contrário, só perde prestígio e afunda-se na incivilidade para a qual tal prática impele o país.  

 

Estamos em pleno século XXI depois de Cristo, e nem no século XXI antes de Cristo, esta brutalidade existia. Não faz sentido algum retroceder no tempo, até porque nunca se retrocederia tanto, ao ponto de igualar a crueldade com que hoje se trata os animais não humanos, para divertir mentes perversas. Nunca, em tempo algum, em épocas primitivas, os homens das cavernas se comportaram tão brutalmente como os do século XXI depois de Cristo, no que respeita ao divertimento à custa do sofrimento atroz de animais como eu ou como V. Exa., sim, porque, na realidade, somos biologicamente tão animais quanto eles.

 

O avanço civilizacional não se faz à custa da tortura animal, para que sádicos e psicopatas se divirtam. É que a tauromaquia, queiram ou não queiram os tauricidas e aficionados, assenta na violência, na crueldade, na sevícia, na cobardia, na estupidez, na ignorância, na insensibilidade, no mau carácter e na falta de empatia para com a vida dos outros seres vivos, que têm direito à vida, tanto quanto nós também temos.

 

Por tudo isto, a tauromaquia é uma prática absolutamente indefensável e jamais poderá merecer respeito ou aceitação por parte dos seres humanos, civilizados e evoluídos, que cresceram moralmente, culturalmente, intelectualmente, socialmente.

 

Posto isto, senhor presidente da República Portuguesa, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, sugiro a Vossa Excelência que, publicamente, já demonstrou afectos por esta barbárie, que faça uma reflexão profunda sobre esta matéria, pois essa reflexão poderá ser-lhe bastante útil, se ainda não conseguiu ultrapassar a crença no que insistem em chamar de “tradição”, pois esta não passa de um costume obsoleto e obscuro, assenta na mais profunda ignorância, e que não faz o mínimo sentido em pleno terceiro milénio depois de Cristo.

 

A presença de Vossa Excelência numa tal comemoração só desprestigia o alto cargo público que exerce.

 

Por favor, não envergonhe Portugal, nem os Portugueses.

 

Com fé e esperança no triunfo da lucidez,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Sexta-feira, 24 de Março de 2017

« O TOUREIO TEM OS DIAS CONTADOS»

 

Na Colômbia progride-se. A petição que assinei deu preciosos frutos. Em Portugal caminha-se ainda por trilhos mediavalescos, ensanguentados, viscosos, infectos…

 

Abolicionistas portugueses: ponham os olhos neste exemplo. Não basta o blá blá blá habitual É preciso PRESSIONAR os que podem e mandam.

 

Eis o comunicado que me foi dirigido (traduzido do original).

 

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Julian Andrés Coy

Colômbia

 

«Feb 6, 2017 — Demos um grande passo! Aplaudimos o facto de o Tribunal Constitucional ter chumbado a norma que dava aval à existência de touradas, no entanto, a nossa luta continua.

 

O Tribunal concedeu ao Congresso dois anos para que legisle sobre as touradas. Isto implica que agora devemos pressionar o Congresso, recordando-lhes que o toureio tem os dias contados.

 

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O Congresso não só deve legislar sobre a tauromaquia, como também sobre qualquer actividade que envolva animais na Colômbia. Se isto não acontecer essas actividades transformar-se-ão em delito.

 

Foi notável todo o apoio alcançado nesta petição. É incrível ver tantas pessoas juntas rejeitando o maltrato animal.

 

 No entanto agora temos de estar mais unidos do que nunca. Chegámos a este ponto, graças à mobilização de milhares de pessoas como tu (61.803 assinantes), só falta um pouco mais.

 

 

A nossa luta continua, agora no Congresso.

 

Muito obrigada por fazeres parte desta comunidade. Em breve estaremos a convidar a todos para nos unirmos numa nova petição para pressionar o Congresso».

 

***

A Colômbia pode contar comigo. Como sempre.

 

Fonte:

https://www.change.org/p/cconstitucional-magistrados-nom%c3%a1sdilaci%c3%b3n-colombiasintortura-colombiasintoreo/u/19312421?utm_medium=email&utm_source=notification&utm_campaign=petition_update&sfmc_tk=my8cdGJ66Q%2fhFN2%2bNLwF3V6LEDQO7pk91wUzuyOotBTLlIqB9xyIRu9hUiqpNLfN

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Quinta-feira, 23 de Março de 2017

«VINHO, TOUROS E MULHERES»...

 

Um texto que escrevi em 2012.

 

Infelizmente está actualíssimo, o que significa que Portugal não evoluiu absolutamente nada, nesta matéria de crueldade, violência, estupidez e ignorância, que dá pelo nome de tauromaquia.

 

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 Cena do filme «Matador», de Almodovar

 

Por vezes deambulo pelas páginas dos tauricidas, no Facebook, para lhes “tomar o pulso”.

 

Quando me permitem, provoco-os, porque “a alma não tem segredo que a conduta não revele” Lao Tsé), e é precisamente nessa revelação que podemos conferir o carácter dos tauricidas e dos aficionados.

 

É que é extremamente importante conhecer a mente deles, para avaliarmos da legitimidade que dizem ter para cometer o tauricídio, e aquilatarmos da permissividade e cumplicidade dos estéreis intelectos das autoridades deste nosso País.

 

Quase sempre sou bloqueada nessas páginas, talvez pelo modo nu e cru como digo as coisas que os outros também dizem sob uma capa dourada e bem cozinhadas.

 

Ser bloqueada não é coisa que me incomode, nem pouco mais ou menos.

 

Contudo, desta vez, talvez por ser a página de um evento («Eu vou defender a festa», da Prótoiro), e não poder bloquear-se ninguém (não sei se é possível, o facto é que não fui bloqueada), consegui ficar ali a “picá-los”, utilizando as palavras como “bandarilhas” (a palavra é a arma com que vou para as “guerras” que travo com os homens predadores do nosso Planeta, e não são só com tauricidas, e nem só com os portugueses).

 

E obtive resultados magníficos, precisamente os que esperava ter.

 

Entretanto já havia esgrimido com os torcionários limianos, devido à minha intervenção contra a “Vaca das Cordas” (um ritual também primitivo e irracional que me chocou) os quais me atulharam de matéria-prima, para este “estudo de carácter” a que me propus.

 

As conclusões a que cheguei resumem-se à frase que deu título a este texto, saída da boca de um forcado (mais do que uma vez) que tem o maior orgulho de o ser, como se pegar um Touro já exaurido, mas ainda com um forte instinto de defesa, fosse a maior proeza e a suprema honra do mundo.

 

Descobri que «VINHO, TOUROS E MULHERES» (por esta ordem, segundo o tal forcado) é o lema dos tauricidas e aficionados, e de todos os que gostam de “divertir-se” à custa da tortura de Touros, seja em que modalidade for (há muitas variantes do arcaico ritual taurino), tendo sido utilizado várias vezes, por vários indivíduos.

 

Primeiro é-lhes servido o vinho, pois sem ele não teriam “coragem” de ir para uma arena enfrentar um Touro, ainda que já meio depauperado, pela tortura preliminar a que é sujeito. O que chamam a “bravura” do Touro na arena é simplesmente o instinto de defesa comum a TODOS os animais, humanos e não humanos. Podemos comparar o que se passa numa arena entre um Touro e um tauricida, com o que se passava nos circos romanos entre os homens e os leões esfomeados, ou entre dois gladiadores, onde o instinto de sobrevivência dos intervenientes humanos e não humanos era o que fazia a diferença entre viver e morrer.

 

Já com o vinho a correr-lhes nas veias, mais do que o sangue, lá vão eles para a arena, de fatinho justo, a marcar-lhes a formas do corpo, e collants cor-de-rosinha, demonstrar toda a selvajaria de que são capazes, mascarando aquelas caras com expressões diabólicas e grosseiras (tenho várias fotos que o demonstram), ao mesmo tempo que desvendam o verdadeiro sentido do que os leva ali: a busca de uma “virilidade” perdida.

 

Depois de torturarem o Touro e o Cavalo (quando o tauricídio o requer) com requintes de malvadez, deixando os animais num estado absolutamente deplorável, em extrema agonia, o que lhes acende a chama da tal “virilidade” que buscam desesperadamente, os tauricidas deixam a arena, com ares de “heróis bonifrates”, a bambolearem-se, tipo aqueles “machos” dos filmes mexicanos de má qualidade.

 

Saem da arena, com florzinhas nas mãos, e vão para os braços das mulheres, porque só depois do vinho e de descarregarem sobre o Touro toda a imbecilidade que lhes corrói as entranhas, conseguem o que normalmente não lhes é acessível...

 

Pobres mulheres, aquelas que são casadas! É a única ocasião em que podem ser mulheres...

 

(Atenção! Isto não sou eu que digo. São elas.) As outras, bem... lá sabem...

 

Posto isto, consegui chegar a muitas outras conclusões, bem patentes nos comentários que se seguiram às “bandarilhadas” que lhes mandava, na tal página do Facebook, e noutras onde consegui infiltrar-me, sem que eles se dessem conta de que estavam a ser “toureados”.

 

Neste “estudo” está incluída para cima de uma centena e meia de pessoas de ambos os sexos, ligadas ao tauricídio (portuguesas e espanholas), com quem tive oportunidade de “esgrimir” ao longo destes dois últimos anos.

 

Afinal, qual o perfil de um tauricida e dos aficionados? 

 

Todos têm algo em comum: pouca ou nenhuma instrução. Mesmo aqueles que se dizem “licenciados” ou “dourorados” não demonstram qualquer tipo de saber. O que sabem é que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade...» enfim, uma lengalenga aprendida em criança e que os seguiu até à fase adulta, sem terem questionado o que quer fosse...

 

Da Cultura Culta estão a anos-luz de distância.

 

Não têm noção alguma do que é a civilidade, a lucidez, o bom senso, e o QI deles é do nível mais baixo.

 

Possuem uma “coltura” tosca, pobre em pensamentos, palavras e obras. Vivem num mundo redondinho, fechadinho, que não vai além do quintalinho onde passam os dias. Os horizontes não estão ao alcance deles.

 

A mentalidade é extremamente rude e enlatada. Cristalizada. Naquelas cabeças não entrará mais nada. Nasceram e cresceram a ouvir que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo, blá blá blá blá blá...» e vão morrer com essas ideias impingidas logo à nascença.

 

Não sabem que o Touro é um animal como eles, porque eles também não sabem que são animais. Pensam que são outra coisa. O quê? Não conseguiram explicar.

 

Sabem também que o Touro nasceu para ser linchado com “honra”, numa arena, porque É DISSO QUE ELE GOSTA (o Touro). Uma conclusão bem patente nas expressões dolorosas que qualquer pessoa lúcida pode ver na fisionomia dos desventurados animais, no fim da lide, à excepção deles, que nem sequer conseguem distinguir um Touro vivo de um Touro morto.

 

Não conseguem fazer um raciocínio lógico, a partir do mais simples tema.

 

Não sabem argumentar, nem sequer conseguem alcançar o significado de determinadas palavras.

 

Misturam alhos com bugalhos, e andam ali às escuras e às voltinhas, sem darem com a saída.

 

Não são capazes de seguir um discurso que tenha mais do que meia dúzia de vocábulos.

 

Justificam o injustificável, com insultos, muitos deles dos mais ordinários e violentos que existem, o que não admira, pois condiz perfeitamente com a própria “coltura” deles.

 

Enfim, demonstram uma incultura crassa, que diz da pobreza do sistema de ensino em Portugal, que há tantos anos também combato.

 

Não interessa aos governantes portugueses um povo culto, ensinado, instruído, educado. Um povo que saiba raciocinar. Um povo que saiba distinguir o trigo do joio (é por isso que temos os governantes que temos).

 

Um povo culto é INSUBMISSO, naturalmente. O que não convém.

 

Um povo SUBMISSO não lhes faz frente. É mansinho. Diz que sim a tudo. E é disso que os governantes gostam.

 

Por isso, o nosso sistema de ensino é a POBREZA que se vê.

 

Por isso, a IGNORÂNCIA e o DINHEIRO são as palavras-chave de toda esta hipocrisia que anda ao redor do tauricídio, uma “tradição” degradante, envolta em rituais primitivos, cruéis e sanguinários, que colocam Portugal entre os países menos civilizados do mundo.

 

Lidar com esta gente não foi fácil, mas mais difícil é fazer com que os GOVERNANTES PORTUGUESES (quase todos senhores doutores e engenheiros) e a IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA (que abençoa os tauricidas) consigam fazer um RACIOCÍNIO LÓGICO e acabem, de uma vez por todas, com algo que está alicerçado na IGNORÂNCIA e (pasmemo-nos!) também no VINHO...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

ENTÃO NÃO SE VÊ LOGO QUE OS TAURICIDAS TRATAM O TOURO COM IMENSO AMOR???

 

Que eles sejam parvos e cegos mentais, nada contra.

 

Agora que queiram fazer-nos de parvos é outra história.

 

Vargas Llosa é mais um daqueles cegos mentais escolarizados e irracionais, que não vêem um palmo adiante do nariz.

 

É que para ser psicopata não é necessário ser analfabeto. Basta nascer com coração e cérebro mirrados…

 

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 Diz Vargas Llosa: «O touro é tratado com imenso amor, embora os animalistas o ignorem». Só mesmo um cego mental diria tamanha parvoíce.

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1493665350643766&set=a.847852941891680.1073741839.100000009460864&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:20

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Terça-feira, 21 de Março de 2017

RÁDIO CLUBE DE ANGRA COMEMORA ANIVERSÁRIO COM PRÁTICA TROGLODITA

 

 

Muitas e variadas vozes já se manifestaram contra esta iniciativa, que desprestigia os Açores, os Açorianos, a Comunicação Social, Portugal, os Portugueses e a Humanidade no seu todo.

 

Eu própria já manifestei o meu repúdio, neste Blogue.

 

Mas eis a carta de um Médico Veterinário, que já exerceu a profissão nos Açores, e sabe do que falamos…

 

TENTA.png

 E se a Rádio Clube de Angra TENTAsse colocar-se no lugar do desaventurado bovino bebé?

 

«Exmo. Senhor Director da Rádio Clube de Angra:

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que touros e cavalos são seres sencientes, emotivos, conscientes, muito à semelhança do que acontece com os seres humanos!

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que a ciência honesta afirma isso mesmo!

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que deste conhecimento adquirido, pessoas com o mínimo de sensibilidade desenvolvem empatia e imensa compaixão por pessoas e animais torturados, o que simultaneamente provoca indignação e aversão a pessoas e organismos responsáveis por tais actos.

 

Deve ser do conhecimento de V. Exa. que tudo isto contribui para a péssima reputação de Angra do Heroísmo e da sua Rádio e dos Açores e de Portugal.

 

De acordo com notícias publicadas na comunicação social, no próximo dia 25 de Março a Rádio Clube de Angra vai comemorar os seus 70 anos com uma tenta que terá lugar na Quinta do Malhinha.

 

Como deve ser do Vosso conhecimento, as tentas são manifestações de violência gratuita, onde são torturados animais que são picados com ferros que lhes rasgam e perfuram a pele, carne e músculos.

 

Face ao exposto, venho desta forma solicitar a sua intervenção para impedir a realização deste espectáculo repudiável que constitui uma vergonha para o povo açoriano, um povo que na sua imensa maioria não quer ser associado por mais tempo à realização de espectáculos violentos e sangrentos onde são torturados animais para simples diversão dumas poucas pessoas.

 

A Rádio Clube de Angra deve continuar a ser “A Voz da Terceira” e não ser porta-voz ou promotor da tortura.

 

Vasco Reis

Médico Veterinário aposentado,

Médico Veterinário Municipal na Praia da Vitória de 1986 a 1989

***

O que é uma tenta?

http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/06/tenta.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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SENTENÇA JUDICIAL: «A TAUROMAQUIA NÃO É UMA CRIAÇÃO ARTÍSTICA DIGNA DE PROTECÇÃO CONSTITUCIONAL»

 

Esta sentença foi proferida por um tribunal espanhol, no município de ORIHUELA.

 

Em Portugal o atraso de vida continua: nenhum tribunal tem a lucidez de pronunciar uma tal sentença.

 

TOURO.jpg

 Esta imagem monstra o que o título reclama: a tauromaquia não é uma criação artística digna de protecção constitucional. Pelo contrário, esta imagem mostra a indignidade dos que constitucionalmente defendem esta monumental crueldade psicopática.

 

SENTENÇA Nº 70 /17 do TRIBUNAL DO CONTENCIOSO NÚMERO 1 DE ELX

 

FUNDAÇÃO DO TOURO DE LIDE contra o MUNICÍPIO DE ORIHUELA

 

 (...)

Segundo – A parte reclamante centra a controvérsia nos acordos da Administração apelante no que diz respeito às actividades tauromáquicas, entendendo que a aprovação da moção do Grupo Municipal Cambiemos Orihuela – AC relativa a:

 

«Não tolerar o sofrimento dos animais e não permitir no município de Orihuela a instalação de circos com animais selvagens nem qualquer tipo de actividades tauromáquicas»

 

é um acto nulo, de pleno direito sem justificação, adoptado por órgão incompetente e que viola as competências e a legislação estatal e autónoma.

 

Ler mais em AVATMA.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:38

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